O campo de rosas

1 O campo de rosas


Depois de o gigante dormir,

Vermos nossa poderosa construção ruir,

Sendo representados por Pessoas Rosa, como hão de acreditar?

Em um lugar sonhador, e ao mesmo tempo de pavor,

Como das roseiras os espinhos se retirar, sem um campo devastar,

E o que há de bom estragar.

Encontramo-nos mergulhados em um mar de fantasias,

Cheio alegorias e alegrias,

E eles, nos enganando e rindo,

Já que fazem das bolsas, o pão de cada dia.

E como o povo preguiçoso, o gigante voltando a dormitar,

O que faremos além de aceitar,

Mais algazarra, não deve se criar,

Já que nossa Rosa, encontra-se a dançar.

Pedro Cunha

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