Notas iniciais
Olá vocês, meus amorecos lindos da Tey-chan u-u Lembra do combo que prometi há muito tempo? HUSAHDUASHUDAHUDS Então né, tenho que cumprir e tal u-u Ainda mais, que essa fic não foi postado no dia do combo IUHSDFSDFU eu achava que tinha postado aqui, depois vi que não ;-; T_T Você irão me matar que eu sei IUSADHUASDHASHUDASD Mas eu amo vocês, tá? u-u Bom, espero que vocês entrem nesse grupo aqui https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts até para saberem mais das atualizações e tals ♥ E... Escutem a música! ♥Boa leituraney sdiugfihdf

Despite the lies that you're making. Your love is mine for the taking. My love is. Just waiting. To turn your tears to roses. I will be the one that's gonna hold you.I will be the one that you run to.My love is.A burning, consuming fire.No.You'll never be alone.When darkness comes I'll light the night with stars.Hear my whispers in the dark.

Whispers in the dark — Skillet.

"Nunca achei que isso poderia acontecer, ainda mais de uma forma tão trágica! E nem que esse belo homem fosse o culpado pelo meu tamanho sofrimento. E sem o meu pai, estou sendo obrigada a me casar com ele.

O meu tio, logo após a morte do meu pai, me obrigou a casar com esse desprezível homem, por conta da riqueza dele.

Meu pai estava falido, e provavelmente devendo fortunas, eu não sabia disso... Até ver os papeis e dividas, de um dia para o outro nossa riqueza havia sumido totalmente, então para me proteger, o meu pai, pediu emprestado dinheiro do maior conde da Inglaterra, Natsu Dragneel.

E eu me sinto um lixo, tanto julguei meu pai e como agora eu me odeio por isso, ele em todo tempo estava pensando em mim! Em mim! E eu achava que ele ficava sempre fissurado em trabalho atrás de trabalho.

Natsu está querendo casar comigo pelo que tudo indica, talvez por conta de que... Bom, nossa família exerce, ou melhor exercia uma tamanha importância na sociedade. Mas já não sei o que acontecerá com o nome Heartfilia. Papai não está mais aqui, e os negócios, como ficarão?"

O assassino do meu pai.

Por Teylla

Capítulo 1

— Pai? Pai? — Uma loira procurava seu pai pela enorme mansão onde se encontrava tudo muito silencioso, a garota ficou preocupada por não haver resposta do homem, apesar de que ele sempre ficava trancafiado em seu escritório, por algum motivo muito razoável — ou não — o mesmo não estava lá dentro, e isso a preocupou mais ainda. — Cadê você? — perguntou aflita.

Enquanto mais andava, mais angustiada ficava, onde o pai tinha se metido em pleno aniversário dela? Mesmo que ficasse trancafiado naquele escritório, sempre arranjava pelo menos um minuto para falar um simples “Feliz Aniversário, Lucy“ ou algo como “Parabéns” em um tom seco. Mas pelo menos nunca faltara de lhe desejar os devidos parabéns.

Após a morte da mãe, nada nunca mais foi o mesmo. O vestido longo e cheio estava empatando-a de dar os passos apressados que a mesma queria dar, foi até a área de serviçais, dos quais já deveriam estar em um sono profundo por conta do trabalho cansativo que tinham dia após dia, e ela sabia disso, mas não tinha outro jeito.

Virou o corredor apressada e resmungou por conta da vestimenta, a loira o puxou um pouco para cima e correu até o quarto da empregada pessoal, a mesma bateu na porta com força, o que fez a moça de cabelo violeta levantar da cama assustada. A empregada abriu a porta e ficou surpresa ao encarar o semblante da garota.

— Lady Lucy, o que aconteceu? — Virgo perguntou preocupada.

— Virgo, eu não encontro meu pai em lugar nenhum, você sabe aonde diabos ele foi? — Lucy respondeu com outra pergunta ofegante por conta da corrida.

— N-não vi não Lady Lucy — respondeu. — Ele não está em seu escritório? — indagou preocupada.

— Não, claro que não Virgo, se ele estivesse lá, não precisaria vir aqui! — retorquiu.

— Já tentou falar com o mordomo? — questionou pensativa.

— Sim, na verdade não — respondeu meio envergonhada.

— Então Lady Lucy, pergunta a ele! — Sorriu.

— Hm, sim, obrigada Virgo — agradeceu carinhosamente.

Lucy correu em direção ao quarto do mordomo e bateu insistentemente na porta, até que foi aberta.

— Lady Heartfilia? O que está fazendo acordada a essa hora? — o mordomo perguntou preocupado.

— Não encontro o meu pai, em local nenhum — Lucy respondeu aflita. — Você sabe onde ele está?

— Bom Lady Heartfilia, a alguns minutos atrás, seu pai foi chamado por alguém lá fora, você já conferiu? — respondeu com uma pergunta, visivelmente pensativo.

— Não fui lá fora ainda, obrigada, vou lá checar — retorquiu sorrindo.

— Oh, espere, irei com você! — O mordomo entrou e se trocou rapidamente.

Os dois foram andando apressados para fora da mansão, Lucy gritava desesperadamente chamando o pai, até ouvir um barulho, um que fez o coração dela parar por um segundo.

— O-O que foi isso? — Lucy perguntou mais preocupada ainda e foi em direção ao barulho.

— Não sei, mas é melhor verificarmos — O mordomo respondeu enquanto andava com a Lucy.

O som tinha vindo do labirinto que existia em seu jardim, já que era uma das diversões dos nobres daquela época, mas neste caso, não estava sendo nada divertido, ao chegar no centro do labirinto, Lucy arregalou os olhos, prendendo as lágrimas que arriscavam cair...

O pai dela estava caindo por conta do tiro, e quando olhou para ela, arregalou os olhos e sussurrou algo como “Parabéns, Lucy, eu amo você”. Lucy ao perceber o que o pai tinha falado, se acabou de chorar, um homem estava com a arma na mão e encarava a loira com um certo desprezo.

Lucy o fitou com ódio, o que não foi ignorado pelo homem, ele era mais alto que a loira, e pela noite parecia ter os cabelos rosados e um olhar penetrante.

— Você! Você que fez isso com o meu pai? — Lucy perguntou passando pelo pai, mas foi puxada para trás, pelo Jude.

— F-Filha — Jude sussurrou baixo, mas foi o suficiente para Lucy ouvir, ela se agachou e o olhou tristonha.

— Pai...

— Não se meta com este homem, seu pai fez uma grande burrada, e não era mais que certo pagar por elas. Por favor, me perdoe. Loki, por favor, venha aqui — disse e o chamou com a voz falha.

— Sim senhor — O mordomo falou se aproximando.

— Mande a Lucy para o irmão da Layla, por favor — Jude pediu, sentindo a respiração mudar.

— Sim senhor, farei isso — concordou triste.

— Como assim? Eu sei me cuidar, não é necessário ficar com aquele homem! E o senhor não irá morrer papai! — Lucy falou crente em sua frase.

— Lucy, minha pequena Lucy... — Jude levantou a mão trêmula para acariciar o rosto de sua filha, e Lucy lacrimejou. — Faça o que estou lhe pedindo, é o meu único desejo — pediu abaixando a mão.

— Mas... — Lucy iria retrucar.

— Lucy! Por favor... — Jude reclamou e começou a sentir seu corpo cada vez mais fraco. — Escute minha filha, eu te amo e sei que você virará uma grande mulher! — estava com a voz bem baixa, mas continuou. — Nunca deixe o ódio te dominar. Eu amo você, filha. — proferiu e o coração parou de bater, agora de vez.

O rosado continuou encarando a cena, com um certo tédio e repulsa.

— Pai... — Lucy sussurrou e chorou, sentiu-se enraivada. Ergueu-se e olhou com ódio para o rosado. — Eu te odeio! Eu te odeio! Como ousa fazer isso com o meu pai, seu canalha? — andou até o suposto assassino, insinuando que queria bater nele, e o mesmo desviou.

— Não ache que tenho pena de mulheres como você — ele sussurrou em seu ouvido, o que a fez tremer de medo ou raiva.

— Mas... O quê... — Lucy murmurou irritada.

— Isso mesmo que você ouviu, Srta. Heartfilia, não tenho pena de mulheres também. Não ache que pode fazer o que bem entende, não sou bonzinho — sussurrou novamente em seu ouvido.

— Como sabe que sou filha dele? — perguntou hesitante.

— Ora... Como posso não saber sobre isso? A mais bela da Inglaterra — murmurou.

Lucy deixou uma veia aparecer.

— Não sou a mais bela — retrucou irritada.

— Mas é o que todos dizem — retorquiu.

— Isso não significa que sou! — esbravejou.

— Pode até ser, você realmente é feia — disse sorrindo maliciosamente, acertara o ponto fraco da loira.

— Ora seu...! — Lucy cerrou os punhos pronto para dar um murro.

Puxou-a para perto de seu corpo, os seios da loira roçaram seu peitoral, Lucy ficou sem entender, e por um segundo, havia esquecido de seu pai.

— Esqueça isso, por hora. Logo nos veremos Lucy Heartfilia — sussurrou em seu ouvido pela última vez, dando uma leve mordida no mesmo. — Até mais. — Largou a loira ali, sem entender o porque dele ter feito isso, a mesma caiu no chão ajoelhada, corada. E logo que recuperou sua consciência sentiu a raiva novamente em seu corpo.

— Eu te odeio! Seu canalha! Saiba, que eu nunca, nunca, irei te perdoar! — Ela gritou com lágrimas incontroladas que insistiam em cair, junto com a raiva que a mesma estava sentindo, ele apenas acenou para ela enquanto saia da mansão dos Heartfilia.

Notas finais
Yaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, e ai, o que acharam? IUSDFGIGDDUIF