O inventor da cartola preta.
3 A primeira viagem.
Notas iniciais
A primeira viagem.
Quando Euclides se direcionou a porta ela encontrou sua amiga que estava segurando alguns pães estilo bisnaga francesa.
— Eucli como vai! Vim trazer alguns pães para você...
— Eucli quem é esse homem e porque ele ta na sua casa.
— Ele é so um amigo.
— Amigo ummmm!
— Não pense em coisas desnecessárias idiota!(afirmou com frieza)
— Há Eucli fria como sempre (risos)
— Não me chame por esse nome.
— Afinal deixe me conhecer seu amigo.
— Va em frente.
A menina então se aproximou do homem de cartola com uma chave inglesa gigante apoiada em seus ombros. Ele estava tomando um chá. E desenhando em uma folha de papel.
— oi como vai! A menina de cabelos ruivos, pele clara ,vestido branco e cajado esquisito o comprimento com um tom de educação admirável. Adam então ergueu sua cartola a virou um olhar pensativo e curioso.
— Ola querida. qual é o seu nome?.
— meu nome é Asiles Neromas.
— Esse lugar só tem nome esquisito. (afirmou em voz baixa)
— ah?!
— Nada. Posso te chamar de Asis.
— ok.
— Você é amiga da Euclides. não é?
— Sim na verdade a única.
— Única?
— Sim Eucli é uma pessoa muito fechada e fria. Acho que isso se deve por Eucli ter dificuldade estremas sobre controlar sua mana interior.
— O que é isso ?
— Não sabe. Esta bem por onde eu começo ummm há sim
— Mana é a energia derivado dos sentimentos que permite um bruxo controlar magia.
— Aff magia de novo. Esquece já vi que eu não vou intender nada.
— A sim não perguntei seu nome ainda.
— Meu nome é Adam katazetade.
— Adam o que?!
— Me chama só de Adam fica melhor.
— Certo. Adam como é que você conheceu a Eucli.
— Adam o que você acha de nos irmos a academia eu você e eucli.
— Bem eu gostaria de conhecer mais sobre esse lugar.
— Certo então vamos as lojas estão abertas essa hora.
— foi mal estou sem dinheiro agora.
— Não se preocupe algumas lojas aceitam cupom de aprendiz acadêmico.
— Há entendi vocês não pagam, por serem estudantes na academia.
— Na verdade pagamos, mais temos 60% de desconto e eu uso o conta da Eucli acho que ela não vai se incomodar. Afinal nos não vamos gastar muito dinheiro. Certo!
— Ok então vamos.
Então eles foram para fora onde havia dois cavalos. um tinha o pelo marrom escuro e o outro tinha o pelo bege o qual estava equipado com algumas coisas, como bolsas papeis e outros utilitários envolvendo livros.
— Bom vamos indo Euclides, Adam
— Adam você vai com Euclides
— co..co..co..mo é que é!
— Eu. Cavalgar e ainda na garupa do cavalo de Heuclides
— O que á de errado é desconfortável cavalgar comigo.
— Nnanaãõ não é isso é só. Ahh que sabe vamos logo.
Emtão Adam, Euclides e Asis foram a cidade cavalgando pelas florestas que pareciam meio nórdicas e clareiras e campos. Até que depois de algumas horas cavalgando já era de noite e eles já avistaram o castelo enorme que era construído ao redor de uma montanha alta e cercado por muralhas. Adam intrigado com uma questão perguntou
— Meu deus como eles iluminam uma estrutura tão grande.
— Bom as luminárias compõem pedras místicas de regeneração material assim as tocha ficam acesas por ate 10 anos antes de serem trocadas (Euclides respondeu)
— Bom parece que seu amigo é um infuncional, estrangeiro por sinal.(Asis respondeu)
— Isso é algo ruim Asis
— Bom Adam infuncionais geralmente não possuem muitos direitos aqui.
— Então se que dize que isso aqui é um sistema feudal
— Bom quase isso mais infuncionais são livres e trabalhão ganhando um ótimo salario mensal
— Umm então não é bem um feudalismo. Mais espera um pouco acabei de lembrar de uma coisa. Euclides me disse que os estudantes da academia são imortais ou algo assim.
— Bom quase isso eu, Eucli e os estudantes da academia temos que toma um elixir de desarsamento.
— Elixir do que?!
— Elixir do desarsamento. Esse elixir foi criado para que possamos viver ate terminamos a academia. Pois a academia possui 100 classes cada classe dura 100 anos. Então os magos do diretório da academia decidirão dar imortalidade temporária a nos.
— Adam, Asis já chegamos aos portões.
— Mais achei que ainda ia estar de dia!
— É a viagem as vezes atrasa um pouco
— Espera ai onde nos vamos dormir?
— Em um hotel próximo aqui nos estudantes. Você sabe.
Logo quando chegaram no hotel foram para os a recepção pedir as chaves de alguns quartos e combinar a diária da pousada.
— Certo Euclides vamos!
— Euclides?
Euclides caiu num sono profundo debruçada sobre o cavalo.
— Ok sempre sobra para mim né.
Adam pegou Euclides pelos seus braços em quantos seus cabelos grandes e escuros caiam para baixo. Sua pele brilhava com a luz da lua. Adam ficou um pouco admirado, mais depois ignorou e subiu as escadas ate o 2°andar.
Adam então botou Euclides sobre a cama e a botou para dormir.
— Boa noite Euclides.
Após pronunciar essas palavras, Adam caiu no sono debruçando ao lado da cama.
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