O futuro de um sorriso.

5 05 – Vento do outono.


Notas iniciais
Olá ^^ Bom esse cap. é meio rápido, mas espero que gostem ^^ Boa leitura .-.

Uma semana depois, no dia do casamento do Histugaya e Hinamori, a Serietei estava tranquila. Quase nenhuma missão, o céu estava claro, e a seireitei estava coberta por algumas flores amarelas que a deixava com uma nova cor intensa, e diferente do que todos imaginaram para o casamento do taichou do décimo esquadrão.

Todos estavam se preparando para o casamento que ocorreria no pátio do quartel do décimo esquadrão. Rangiku estava com Rukia e Hinamori, já que as duas seriam madrinhas do casamento. Hinamori tinha optado por um casamento humano, ela tinha se apaixonado pela tradição ocidental quando assistiu o casamento do Ichigo com a Inoue vários anos atrás. Seu vestido branco com uma longa calda e véu, a deixava magnifica. Rukia sorria para a amiga quase o tempo todo, Rangiku segurava o riso da cena que assistia.

Hitsugaya escolheu o Kyoraku e o Ukitake para serem seus padrinhos, ele vestia um terno prateado que combinava perfeitamente com seu cabelo e olhos. Ele já estava no altar esperando sua noiva fazer sua entrada triunfal, mas quem conhecia o jovem taichou sabia que ele estava nervoso. Depois de um longo período de espera Hana e Yachiru entraram jogando pétalas de rosas vermelhas, e logo atrás delas entram Rangiku e Rukia, e por fim Momo com seu vestido deslumbrante.

O casamento ocorreu tranquilamente, sorrisos por todos os lados. Finalmente eles estavam na recepção do casamento e Rangiku se dirigiu ao marido que estava perto da mesa de bebidas.

_ Isso tudo me fez lembrar do nosso casamento – ela diz a ele sorrindo.

_ Mas eu creio que a Hinamori fukutaichou não está grávida, e a família do Hitsugaya taichou é feliz com sua escolha. – Ele diz provocando a esposa.

_ Bem, primeiro eles não esconderam o namoro, e segundo ele não é de uma família de nobres de nariz empinado.

_ Muito engraçado Rangiku.

Ela ri e ele apenas sorri para ela, então o sorriso dela diminui e a respiração dela parece que desaparece, para Rangiku era como se ela estivesse vendo tudo lentamente então ela desmaia sentindo uma dor enorme. Byakuya fica assutado, ele sabia que essa gravidez era de risco, mas não esperava que Rangiku desmaiasse no meio de um casamento tranquilo. Ele a pega no colo e avisa Rukia para chamar alguém do quarto esquadrão o mais rápido possível enquanto ele a leva para um lugar mais reservado.

Isane e Nira vão ao encontro do Byakuya no quartel do quarto esquadrão, elas logo que entram no quarto começam a fazer vários exames na Rangiku e depois começam a um pequeno tratamento que evitaria dos gêmeos nascerem antes do tempo. Agumas horas depois elas saem para a sala de espera onde encontram Byakuya, Hana, Rukia e Renji e os tranquilizam dizendo que elas conseguiram evitar dos bebês nascerem prematuro, mas que a Rangiku agora deveria ficar em repouso. Nira diz ao Byakuya que ela conseguiria manter o oitavo esquadrão até a Rangiku poder voltar, e que as missões designadas ao mesmo eram menores e de menor risco então não era necessário a Rangiku correr riscos desnecessários. Bayakuya apenas sorri, sabia que seria complicado convencer a esposa a ficar em repouso em casa.

Hana é a primeira a ir para o quarto da mãe, e logo ela se posiciona do lado da cama e fica esperando a Rangiku acordar, ela estava muito preocupada. Rukia e Renji voltam para a festa de casamento para avisar que estava tudo bem com a senhora Kuchiki. Byakuya depois da conversa com as shinigamis que salvaram mais uma vez sua esposa se dirige para se juntar a filha.

_ Papai....... ela vai ficar bem?

_ Sim Hana, ela vai ficar bem. É só que ela passou por muito estresse ultimamente.

_ É minha culpa?

_ Hana.....

_ Pai....eu quero dizer se eu não tivesse desobedecido vocês e não ter ido ao décimo segundo esquadrão......eu não teria ido para o passado.......e a mamãe não teria que se preocupar comigo........ela não passaria por esses estresse.......

_ Hana......

_ Pai, eu sei que é minha culpa........

_ Hana.........

_ Acho melhor eu ir, assim ela vai ficar melhor... – Hana diz, depois respira fundo

Logo que ela começa a se levantar para ir embora é impedida por uma mão que segura seu braço, ela se vira para pedir para solta-la e vê sua mãe sorrindo para ela. Hana olha para a mãe com os olhos cheios de lágrimas.

_ Meu anjo..... – Rangiku diz se acomodando na cama até ficar sentada – nada disso é sua culpa, até parece que não conhece a irresponsável da sua mãe.

_ Mas mãe.....

_ Vem cá – Rangiku puxa a menina num abraço, e depois olha para os olhos do marido que sorri em resposta.

_ Obrigada mãe, mas eu ainda acho que é minha culpa......

_ Por eu me preocupar com você? – Hana responde com um aceno de cabeça a pergunta – então tenho que concordar, mas também tenho que dizer que qualquer mãe ficaria preocupada com a filha, esse é o nosso trabalho.

_ Mãe......

_ Escuta sua mãe, Hana. Como ela diz, mesmo que você não fosse para o passado nós dois estaríamos preocupados com você, você é nossa vida. E daqui alguns meses você será uma irmã mais velha, mas você já age como uma, se preocupando e querendo o melhor para seus irmãos.

_ Eu sei.....

_ Hana, está tudo bem. Agora me diga estamos bem?

_ Sim, estamos bem, mamãe.

_ Ótimo, agora qual de vocês vai dizer quando eu posso ir para casa?

_ Isane disse que você terá que ficar uma semana aqui em observação e depois pode ir para casa, mas ainda estará de repouso até o fim da gravidez.

_ Acho que eu não terei como escapar dessa vez.

_ Mãe!

_ Viu só Hana, como eu disse sua mãe é irresponsável. – os três riram da constatação do Byakuya.

Mais um mês se passou e nesse tempo Rangiku se comportou e ficou de repouso na mansão Kuchiki, ela manteve a ajuda da Kaori para tudo o que precisava, e mantinha um olho no oitavo esquadrão por meio de relatórios semanais que Nira levava pra Rangiku ver que tudo estava nos conformes. Hana acabou pedindo um tempo de folga para seu pai para poder ficar com sua mãe, assim ela achava que Rangiku ficaria menos entediada.

Era um dia claro com uma leve brisa de outono, Rangiku e Hana estavam no jardim da mansão apreciando o pequeno lago. Hana aproveitou para alimentar as carpas. Rangiku sorria vendo a filha se divertindo.

_ Rangiku-sama, eu trouxe seu chá. – uma empregada entregava a xícara a Rangiku.

_ Obrigada Mei. – Ela pega a xícara e respira fundo.

_ Rangiku-sama está tudo bem? – Mei pergunta ao perceber que a senhora Kuchiki parecia ter dor.

Hana percebe a conversa e se aproxima da mãe.

_ Mãe?

Rangiku respira tentando manter o controle da situação, até que sente um liquido escorrendo pelas pernas, e ela sabe muito bem o que está acontecendo.

_ Hana.......

_ O que foi mãe?

_ Rangiku-sama?

_ A bolsa estourou, Hana chame seu pai, por favor.

_ Claro, mas como você vai até o quarto esquadrão, vai dar tempo?

_ Eu não sei........acho melhor ir para meu quarto, Hana mantenha a calma, não quero que você assuste todo mundo.

_ Eu vou tentar meu melhor mãe, eu vou estar de volta o mais rápido que eu conseguir.

_ Obrigada Hana....

Notas finais
Eu já tenho os nomes dos gêmeos ^^ E será que a Hana vai conseguir manter a calma? Até o próximo cap.