O amor nos une
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Sara chegou em casa do aeroporto e se sentia triste. Sabia que ele iria partir, que iria "deixá-la" novamente, era um homem maduro, com responsabilidades, não podia simplesmente jogar tudo pro ar. Por mais que tivesse motivos pra ficar.Foi direto pro chuveiro, tomar um banho bem quente, e tentar relaxar.
Com a água descendo pelo seu corpo, deixou que as lágrimas caissem junto, era tão difícil ficar longe dele, seriam 6 longos meses!
Saiu do banho se vestiu e foi pra sala, ligou a TV mas não sentou para assistir, partiu para cozinha procurar o que comer, por mais que estivesse um pouco enjoada tinha que tentar comer.
A lembrança do beijo vinha na sua cabeça a todo momento, e sempre desejava que ele desistisse de tudo e voltasse para ficar com ela, dizer que terminar o namoro foi uma grande burrada e que nunca mais iria embora. Doce ilusão, isso nunca aconteceria....
Sara foi tirada de seus pensamentos quando ouviu a campanhia tocando, levou um leve susto, e por um momento imaginou que era ele, suas pernas ficaram pesadas, o caminho até a porta nunca foi tão longo.Respirou fundo e abriu a porta sem nem ao menos olhar quem era.
GS: Oi Sarinha!
SS: Greg! É você! — falou surpresa
GS: É.... — faz cara de confuso — Tava esperando outra pessoa? Posso voltar outro dia.
SS: Não, imagina, pode entrar — e da espaço para que o garoto pudesse entrar.
Greg caminhou até o sofá e sentou, Sara fechou a porta devagar, seu único fio de esperança foi por água abaixo, se virou pro garoto e sorriu com simpatia.
GS: Desculpe, sei que está tarde, mas queria ver como você e o bebê estão!
SS: Tudo bem Greg!
Caminha até o sofá e se senta ao seu lado.
SS: Bom, nós estamos bem! Catherine que te mandou aqui ne! — diz desconfiada.
GS: Na verdade foi sim, eu estava mais perto do seu apartamento...
SS: Sabia!
GS: Grissom mandou ficarmos de olho...
Sara solta uma gargalhada.
SS: Sabe que não preciso de babá ne? To bem grandinha até.
GS: Sei, mas ordens são ordens! — fala se fingindo de sério — bom agora que sei que estão bem, tenho que ir! O laboratório me espera.
SS: E como está o laboratório sem mim?
Sara tinha pego a semana de folga.
GS: Hoje tá bem tranquilho — se levanta e caminha até a porta — mas o Lab fica um lugar muito triste sem a sua presença — usa um tom sedutor.
Sara sorri e o segue ate a porta.
GS: Sarinha... não fica triste, jajá ele volta! E nós estaremos sempre aqui, com você!
SS: Obrigada Greg! — dá um abraço no garoto, que retribui.
Quando retornou a cozinha comeu um sanduíche natural, e foi pra cama, se sentia tão cansada, que logo que se deitou caiu no sono.
...............
2 Meses depois....
Era de manhã, fim de turno, Sara caminhava pelo corredor do Laboratório em direção ao estacionamento, sua barriga de 4 meses já era bem visível. Seus amigos iam tomar café juntos, mas seus olhos pesavam tanto, precisava ir pra casa, descansar o máximo que desse, já que naquela tarde iria ao médico.
Seguia pra casa dirigindo cuidadosamente, parou num sinal, quando ouviu o barulho de uma grande freada e um pequeno impacto em seu carro.
Seu corpo foi pra frente, mas o cinto lhe segurou, foi tão rápido que ela nem soube dizer o que aconteceu, quando olhou pelo retrovisor viu que um carro havia batido em sua traseira.
A pesar do susto estava bem, nada tinha acontecido com ela e com o bebê, mas logo desceu do carro pra ver se o outro condutor teria tido a mesma sorte.
Caminhou até o outro carro e viu um movimento dentro do mesmo, não conseguia identificar nada através da película escura, então bateu na janela do motorista, já que estava fechada, enquanto a pessoa baixava o vidro Sara olhou mais ou menos como estava seu carro.
Um homem ao descer do carro foi logo pedindo desculpa, e se explicando.
H: Moça me desculpe! Fui desviar do cachorro e acabei batendo em você! Você está bem? Se machucou? — perguntou preocupado.
Sara se virou e o que viu agradou seus olhos, um homem alto, bronzeado, olhos castanhos claros, cabelos pretos, vestia um jeans azul e uma camisa social branca. E logo reconheceu o homem, era seu médico!
SS: Estou bem, na verdade quem levou a pior foi seu carro. — aponta para o para-choque.
TM: Noooossa! NÃO ACREDITO — o homem parecia irritado.
Sara entendia o por que, ao contrário de seu carro, o dele estava novinho, ela chutaria menos de um mês de uso. Só achou estranho que ele ainda não tinha lhe reconhecido.
O homem olha pra Sara e apontando pro "estrago" e afirma o que ela imaginava.
TM: Comprei semana passada — ele diz com um sorriso amarelo.
SS: Sinto muito...
TM: Mas não se preocupe! Pagarei seu prejuízo Sara.
"Enfim ele me reconheceu" — Pensou ela
TM: Leve na oficina e me liga para que possamos acertar tudo! Você tem meu cartão certo? — Sara concorda — Agora me desculpe! Realmente tenho que ir, tenho algumas pacientes para atender.
SS: Tudo bem Dr Miller! Entrarei em contato!
O homem caminha até o carro e segue, Sara faz o mesmo.
Alguns minutos depois chegou em seu apartamento e caiu na cama. O cansaço tinha vencido!
O barulho do despertador lhe acordou, após apertar algumas vezes a opção " soneca " olha o celular e vê que tem que levantar, para não chegar atrasada. Separou um vestido de pano leve, florido que ia até a altura de seus joelhos, e seguiu pro banho.
Lavou os cabelos e na hora de esfregar o corpo conversou com seu bebê, alisando a barriga.
" Mamãe quer muito saber se você e um menino ou uma menina, não esconda na hora da consulta meu amor! "
Saiu do banho, se vestiu e seguiu para o consultório. Estacionou rapidamente e foi ao encontro da recepcionista, depois de "registrar sua chegada", sentou e aguardou que o médico a chamasse.
TM: Sara Sidle.
Sara se levantou e seguiu para a sala da consulta. Entrou e como de costume fechou a porta, seguiu até a cadeira e sentou-se.
Conversaram sobre a Gravidez, como Sara se sentia desde a última consulta e seguiram pra onde iria fazer o ultrassom, enquanto ele arrumava a sala, Sara foi se trocar, colocar a roupa da clínica.
Se deitou na máquina e logo sentiu o gel gelado se espalhando.
TM: Então Sara, pronta pra ver o sexo do bebê?
SS: Claro! — responde animada
Enquando manuseava o aparelho na barriga de Sara, tentou puxar assunto.
TM: Seu namorado não quis vim?
Sara estranha a pergunta, mas lhe responde normalmente.
SS: Não, na verdade não tenho namorado.
TM: Ah me desculpe!
Sara por um estante pensou ter visto um sorriso em seus lábios, mas não disse nada.
TM: Olha — aponta pra tela — esse é o pesinho do seu bebê!
Sara olhava atentamente para a tela, queria ver cada detalhe, tudo que fosso possivel.
TM: Essa e a cabecinha.Sara se emocionou ao ver aquilo, logo seus olhos encheram de água, e um sorriso bobo brincava em seus lábios, estava totalmente encantada pelo o que via.
TM: E agora chegou a hora, vamos ver se é uma menina ou menino.
O coração dela acelerou, e se preparou pra ouvir o médico, não tihha uma preferência, o que vinhesse seria muito amado!
TM: Parabéns mamãe é uma princesinha que está chegando...
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