Notas iniciais
Palavra do dia: Favônio Zéfiro, brisa que sopra do oeste. Vento brando, favorável e promissor.

Kiba hesitou na entrada do elevador. Hospedou-se na cobertura daquele hotel há meses. Jamais encontrou ascensoristas trabalhando no equipamento. O funcionário diante do quadro de comando não era estranho. Donde o conhecia? Não insistiu, sua memória era uma merda. Estava atrasado. Ajeitou o smoking. Tamaki, sua agente, aguardava na limusine no térreo.

“Noite especial?”

Kiba diria. Nem tanto. Mentiu: "Sim"

“Hm... Nem tanto? Resposta interessante."

"Oe, eu não disse isso alto!"

O homem sorriu.

"Trabalho vendo e ouvindo o interior das pessoas... Chegamos, Kiba-kun."

Kiba arrepiou-se.

"Quem é você?" questionou.

"Chamam-me Zéfiro, deus do vento oeste. Prefiro, Favônio."

Notas finais
Zéfiro, deus do vento Oeste, era irmão de Bóreas e habitava na Trácia. A lenda descreve-o como um vento primitivamente violento, que destruía tudo com o seu sopro indomável: arrasava plantações, provocava naufrágios, causava grandes danos aos homens, mas uma grande paixão o fez mudar. O seu equivalente na mitologia romana é Favônio (Favonius, ‘favorável’), que exercia o domínio sobre a fauna e a flora, podendo controlar as plantas e os animais. Zéfiro é descrito como um deus de "áureos cabelos" Essa palavra caiu como uma luva para esse personagem que entraria nesse momento da história e eu não fazia ideia de como inseri-lo por aqui. Hihihi Gente, tá confuso??? Vai continuar. Rsrsrsrs. Apenas não desistam de mim.