O idiota dos meus sonhos
8 Um dia comum
Notas iniciais
Aproveitem o capitulo!
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Pov Austin
Fomos para o shopping mais próximo, pegamos uma seção assim que chegamos o filme já iria começar, menos mal não queria conversar com a Piper por muito tempo.
O filme começa e eu sinto a necessidade de comer.
–Piper já volto vou comprar pipoca, você vai querer?- digo em um sussurro.
–Não precisa, como com você.
Não falo mais nada. Que ótimo, ter que dividir minha comida. Não demoro muito do lado de fora, compro duas pipocas e dois refrigerantes, fiz uma grande manobra para levar tudo isso.
Quando chego entrego o que comprei a Piper e começo a comer e a presta atenção no filme, Piper tenta me beijar varias vezes, quase que sedo umas duas vezes, mas Ally aparece em minha mente com aquele sorriso lindo e eu me afastava sempre.
Até que chega a hora de ir embora e eu comemoro.
–Austin poderia me deixar na casa da Ally?
–Claro.
Vou dirigindo na direção da casa da Ally em silencio.
–Austin amanhã eu não queria ficar em casa e já que é sábado eu queria saber se você iria comigo a boate?
–A Ally vai? — opa foi automático eu não devia ter dito isso.
–Não sei, mas não importa muito ela não gosta de você.
–O que, por que? Ahh que dizer. Puff eu também nem gosto dela.
–Isso foi estranho, mas tudo bem. Vai?
–Vou.
Depois daquela tarde meio entediante com a Piper é hora de voltar para casa. Me assusto quando vejo um carro dá policia em frente a minha casa e o alarme soava. Droga.
–Aconteceu alguma coisa?- pergunto enquanto desço do carro.
–Sim, o alarme da sua casa foi disparado e os vizinhos nos chamaram e não achamos nada só essa garota. — ele aponta para o carro e eu vejo Ally dentro do carro algemada com uma cara na boa.
Eu juro, eu tentei, mas não consegui. Explodo em gargalhada e Ally me xinga através do vidro do carro. O policial abre a porta do carro e Ally sai.
–Conhece ela?
–Sim, ela é minha namorada.
–Bom, acho que sua namorada estava presa na sua casa.
–Desculpa amorzinho- digo para Ally ainda rindo. — me desculpe senhor policial pode soltar a Ally e ir embora, prometo dar uma copia da chave para ela não ficar mais presa lá.
–Tudo bem.
Ele tirar as algemas de Ally e vai embora. Eu não parava de ri.
–Para de rir seu babaca, ele queria ligar para minha mãe.
–E porque não ligou para mim?
–Porque você estava no seu encontro ridículo com a Piper e seu celular estava dando desligado. Por falar em encontro, como foi?
–Legal.
–Só legal? O que aconteceu?
–Nada demais, ela me chamou para ir a uma boate amanhã.
–E você aceitou?
–Claro.
Ela pega a bolsa dela para ir embora mais eu seguro seu braço e o celular dela toca na hora.
Pov Ally
–Alô.
–Ally? É a Piper, Onde está? Estou na sua casa.
–Na praia vendo o por do sol, o que houve para ta em minha casa?
–Tive uma tarde maravilhosa com o Austin, ele me olhava com brilho nos olhos, tentei beijar eles algumas vezes, mas ele não quis. Chamei ele para ir para a boate amanha, e ele aceitou. Você vai querer ir? Bom, estou perguntando já sabendo a resposta já que você não gosta...
–Eu vou.- digo a interrompendo- Chama a Trish ela precisa se distrair.
–Tudo bem, eu acho. Vou para a minha casa então, amanhã a gente se ver beijão.
–Tchau.
Desligo o telefone e Austin pega a chave do carro e a carteira.
–Vai onde?- pergunto.
–Tira uma copia da chave para você, não quero que se repita o que aconteceu hoje, o único canto que você tem que está algemada é em minha cama.- ele me aperta e eu dou um pulo.
–Certo, mas onde vamos? A essa hora não tem nenhum chaveiro perto.
–No shopping tem um, vamos.
Não reclamo, só pego minha bolsa e vamos para o shopping. Quando chegamos ele pega em minha mão.
–Aqui não Austin se alguém nos ver.
–Ally, relaxa.
Não falo mais nada e vamos até o chaveiro que nos pede para esperar uma hora.
–Vamos comer? Estou com muita fome- diz Austin.
–Claro, vamos.
Quando fomos comer ele insisti para pagar e eu deixo. Comemos e ainda faltava vinte minutos para esperar. Austin me beija e eu não reclamos quando terminamos, ele me beija na testa e eu adoro.
–Dorme comigo hoje?
–O que? Não, minha mãe não deixa. — digo.
–Ah diz que vai dormir na casa da Trish.
–Austin, eu não sei não...
–Ah amor, por favor.
Pego meu celular e ligo para minha mãe que não demora muito a atender.
–Oi filha.
–Mãe, posso dormir na casa da Trish?
–Volte amanhã as oito horas, sua avó vem aqui amanhã.
–Tudo bem mãe, te amo, até amanhã.
–Tchau minha filha.
Austin me olhava igual a uma criança que tinha acabado de ganhar um brinquedo novo.
–Ela deixou, mas não sei se vou. Não tenho calcinha para trocar, passei o dia todo com essa que estou e não pretendo dormir com ela.
–Dorme sem.
–Austin! — O repreendo.
–Tudo bem, eu compro outra, só por favor dorme comigo.
–Tudo bem, mas não pense que vou economizar seu dinheiro.
–Eu nem imaginei.- diz ele rindo.
Fomos a uma loja de lingerie e sair com cinco pares e com um Austin bufando. Passamos por uma loja que vi um sapato lindo, só paquerei um pouco o sapato e acabei saindo com ele em uma sacola graças a Austin, fomos em uma farmácia e compramos uma escova de dente para mim, e para termina com o meu dinheiro comprei um vestidinho básico só para voltar para casa.
–Vamos embora desse shopping minha carteira já está reclamando.
–Serio Austin? Eu devolvo tudo se quiser.
–Estou brincando amor, vamos pegar sua chave e vamos embora.
–Sim, mais antes vamos comprar pipoca, refrigerante e chocolates para comermos assistindo.
–Amor, esse foi o melhor pedido da noite.
Dou um sorriso e fomos comprar as comidas, pegamos a chave e fomos embora. Quando chegamos a casa do Austin tinha um carro a mais na garagem e a luz da sala estava acesa.
–Ué tem gente na sua casa?
–Sim, e eu tenho um palpite, só espero está errado.- diz Austin engolindo seco.
Pegamos todas as comprar e entramos. Quando entramos dou de cara com um homem bem parecido com o Austin.
–Pai?- diz Austin e meu queixo cai.
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