O inicio do fim.
1 O inicio do caos
Notas iniciais
O início do Fim
De
Ryan Matheus
Capítulo 1
– Varias pessoas estão morrendo misteriosamente logo após uma evolução da toxoplasmose, doença que atingia somente os ratos. Os sintomas dessa doença são febres, vômitos, salivação intensa, mas o interessante é que logo após a morte, as pessoas voltam à “vida” sem seus instintos naturais, também sabemos que essa doença é altamente transmissível e que a maior parte das pessoas do mundo está contaminada com essa nova doença.
Eu observava concentradamente o noticiário quando desliguei a televisão.
– Besteira, essas pessoas da mídia vivem colocando asneiras na mente das pessoas – sussurrei na minha mente — Está na hora de ir trabalhar – Gritei bem alto a mim mesmo.
Meu nome é Depensy Blanc, pessoas como eu dedicam-se o máximo da sua vida a trabalhar e não tem muito a contar da sua vida, sou apenas um Professor de tarefas da agência de militares do estado da Virgínia do Sul, e minha vida social é um verdadeiro desastre.
Eu estava preparado para ir trabalhar quando liguei o noticiário nacional para ver sempre as besteiras repetitivas do dia a dia quando me deparei com essa noticia idiota que, para os cientistas, poderia mudar o mundo. Quem se importa? A menos que eu não morra com essa praga, estava tudo resolvido. Estava saindo de casa, fui a garagem e entrei no meu carro, apertei o botão de um controle que abria o portão. A grande porta abriu, e nesse instante, um casal entrou na garagem. Desci do carro e fui a presença deles.
– Ei, quem são vocês? – perguntei olhando fixamente para o rapaz.
– Meu nome é Alex David, sou um cirurgião do hospital de Hansen – indagou o rapaz, com uma voz forte
– Quem é a garota? – perguntei com pressa, pois estava começando a me atrasar.
– Esta é Cristina Merlin, ela é uma grande médica e minha irmã- falou nervosamente. – e quem é você? – ele passou a mão nos cabelos, alisando-os
– Não te interessa, você invadiu minha casa, o que vocês querem?- falei ainda apressadamente.
– Os mortos estão andando pelas ruas! – falou a garota que era ruiva de cor branca, olhos negros e de estatura média.
– Você fala? – perguntei, para dar um sentido de humor, eu sou péssimo em inventar piadas.
– Sim eu falo – respondeu ela. Olhei fixamente, para Alex ele tinha olhos negros, tom de pele clara, seus cabelos eram grisalhos e era de estatura baixa.
– Vocês enlouqueceram? Onde já se vira mortos andarem? – respondi, um pouco mais alto que o normal.
– É verdade! Olhe através do vidro da janela e verá. – Respondeu e Alex ainda alisando seus cabelos.
– Duvido! Vocês só podem está brincando. – Olhei através da janela e vi uma grande multidão de pessoas pálidas, cambaleando, com braços esticados e suas mandíbulas cheias de sangue. – O que são esses demônios? –perguntei com pavor.
– Não são demônios, e sim pessoas contaminadas com a nova doença evoluída da toxoplasmose. – Respondeu a garota.
– Não entendi nada que você falou isso tem algum perigo? .
– Sim, se eles te morderem ou arranharem você vira um deles, e eles são canibais terríveis. – Respondeu Alex.
– Você, só os mata com algo que atinja seu cérebro. – Completou Cristina.
– Você quis falar zumbis eu acho. Falei rapidamente.
– Zumbis, esse termo serve. Falou o Rapaz.
– E a população? – Perguntei.
–A maioria está morta ou refugiaram-se em áreas rurais onde há menos chances de serem atacados, esses monstros sentem qualquer barulho e vão atrás, tenha cuidado quando for sair de casa – falou a garota cautelosamente.
–Vocês devem está morrendo de fome, entrem e comam algo – convidei olhando a garota, pois a achei interessante. Eles entraram e logo foram à cozinha ver o que havia para comer. Bem, não os convidaria para entrar se não estivesse visto aquilo andando pela rua, eles sabiam. Mas do que eu então achei sensato convida-los e oferecer regalias depois pensaria no que fazer, toda a humanidade estava desolada os governos do mundo naquela altura não poderiam fazer nada para ajudar a mesmo que fizessem muros e colocassem pessoas na quarentena, ou obrigarem pessoas a se recolher em tal hora, eu pensava no que fazer quando eles vieram até a sala.
– Quadro legal! — ele falou admirando, a pintura era de uma jovem revelação na pintura chamada Marcos Miere.
– Comprei em um leilão na china faz uns três anos — falei por consideração.
– Gosta de artes? — ele perguntou com animo.
– Na verdade odeio, mas acho isso uma baboseira e que não serve para nada.
– esses troféus e medalhas... — perguntou a garota olhando minha feição discretamente.
– Bem, esses velhos troféus são de caça , mira e outros ganhados quando era um escoteiro — olhei os dois e falei descansem teremos que planejar o amanhã.
– Grande ideia. Ahn... Onde podemos dormir? — perguntou ele.
– No segundo andar, em uma cama de casal que esta lá, eu vou dormir aqui na sala e tranco as portas.
Neste momento eles subiram e foram para a cama.
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