O Vírus
6 Novamente
Notas iniciais
Raivosos, pegamos um helicóptero ali perto, e partimos, mas para onde aquele desgraçado foi? Eis a questão, todos atrás de um antídoto que cure o vírus e faça os zumbis voltarem a vida, vida de verdade, Laysla era boa em geografia e cálculos, ela simplesmente e facilmente descobre para onde Lazy, ou "Monster" foi, não era certeza mas, acreditamos nela e fomos novamente para Tókio. Rumo a Tókio, Japão, no meio do caminho os jovens começam a passar mal.
– O que está acontecendo com vocês? — Pergunto.
– Nós passamos mal quando ficamos muito tempo sem comer, precisamos de qualquer coisa! — Diz Jean.
Aterrissamos o Helicóptero à uns 8 metros dali, novamente em um posto, Jack e Laysla saem do mesmo e vão até aquelas lojinhas que ficam em postos, e pegam alguns alimentos, na volta, surpresa, deviam ter uns 200 zumbis ali, Laysla joga uma garrafa de energético que tinha ali, eles dividem e bebem rapidamente, descem do helicóptero armados, Laysla e Jack jogam os alimentos no chão e correm para a multidão de zumbis, os resto faz o mesmo, era machadadas na cabeça de zumbis, socos, chutes, bicudas, tiros para todo lado; pego a M4A1-Custom que eu carregava, empurro um zumbi pela cabeça com um pancada da arma na cabeça dele, atiro no corpo, dou um coice atrás, atiro em tudo que estava atrás de mim, não damos conta de todos, então saímos correndo, jogamos uma granada dentro do helicóptero, os dois explodem, exterminando todos o zumbis. Continuamos correndo até amanhecer, mais uns 50 zumbis agora, todos atiram ao mesmo tempo e acabamos com todos, ali tinham veículos o suficiente para todos, nós pegamos, e dirigimos até Tókio, procuramos o lugar mais isolado ali, achamos, era um lugar abandonado, mas bem cuidado, entramos pelos portões e ali estava veículos com o símbolo da empresa de Monster, e por ali, os sócios dele, eles cercam a gente, nós abaixamos as armas e levantamos as mão.
– Antes da matança, que tal um negócio? — Pergunta Laysla.
– Que negócio? — Responde um dos caras do Monster.
– Vejo pela cara de todos que estão sendo forçados a fazer essas coisas para Monster, não é?
– Como sabe?
– Sou boa em adivinhações!
– Mas qual o negócio?
– Se juntam a nós, e vocês tem uma vida normal de volta.
– Eu aceito, já não sei o resto.
Todos eles aceitam também e cercam o local para Monster não fugir do mesmo, nós entramos com as miras apontadas para ele.
– Me acharam, mas não vão me pegar. — Diz ele e sai correndo pela porta traseira do local.
– Hoje não sr.! — Diz um dos caras que trabalhava para ele.
– Mas o que?
Vamos atrás dele, Erick dá um mata-leão nele e ele desmaia, pegamos os antídotos de cura, fervemos, e eles viram vapor pelo ar, curando o mundo, o céu clareava, plantas voltavam a ser verdes, tudo igual a antes.
– Eu disse que conseguiríamos. — Digo eu.
– Sabe o que mais conseguimos? — Pergunta Laysla e todos respondem que não. — Nós conseguímos uma nova família, são famílias que trabalham juntas cooperando assim, nós se ajudamos, não deixando nenhum ir, nós ajudamos a todos, somos uma família.
Todos gritam comemorando e caem sentados e cansados no chão.
– Vamos para casa, "família"! — Diz Jean, eu rio e o abraço, os outros vem para perto, aliás, todos vem para perto e se abraçam.
Se passam 2 anos, todos morando juntos, tudo reconstruído, vida nova, era a mesma data em que tínhamos salvado a humanidade, quando caía está data, sempre fazíamos festa para comemorar, Laysla e eu ficamos juntos, o resto achou a pessoa de sua vida, mas mudamos de emprego, fomos todos contratados para o exército americano.
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