O diário de Richie Tozier

15 Greta Bowie entra no beco errado.


Notas iniciais
♥ Eu demorei, mas estou aqui com um capítulo bem grandinho para vocês! :) ♥ Desculpe a demora de postagem, tá? Não desistam de mim! hihihi ♥ Boa leitura! ♥ Ah, sim! Mais uma coisa: Para os amantes de fanfics mais hots, eu escrevi — finalmente — uma lemon Reddie. Ela chama "Baunilha" e você consegue encontrá-la no meu perfil :)

Para o sr. Foxyworth, sexta feira era o “dia da gorjeta”. Um dia abençoado, coladinho com o fim de semana, onde todas as crianças de Derry largavam seus livros escolares no canto dos quartos para correr direto ao Aladdin gastar as moedinhas encontradas atrás do sofá. Gostava de chamá-la assim, “dia da gorjeta”, porque sexta feira não era igual aos outros dias podres da semana.

Toda vez, antes de abrir o bomboniere, Foxy desenterrava o pote de vidro e o colocava em cima do balcão. Infelizmente, durante o começo da semana, a ação era em vão e não funcionava de jeito algum, porque as crianças e suas preciosas moedinhas estavam na escola e quem aparecia no cinema de segunda e quarta feira era os adultos. Toda santa vez acontecia a mesma coisa. Eles fingiam que o potinho não existia. Era como se fosse perigoso soltar uma nota de um dólar ali dentro, como se a borda de vidro fosse criar dentes pontiagudos para arrancar os dedos de quem encostasse nela. Foxy sabia que no fim das contas tudo não passava de uma grande hipocrisia. Eles ensinavam seus filhos a ter boas ações, mas não as praticavam. Faça o que digo, mas não faça o que eu faço, era esse o ditado. Perto do pote de gorjeta, homens de terno e senhoras de saias plissadas desconheciam a boa ação. Já as crianças, ah as crianças, depois de comprar todas as suas guloseimas, jogavam as sobras das moedas no potinho sem nem olhar para trás. O barulho do metal colidindo com o vidro grosso parecia música para Foxy. Uma linda orquestra acariciando-lhe os ouvidos.

As crianças gostavam de Foxy, porque Foxy era acolhedor, diferente da sra. Cole que, de acordo com Richie Tozier, espantava até as baratas mais feias com a cara molenga e pintada de maquiagem.

— Você sabe porque ela não precisa assistir filme de terror igual a nós, não sabe, Eds? É porque ela se vê no espelho todo santo dia. Ah, garoto, sinceramente, se eu fosse um espelho da casa dela, ia me jogar no chão pra quebrar e ela não precisar me usar mais. Olha só, tive uma ideia. Nós podemos ficar aqui olhando para a cara dela. A gente não paga nada e ainda ganhamos a chances de sair com mais medo do que se tivéssemos assistido alguma coisa.

Beep beep, Richie — riu Beverly, solenemente.

Bill Denbrough deslizou dois dólares pelo buraco de vidro da bilheteria, e enquanto Richie boca de lixo falava, Eddie observava Foxy pelas portas de vidro, vendendo doces e pipoca do lado de dentro do balcão da bomboniere. O grupo de crianças em volta do guichê era imenso, tão semelhantes a um bando de formigas em volta de um grande torrão de açúcar.

Depois de Bill Denbrough esperar pela boa vontade da sra. Cole, cinco ingressos e três moedas de 25 centavos foram cuspidos pelo buraco da bilheteria. Bill os pegou e andou até a parede dos cartazes, onde Beverly, Ben, Richie e Eddie estavam. Olhou por cima da cabeça de Richie Tozier e viu o cartaz enfeitado do filme A mosca da cabeça branca colado na parede.

— Esse filme é b-b-baseado no livro de G-Gi-Georgie Langlahan — disse, apontando para o cartaz — E-Eu quero muito l-ler.

E Bill leu, sem saber que seria novamente aterrorizado por aquela história vinte e sete anos depois, quando estivesse sentado na mesa redonda do Jade do Oriente, prestes a abrir seu biscoito da sorte.

Antes de entrarem na sessão, todos pararam na bomboniere para comprar todas as gulodices que podiam comer. Eddie, enquanto esperava Richie ser atendido por Foxy, ficou observando a pipoqueira trabalhar a todo vapor, cuspindo e transformando os milhos duros e sem graça em deliciosas pipocas cobertas de manteiga. O último a ser atendido fora Bill Denbrough, que fez Foxy sorrir de orelha a orelha quando jogou seus 75 centavos dentro do potinho de gorjetas.

A primeira exibição acabou por ser Casei-me com um Monstro de outro Espaço, um filme que Richie queria muito ver desde a última exibição dupla que o Aladdin havia anunciado. Começou a assistir ao filme estupendo, enchendo a boca com punhados e mais punhados de pipoca, animadamente ouvindo Beverly cochichar e lamentar o como a personagem de Gloria Talbott, Marge, podia ser tão bonita.

— Você não deveria ficar assim, Bev. — ele sussurrou, lambendo os dedos salgados e melados de manteiga — Você é muito mais bonita que ela.

Infelizmente, pelo menos para Richie, a ansiedade e empolgação pelo longa-metragem não demoraram a se tornar uma imensa decepção. Mesmo que estivesse há semanas louco para assistir a exibição, e apesar de ser um filme que queria muito ver, as conclusões ao longo da trama o levaram a achar o filme horrível. O começo era agradável, mas o meio a tornou uma pérola terrível. Chegou a pensar em vaiar, mas A mosca da Cabeça Branca não havia sido exibida ainda e Richie não queria ser expulso dali por Foxy. Apenas os merdas com Henry Bowers eram expulsos por Foxy, e ele podia ser tudo, mas não era um merda igual a eles.

De acordo com Richie, perto de A Mosca da Cabeça Branca, Casei-me com um Monstro de outro Espaço virou titica. O filme era muito mais assustador. Ver Andre Delambre, o personagem de David Hedison, com aquele misterioso pano preto lhe cobrindo a cabeça, levava seu corpo a se cobrir por uma inexplicável tensão. A caixa de pipoca baixara até apenas sobrar os milhos não estourados e queimados. Era isso que queria, sentir os pelos do braço arrepiarem, beber o refrigerante sem perceber, devorar o balde de pipoca de forma alienada. E estava mais que satisfeito.

Ai meu Deus, eles não vão achar a mosca — ouviu Eddie sussurrar, viu sua bombinha em mãos.

Enquanto Helene Delambre, a linda mulher de Andre, preocupada em achar o inseto que destruiu a vida do marido, trancava as janelas da casa para confinar a bendita mosca dentro da sala, Beverly aproximou-se bem pertinho de Richie, perguntando se ele não poderia acompanhá-la até o banheiro. Richie não entendeu da primeira vez, porque a gritaria das crianças que estavam sentadas no andar de baixo dificultava a acústica.

— Se Henry e os amigos dele estiverem aqui, eu não quero ser abordada sozinha — sussurrou com as mãos em seu ouvido, em forma de concha — Você, pelo menos, tem coragem de mandar eles à merda se precisar.

Richie, assim que compreendeu o pedido de Beverly, concordou com a cabeça e largou a caixa de pipoca vazia em cima da poltrona. Tratando-se de Bev, ele não precisava nem pensar duas vezes. Levantou sem pensar em pestanejar, afinal, Richie podia ser um tremendo boca de lixo, mas ainda era um cavaleiro. A mãe o ensinara direitinho.

Quando Eddie viu o amigo levantar, abruptamente segurou o seu braço. Por pouco um grito não escapuliu do fundo da garganta de Richie. Estava realmente tenso. O filme cumpria o que prometia.

— Onde você vai? — Eddie perguntou, com as sobrancelhas juntas, as mãos suadas e quentes.

— Vou ajudar a Bev, Eds. Ela precisa… você sabe, tirar água do joelho.

— Mas a mosca… — murmurou Eddie, nervoso — Acho que estou com medo, Rich...

Richie olhou para a tela de cinema. Philippe, filho de Helene e Andre Delambre, havia acabado de aparecer com a sua rede de caçar insetos. Ele viu uma caixa de pipoca vazia voar em frente ao telão.

— Tá tudo bem, Eddie. Eu ainda vou voltar. Vai ser rapidinho.

A mão de Eddie amoleceu e se desprendeu do pulso de Richie, que saiu em silêncio, logo atrás de Beverly.

Para Eddie, o pior momento do filme foi quando Helene conseguiu convencer Andre a tentar usar seu aparelho de teletransporte pela última vez. Estava nervoso, devidamente tenso. Apertou fortemente a bombinha contra a palma da mão quando as luzes coloridas piscaram pelo grande telão. Involuntariamente, fitou a entrada da sala. Não viu nenhum sinal de Richie. Da porta, seguiu os olhos até Bill, que parecia hipnotizado. Eddie estava cheio de medo, sentia o coração batendo forte, a respiração começando a virar um chiado estranho.

Quando o pano preto finalmente caiu e revelou a aparência grotesca de Andre, com os gigantescos olhos convexos e o rosto peludo, a garganta de Eddie ameaçou a trancar, com a respiração apitando na garganta. Ele chacoalhou a bombinha e a enfiou na boca. Quando apertou o gatilho, ela deu um tranco. Eddie tentou mais uma vez. Outro tranco, estava vazia. Àquela altura, o nervosismo aumento e a garganta fechou, fazendo sua respiração apitar.

— B-B-Bill — gaguejou, tocando-lhe o ombro. Bill olhou para ele, viu que estava respirando com dificuldade — M-Minha b-b-bo

Bill arregalou os olhos e pegou a bombinha das mãos de Eddie assim que se deu conta da situação que tinha acabado de se meter. Levantou apressadamente e ajudou o amigo a se levantar também. Enquanto saiam de perto das poltronas, tropeçando nos sapatos das outras crianças, Ben, consternado, viu que alguma coisa estava errada, e, largando a caixa de pipoca para trás, seguiu os dois amigos para o lado de fora da sala de cinema. Atravessaram o saguão as pressas, e assim que pisaram na rua Center, Ben ajudou Eddie a sentar no meio-fio da calçada. O pobre menino tinha o peito pesado como uma bigorna.

A sorte, em meio a uma situação tão desgraçada, era que a Center Street Drug Store ficava do outro lado da rua, o que levou Bill Denbrough a nem pensar em pegar Silver.

— L-Le-Leva ele para a R-Ri-Richard — gaguejou, afastando-se as pressas — Me espera l-lá. Eu vou b-bu-buscar um r-re-refil novo!

Eddie Kaspbrak estava tendo um ataque de asma, um grande ataque de asma, que o pegou com tudo. Ben não sabia exatamente ao certo o porque, estava tão concentrado no filme que quando percebera era tarde demais, a merda já estava acontecendo. Só que para ele, de certa forma, não tinha problema. Estava devidamente acostumado. Aquele não era o primeiro ataque de Eddie que Ben presenciava — e provavelmente, sim, não seria o último.

— Você vai ficar bem, Eddie — Ben disse, ajudando Eddie a atravessar a rua. Já daquela distância, conseguia ver Bill Denbrough entrar na farmácia — Vamos conversar? O que aconteceu?

Eddie olhou para Ben, a respiração arfando em busca de ar.

— A mosca — ofegou — A merda da mosca.

— Você ficou com medo?

Eddie assentiu com a testa franzida, o peito descendo e subindo com dificuldade. Ben o ajudou a sentar quando chegaram à travessa Richard e viu um carro passar lentamente pela rua Center. Era um Mercury 1954 e estava novinho em folha.

Ele sentou ao lado de Eddie, limpando as mãos na barra da camisa.

— Essa situação toda me lembra da vez que

— nos conhecemos no Barrens — Eddie completou, com dificuldade. O peito começara a doer — É, eu sei. Foi igualzinho, não foi? Mas no dia você tava na merda também.

Ben o encarou, e, por um momento, os dois se olharam com cautela. Algumas pessoas passaram por perto da travessa e suas sombras encheram a viela, como se fossem devorar os dois meninos encolhidos. Logo, por Deus, Bill Denbrough chegou, jogando a bombinha para Eddie, que o olhou com gratidão. Eddie enfiou a bombinha na boca, puxou o gatinho, e sentiu a garganta ficar molhada. O alívio agasalhou seu corpo e ele tombou a cabeça para trás, suspirando, satisfeito, inerte, como se estivesse sobre o efeito de uma droga, um êxtase, muito pesado.

— Eu odeio essa merda — disse por fim, com os olhos fechados.

— Foi por p-po-pouco — disse Bill, agachando e apoiando a mão em seu ombro — O que a-a-aconteceu?

Ben levantou, esticando a blusa.

— Ele me disse que foi por causa do filme. Acho que o Eddie ficou com medo.

Eddie provou da bombinha mais uma vez antes de abrir os olhos.

— A mosca me deixou nervoso. Me deu calafrio, Billy. Era horroroso.

— Era m-me-mesmo — Bill se virou para Ben — Vocês ficaram b-be-bem?

Ben assentiu.

— Eddie até lembrou do dia da barragem, dá pra acreditar?

Bill desviou os olhos para Eddie.

— L-Le-Lembrou?

Dessa vez, Eddie assentiu.

— Foi o que piorou minha asma no meio do caminho. Lembrar do Ben me deixou nervoso.

— E v-vo-você nem precisou ver a c-ci-cicatriz.

— Não mesmo — Eddie respondeu. Ficou de pé e guardou a bombinha no bolso quando se sentiu melhor — Desculpa por estragar o filme.

— N-Na-Não tem problema, E-Eddie.

Eddie ficou em silêncio por um longo tempo, encarando os próprios sapatos. Quando lembrou da loja The Shoeboat, desviou o olhar.

— Quando eu sinto medo... — começou por fim — Quando eu sinto medo, eu lembro dele, e aí isso me deixa nervoso.

Ben se aproximou e tocou de leve nos ombros de Eddie.

— Você não é o único. Eu também fico.

Quando Eddie ergueu os olhos para Ben, ele rapidamente puxou as mãos de volta, como se Eddie estivesse quente o suficiente para queimá-lo.

— E-E-Espera — Bill o encarou — V-Vo-Você também lembrou da c-co-co… do p-p-pa-pal

Eddie abaixou os olhos.

— Acho que sim.

— Por c-ca-causa do f-f-fi-filme?

— Acho que sim...

O silêncio se instalou entre os três. Greta Bowie apareceu com Sally Muller pela estreita passagem que ligava as ruas Main e Center, os cabelos louros e cheios de permanente caindo pelos ombros bronzeados. Os três garotos não conseguiram evitar de levantar o olhar, principalmente Eddie, que encarou Greta pelo canto dos olhos. Pôde sentir o cheiro de chiclete Juice Fruit vindo dela.

Ben não gostava de Greta, porque Greta não gostava de Beverly. Bill, por outro lado, era indiferente. Ela podia ser bonita, podia ser rica, mas, no fundo, bem lá no fundo, Greta era podre. Quando os seus olhos encontraram os de Eddie Kaspbrak, uma bola de chiclete surgiu entre os lábios. Cresceu, cresceu, cresceu e estourou.

— Por acaso você perdeu alguma coisa na minha cara? — ela perguntou, com uma espécia de careta enojada.

Eddie abaixou os olhos, balançando a cabeça violentamente. Bill Gago entrou na frente dele.

— C-Ca-Caí fora, Guh-Greta.

— É! — a voz de Bev ecoou na viela — Caí fora, Greta!

Richie Tozier e Beverly Marsh apareceram na boca da travessa e se aproximaram dos amigos. Os cabelos ruivos de Beverly esvoaçaram pela brisa quente provocada por um Hudson Hornet 1952.

Greta Bowie olhou para Beverly com raiva e humilhação. Outra bola de chiclete estourou entre seus lábios.

— Olha só, a putinha do grupo chegou bem na hora — disse Sally Muller, sorrindo maldosamente — Seus machos estão com sede, Beverly.

— É, Beverly. — Greta também sorriu — Mandou eles virem para o beco por quê? Aprendeu com a prostituta da sua mãe?

Eddie ergueu os olhos para Greta.

(Você é shô uma putinha, shô issho!)

(Shua mãe é proshtituta!)

— A única puta e prostituta aqui é você, Greta — Eddie rebateu.

— É, issaí! — disse Richie Tozier — Sua merda!

— Deixa a Beverly em paz! — rugiu Ben.

— É! — Bill Denbrough se aproximou — C-Ca-Caí fora d-d-daqui, G-Guh-Greta!

Greta estourou mais uma bolha de chiclete e seguiu seu caminho, com uma careta de nojo no rosto. Sally Muller foi atrás, mostrando seu dedo do meio. Richie Tozier não deixou de retribuir. Assim que as duas sumiram entre as paredes dos prédios da rua Center, Ben apoiou a mão nos ombros de Beverly.

— Ela é uma idiota mimada.

— É — concordou Eddie — Igual aquele merda do Bradley Donovan.

Beverly ergueu os olhos para Eddie.

— O que disse?

— Você não lembra, Bev? — Eddie riu — Shua mãe é proshtituta! Olha pra mim, eu shou Bradley Donovan e como merda!

Bill Denbrough e Richie se entreolharam confusos enquanto Ben, Beverly e Eddie caíram em uma gargalhada histérica. Beverly passou o braço ao redor de Eddie e o abraçou com tanta força que os ossos das costas dele estralaram.

— Você lembrou de mim! — disse e então beijou sua bochecha — Você lembrou de mim!

— Lembrou? — perguntou Richie, se aproximando.

Eddie sorriu para Richie.

— Sim! Eu lembrei da Bev! Lembrei da vez que ela encontrou eu e o Ben aqui na Richard enquanto brincávamos de jogar moedas. Ele insultou a Bev naquele dia. Ele disse a mesma coisa que a Greta falou hoje.

Richie ergueu os olhos para Ben.

— Ele lembrou de você também?

Ben assentiu.

— Por causa do ataque de asma. Ele lembrou do dia da barragem.

Richie franziu o cenho e ajeitou os óculos.

— Ataque de asma? — perguntou — É por isso que vocês sumiram?

— E-E-Eddie passou mal d-du-durante o filme. A b-bo-bombinha dele estava v-v-vazia e eu d-di-disse para virmos pra cá b-bu-buscar um refil. D-De-Desculpa não avisar vocês.

— Não tem problema, Bill — disse Beverly, passando o braço em volta de seu pescoço — Foxy disse que vocês saíram correndo e aí a gente veio procurar vocês. Oh, Eddie, isso é tão maravilhoso! Você está ficando cada vez melhor.

Eddie sorriu, um sorriso fraco e incrivelmente doce.

— Agora só v-va-vai faltar você l-le-lembrar do Mike. — Bill gaguejou com dificuldade, contorcendo o rosto e olhando para o amigo — Do Mike e do Ruh-Ruh-Richie... Não é, boca de lixo?

Ao olhar para Bill, Richie concordou e sorriu um pouco. Seu rosto, por outro lado, mantinha uma expressão séria e pensativa, quase triste.

— É… — disse, olhando para Eddie e depois para o chão — Issaí, amigão.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.