O lado “B“ de Betty Pinzón (Betty a Feia)
10 Capítulo 9
No carro.
—Estou aqui para conversarmos.
Toca o telefone.
—Atenda, doutor.
—Não quero atender!
—Pode ser a dona Marcela.
—Pode ser não, é ela!
—Não quero amargar a noite.
Armando conversa, melhor discute com Marcela. Ao desligar.
—Pronto. Já me livrei dela.
—Me sinto mal, don Armando. Não a trate assim. Ela te ama!
—Beatriz, sempre foi assim, você não vai entender!
—Mas não estava comigo, me sinto mal. Doutor, o senhor vai viajar com ela amanhã, vão ficar juntos. Sei que não está apaixonado por ela.
—Nem nunca estive, você sabe.
—Mas tente dar uma chance a ela.
—Quê?
—Por pior que ache que ela seja, ela te ama, é bonita, tem classe, ao menos é uma mulher para o senhor!
—Não te entendo! Vai dizer que depois de tudo que fazemos, vai virar partidária da Marcela?
—Não, é isso! É que... entre as modelos e dona Marcela, ao menos ela o ama. Não quer se aproveitar do seu dinheiro ou da sua fama.
—ESCUTA, ESTAMOS AQUI PARA FALAR DE NÓS DOIS E NÃO DE MARCELA! Desculpa, desculpa. É que quero falar de nós dois sim, por favor! Quero que fiquemos esta noite juntos e que não exista nada, nem Marcela, nem as modelos, nem Nicolás Mora, nem Ecomoda, nem Terramoda.
—Está bem.
Ele a convence que o melhor é irem em um lugar mais reservado, onde ninguém os veja, pois Marcela está a espreita. A leva ao apartamento de Mário
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Enquanto isso.
—Ai, não acredito que Betty foi com um homem!
—Ela está é certa! Imagina. O tripapito do noivo veio buscá-la! Tem mais que ir! Está seguindo o que falei.
—Você que saiu tanto com Betty, como que nunca viu o noivo dela?
—Porque antes não estavam juntos e agora sim.
—Ela tinha que ter vindo aqui apresentá-lo a nós!
—Ai, tomara que esteja fazendo tudo que precisa para trabalhar este tripapito de jeito!
—Aura Maria, se comporte!
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No apartamento de Mário, após Betty ter ameaçado ir embora várias vezes e terem conversado, comido e bebido algo.
Armando com muita calma e doçura, a começou a beijar docilmente, abraçá-la, sentindo-a desmanchar em seus braços.
—O amo, doutor!
—Também te amo, Betty!
Desta vez, embora se beijassem com ternura, seus corpos já queimavam de desejo, Armando tirou seu vestido com desespero, enquanto a beijava e sentia aquelas mãos pequenas e quentes também desesperadas para despi-lo.
—A desejo tanto, Beatriz!
Apesar de estar relutante antes, Betty agora estava demasiada excitada e mesmo sem ter muita experiência deixou seu corpo ditar o que deveria fazer.
—Doutor, faça comigo o que queira. Mas apague a luz!
—Betty, queria vê-la.
—Não! Me dá vergonha. Por favor!
—Está bem!
Após ter as luzes apagadas, Betty continua a desnudá-lo e acariciá-lo com paixão, esfregando e apertando suas mãos nas costas dele.
—Ai, Betty! Adoro isso que faz.
Ele com suas mãos ágeis, havia tirado sua blusa, seu sutiã, mas antes que pudesse apoderar-se de seus mamilos, Betty apoderou-se de sua boca e beijou-o com paixão, esfregando seus seios naquele peitoral tão másculo dele. Isso o enlouquecia. Desceu sua boca e pôs-se a saborear aquelos peitos tão naturais de menina-moça, sem silicone. E quanto mais os saboreava, mais ela os oferecia. Estava inebriado.
Depois, ele continuou descendo seus beijos. Estavam desnudos de cima, mas embaixo ainda estavam vestidos. Mas Armando, logo, daria um jeito, tirando sua calça e boxer de uma só vez, liberando sua masculinidade, a qual Betty sentiu por cima da meia que ainda usava. Armando pretendia tirar a meia com delicadeza, mas Beatriz lhe disse:
—Por favor, don Armando, o necessito!
Sentindo um doce aroma de frutas frescas que emanava dela, Armando ficou mais excitado e ao tocá-la por cima da meia, percebeu que estava totalmente úmida sem sequer tê-la tocado ali. Uma corrente elétrica atravessou seu corpo, fazendo que sentisse um desejo que nunca sentiu por outra mulher antes e ouvi-la suspirar seu nome e separar mais as pernas rodeando-o para que se acomodasse, o deixou ainda mais louco de desejo. Logo, rasgou suas meias, puxou sua calcinha, fazendo com que ela estremecesse de desejo e ele entrasse nela de uma vez.
Os dois sentiram uma corrente elétrica atravessar seus corpos por inteiro, tremiam de prazer, amaram-se de forma louca e apaixonada, os gritos inundaram o apartamento de Mário. Já havia estado ali com um monte de mulheres, como Beatriz pensava, mas nunca em sua vida havia sentido o que sentia agora. Beatriz era doce, carinhosa, mas muito apaixonada, apertadinha e quente. O enlouquecia, o apertava contra si, fazendo com que entrasse ainda mais dentro dela.
Em poucos minutos explodiram de prazer.
Ainda a beijando, Armando a colocou sobre o peito dele e continuaram a fazer carinhos.
Logo, dormiram uma hora abraçados.
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