O amor começa
23 Meu namorandinho fofo!
Notas iniciais
Pov. Autora
Logo depois de ter conversado com Mili, Mosca foi até a sala de Carol. Queria permissão para ir á praça com Mili. Ele bateu na porta, e ela disse:
– Entra! – disse, e ele entrou. – Oi, Mosca. Tudo bem? O que você quer?
– Estou bem sim Carol. Só queria saber se posso ir à praça com a Mili?
– Pode sim. Mas tomem cuidado, e não cheguem muito tarde.
– Pode deixar. Valeu Caro l- ele disse se retirando da sala.
Pov. Mosca
Depois de ter conversado com a Carol, fui procurar Mili para dizer que ela nos deu permissão de ir á praça. Achei-a sentada na sala lendo um livro, e ela parecia bem interessada, mas a interrompi e disse:
– Amor, a Carol deixou. Vamos?
– Vamos sim. Só vou me arrumar, não demoro muito — ela me deu um selinho e saiu.
Fui me arrumar também. Tomei um banho e me troquei, nem demorei tanto. Quando desci, Mili ainda não estava lá. Sabe como mulher é. Fiquei um tempo esperando, e depois de dez minutos ela desceu. Magnífica como sempre.
Look da Mili: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=118789147&.locale=pt-br
Pov. Mili
Depois de ter falado com o Mosca, subi para me arrumar. Quando fiquei pronta, logo desci. Ao cheguei ao topo da escada, Mosca ficou me olhando hipnotizado, com isso devo achar que estou bonita, mas não custa perguntar.
– O que foi Mosca? – perguntei.
– É que você está linda. Na verdade, você é linda- tem namorado mais fofo que esse? Acho que não.
– Obrigado. Você também está um gatinho — falei. E não estava mentindo, ele realmente estava um gato.
– Valeu amor. Então vamos? – ele me perguntou.
– Vamos sim.
Pov. Bia
Aqui no orfanato está um tédio. Se pelo o menos eu ainda estivesse com o Duda. Para Bia, para. Esquece ele, você não gosta mais dele, você... Não adianta, eu ainda gosto muito dele, e todos os meus esforços vão falhar. Eu não consigo esquecer de tudo que tivemos, ele ainda está vivo na minha mente, e também no meu coração. Penso nele toda hora, e a cada dia meu sentimento por ele cresce.
Estava pensando no Duda quando de repente sinto uma mão no meu ombro, e me viro rapidamente assustada.
Esse não morre cedo.
– Duda, que susto! O que você tá fazendo aqui? – perguntei.
– Eu vim falar com você — o que será que ele quer?
– Eu não quero brigar Duda. E se você veio arranjar confusão, é melhor ir embora- disse.
– Eu não vim brigar, só quero conversar- vou acreditar sim.
– Sei, você vem conversar, e a gente acaba brigando, eu... – estava falando, mas ele me interrompeu.
– Eu te amo Bia. Eu sei que a nossa convivência é difícil, mas o meu amor por você é muito forte. Eu não consigo te esquecer, e... – desta vez, foi eu que o interrompi.
– Duda, agente sempre briga, discute. Não sei se isso vai dar certo — falei.
– Me dá mais uma chance, só uma. Nós nos amamos, eu te amo — eu estava sentada em um banco do pátio, e ele ao meu lado. Depois de terminar a frase, ele veio se aproximando de mim. Seus olhos me fitavam. Sua boca cada vez mais se aproximava da minha. Nossas respirações já estavam ofegantes for causa do nervosismo. Quando ele já estava bem próximo, disse: — Eu te amo!
Depois disso não consegui resistir. Nossos lábios se selaram em um verdadeiro beijo de amor. A maciez de sua boa me confortava. Ele me beijava tão apaixonadamente, segurando em meu rosto. Aquele beijo estava perfeito, e meus sentimentos estavam a mil. Aos poucos o beijo foi se aprofundando, e o amor aumentando.
Quando paramos, nossos olhos se encontraram. Ficamos lá, parados sem fazer ou dizer nada, apenas nos olhando. Resolvi quebrar o gelo falando:
– Eu te amo!
– Volta a namorar comigo? – ele perguntou. Que fofo!
– É claro que eu volto seu bobo- disse e depois ficamos ali, aproveitando o momento.
Continua...
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