- S.O.S, S.O.S, avião caindo, avião caindo, alguém na escuta? Responda por favor! — Gritava da cabine da aeronave um único piloto, todos em desespero dentro do avião, principalmente eu, deixaria meu filhos e minha mulher ser tomados pelo vírus nos Estados Unidos, e sabia que eu não estaria lá para protege-los como conseguisse, eu já estaria morto, sem ver eles a 12 anos, deixei de morar com eles quando fui aceito em um laboratório cientítico na Inglaterra, quando o vírus tomou o a Inglaterra, saí o mais rápido possível de lá quando soube que aquilo podia tomar o mundo, mas foi nesse dia que a aeronave onde eu estava caiu. — Avião caindo, respondam, respondam, S.O.S, S.OS! — E foi então que a aeronave caí, de 524 pessoas dentro da aeronave, só eu sobrevivo, mas o que faria? Estava no meio do nada, sinal de celular ali? Não pegava, mas o vírus ainda estava se espalhando na Inglaterra, quando ainda estávamos no avião, recebemos a informação de que 8 pessoas e 10 cientístas apenas estariam vivos lá, o vírus estava se espalhando rápido de mais, pensei que não teria chances de encontrar minha família a tempo, ou eu, ou eles morreriam antes. Mas sai do avião sangrando, cheio de aberturas, caí ali no meio do nada, e desmaiei, por uma hora e meia, quando acordei estava em um hospital nos EUA, 2 fugitivos do vírus me tiraram do meio do nada, e me levaram aos EUA, até um hospital, já acordado, com pontos onde havia feito as aberturas, curativos, e tomando soro, um médico me explica o que havia acontecido, já sabiam quem eu era, eu ainda teria meus documentos comigo, ele me avisou que o vírus já tinha se espalhado pelo mundo em tão pouco tempo... Meio tonto ainda, me levanto rapidamente:

- Então quer dizer q-que... Meus filhos, minha mulher... Mortos?

- Acalme-se Loan, sua filha e sua mulher estão no hospital, vou dar a permissão a eles para entrarem. — Então o médico chama minha mulher e minha filha, eles entram, e eu fico feliz em vê-los, mas nem tanto, eu tinha um filho e uma filha:

- Ah, que bom ver vocês! — Abraço as duas. — Mas, cadê o Jean, meu garoto?

- Ah, é que, sinto muito amor, mas... Jean foi pego pelo vírus e... Morreu! — Fico assustado de queixo caído, Jean tinha apenas 2 anos quando fui embora, era para ele ter no momento 14 anos, era muito apegado a mim, fui forte e tentei não chorar no momento, mas uma lágrima cai, e eu não resisto, minha mulher e minha filha me abraçam.

- Mas e vocês duas? Estão bem?

- Eu estou papai, mas a mamãe está dodói, está doentinha, mas vou cuidar dela! — Responde minha filha Jolie, falando que sua mãe teria pegado o vírus, me deu uma dó imensa, era apenas uma criança inocente, não sabia que aquilo era muito grave e sua mãe estaria morrendo aos poucos, ela tinha apenas 4 aninhos!

- Filha, poderia aguardar com o médico ali fora? — Minha esposa fala com voz tensa e chorando, e minha filha se retira dali. — Eu peguei o vírus, mas não fui tão infectada como Jean, ele morreu na hora, eu estou morrendo aos poucos, tenho até o fim do dia para ficar com vocês! Loan, apenas prometa que irá cuidar da nossa filha?

- Mas eles não tem uma...

- Apenas prometa Loan!- Interrompe Claire, minha esposa, já sabendo que eu iria perguntar sobre uma cura.

- Está certo, eu prometo! — Minha mulher com lágrimas no rosto dá um sorriso e o médico ali pede para a mesma se retirar, avisando que o paciente (eu) faria uma cirurgia para retirar as lascas de ferro que teriam entrando dentro de mim, quando o avião caiu; ela se retira.

Ali entram mais médicos e me dão anestesia para fazerem a cirurgia. 42 Minutos após a cirurgia, acordo sem as lascas, e me levanto, uma médica ali me dá alta e:

- Sinto muito Loan, muito mesmo! — Diz a médica.

- Como? Do que está falando? — Digo assustado.

- Sua esposa, faleceu 17 minutos após termos começado sua cirurgia!

- Mas ela disse que teria até o fim do dia! — Falo extremamente assustado.

- Nós à dissemos para mante-la menos assustada.

- Mas poderiam ter falado a verdade a ela! — Falo no momento nervoso.

- Desculpe-nos Loan.

- Tudo bem, ela iria morrer assim mesmo. — Sendo forte, não choro. Vou até o banheiro do quarto do hospital, e troco de roupas, saio do quarto do hospital e pego minha filha, e vou a um quarto mais ajeitado com Jolie para dormirmos ali, já que o vírus estaria espalhado por todo o mundo, só teríamos a escolha de permanecer ali.

Era noite, 22hrs, minha filha já teria dormido, me levanto dali, saio do quarto e vou até o laboratório do hospital, ali estariam estudando o vírus, ele era causado pelo o que, poderia haver alguma cura? Chego no laboratório e como cientísta, ajudo o pessoal que estava ali com a cura e o que fosse preciso durante aquele vírus... Ficamos nos estudos até as 06hrs da manhã, saímos dali para descanso, vou até o quarto onde minha filha estava e vejo-a acordada com um livrinho infantil de princesas, ela me vê:

- Papai, cadê a mamãe, por que você não estava aqui quando acordei? — Fiquei paralisado sem reações.

- A sua mamãe foi pra um lugar muito lindo, igual a das princesas, ela está muito feliz lá! — Respondo com uma desculpa. — E eu fui levar ela até lá!

- Por que ela não me levou junto, papai?

- Ela falou que quando ela conseguir, ela vem te buscar.

- Papai, por que não me acordou pra ir junto levar a mamãe?

- Você estava dormindo igual um anjinho, papai não queria te incomodar.

- Tá bom papai. Estou com fome. — Pego Jolie no colo e vou até a lanchonete do hospital, nós se alimentamos, e se retiramos dali, deixo minha filha com a médica que teria me dado a notícia de minha esposa, e volto ao laboratório do hospital.

Fico ali sozinho estudando por volta de umas 2hrs, não consigo nada, após isso, voltam todos as pessoas que ali estavam antes estudando junto a mim, todos tensos estudam, e estudam, e estudam mais, chega a noite, 20hrs, e ninguém consegue nada. Saio dali e vou pegar minha filha com a médica, vamos até o mesmo quarto anterior e dormimos ali.

Acordo faltando 10 minutos para às 22hrs, vou até o laboratório, e eu e o resto do pessoal estudamos o vírus. A mesma rotina todos os dias.