O anel mágico.

6 Chegando no palácio.


Notas iniciais
Oi, desculpa se tiver erros de português! —Boa leitura!!!

No palácio, após Hawk Moth voltar achando que os garotos tinham morrido, ele dá de cara com o rei junto com a princesa, e ambos estavam irritados:

—Olá, vossa majestade. – Diz se curvando.

—Hawk Moth, que ideia foi essa de dar uma sentença a alguém sem me consultar?

—Majestade, achei que ele havia sequestrado a princesa, ele merecia aquela pena.

—Mas isso não te dá o direito de dar uma ordem mandando mata-lo, ainda mais quando é inocente.

—Não sabia disso, vossa majestade.

—Pois agora sabe, Hawk Moth, mande solta-lo.

—Não será necessário, o rapaz fugiu.

—Sério? — Pergunta Marinette alegre.

— Sim, não está mais na cela. E aliás, Tom, aqui está o que me emprestou. – Ele dá uma caixa para o rei, que olha dentro e eram os brincos.

—Ainda bem que ele conseguiu fugir, mas mande que o procurem por toda Paris, eu quero vê-lo, nem ao menos consegui o nome dele, mas pelo jeito os guardas sabem a aparência do rapaz. – Fala Marinette esperançosa que poderia reencontrar o garoto.

—Mas ele é um ladrão. – Diz Hawk Moth.

—Sim, filha, de qualquer jeito ele será preso.

—Pelo menos, quando eu casar com um desses príncipes interesseiros eu poderei mandar solta-lo, o que será em breve, e aí Hawk Moth, eu terei o poder de me livrar de você. – Fala a princesa, se virando e saindo do local.

O rei se retira logo em seguida, indo atrás da filha. Hawk Moth fica com Nooroo na sala que saí da roupa do senhor e faz uma imitação ridícula de Marinette:

—Pelo menos eu terei o poder de me livrar de você.

—Essas pessoas me dão aos nervos, Nooroo. Quando a princesa se casar vai acabar com nosso plano de controlar Paris. Ainda mais agora que o anel se foi.

—Espere, Hawk Moth, talvez tenha uma saída e se você se casar com a princesa?

—Ficou louco?

—Pense comigo, dessa maneira você governará e depois é só se livrar dela e do rei.

—Parece que finalmente teve uma boa ideia, Nooroo.

Enquanto eles conversavam sobre o plano, Marinette ficou em seu quarto, e logo o rei entra para falar com sua filha:

—O que foi, pai?

—Filha, quero te dar um presente, sua mãe usou no nosso casamento e queria que usasse no seu.

Ele entrega a caixa com os brincos, Marinette abre e fica surpresa, nunca havia visto joia tão bela quanto aquela, parecia ser feita de Rubi com pontos pretos feitos de turmalina (Os: É uma pedra muito bonita, se possível olhem no google.):

—Pai, são lindos!

—Sim, reza a lenda que esses brincos foram usados pela Ladybug, a protetora de Paris, e foram feitos de toda bondade e gentileza do mundo, dando o poder da criação a ela.

—Nossa!

—Quero que use sempre, dizem que nada fere quem usa os brincos.

—Muito obrigada, papai.

—De nada.

O rei vai até a sala do trono e Hawk Moth chega depois:

—Vossa majestade estava consultando como deve ser o casamento da princesa e pelo que li no código, se não acharmos um pretendente, a princesa deve se casar com o conselheiro, ou seja, eu!

—Mas você é tão velho, vamos achar alguém da idade dela e...

Ambos ouvem um om vindo de fora do palácio e vão até a varanda para ver do que se trata, olham para fora e avistam um grande desfile, com dançarinas usando roupas de ceda, animais de todos os tipos e no centro um tapete com uma pessoa em cima dele.

“Deve ser um príncipe, mais um pretendente a minha filha”, pensa o rei consigo mesmo.

Eles estavam impressionados, tanto o rei e o conselheiro, quanto o povo de Paris que assistia o desfile. O príncipe jogava moedas de ouro para as pessoas, e não demorou muito para Marinette e Alya, que estavam conversando, irem até a varanda de seu quarto ver o que estava acontecendo, a princesa não ficou muito após ver que era mais um príncipe.

O rei Tom foi logo abrir a porta para a entrada do garoto, Hawk Moth tentou impedir, mas o tal príncipe entrou, deixando o conselheiro irritado:

—Olá, vossa majestade, sou o príncipe Chat Noir, e esse é meu servo, Carapace, eu venho de muito longe para pedir a mão de sua filha.

—Príncipe Chat Noir, é claro, e este é o meu conselheiro Hawk Moth ele também está encantado.

—Mas ele não pode vir aqui sem convite, majestade.

—Pouco importa, o importante é que tenho mais um pretendente a minha filha. – O rei parecia estar encantado com o jovem e também olhava o tapete, como podia um tapete voar? – Esta é uma invenção das mais notáveis, será que posso... voar no tapete?

—Claro, alteza.

O rei de Paris subiu no tapete que deu algumas voltas, e Tom se divertia como uma criança ganhando um brinquedo novo, e alguns minutos depois o tapete pousou:

—Então príncipe, Black no ar... – Fala o conselheiro real.

—Chat Noir.

—Sim, me desculpe, mas de onde vem? – Pergunta Hawk Moth desconfiado do garoto.

—De muito longe, acho que nem conhece.

—Bom, você é um jovem dos mais agradáveis, e também é príncipe. E se tiver sorte não terá que se casar com Marinette, Hawk Moth. – Diz Tom sussurrado.

—Não confie nele, alteza. – Murmura o senhor

—Que tolice, uma das coisas das quais me gabo é que eu sei julgar as pessoas. – Fala novamente sussurrando, mas volta a voz normal. -Acho que Marinette vai gostar de você. – Fala o rei alegre.

—E tenho certeza, alteza, que irei gostar da princesa Marinette.

—Alteza, devo interferir em favor a princesa, esse rapaz não deve ser diferente dos outros, o que te faz pensar que ele merece a princesa de Paris?

—Sou o príncipe Chat Noir, deixe que ela me conheça que eu encanto ela.

Mal sabiam eles, que a princesa e Alya ouviam tudo de longe, quando ouviu essas últimas frases, a azulada não se conteve e saiu de trás da parede:

—Como se atrevem, todos querem decidir o meu futuro, eu não sou um prêmio para ser disputado.

Ela sai daquele lugar rápido, e Alya vai atrás:

—Mari, espera! — Grita a criada.

Nesse momento Nino, que agora é apelidado de Carapace, vê Alya, e vê como ela era bonita e sussurra muito baixo:

—Acho que me apaixonei.

O rei fica triste, realmente não deveria tentar decidir o futuro da filha, mas era o que a lei dizia:

—Não se preocupe, príncipe Chat Noir, deixe ela esfriar a cabeça e depois fala com ela, mas por enquanto se hospede no meu palácio, se quiser posso deixar você e seu criado no mesmo quarto, claro, se desejar.

—Claro.

—Meus criados te levarão até lá.

O rei chama dois criados, que os levam para o quarto. No caminho, haviam corredores com enfeites de bronze e prata, se observassem os lustres era feitos de puro ouro e cristais e o tapete da mais fina ceda encontrada, o palácio era mais bonito por dentro do que pro fora. A cada corredor que passava, os garotos ficavam mais admirados.

O quarto não era muito diferente, a parede era pintada de preto, haviam duas camas e as duas muito bem arrumadas, porém o lustre do quarto era feito de prata com alguns cristais e nas pontas eram notáveis pérolas.

Os criados saíram, deixando Adrien, Nino e o tapete sozinhos, ou era o que pensavam, pois, escondido em um bolso do casaco de Adrien, estava Plagg:

—Parece que a princesa não tá muito a fim de ver um príncipe. – Fala o felino.

—Ahh, sério? – Fala o loiro ironicamente.

—Eu acho que você deveria dizer a verdade, falar quem realmente é, se não ela vai achar que você é mais um interesseiro. – Diz o gênio, fazendo aparecer um pedaço de queijo para comer.

—Mesmo que eu quisesse, não posso, ela só pode se casar com um príncipe, esqueceu?

—Não esquecemos, mas lembre-se: Seja você mesmo! – Diz Nino.

—Tá bem. Então, Nino, eu vi o seu olhar para aquela garota que tava com a Marinette. Tá apaixonado. – Fala Adrien tentando tirar sarro do amigo.

—E você também, cabeção.

—Espera, gente eu tenho um plano e esse é infalível!

—Pronto, vai dar uma de Cebolinha.- Diz o moreno.

—Quem é Cebolinha? — Pergunta o “príncipe”.

—Sei lá, me veio à cabeça, deve ser um personagem que vai surgi daqui a uns anos.

—É faz sentido.

—Deixa eu falar. É o seguinte, percebi que tem uma varanda no quarto da princesa, Adrien, quer dizer, Chat Noir, você vai com o tapete mágico, depois eu e o tapete ficamos ouvindo de longe, enquanto isso o Nino, ou melhor, Carapace, vai atrás da nova crush dele. Eu sou perito em romance

—Crush?

—Sim, é uma gíria dos anos dois mil.

—A gente nem chegou nesse ano.

—Ok, vamos pôr o plano em ação?

—Sim. – Responderam juntos.

Notas finais
Eai? Gostaram? Deixem nos comentários! —Beijinhos de cereja!