Notas iniciais
Espero que gostem da história.. e como disse, nao me chamem de psicopata ao decorrer da própria :v Esse capítulo nao tem nada para maior de 16 nem mesmo 13.

Eu estava voando já fazia horas em fio, só sabia que eu estava indo para a ... liberdade, nada além disso, o sol já estava amanhecendo, os fios de luz dentre as nuvens rosadas da manhã. Eu não acredito que estava saindo de casa... Contava nos dedos — er, bem, garras — o dia em que eu poderia sair de lá, parar de ser o capacho do meu irmão e os xingos da minha mãe.

Agora eu posso ir aonde quiser, fazer o que quiser, aonde quiser. Sem regras, sem normas, sem nada rígido demais. Logo, logo eu acharei alguma parceira, encontrarei novos amigos nesse imundo mundo que me espera! Irei explorar cada vegetação, cada aroma, cada sabor, despertarei todos os meus sentidos.

Eu? Bem, eu sou Kardunk, um fúria da noite preto com olhos azuis arroxeados, tenho 20 anos — idade de humano — e estou indo para a minha mais pura liberdade, me livrando daquela praga que eu deveria denominar de "família"... Eu sempre tive um espírito um tanto quanto aventureiro, nunca hesitei em explorar os poucos metros que me distanciei da caverna, quando filhote e adolescente. Mas sei que o que eu vou poder explorar agora, é muito maior.

Olhei para o leste, o sol já estava um pouco mais alto, decidi pousar em algum lugar para dormir, pois bem, eu estava voando a noite inteira, mas antes de descansar, irei comer, porque estou com muita fome, mas fome por um antílope ou algo grande, não apenas meros peixes ou moluscos.

Pousei, era uma vegetação baixa. Provavelmente teria algo para meu apetite ali. Olhei em volta e localizei um corço. Era pequeno, pois ainda era um filhote, e sempre me ensinaram que nós nunca devemos comer os filhotes, apenas os adultos e, de preferencia, os idosos. Esperei um pouco, a mãe desse corço já deveria estar vindo. A localizei, comendo grama um pouco a frente e me abaixei, deixando abarriga quase colada no chão. me aproximava e já via o cervo, que seria o pai, iria pegar ele, e deixar a mãe cuidar dos filhotes, para eles crescerem e reproduzirem. Em um salto ágil agarrei ele com a boca e saí voando para um pouco longe dali, enquanto a mãe corria com os filhotes. Pelo menos, já havia conseguido meu café-da-manhã,um bom começo.

Notas finais
Sei que está pequeno, mas é apenas um prólogo :LSe gostou, favorite, recomende ou comente a historia, pode não custar nada para você, mas pode ser tudo para mim ♥ Agradeço antecipadamente a todos por lerem :D