O cogumelo e o vagão errante
3 Pseudo-pragas
Na manhã em que deixaram a cidade para trás, com Butcher marchando pela estrada montanha acima, a Biblioteca resmungou pela conexão telepática que ela e Carantelo compartilhavam.
“O que foi?”
“Pragas!”
A cogumelo apeou novamente o cavalo, descendo cuidadosamente do banquinho. Entrou pela passagem mágica e logo os viu: pseudodragões. As criaturinhas gostavam de se encovilar no meio dos livros, devorando as páginas antigas.
Com paciência, Carantelo retirou cada um dos lagartos alados, deslocando-os para outro canto. Em breve, tentaria encontrar magos para adotá-los; por enquanto, um pouco de comida e um cantinho perto da lareira seriam suficientes.
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