Notas iniciais
Konichiwa Strawberry Cakes! Sou Kagamine Ichigo, mas podem me chamar apenas de Ichigo-chan! OK! Este é o primeiro capitulo da fanfiction "O jogo da vida" confesso que estou um pouco ansiosa, pois é a minha primeira fanfic. Bom espero que gostem.

POV WENDY:

Hoje como mais um dia comum eu acordo as 7:00 horas, e não, hoje eu não tenho aula, pois estou no meio das férias no final do ano... Ah eu estava me esquecendo, começo a reclamar e nem me apresento a vocês. Eu me chamo Wendy McGarden Marvell, tenho 13 anos, tenho cabelos azuis compridos e olhos castanhos, sou descendente de japonês de terceira geração.

Moro com minha mãe Grandeeney que trabalha como pediatra meio periodo e com minha irmã Levy que tem 15 anos, sendo assim é dois anos mais velha que eu, nós somos muito parecidas, só o cabelo dela que é mais curto e mais claro, mas fora isso somos bem parecidas. Desde os meus dez anos eu e minha irmã começamos a estudar japonês por recomendações da nossa mãe (que também sabia da língua, pois aprendeu quando pequena), então sabemos falar duas línguas fluentemente. (aprendemos rápido).

Sobre meu pai, ele faleceu quando eu era mais nova.

Somos uma família classe media alta aqui no Brasil, com uma casa aconchegante e consideravelmente grande.

Eu divido o quarto com a minha irmã, e ela sempre acorda as 7:00 horas para preparar o café, já que minha mãe esta trabalhando esse horário (ela trabalha das 6:00 as 11:00, podendo voltar só para o almoço), eu também acordo no mesmo horário ela, mas como não sei cozinhar ainda, espero assistindo animes (atualmente estou terminando a primeira temporada de Sailor Moon).

Como todos os dias ela me dá um “bom dia” e vai para o banheiro para se arrumar, mas logo desce para fazer o café da manhã.

Vou para o banheiro e faço o mesmo, troco de roupa e faço minha higiene matinal. Desço para a cozinha e coloco o DVD no aparelho, dou play e quando a abertura se inicia, eu começo a cantar junto e pular em cima do sofá:

— Gomen ne sunao ja nakute

yume no naka nara ieru

shikou kairo wa sho-to sunzen

ima sugu aitai yo...

Ao acabar eu sento para assistir, porem no meio do anime Levy me chama para ir comer e eu pauso o DVD indo ate a sala de jantar, onde me sento à mesa.

— Que cheiro bom!-Digo já com o estomago roncando.

— Hoje eu fiz panquecas para comermos.-Levy me diz entregando o prato com algumas panquecas.

Pego o xarope que estava em cima da mesa e o coloco sobre a panqueca.

Quando íamos começar a comer percebemos que a porta da sala de estar abre e minha mãe vinha em nossa direção.

— Mãe chegou cedo hoje.-Digo contente pela sua presença logo pela manhã.

A mesma vem ate nós, se senta e diz com um sorriso meio forçado:

— Me deram o dia de folga para poder discutir com vocês sobre uma proposta de trabalho.

— Que proposta?-Pergunta Levy.

— Hoje veio um homem que me disse que tem uma proposta de emprego para mim. Ele me ofereceu um cargo de gerente em um hospital.

— Que boa noticia mãe!-Digo contente por ela.

— O único problema, é que esse hospital fica no Japão e se eu aceitar, nós três teremos só ate semana que vêm para arrumarmos nossas coisas e ir para lá.

— Ele já vem me pedindo isso desde três anos a traz, mas eu sempre negava pensando em vocês, ate porque meu trabalho já estava de bom tamanho, mas eu já havia percebido isso a algum tempo, e recentemente meu palpite se confirmo. O hospital em que eu trabalho esta entrando em falência e bem hoje aquele homem disse que eu poderia ir trabalhar no hospital da família dele.

— Você tem até quando para decidir?-Levy pergunta preocupada.

— Ele vai embora amanha, então tenho só hoje para lhe falar a minha decisão.

— Então foi por isso que começamos a fazer aquelas aulas de japonês?-Pergunto mudando um pouco o assunto.

— Sim. Eu sabia que aquilo aconteceria, pois aquele hospital já estava ficando sem clientes. Então estava prevendo que mais cedo ou mais tarde acabaria aceitando.

— Eu acho uma boa ideia.-Diz Levy escondendo a angustia com um sorriso.

— Tem certeza filha, e os seus amigos? Eles não estão todos aqui?

— Mãe inicialmente eu tenho apenas uma amiga, e também é tempo de fazer novos amigos, conhecer novos lugares. E morar fora seria um sonho se realizando, especialmente no Japão a qual eu sempre quis visitar.-Anima-se Levy.

Eu estava agora desesperada, como elas podem estar cogitando esta ideia? De jeito nenhum eu iria me mudar de país, todos os meus amigos estão aqui, nós nos conhecemos desde pequenos, isso é muita crueldade.

— E você Wendy o que você acha?-Ela me pergunta já sabendo que eu diria não como resposta.

Eu não quero estragar a felicidade da minha mãe nem da minha irmã então a contra gosto eu respondo:

— Tudo bem, eu gostei da ideia.-Estava de cabeça baixa, então ninguém viu que uma lagrima estava caindo sobre o meu rosto.

Depois disso minha mãe fica com um sorriso no rosto e diz:

— Se todas concordam, então vou telefonar para ele.

Ela pega o celular e antes de discar o numero me pergunta:

— Wendy, tem certeza que quer ir?

— Claro mãe!-Digo dessa vez sorrindo, mas ainda a contra gosto.

Minha mãe então liga e confirma a aceitação do emprego.

— Afinal, por que esse homem insistiu por tanto tempo?-Pergunta minha irmã.

— Pois disse que queria alguém que falasse português com fluência, mas que viesse do Brasil e também que fosse pediatra, ele disse que procurou por outras pessoas, mas não achou nenhum pediatra que falasse japonês, por isso insistiu por tanto tempo.

— Entendo!-Diz a mana compreensiva.

— E como esse homem é.-Eu pergunto.

— Ele tem o cabelo azul e um bigode da mesma cor, é bem serio, vive viajando e tem um filho com a sua idade Wendy.

— Serio?-Pergunta Levy.-Bom para a Wendy.

— Não entendi, por que?-Pergunto.

— Nada maninha.

Juro que não entendi nada. Sou um pouco lerdinha para compreender certas coisas.

— Como ele chama?-A Rainha má disfarçada de Branca de Neve pergunta.

— Sr. Macao Conbolt.-Ela diz se referindo ao homem da proposta.

— Não o velho, o do filho dele.-A rainha corrige.

— Não sei.-Minha mãe responde decepcionando Levy.

— Que pena!-Diz Levy triste.-Bom fazer o que?-Se recupera por completo.

— Acho melhor vocês começarem a preparar a mala de vocês, pois o Sr. Conbolt acaba de mandar uma mensagem dizendo que as passagens já foram compradas e o voo será dia 28 as 6:00 horas.

— Mas dia 28 é daqui três dias. Você não disse que tínhamos uma semana?-Pergunto desesperada.

— Ele disse que por causa do Ano Novo, todas as passagens do dia 29 de dezembro a 3 de janeiro já estão esgotadas.-Minha mãe responde a minha pergunta.

— Então eu só tenho três dias para me despedir das minhas amigas.-Penso enquanto andava, as deixo sem entender o por que de eu ter saído.

Pego meu celular e ao entrar no meu quarto, ligo imediatamente para as minhas amigas:

— Meredy, Chelia!-Começo a ligação.

— O que foi há essa hora Wendy?-Elas perguntam em uníssono.-Olho o relógio e ainda eram 8:38.

— Eu tenho uma emergência, que tal fazermos um dia de garotas?-Pergunto a elas.

— Como assim?-Pergunta Meredy.

— Vamos ao shopping, cinema, sorveteria e por fim fazer uma festa do pijama, tudo hoje.

— O que deu em você Wendy?-Pergunta Chelia.-Acordou inspirada.

— Sim e não!-Respondo.-É que eu preciso fazer uma revelação para vocês, mas antes seria melhor nos divertirmos.

— Não me diga que encontrou o seu Romeo?-Pergunta Meredy com uma vós maliciosa.

— Depois vocês vão saber.-Não entendi direito o que ela quis dizer (não me matem e nem sequestrem minha irmã, mas nunca assisti Romeu e Julieta).

— Agora nós estamos curiosas.-Dizem as duas.

— Então está combinado?-Pergunto alegre.

— Sim!-Novamente as duas.

— Sendo assim nos vemos às nove horas na praça perto da minha casa.-Finalizo o que tinha para dizer.

— Combinado.-Elas terminam e então desligamos os celulares.

Desço e digo a minha mãe:

— Mãe eu vou ter um dia das garotas com a Meredy e a Chelia.

— Tudo bem filha, afinal é direito seu querer ficar com suas amigas.

— Hoje tudo que vocês quiserem eu deixo.

— Serio? Então eu posso fazer uma festa do pijama também?-A pergunto com os olhos brilhando.

— Ai vai depender do que a Levy escolher pedir de mim hoje.-Ela responde e eu começo a fazer um olhar de cachorrinho abandonado para Levy, e é nesses momentos que eu gostaria de ter uma irmã melhor.

Ela olha com maldade nos olhos e ia começar a dizer:

— Eu quero ficar... Nas fontes termais com você ate amanha mãe, para aproveitar seu dia de folga.

— Retiro o que eu pensei. Eu te adoro mana.-Dou um abraço nela.

— Tudo bem então Wendy, pode dar sua festinha do pijama.-A mami confirma o pedido.

— OBA!-Digo correndo para trocar de roupa.

Chego em frente ao meu armário e pego um vestido azul claro com babados em lilás e uma sapatilha roxa. Entro no banheiro e começo a me trocar.

Ao sair dali, olho o relógio e vejo que faltavam sete minutos para o horário marcado.

Pego meu celular e minha carteira os coloco em uma bolsinha e desço, dou um beijo na bochecha da minha mãe e um na da minha irmã e saio ao me despedir delas.

Notas finais
Então o que acharam? Se gostaram, deixem nos comentários! Um beijo da Ichigo-chan.