O encontro tão esperado.
1 Capítulo 1
Quando ela chegou no hotel, ele não estava. Fez seu cadastro e foi levada para um dos quartos. Jogou a bolsa na cama, tirou a roupa e já foi pro banho. Quando saiu, vestiu apenas uma calcinha e jogou uma camisa branca por cima. Saiu do banheiro, jogou a bolsa no chão e se jogou na cama. Se esticou para pegar o celular, se acomodou e então mandou uma mensagem pra ele.
“ O que você tá fazendo? “ A resposta não demorou muito.
“ Acabei de sair do banho e você?” Ela sorriu e digitou. “ Eu também. Coincidência?”
“Ta cheirosa?” Ele perguntou.
“Por que você não vem aqui confirmar?”
“Tô indo” ele respondeu e normalmente a conversa seguiria cheia de obscenidades e detalhes do que fariam se estivessem juntos de verdade. Não hoje. Hoje não teria esse monte de imaginação em vão. Hoje era o dia de pôr em prática toda aquela vontade de ambos. Após alguns segundos de espera…
“ Quarto quinze.” Ela mandou e recebeu uma risada de volta.
“Não acredita?” Perguntou.
“Seria bom, mas é bem improvável.” Ele respondeu.
“Então porque você não abre a porta e confere?”
Silêncio. Provavelmente ele estava pensando: Ela ta me zoando. Mas com o coração na boca. “ Não vai abrir?” Ela insistiu. Mas já estava de pé e de frente para porta dele.
“Não fica me iludindo desse jeito que eu acabo acreditando.” E então ela bateu duas vezes na porta.
“Acredita agora?” Ela jurava que podia ouvir o coração dele batendo feito uma britadeira do outro lado da porta. Sorriu sarcasticamente e foi andando pra trás até alcançar seu próprio quarto. A porta do quarto dele abriu e a surpresa em seu rosto era fascinante. Ela sorriu diante do desconforto dele, mordeu o lábio e fez um gesto para que ele se aproximasse. Ele olhou para os lados, sorriu de volta, bateu a porta do próprio quarto. Andou até perto dela, parou na sua frente e foi puxado para dentro.
Depois de bater a porta, o desconforto dele ficou mais evidente. Ela então o encostou na parede, tirou seus óculos e lhe deu um beijo de tirar o fôlego. Quando ele pôs uma mão em sua nuca e a outra a pegou pela cintura, ela tirou as duas e se afastou um pouco. “Agora não.”
Olhou para baixo enquanto abria suas calças e quando pôde sentir o volume em suas mãos, olhou para ele de volta. “Agora eu quero sentir o seu gosto”
Se abaixou e tirou-a por completo. De joelhos na frente dele, ela o pegou com uma das mãos enquanto a outra o segurava pela coxa. Pôs tudo de uma vez na boca, depois o lambeu por completo de baixo para cima fitando sua expressão. Ele rapidamente tirou a camisa e encostou na parede suspirando. Ela continuou enfiando ele na boca alternando entre lento e com mais intensidade. Ele se movia junto com ela, combinando perfeitamente aquele movimento de entra e sai. Algum tempo depois ele não aguentou e a segurou pela parte de trás do cabelo, intensificando ainda mais os movimentos e encaixando todo o seu volume na boca dela.
Minutos depois aquilo já era torturante. Ele a levantou e levou até a cama. Já deitada e com as pernas abertas, ele rapidamente tirou sua calcinha e se encaixou no meio dela. Levantou sua camisa e com uma mão segurou um dos seus seios, sua boca já estava em seu umbigo beijando e descendo cada vez mais. Já com a cabeça entre suas pernas, ele a segurou pelas coxas e então enfiou sua língua dentro dela, que gemia baixinho e se contorcia debaixo dele. O movimento ia de rápido à devagar. Depois de alguns minutos e já completamente molhada, ele introduziu dois dedos. Enquanto a chupava, fazia movimentos circulares com os dedos dentro dela e ela gemia cada vez mais. Ela já não aguentava mais esperar
“Vem aqui. Eu quero você.” Dizia enquanto o puxava para cima. Ele parou por um instante de joelhos na frente dela, olhou-a por completo ali deitada, nua, molhada e pronta para ser fodida por ele. Segurou seus seios por um instante, deslizou as mãos por seu corpo até chegar na cintura e então pegou seu membro e foi introduzindo lentamente onde ele havia deixado bem molhado. Ela gemeu enquanto sentia ele entrar por completo dentro dela. Mordia o lábio e o segurava pela cintura pedindo mais. O movimento foi se intensificando junto com os gemidos que agora eram mais altos. O tesão de ambos já se mostrava na pele molhada e na respiração ofegante. Ela pegou sua mão e pôs na boca aqueles dedos que antes a penetravam. Nesse momento ele era ainda mais rápido, mais agressivo e metia como se a quisesse atravessar. Sem dizer nada parou e a virou de costas. De rosto e ombros totalmente encostados na cama, a bunda levantada e as pernas dobradas. Ele novamente a penetrou e ao sentir que ela se retraía, deu-lhe um tapa. Ela agarrou o travesseiro e cravou as unhas nele. “Não era isso que você queria?” Ele disse enquanto penetrava ainda mais fundo dentro dela. Eram movimentos rápidos, ela gemia e movia o quadril tentando acompanhá-lo, mordia o travesseiro com vontade de gritar. A cada tapa, um arrepio diferente. Ele pôs a mão por baixo e a estimulava ao mesmo tempo que a fodia. Ela sentia que ia explodir de tanto tesão. Penetrando cada vez mais fundo e fazendo ainda mais barulho, outro tapa. “Goza pra mim, vagabunda.” Ele dizia enquanto fazia nela movimentos mais rápidos com a mão. Ela já com os olhos molhados, ele duro feito pedra, pulsante e sentindo ela se encharcando cada vez mais. Pegou-a pelo cabelo. “Goza no meu pau, vadia.” Ela já não aguentava mais. Todo aquele tesão absurdo explodiu dentro dela enquanto ela se contorcia e quase rasgava o travesseiro. Seu corpo relaxou por completo, ele diminuiu o ritmo e a virou de frente. Abaixou até entre suas pernas e a lambeu arrancando ainda mais gemidos. Subiu novamente e ficou de joelhos na altura de seu peito. Pôs seu pau na boca dela e a fez engolí-lo. Pôs a mão em sua nuca e a forçava para frente a fim de ir mais fundo e quando já não estava mais aguentando, retirou, segurou e se masturbou ali com a cabeça ainda na boca dela. Gemeu de alívio enquanto seu líquido escorria pelos cantos. Ofegante, sentou na cama e apenas a observava. Ela virou de lado na cama de frente pra ele, sorriu e limpou a boca.
“Você tem dez minutos pra relaxar. Eu quero você a noite toda.”
Fale com o autor