O anel mágico.
7 Plano em ação- Parte 1
Notas iniciais
Depois do plano estar armado o tapete, Nino, Adrien e Plagg colocaram ele em ação. Seria hoje que Adrien iria conquistar Marinette e também tentariam aproximar Nino e Alya.
Ambos foram até o jardim, Plagg ficou em formato de abelha e foi até a varanda da princesa e viu que ela estava conversando com Alya e Tikki ficava do lado de Marinette. O felino teve uma ideia para levar a morena até o jardim, onde Nino, que agora é apelidado de Carapace, estaria.
O gênio adentrou o quarto, ainda em forma de abelha, passou pela fechadura da porta e ficou do lado de fora do quarto. Se transformou em uma empregada e chamou Alya dizendo para mesma ir até o jardim, falando para ela retirar as folhas. A morena se despediu da amiga para ir até onde a “empregada’’ tinha dito.
Nesse momento, Plagg volta para perto de Nino e Adrien e diz:
—Ok, a empregada que o Nino tá gostando vai vir pra cá, enquanto isso Chat Noir, quer dizer, Adrien, você vai até a varanda da princesa e conversa com ela, cuidado, ela tem um tigre.
—Será que é uma boa ideia, Plagg? – Pergunta o loiro.
—Claro que é, vou ficar aqui observando vocês dois, tapete, vai com o Adrien pra ajudar ele.
O tapete fez um gesto que aceitaram como um “sim”.
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Chat Noir voou com o tapete até a varanda da princesa, que era separada do quarto por uma porta. Ele bateu na porta e a princesa abriu tomando um susto:
—Quem é você? Como chegou aqui?
—Sou eu, o príncipe Chat Noir.
—Saí daqui eu não quero ver você.
—Espere, me dê uma chance por favor.
—Me deixe em paz.
Nesse momento, Tikki avança nele que tentar fugir, mas fica encurralado pois estava em uma varanda se fosse mais para trás iria cair:
—Calma, calma. – Fala Adrien tentando acalmar a felina.
Marinette parece reconhecer a voz, parecendo conhecer o príncipe, claro que já tinha ouvido a voz dele, mas lembrava da voz do garoto pelo qual se apaixonou nas ruas de Paris:
—Espera, Tikki. Eu não te conheço?
—Não.- O garoto se assustou “Será que ele me reconheceu? ” Se perguntava na mente.
—Você me lembra uma pessoa que eu conheci nas ruas de Paris.
—Deve ter sido um engano, porque...
—Porque...
—Porque essa é a primeira vez que venho a Paris.
—Então, foi engano meu. – A face da garota entristece, pensava que poderia ser ele.
Do nada, Plagg aparece em forma de abelha e começa a sussurrar na orelha do jovem:
—Não fala de você, fala sobre ela.
—Princesa Marinette você é muito bonita.
—Sei sou rica também, sou a filha do rei, um belo partido que atrai muitos príncipes. Ela se aproxima de Chat Noir. – Iguais a você e como todos os outros príncipes petulantes e interesseiros iguais a você.
—Mas ....
—Pode ir, pule da varanda.
—O quê?
—Não deixa ela sair daqui, segure-a e seja você mesma. – Fala Plagg na orelha de Adrien novamente.
—Tá eu sei. – Resmunga o loiro.
—Quê? — Pergunta a azulada se virando.
—Eu sei que você tem razão, não é só a princesa, deve escolher com quem vai se casar, adeus.
Adrien pula da varanda sabendo que o tapete estava em baixo para o segurar.
—Não! — Grita a princesa
—O que foi? – Diz levantando a cabeça.
—Como esse tapete voa?
—Ele é mágico.
—Que legal.
—Você quer voar nele?
—Sério?
—Claro.
—Mas eu não vou cair?
—Não, você confia em mim?
—Hãm?
—Confia em mim?
A princesa se recorda de quem disse isso a ela uma vez, foi o garoto loiro que conheceu, tinha certeza de que era ele:
—Esta bem.
Chat estende a mão para ela e a mesma segura e sobe no tapete e eles voam pelo mundo, cantando ♥
Depois da volta, pararam na China, sim na China, e sentaram em um banco para conversarem:
—Brincos bonitos. – Elogia Chat.
—Obrigada, eram da minha mãe.
—Parecem joaninhas.
—Sim, é por causa da lenda da Ladybug, já ouviu? — Pergunta a princesa.
—Claro, quem nunca ouviu essa lenda? Minha mãe me contava essa história antes de partir.
—Ela morreu?
—Infelizmente sim.
—Eu sinto muito.
—Você não tem culpa, isso aconteceu a muitos anos, eu era só uma criança.
—A mesma coisa com a minha.
—Também sinto muito.
—Mudando de assunto, pena que Nino não pode vir. – Fala a azulada tentando fazer com que ele falasse a verdade.
—Ele não poderia, está com a.... essa não.
—Sabia, você é o garoto das ruas que conheci.
—Pra falar a verdade, é que eu realmente sou um príncipe, só me visto de plebeu para andar pelas ruas, igual a você.
—Verdade?
—Sim, é muito chata a vida no palácio.
— Concordo, vamos voltar?
—Vamos.
Eles voltaram para a França voando no tapete e pararam na varanda da garota:
—Boa noite, príncipe Chat Noir.
—Boa noite, princesa.
Os rostos dos dois começaram a se aproximar bem devagar, mas o tapete, muito parceiro, levantou Adrien, e os dois se beijaram ♥ foi um beijo calmo, logo se separam Marinette adentrou o quarto e o loiro ficou com o tapete na varanda.
Quase desmaiou, não podia acreditar que havia beijado o amor da sua vida!
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