O Vizinho
36 Capitulo 36- Dor.
Notas iniciais
Pov Katherine
Afs! Estava ainda brava com o Stefan, fui para a sala e me sentei o professor já tinha colocado as provas nas carteiras, depois de todos Stefan entrou na sala de aula:
– Por que seu rosto está vermelho? — pediu o professor
Ele me olhou com cara feia.
– Acho que foi o... sol. — disse ele.
– Ata. — o professor ficou meio desconfiado.
Um tempinho depois começamos a fazer a prova, quem terminava ia saindo da sala terminei e sai logo em seguida Bonnie:
– O que aconteceu com o Stefan? — pediu ela.
– Não sei Bonnie. — tentei mudar de assunto.
– Katherine Pierce, eu vi a cara que ele olhou para você. — ela tentou se fazer de brava, segurando o riso.
– Eu dei um tapa na cara dele. — disse indo ao bebedouro.
– Mas por que? — disse ela me seguindo.
– Ele esqueceu o atestado do Damon, agora ele não poderá fazer a prova nem recuperação nem nada. — disse ficando com uma raivinha de novo.
– Putz! — fez ela.
Escutamos a porta da sala abrir e olhamos pra ver quem era, era Stefan.
– Pede desculpas. — disse Bonnie.
– Eu não. — disse.
– AGORA!! — Ok.
– Ok. — e sai.
– Hãm... Stefan, posso falar contigo? — pedi.
– Uhum. — respondeu sem me olhar.
Me sentei ao seu lado e comecei.
– Bom... eu queria lhe pedir desculpas por hoje mais cedo, e pelo tapa... sabe eu estava com raiva, por que todos sabem que o Damon é péssimo em Física e você me faz isso, então eu sou meia estressada e não me segurei, me desculpa? — pedi.
– Claro, eu entendo, acho que não conseguiria ficar bravo com a minha best. — disse ele e sorriu, abracei-o.
– Nossa, magoei agora. — escutamos Bo falar.
– Por que? — pediu Stefan.
– Ela é sua best? E eu? — disse ela fazendo bico.
– Ah Bonnie, você também é minha best. — disse ele, se levantando e abraçando-a.
– Ain que lindo vocês juntos, mas... acho que não. — escutei a voz de Caroline. — Hã, Katherine, acho que terá uma surpresinha hoje há tarde. — disse ela saindo.
Mas o que ela está aprontando?
– Caroline, pode fazer a surpresa que você quiser, não estou nem ai pra você o que vem de baixo, não atinge.
– Ah, ótimo saber, vou lá na sua casa hoje... ver o Damon. — ela saiu.
– Ela que tente — disse para mim mesma.
Pov Damon
A gente vive reclamando da escola, mas quando está em casa não tem nada pra fazer, já tinha ido no computador, já tinha assistido um jogo, já tinha feito tudo, e nada, até brinquei com os cachorros.
Isso que estava mega cedo, eles estão na primeira aula ainda.
Acho que vou fazer um lanchinho e assistir.
Fiz café, mas enchi a xícara de mais então tinha que andar com cuidado até o sofá.
Consegui chegar lá.
– DROGA! A Kat vai me matar. — sim, eu tinha derrubado caf´no tapete favorito dela o no sofá, e aquele tapete manchava com qualquer coisa.
Tentei dar uma limpadinha sem sucesso, peguei o sofá e puxei até esconder a mancha.
Sentei no sofá e comecei a comer quando sinto uma dor muito forte no estômago, bem onde eles haviam me chutado.
Ai...
Pov Katherine
Voltamos para a sala e o professor começou a entregar as provas, ufa! Valeu a pena estudar tirei A!!!!!
– Tirou quanto? — pediu Bonnie
– A e você? — pedi.
– Também, tirou quanto Téfi? — pediu Bonnie, ela era o tipo de menina que gostava de saber a nota de todo mundo.
– B, fez careta. — Hehe.
– Mas B é bom Téfi. — disse animando-o.
– Ta né.
O resto do dia passou bem rápido. Não via a hora de chagar em casa.
– Ain, hora de ir pra casa!!! — disse Bonnie guardando os materiais.
– Nem fale. — disse.
Sai da sala e peguei meu carro, quando cheguei em casa me surpreendi com o Damon deitado se queixando de dor.
– Meu Deus, Damon o que aconteceu? — pedi correndo até ele.
– Não sei, começou a doer o meu estômago. — disse ele. — ai ai...
– Calma Damon, respira. — disse, meu Deus o que eu faço? — vou ligar para a ambulância.
– Não precisa, já vai passar. — disse ele.
– Desde que hora você está sentindo isso? — pedi.
– Ai ai... Não sei ( gemido de dor) acho que só uma meia hora depois que você saiu, uma hora sei lá ( gemido de dor).
– Meu Deus!!! Por que não ligou, SMS, sei lá... você fez algum esforço físico?
– Você estava em prova, não, eu não fiz nada. — disse ele quase chorando.
Mas não é possível doer tanto, deve ter feito algum esforço muito esforçado, ok, isso foi totalmente imbecil.
– Ok, calma e respira. — disse.
– Ai Katherine, me ajuda! — disse ele.
Liguei pro hospital.
– Calma eles já estão a caminho.
Continua...
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