O cão e a aranha da rainha.

2 Uma aparição inesperada


Notas iniciais
Demorei para postar o segundo capítulo por que estava muito ocupado, me desculpem. T-T

–O... O que você está fazendo aqui?- Ciel perguntou assustado. Ele achava que podia ser uma alucinação,mas na sua frente estava Alois Trancy junto a Claude seu fiel mordomo.
–Surpreso? Eu também, mas ordens são ordens.- Falou Alois Trancy com desdem.
–Ordens?! De quem?- Ciel ainda estava atordoado com aquela aparição incômoda.
–Da rainha obviamente, porque mai eu viria aqui para ver o corpo de um homem qualquer? Claro que foram ordens da rainha. Você assim como eu também deve ter recebido a carta dela já que também está aqui. Claude, verifique o corpo.
–Sim, Vossa Alteza.- Sem excitar ele levantou o pano que cobria o morto e o examinou sem nenhum pudor, após isso ele se levantou e ditou o que vira:
–Vários cortes, alguns profundos outros não mas todos feitos apenas da cintura para cima, hematomas em todas as partes são antigos, mas outros são recentes e estão localizados em pontos vitais do corpo e exite um na parte de trás da cabeça por onde saiu bastante sangue causando uma hemorragia externa e os golpes recentes uma hemorragia interna.
Ciel ainda não tinha saído dese transe. O que a rainha iria querer chamando tanto ele quanto Alois Trancy? Ela sabia que eles não se davam bem mas mesmo assim os juntou, mas como Alois Trancy disse ordens são ordens, se a rainha os queria trabalhando em comunhão assim seria, mas ele ainda tinha uma última pergunta:
– Alois Trancy,o que tinha escrito na carta que você recebeu da rainha?
– Acho melhor conversar sobre isso num lugar mais reservado e calmo.- Alois Trancy fez sinal para Cielo seguí-lo com Sebastian e assim ele fez.
Eles se afastaram da algazarra e entraram na próxima esquina a direita, Alois os guiou até a sua carruagem e pediu para Ciel entrar contudo, deixando sebastian e Claude do lado de fora. Quando eles entraram o sorriso sarcástico de Alois sumiu e ele tomou uma postura séria:
– Antes de tudo, Ciel, o que está escrito na SUA carta?
– Por que você quer saber?
– Por que talvez a sua carta possa ajudar a entender a minha, você também percebeu algo diferente nela?
Ciel fez que sim com a cabeça e tirou o envelope do bolso do paletó. Abriu ela, retirou a carta, virou ela e abriu ela pelo meio com uma pequena lâmina. A cata era oca e tinha algo escrito por dentro.
– Aqui está a carta, mas eu ainda não a lí, o que você quer dizer com a minha carta ajudará entender a sua?
– Simples minha mensagem está pela metade então provavelmente o resto dela está na sua carta, ela deve ter feito isso pra caso nossas cartas tivessem o destino interrompido quem a pegasse não saberia do que ela e tratava.
Ciel sentiu um pouco de inveja de Alois pois ele sabia coisas que Ciel nem tinha imaginado,mas tinha algo além de inveja dentro do sobrevivente da família Phantomhive: Medo, Ciel estava com medo desde que eles se viram pois ele sabia que um dos principais objetivos
de Alois Trancy tinha era de matá-lo e ele faria de tudo para conseguir.
– Me mostre a sua parte da mensagem Ciel.
– Aqui está!- Ciel a entregou nas mãos de Alois.
– O.K., vou lê-la.- Alois Trancy juntou as e a leu:
" Meus subordinados, quem lhes redige está carta é sua majestade, o motivo pela qual eu a escrevi é porque algo está acontecendo na nossa cidade, algo estranho e sombrio perambula pelas ruas de Londres levando consigo segredo, eles se movem sorrateiramente burlando todas as leis e usa o mundo negro para poder se movimentar. Se fosse um caso comum eu teria designado para qualquer um fazer, mas eu já tentei descobrir sobre eles e infelizmente todas as pessoas que eu mando nunca voltam, por isso eu paço a vocês meu dois melhores servos, que trabalhem juntos para resolver esse problema que invadiu nossa cidade. Grata a rainha."

– Isso é impossível.- Murmurou Ciel.

– O que você disse?- Alois Trancy se aproximou de Ciel para escutar melhor.
– Francamente, você realmente acha que eu me juntaria a você? Você tem uma única intenção nisso e é me matar, é só o que você quer.
– Ciel olhe pra mim, também não concordo com isso, mas a rainha pediu e como um bom servo eu vou obedecê-la desta vez, mas quando isso acabar é bom você estar bem longe porque eu vou atrás de você.
Uma sensação estranha tomou conta da carruagem, os dois podiam apunhalar ou serem apunhalado um pelo outro a qualquer momento durante essa investigação mas tinha que fazê-la pois a própria rainha queria isso e se era assim podiam esquecer suas desavenças por alguns dias, ou não. Ciel estendeu a mão como se fosse selar um acordo com Alois Trancy:
– Vamos fazer assim, você e eu vamos formar um trato de que trabalharemos juntos e não entraremos em conflito um com o outro até a investigação ter um fim.
– Eu não sei se posso confiar em você senho Phantomhive.
– Nem eu, mas isso tem que ser feito certo?
– Certo- Alois apertou a mão de Ciel com firmeza.- E agora? Onde vamos?
– a rainha disse que esse problema se move pelo mundo escuro então é melhor entrarmos em contato com a pessoa mais influente de lá, eu já vou, eu e Sebastian vamos tentar conseguir pistas a nosso jeito, você e seu mordomo tentem do seu nos vemos mais tarde na minha
casa. Sebastian!.- Sebastian abriu a porta para que Cel saísse.- vamos de volta para a carruagem já sei pra onde vamos agora.

Notas finais
Já estou fazendo o capítulo 3, aguardem.