O inquilino

18 Evidências extraordinárias


Notas iniciais
Piroso: cafona Tem dias que a palavra-chave me quebra... Estamos de volta à casa assombrada. Arrietty está digerindo os biscoitos (porque claro que o senhor Wilson, nome do vizinho, ia servir biscoitos com o chá) e as dúvidas.

As palavras do vizinho ressoam na cabeça. Louca. A garota estava louca quando voltou. O pai decidiu se mudar. Nunca mais se teve notícia de nenhum dos dois. Sônia era mesmo uma raposa. Claro que a casa ficou vazia por um ano após o incidente! Quem iria querer morar num local... assombrado?

Arrietty fica parada no corredor, o olhar perdido no rodapé piroso. De súbito, vê o quadro se mover sozinho em direção às escadas.

Agarra-o. Devolve-o à parede. O quadro vai ficar aqui, entendeu? Desfere dois socos, quase acertando a moldura. Diante dela, o nada. O quadro. Fica. Aqui!

Notas finais
Agora a parada ficou séria! Antes que me perguntem, não pulei nenhum capítulo. A continuação do segredo da Sônia (sim, tem mais) será narrada na segunda parte da drabble, que terá início amanhã. Mas, me contem, como vocês acham que a Arrietty vai encarar esse espírito? Será que ele vai continuar removendo o quadro do corredor?