O amor vem devagar
20 Capítulo 20 - Uma noite conturbada..Saindo para se divertir
Notas iniciais
A loira olhava atentamente onde tinha escutado a movimentação de alguém, foi então que no meio do breu ela pode ver uma pessoa parada a observando. Lucy permaneceu petrificada no mesmo lugar; ignorando totalmente as experiências que ela adquiriu nos filmes de terror.
— Natsu é você? – ela voltou a gritar. – Olha Natsu se for você fique sabendo que essa brincadeira não tem graça!
Novamente só se houve o silencio por parte da pessoa que a observava. A respiração da Lucy ficou mais descompassada ainda ao constatar que a pessoa tinha cabelo, coisa que o rosado não tinha graças a ela.
— Bagaceira não é o Natsu não! – berrou começando a correr desesperadamente. – Fui burra que nem nos filmes!
A pessoa que observava também não ficou parado, foi caminhando a passos largos até a loira, que parecia que estava mais correndo em câmera lenta.
— Droga se eu sobreviver a essa, eu vou passar a fazer mais exercícios físicos!— ela pensou se controlando para não se mijar toda.
A loira ariscou a olhar para trás com intenção de ver a se a pessoa misteriosa ainda a seguia. Quando ela não avistou ninguém acabou diminuindo um pouco a velocidade, porém sem parar de correr.
— Cadê ele.... Será que desistiu?
Ela só não sabia se comemorava ou ficava ainda mais amedrontada, pois a pessoa poderia já a ter alcançando se nem ela perceber, e agora estava a espreita novamente vendo uma boa oportunidade para aborda-la.
— Isso só pode ser um pesadelo! – desistindo de avistar a pessoa misteriosa ela voltou a olhar para frente, contudo acaba trombando com uma pessoa, onde ela desequilibrou e caiu com tudo. – Aí... – choramingou, antes de tomar a coragem para olhar para a pessoa parada em sua frente. — Você?
— O que você está fazendo aqui sozinha? – a pessoa com quem ela trombou indagou nervoso. – Enlouqueceu de vez foi?
— Eu deveria imaginar que era você me observando! – articulou irritada. – Não tem graça nenhuma me assustar dessa maneira, eu quase tive um enfarte! — ela se embolou nas palavras, o que dificultava a compreensão do que ela falava. – Quase me mijei toda também!
— Do que você está falando?
— Não se faça de burro Natsu! – esgoelou olhando mortalmente o rosado.
Lucy ainda se encontrava assustada com tudo que acabou de acontecer, agora sim ela não conseguia duvida que era apenas o Natsu que queria assustar ela.
— Você estava me observando atrás de uma arvore. — ela se levanta com tudo do chão ficando cara a cara com o rosado. — Eu te chamei, e você não me respondeu!
— Espera aí, tinha alguém te observando? – ele perguntou fazendo o máximo para esconder a preocupação; que surgiu diante da revelação da loira.
— Tinha, é era você! – ela já estava ficando rouca de tanto que gritava.
— Eu? – o Natsu apontou para si mesmo com a testa franzida. – Está louca mesmo! Vou fala para os seus pais te internar em um manicômio, tá tendo até alucinações de alguém te espionando.
— Não tente me enganar. – ela tentava se manter firme diante do rosado, o problema é que não estava dando muito certo. — Olha só para o estado em que eu me encontro! Acha que eu estou inventando isso? Só confessa logo que era você de uma vez por todas, eu me cansei de suas brincadeiras.
O Natsu não podia negar que a loira parecia realmente assustada quando ele esbarou com ela. Ele desce o olhar para as pernas dela constatando que a mesma custava se manter em pé.
— Luce não era eu. – ele sussurrou tocando no ombro dela. – Você estava demorando eu vim te procurar. É bem do seu tipo te se embaralhado na mata depois de ter saindo daquela maneira do quarto.
— Se não era você então quem era? – a loira indagou amedrontada.
— Não sei, talvez era o Laxus tentando pregar uma peça em você. – o rosado quis mais é convencer a si próprio do que a Lucy.
— Não era ele...
— Então quem mais poderia ser Lucy?
— Eu...Eu... Só por favor me tira daqui. – a loira pediu em um fiapo de voz.
*********
Lucy ainda se encontrava assustada, porém se sentia mais segurar no quarto em que dividiria com o Natsu.
— Você está melhor? – Natsu pergunta observando a loira terminar de tomar água que ele tinha trazido para ela.
— Sim, obrigada. – ela responde tímida, se aconchegando melhor na cama.
— Ótimo, então agora podemos ter uma conversa séria. – o Natsu fala calmamente, o mesmo estava sentado em frente a Lucy.
— Acho melhor a gente deixar para conversar amanhã. Quero descansar, tive um dia cheio, e uma noite também. – ela coloca o copo vazio no criado-mudo sem encarar o Natsu.
— Você pode muito bem dormir depois que conversarmos. – o rosado ignorou totalmente que a Lucy não estava para conversa. — Quase que aconteceu o pior com você hoje, é natural termos uma conversa depois disso.
— Eu não quero conversar Natsu que saco! – Lucy queria apenas esquivar desse assunto. – Eu estava em uma mata era natural eu ver coisas! Esquece o que eu te falei, isso não é da sua conta.
— É da minha conta sim! Você só podia está louca para ter indo na mata nessa hora da noite ainda por cima sozinha! – Natsu disse irritado, todavia sem levantar o tom da voz. – Você cogitou a pensar o que poderia ter acontecido com você Lucy? — o olhar que ele dirigia para a loira era de dá medo, ela chegou a engoli em seco
— Eu só queria tomar um pouco de ar! – se defendeu.
— Só queria tomar um pouco de ar. – ela a imitou afinando a voz, em outra situação a loira teria rido disso, porém ela não estava em uma situação boa para debochar da cara do Natsu. – Conta outra Lucy, você parece gosta de confusão isso sim! Quando é que você vai criar juízo Lucy?
— Você me irritou me dizendo aquelas coisas. – Lucy aumentou o tom de voz. – Eu realmente precisava tomar um ar, para pode esquecer um pouco de como você sabe me tirar do sério como ninguém. – a voz dela já se encontrava embargada. — Eu não sou de ferro, tenho sentimentos!
Aquelas palavras surtiram um enorme efeito sobre o rosado, finalmente ele entendeu que a Lucy estava fugindo dele depois que eles tiveram aquela briga feia. Se não fosse por causa daquela briga de mais cedo, a Lucy nunca teria se embrenhado na mata. O Natsu acabou sentindo uma enorme culpa.
— Me desculpe. – murmurou tão inaudível que a loira não conseguiu compreender.
— O que você disse?
— Me desculpa. – disse em bom som dessa vez.
— Você está se desculpando comigo? – indagou surpresa com atitude do Natsu, ficando logo em seguida boquiaberta.
– Você não merecia ter ouvido aquilo, eu errei feio com você. – ele em hora nenhuma desviou o olhar dela, como se estivesse estudando o semblante da Lucy, e ela fazia questão de manter o contato visual dos dois. — Por minha culpa quase que o pior aconteceu com você Luce, me desculpe por tudo de ruim que eu disse para você. – o Natsu se desculpava com toda sinceridade que ele possuía.
— Não precisa se desculpar Natsu, está tudo bem. — a loira disse tentando esconder a sua tristeza. — Não é como se fosse a primeira vez, e nem a última que vou escutar essas coisas, já era até para eu ter me acostumado. – ela quebrou o contato visual de ambos; quando se tonou insuportável olhar para o Natsu naquele momento. — Você tem razão no final, nunca fui convidada para ir no baile, eu cheguei a ir só nas festas dos nossos amigos.
— Mesmo assim eu te devo desculpas. – o Natsu se sentiu mais culpado ainda.
— Natsu é sério tá tudo bem, sem ressentimento você só disse o que muitos já me disseram no nosso tempo de colegial! – ela se levantou da cama de cabeça erguida. – Pode até ficar com a cama. Eu durmo no sofá ou no chão mesmo, não vai fazer diferença alguma!
— Não Luce se tem alguém aqui que merece dormi na cama esse alguém é você, é o mínimo que eu tenho que fazer por você. – com isso ele levantou da cama, e caminhou a passos largos em direção ao sofá, deixando a cama todinha para a Lucy.
*********
Na manhã seguinte quase todos acordaram bem cedo, só faltava certo rosado e certa loira acordarem. Enquanto eles não acordavam o restante do pessoal se encontravam na mesa do café da manhã, saboreando as variáveis comidas posta na mesa.
— Tinha até me esquecido o tanto que a comida na fazenda é excelente. – Igneel falou colocando mais uma fatia de bolo em seu prato.
— Comida feita na fazenda é outra coisa. – Jude comentou com os olhos brilhando. – A Lucy, e o Natsu não sabem o que estão perdendo.
— Provavelmente os dois vão demorar acordar, se é que vocês me entendem. –Layla disse com malícia.
— Como eu entendo, eles não devem nem te ido dormir na noite passada. – Grandine também usou um tom de malicia.
— Esses jovens de hoje têm muito fogo para apagar na cama. – Porlyusica disse indiferente.
— Falando isso até parece que você não tinha fogo no rabo quando era mais jovem! – contrapôs Makarov.
— Não fui eu que nadei pelada em uma piscina de hotel quando era mais nova. – alfinetou Porlyusica com um sorriso debochado.
— Ótimas lembranças, eu ainda continuo na pista para aguentar uma noite inteira acordado. – Makarov tinha um sorriso estampado no rosto.
— Oh se dá conta. – Porlyusica disse se abanando.
— Meus ouvidos eu não acredito que ouvir isso! – Laxus berrou. – Mudem de assunto, mudem de assunto!
— Seria uma boa mudamos de assunto mesmo. – Mira concordou fazendo careta.
— Então mudando de assunto o que as pessoas da nossa idade fazem para se divertir aqui? – Hibiki questiona entediado.
— Eles fazem doce de leite, capinam o mato. — Porlyusica disse sem humor. – Também lavam a louça, e limpam o chiqueiro.
— Não vejo isso como divertido. – Lisanna disse indignada.
— Capinar o mato é divertido, basta você ter cuidado para uma cobra não te picar. – Makarov fala seriamente.
— Assim que chegamos aqui ficamos sabendo que o filho caçula do nosso vizinho foi picado por uma cobra, o pobre garoto apenas queria capinar o mato. – Porlyusica não ajudou em nada ao disser essas palavras. – Vocês vão querer capinar o mato?
— Não obrigado, deixo esse divertimento para outro dia. — Laxus recusou rapidamente. — Um outro dia que nunca vai chegar... – murmurou a outra parte.
— Vocês dois estão assustando eles desse jeito. – Layla tinha uma enorme gota na cabeça.
— Pois é, desse jeito eles vão fugir naquela caminhonete velha quem tem atrás da casa. – embora Grandine estivesse achando graça no que Makarov e a sua sogra falavam; ela não evitou de lançar um olhar preocupado em direção ao Igneel, o mesmo estava praticamente alheio a tudo.
— Estamos só brincando, os jovens daqui se divertem em uma cidade aqui perto.- Porlyusica falou mais bem humorada.
— Lá tem um bar onde eles se encontram quase todas as noites. – articulou um Makarov risonho. — Vocês podem ir lá hoje à noite, eu empresto a minha caminhonete para vocês!
— Eu ouvir o Max falando desse bar, ele me disse que é bem frequentado. – pronunciou Igneel que até então era o mais calado da mesa. — Acho que vocês vão conseguir se entreter por lá.
— Vou querer ir! – Hibiki disse para em seguida beber o seu suco de laranja.
— Não tem mais nada de legal para se fazer aqui mesmo. – Lisanna dá de ombros.
— Vamos também? – Laxus fez essa pergunta direcionado a Mirajane.
— Vamos sim. – Mira concorda com um enorme sorriso. — Depois a gente ver se a Lucy e o Natsu também vão querer ir.
— Hoje à tarde o Max vai na cidade na minha caminhonete comprar algumas coisas para fazenda. – Makarov informou. — Você poderia ir com ele Laxus, assim você pode conhecer o bar.
— Eu vou, mas posso sabe porque ele não pode ir sozinho? – Laxus indagou indiferente.
— Ele machucou o braço ontem. – o senhor Makarov respondeu com preocupação. – Sorte dele é que temos uma medica em casa. – se referiu a Porlyusica que é uma medica renomada. — Por isso acho que seria melhor ele ir acompanhado para evitar que aconteça algo no caminho.
— Como o Max se machucou? – Jude quis sabe.
— Ele disse que apenas tropeçou e caiu em cima do seu braço. – Porlyusica também demostrava certa preocupação.
— Espero que ele melhore logo, ele me parecer ser um bom rapaz. – Igneel comentou depois de tomar um gole de seu café. O ruivo não se encontrava muito alegre naquela manhã, diferente do dia anterior em que esbanjava alegria.
— Você me parece preocupado Igneel. – Jude proferiu olhando para o amigo com estranheza. – Aconteceu algo?
Todos passam a olhar para o Igneel, constatando que ele vinha agindo estranho desde a hora em que ele foi para a mesa de café, nunca tinham o visto tão abatido assim antes.
— Não é nada que devemos nos preocupar nesse momento. – Igneel respondeu seriamente. — Quando terminamos o nosso café da manhã eu gostaria de ter uma conversa com você, e a Layla.
— Claro Igneel, mas posso sabe do que se trata o assunto? — Jude indagou com a testa franzida.
— É algo muito pessoal, não posso falar aqui na mesa. – o Dragneel proferiu agora com um semblante meio abatido.
— Pelo seu semblante o assunto é sério. – Layla mencionou olhando de Grandine a Igneel, tentando de alguma forma descobri algo. Ela ficou mais curiosa ainda em sabe do que se tratava o assunto quando Grandine desviou o olhar, e passou a olhar para as suas mãos.
— E um assunto realmente muito sério que deve ser tratado logo. – o Igneel disse pegando na mão da esposa.
— Pelo visto vou ficar curiosa para sabe sobre esse assunto. – Lisanna sussurrou para si mesma. – Será que o Natsu engravidou a Lucy, e o tio Jude não sabe ainda? – desta vez ela sussurrou alto demais, atraindo o olhares de todos.
— A Lucy está gravida? – Jude indagou abobalhado.
— Porque ela não falou nada? Eu sou a mãe dela! – Layla se revoltou. – Eu carreguei ela por nove meses na barriga para que? Para ela não me contar que vou ser vovó?
— Não é sobre esse assunto que quero falar com vocês. – Igneel deu um sorriso triste. – Quem me dera fosse esse assunto...— pensou com mais tristeza ainda.
— Pelo visto o tio Igneel não quer falar a verdade.
— Lisanna aprende a segurar sua língua! – Mirajane reprende a irmã.
— Que foi? – a albina mais nova — Eu não disse nada demais.
— Desculpa tio Igneel. – Mira disse sorrindo amarelo.
— Não precisa se desculpa Mirajane. – Igneel fez pouco causo.
— Viu só? O tio Igneel não desmentiu o que eu disse, isso me leva conclusão que a Lucy tá mesmo Gravida!
— Fica quieta Lisanna! – Mira a reprende novamente. – Gente não liga para as coisas que a minha irmã fala, ela deve ter esquecido de tomar os remédios dela hoje. — Mirajane acabou deixando Lisanna indignada. — Da próxima vez eu vou me certificar se ela tomou os seus remédios.
— Mas eu não tomo reme.... Aí! – Lisanna começou, mas foi interrompida por levar um chute que a Mira lhe deu na perna.
— Fica quieta. – a Mira só faltava avança na Lisanna ali mesmo.
— Vamos ir fazer os nossos afazeres? – Hibiki pergunta. – Quanto mais rápido começarmos mais rápido terminamos.
— Não temos como escapar dessa mesmo. – Laxus fala se levantando.
Com isso todos seguiram os seus rumos, cada fazendo a sua devida tarefa que foi imposta. Lucy acordou ao meio dia, só para encontrar um Natsu dormindo todo desengonçado no sofá, ela acabou tendo que acorda-lo, pois ambos tinham tarefas a cumprir na fazenda. Com isso eles tiveram um longo dia, porém cumprindo as suas devidas tarefas com mais ânimo.
*********
Não foi difícil para eles encontrarem o bar, pois o Laxus tinha aproveitou que mais cedo tinha ido para a cidade com o Max para ir ver onde ficava o bar. O loiro só não chegou a entrar no estabelecimento, que estava fechado na hora em que ele tinha ido.
Assim que eles chegaram trataram de logo descerem da caminhonete, sobre os olhares atentos das pessoas que passeava pela local. A música country ecoava pelo pequeno estacionamento.
Hey, I've been driving all over the town
On my cellphone wearin' it out
And I've finally tracked you down
— Country? Serio mesmo gente? – Lisanna fez uma careta.
— Não começa Lisanna, sei bem que você adorou dançar country na gincana. – Mira proferiu colocando o seu braço direito em volta do pescoço da irmã. – Vem vamos nos divertir! – sorriu para em seguida puxar a Lisanna em direção a porta do bar.
— Vamos nos divertir priminha! – Laxu gritou feliz.
— Se mantém afastado de mim Laxus! – Lucy empurrou o primo quando o mesmo se aproximou dela.
— Que bicho te mordeu? – o loiro indago confuso.
— Não pensa que eu esqueci a sua brincadeirinha de ontem à noite. – Lucy se referia no susto em que ela levou noite passada, ela acabou passando acreditar que era o seu primo que a observava apenas para lhe pregar uma peça.
— Que brincadeira? – ele ficou mais confuso ainda.
— De você espreitado atrás de uma árvore parecendo que tinha incorporado Jason Voorhees! – ela respondeu enfurecida. – Ainda por cima se faz de idiota.
— Do que você está falando Lucy? – Laxus desta vez foi ignorado, ele apena pode observar a Lucy acompanhar os passos apresado do Natsu. – Você sabe do que ela está falando Hibiki? – perguntou para o loiro parado do seu lado.
— Vou sabe? – deu de ombros. — Garotas são tudo estranha, não tente entende-las que você não vai conseguir!
Hey, everybody says you're the man
The final piece to my master plan
You got my world in the palm of your hand
O bar apensar de ser simples, era uma estrutura de tamanho médio cabendo uma quantidade razoáveis de pessoas. Eles entraram no bar observando bem a decoração do local.
— Bem esse bar não é lá muito como eu esperava. – Lucy disse bem baixo, só para os amigos ouvirem.
As pinturas das paredes começavam a descascar, algumas mesas não estavam em bom estado, o chão tinha uma mancha que eles não conseguiram identificar — torciam para não ser sangue seco, ou outra coisa mais grotesca.
— Eu também não esperava por isso. – Hibiki disse franzindo a testa.
Aquele bar de longe parecia os bares que eles costumavam frequentar, mas por incrível que pareça o clima dali não poderia deixar de não ser dos melhores. Algumas pessoas dançavam alegremente em um tipo de pista de dança, duas gargalhavam escandalosamente no balcão do bar, e um casal se agarrava sem pudor algum em uma das mesas.
Well I know that you got it
Come on and just sell it
Got the cash up in my pocket
You know I gotta get it
— Já que estamos aqui não custa nada ficarmos. – Laxus grita indo em direção a pista de dança.
— Tenho a sensação que vou me arrepender dessa noite. – Lucy comentou.
— Também tenho essa sensação. – Natsu disse com toda sua frieza.
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