O caso Saga Onodera Yokozawa
4 Capítulo 4: Revenge
Notas iniciais
Sekaichi não me pertence... se pertencesse Takano ja teria tido seu felizes para sempre hauahuaha.
Enjoy!!!!
Capitulo 4: Revenge.
É era isso. Havia feito certo. Pedir demissão talvez fosse o
único caminho que Ritsu viu para sair um pouco da linha de fogo de Yokozawa, aquele jogo estava tornando-se perigoso. E o outro não estava para brincar.
Tentou mata-lo uma vez e faria de novo. E ele sabia que não poderia sempre fazer seu namorado se arruinar por ele. Um dia mais cedo ou mais tarde teria de enfrenta-lo. Mas causar algum problema na área profissional de Takano, nunca.
Teria de enfrentar. Os preconceitos novamente. As risadinhas
de lado. O escárnio. E por fim os maus tratos, não verbais mas apenas com os olhares.
Já estava preparado para voltar, para o inferno que era a empresa do pai dele.Fora que teria de aguentar seu pai falar sobre um casamento que nunca irá acontecer.
-Ahhh, hoje será um dia daqueles –suspirou cansado-
-O que houve?
Onodera se assustou ao ver Takano de pé tão cedo.
-Não houve nada, apenas me preparando pra retornar para
aquele inferno de editora.
Takano sentiu-se responsável por isso no momento. Sabia que
o outro havia escolhido retornar para ela do que ferir a si ou sua reputação.
Onodera gostava tanto de si que valia tamanho esforço. Chegou bem perto do menor e o beijou.
-Takano san porque isso agora?
-É um beijo de boa sorte.
Onodera foi para sua nova editora. Takano foi ate a Marukawa
ver como estava o andamento de tudo, na sua ausência.
E o que viu lá quando chegou foi um bando de desordenados sendo comandados por Yokozawa.
-Podemos falar um minuto Masamune?
-O que quer?
-Algo sobre trabalho.
Sentaram-se em uma mesa na cafeteria da editora, enquanto
Yokozawa fora buscar o café para os dois. Quando a moça terminou de colocar o café, Yokozawa colocou no café do outro um tipo de pó muito estranho que carregava consigo.
Ele então se pôs a mesa e começou a tomar seu café
tranquilamente, enquanto esperava o efeito da droga começar a agir sobre o corpo de Saga.
Passou-se um pouco mais de trinta minutos, e então o outro
começou a suar muito. Estava sentindo-se estranhamente pesado, e com o corpo sem responder aos seus comandos.
Estava tão mal que não pode notar o sorriso de escárnio do
outro. Ele finalmente havia conseguido o que queria. Às vezes ter conhecimento no mercado negro lhe dá vantagens que outros não tem.
-Você esta bem, Masamune?
-Não. Não me sinto nada bem.
-Eu irei te levar pra casa.
No caminho de volta, encontrou com Kisa e aproveitou para
avisá-lo que Takano havia passado mal e que estava o levando para casa. Como achou o caso suspeito, falsamente sorriu e correu para ligar para Onodera, em seu celular.
-Você tem certeza Kisa-san?
-Absoluta! Takano-san passou mal e quem o levou para casa
foi Yokozawa!
Onodera sairá correndo de seu serviço, pois teve um mau
pressentimento. Pegou um taxi que o faria chegar em casa em mais ou menos meia hora. Yokozawa sabia que Kisa avisaria Onodera. Portanto tinha pouco tempo.
Efeito colateral da droga numero um: Dormência.
Efeito colateral numero dois: Excitação
Efeito numero três: Agir sem consciência / perda de memória.
Portanto levou saga para cima e começou a estimular Takano a
lhe beijar, e com isso o outro fora direto tirar sua roupa. Estava excitado, e
com o efeito da droga não estava conseguindo distinguir quem era. Só sabia que precisava comê-lo!
E era isso o que faria.
Jogou o outro na cama e começou a mordê-lo em várias partes
do corpo deixando roxos enormes. Lambeu toda a extensão do sexo dele e como tamanho era seu desejo, se introduziu rapidamente no orifício do outro o fazendo gemer alto.
Enquanto isso na porta, Onodera se desesperava ao ver dois
pares de sapatos na entrada. Sentou e respirou. Estava tentando se acalmar. Não sabia o porquê mas estava tão nervoso. Aquilo estava deixando seu coração comprimido. Uma dor aguda o atingiu e ele não soube explicar o que era.
Até que ouviu ruídos. Ruídos muito estranhos. E resolveu subir
calmamente. Pé ante pé, até chegar ao andar de cima onde era o quarto deles. E quando viu a mesma estava entre aberta.
Sua mão por um momento gelou, e ao abrir a mesma se deparou com a cena mais triste de sua vida.
Takano estava dentro de Yokozawa, os dois gemendo baixo mas
o suficiente para ser escutado da porta, até que Takano gemeu alto. Indicando que havia chego ao orgasmo. Yokozawa gozou mais uma vez nas mãos do outro, que desabou sobre suas costas.
A cena havia sido tão forte, que as lágrimas caiam dos olhos
do outro livremente. Como o apartamento estava escuro, ambos não haviam notado o outro ainda na porta.
-Eu não te disse, Masamune? Eu sou melhor que aquele
pirralho.
Masamune não respondeu, apenas o abraçou contra si e o
beijou. Depois do ultimo ato Onodera não quis ver mais nada. Saiu correndo largando sua mochila no meio da sala e seu casaco caído à porta do quarto.
Saíra correndo desorientado, sem saber para onde ir. Iria
para longe. Desta vez iria embora para sempre. Iria para uma filial da editora de seu pai, na França e jamais voltaria ao Japão. Nunca mais.
-Foi a ultima vez que ele feriu o meu coração. Eu nunca mais irei ficar com ele novamente. Morra! Infeliz!
Passou algumas horas...
Takano abriu seus olhos, e se deparou com Yokozawa abraçado
a si, dormindo. Primeiro veio o choque. Mas que diabos havia acontecido ali? Sacudiu o outro afim de acordá-lo.
-O que houve aqui?!
-Horas assim você me ofende sabia?!
-Do que você esta falando?
-Você passou muito mal na cafeteria. E então eu te trouxe
para cá. Derrepente você me beijou e me comeu literalmente. –descobriu o seu corpo afim de fazê-lo ver as marcas de chupões e arranhões que havia deixado em si-
-O que foi que eu fiz?! -Takano estava em desespero, como explicaria isso para Ritsu?-
-Masa...
-Vá embora daqui. VÁ EMBORA DAQUI!
Com o maior sorriso do mundo, o outro saiu da cama,
vestiu-se e saiu. Mas ao chegar do lado de fora do quarto, viu o casaco que provavelmente seria de Onodera.
-Acho melhor você começar então a fazer um discurso bem
grande, caso você não vá ficar comigo. Pois parece que tínhamos um Voyage nos espionando.
Takano gelou. E implorou para que não fosse o que estava
pensando que era. Então ele viu o casaco preto que Onodera havia colocado naquela manhã para trabalhar.
Takano levantou-se em um pulo, se arrumou de qualquer jeito e saiu rua a fora atrás de Onodera. Enquanto o mesmo estava andando sem rumo pelas ruas de Tóquio. Ameaçava chover mas não se importava se ia se molhar todo ou ficar até doente. A dor na sua alma era tão grande que nada nesse momento poderia machuca-lo ainda mais.
Notas finais
mas a vigança tem dois gumes. e é um prato que se come frio!
gostaram? é eu sei não me matem!
mas o yokozawa estava tão quietinhu... ele tinha que apronta alguma neh?
reviews???
beijinhosssss!!
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