Notas iniciais
A muito tempo ele estava morto, morto entre seu orgulho e ganância, foi isso que o fez cair!

Era uma tarde de verão na humilde, se podemos chamar de humilde, residência da família Javiel, todos reunidos naquele dia ensolarado para comemorar o aniversário do Thomas, um jovem que fazia naquele dia 23 anos, bem sucedido, já tinha sua própria empresa, carro do ano, roupas de grife, relógios de ouro, smartphones de última geração.

Mas tudo aquilo não agradava o jovem Prodígio Thomas, ele apenas queria pehar sua moto e sair pelo mundo, conhecer pessoas e desfrutar do que o mundo pode oferecer a ele.

- Senhor Javiel, — chamou-lhe a secretária do lar — há um homem na porta dos fundos, ele disse que veio para seu aniversário e que não o deixei entrar, pois as roupas dele não condizia para esta ocasião.
- Aline, — respondeu Thomas olhando aqueles olhos castanhos vivos e brilhantes, observando os cabelos escuros de Aline e olhando como estivesse observando a alma de sua secretária do lar — Já disse que pode me chamar de Thomas, deixe que eu receba o rapaz, por favor, vá e se divirta, essa festa é tão sua quanto minha, minha querida.

Então ele saiu em direção ao saguão de entrada onde estavam apenas algumas pessoas, caminhava de cabeça baixa, com os olhos fixos e pálpebras baixas, como estivesse pensando em algo e estava, era algo que o incomodava.

Decidiu então levantar a cabeça e abrir a porta com o sorriso imenso no rosto, como estivesse sempre de bom humor e para sua surpresa ele viu que o rapaz a quem vinha convidado era o morador de rua que ele conhecera 2 anos antes quando passou um tempo morando nas ruas e dormindo em bancos ao relento.

Logo convidou seu amigo para entrar, convidando-o para tomar um banho quente, roupas quentes e um alimento quente para forrar seu estômago.

- Bom que veio Jonas — agradeceu Thomas pela companhia de seu velho amigo.
- Eu que agradeço, — retribuiu com carinho o agradecimento de Thomas — vejo que mesmo ganhando muito dinheiro você não esqueceu os amigos.
- Não esqueci mesmo, por isso que o chamei aqui.
- O que quer dessa vez? Não estou mais usando drogas.
Thomas riu.
- Quero usar suas ideias, vc estudou quimica molecular e eu alquimia, ambas andaram de mãos dadas durante a idade média.
- Não me diga que você quer a pedra filosofal? — Perguntou Jonas em tom de deboche.
- Pare de ser tão idiota, não quero algo estúpido.
- Então o que tu queres? — Jonas estava curioso, ponto para aceitar a proposta de Thomas.
- Quero abrir um portal interdimensional, quero ver o mundo de onde vem a energia de fluxo e refluxo do manto e da crosta terrestre.
Jonas estendeu a mão para Thomas:
- Conte comigo, como nos velhos tempos!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.