Notas iniciais
Pessoal a saga últimos dias na realidade é grande e o certo seria dividir em duas partes, mas meu revisor ta picotando da forma que escrevi então espero que gostem

Sentindo uma brisa fria no rosto, sinto algo a pesar em minha cabeça, porem a fadiga é grande demais para conseguir me mover para ver o que realmente está pousado em minha cabeça, mas tem algo estranho, mesmo com a fadiga chegando ao ponto do desmaio eu me sinto relativamente ‘‘bem’’ se comparado ao momento que cai e lembrando bem normalmente eu sentia mais dores no pós treino do que no treino em si, então será que esse negocio vai continuar ai por muito tempo.... quem sabe

(O Cara) AHHHHHH.

Tentando me levantar solto um jubilo de dor, porém não adianta.... é, esse era o resultado que seria mais plausível, mas parece que o que está em minha cabeça deu uma leve mexida e agora está se movendo levemente tentando achar a posição inicial em que se encontrava.

(O Cara) Agora vai AHHHHHHHHH.

Colocando uma mão no chão ela.... despenca.....bom o importante é que não quebrou o braço e sinto um movimento estranho em mim parece que algo desceu para minhas costas.

(O Cara) Pelo menos agora não estou mais com minha cabeça em terra.

Tirando minha face do chão começo a observar o local que me encontro, mas como tá escuro não enxergo merda nenhuma.

(O Cara) Bem não poderia piorar.

E assim com essa única frase clichê iniciou a merda da chuva.

(O Cara) AHHH Merda.

Bem pelo menos acho que vou conseguir agora me levantar meu corpo já que tá um pouco molhado né(não sei qual sentido isso tem, mas estou na expectativa).Começando novamente o movimento de levantar noto que algo está preso nas minhas costas como se fosse uma garra arranhando minha pele, continuando o movimento o ser que parece estar preso em minha camisa aperta ainda mais as garras, bem pelo menos não está tentando me matar então estou no lucro, agora com pensamentos positivos o cara tenta retornar o movimento só que dessa vez ele usa a espada que caiu a sua direita após o desmaio e segura o cabo dela para tentar erguer um pouco.

(O Cara) AGORA VAI AHHHHHH.

Gritando novamente ele tenta se levantar no chão, mas não é bem isso o que ele esperava ao tentar levantar, porque acabou caindo porem conseguiu virar de barriga para cima.

(O Cara) O que é isso?

Olhando para o pequeno animal que saiu de suas costas ele...não observa nada....

(O Cara) Hoje tudo está a meu favor até esse escuro e essa chuva que não para.

Porem seus olhos começam a se acostumar com a escuridão e com isso ele nota a presença desse famigerado roedor um filhote de capivara.

(O Cara) Bem ainda bem que não estou embutido em um ambiente propenso a aparição de ursos...então é só um filhote de capivara, menos mal.

Olhando mais profundamente ele vê as estrelas que brilham como jamais viu, seus olhos fascinados com tanta beleza acabam por perder o foco pois a capivara está indo embora.

(O Cara) Ah, queria conseguir sair do chão, mas estou vendo que não vai ser tão possível quanto pensei que seria.

Agora com a tensão baixa, ele percebe o real estado que se encontra, um rapaz com fome, com frio, com sede, fadigado e sozinho.... sozinho no escuro.... e sozinho.

(O Cara) A não...não.... NÃO

Um dos meus maiores medos o escuro algo que enfrento dês de minha infância quando era pequeno não conseguindo saber o que realmente me aguardava nesse meio.

(O Cara) Vai dar tudo certo, ele bate em seu rosto, fica calmo é só um escurinho

Mesmo falando que isso não é nada ele começa a ouvir sons das arvores que deixam ele com muito medo e ao olhar mais ao fundo ele observa dois olhos vermelhos o observando

(O Cara) É minha paranoia.

E os olhares parecem estar chegando mais perto, ele intuitivamente fecha os olhos e algo lhe vem a memória ,se eu comparar o peso de levar toda a população a permanência da vida sem que ninguém saiba com o medo de escuro isso é fichinha, e com essa reviravolta que poderia ser uma superação intrigante se tornando algo simples ele diz:

(O Cara) Cho Cho bichano

Mais ao notar o que realmente se aproximava ele percebe que não era algo comum, por que cargas raio eu não uso o [Analisar] eu podia ter utilizado ele mais vezes, então decidido a [Analisar] o animal ele encara para ele e pensa em [Analisar].

[Nome]: Alce [Raça]: Alce [Level]:0.59

[Força]: 3.4 [Constituição]: 2.38 [Velocidade]: 1.9

[Habilidades]:Atacar (Level 0.9), Resistência física (0.53)

(O Cara) Bem é só um Alce........Pera um alce o que ele tá fazendo aqui, uma floresta desse tipo não é o habitat natural desse animal.

Olhando de uma forma estranha para esse animal com um porte que ele diria ‘‘bem maior que eu’’, acaba por se notar a fixação do olhar do alce nele.

(O Cara) Eu não entendo muito de reino animal e tals, mas se eu não me engano ele não é agressivo a seres humanos.

(Mente) Mas essa foi sua maior burrada pois os alces são extremamente territorialistas, sendo que viu em um documentário a 3 anos atrás e não lembra desse fato.

(O Cara) Aonde tu foste porra? Me largou sozinho, tu não sabes o que passei

(Mente) Sei sim fiquei te observando.

(O Cara) Seu....

Ao iniciar sua frase o alce nota que seu adversário está distraído e corre em um avanço no cara que continua no chão nervoso com Mente, porém a reação foi um pouco tardia pois ele notou a investida do alce quando já estava perto dele porem já era tarde demais, porque em seu ato de desespero por estar fadigado e deitado no chão ele simplesmente rola porem seu braço direito acaba por ser pisado por uma das patas do animal.

(O Cara) AHHHHH, MERDA!!!

(Mente) LEVANTA, VAI FICAR COMENDO MOSCA ATÉ QUANDO?

Pela adrenalina no momento ele ainda consegue sentir ainda um pouco do seu braço e em um ato de desespero ele coloca uma de suas pernas dobradas e consegue ficar com uma perna dobrada e outra de joelho no chão.

(Mente) ANDA PORRA

(O Cara) Não foi tu que ficou a tarde inteira treinando para nada.

(Mente) DEPOIS A GENTE CONVERSA ANDA!!!

O alce notando que sua presa está ferida e está ‘‘pseudo’’ ajoelhado no chão, agora com seus chifres abaixados em direção ao peito dele ele avança novamente. O cara tenta se levantar agora sendo tudo ou nada, com o peso da morte circundando ao redor dele ele tenta de qualquer maneira arranjar forças para se levantar, tirando o joelho do chão forçando a subida com as mãos ele .... cai novamente pois seu braço direito dói tanto que ele deixa escapar a mão de seu joelho.

(Mente) TU É PARAPLEGICO POR ACASO?

(O Cara) ESTOU DOLORIDO NÃO TA VENDO

Vendo que não teria chances em uma luta de pé ele rola novamente para tentar alcançar a espada, mas o alce chega novamente porem ele não esperava encontrar ele caído no chão fazendo com que seu avanço com os chifres fosse em vão, mas ainda tinham seus pés, no momento em que o alce começou a passar por cima do corpo dele, ele por estar mais atento consegue desviar das patadas entretanto o alce não iria parar por ai.

(O Cara) O QUE?

O alce com seus grandes chifres segura ele pela sua camisa.

(Mente) A ESPADA!!!

Vendo a espada em seu lado ele segura com seu braço esquerdo com isso tenta erguer com somente uma mão e acaba por falhar em levantar, mas não a deixa cair no chão. O alce continuando seus movimentos o levanta do chão com seus chifres e corre em direção a árvore sendo uma questão de tempo para morte.

(O Cara) AHHHHHH.

Forçando o braço esquerdo em sua ultima força ele ergue a espada pronto para tentar utilizá-la na cabeça do alce.

(Mente) AGORA CORTE VERTICAL NESSE PORRA!!!!!!

Pensando no golpe que virei o dia treinando eu seguro a espada agora com uma firmeza que nunca tinha sentido antes e preparo o golpe porem já era tarde demais fui jogado contra a parede, ao acontecer isso meu corpo é prensado na arvore porem meu braço esquerdo sente que agora é hora e descendo a espada na vertical surge essa frase em minha mente.

[Maestria em Espadas: Level 0.12]

Corte Vertical Rank 0

Descendo a espada na cabeça do alce consigo passar pelos chifres e ela chega em seu crânio e o alce ecoa um som de amargura, mas só isso não bastou para matá-lo e ele continua a tirar da parede e empurrar de volta.

(Mente) NÃO PARA.

E novamente sinto a força do meu braço esquerdo fluindo uma aura estranha e continuo novamente.

Corte Vertical Rank 0

(Mente) VAIIIIII.

(O Cara) AHHHH.

Com os olhos vermelhos da fúria do medo da morte ele continua novamente, ele sabe que se a espada descer de novo e não finaliza-lo e com certeza morrera em vão, com seu braço esquerdo sentido já dores ele ataca com toda a fúria que resta.

Corte Vertical Rank 0

E o alce cede a postura e começa a desmontar no chão, porem não foi uma vitória pois O Cara ao cair no chão não sente mais sua coluna e seu braço esquerdo deslocou em seu último movimento. O sangue que estava em seu rosto antes parado agora começa a cair e se misturar em meio a chuva, suas costas raladas e costelas quebradas ultrapassaram as dores musculares, mas ele decide se levantar utilizando a espada que parece ter pedido um pouco do corte, ele se levanta bradando.

(O Cara) OHHHHHHHHHHH.

(Mente) Você foi bem, não achava que ia conseguir.

O Cara só ri, ele tenta se manter em pé, a dor é maior, decidido a realmente descansar se encolhe segurando sua espada colocando suas costas sobre a arvore e dorme.

(Mente) Já era de se esperar.... vou continuar a procura então.

Mente voltando a adormecer continua a procura do ser enviado pelo Grão Mestre....

Enquanto isso sai a procura de seu amigo que saiu a floresta e ao encontrar uma trilha segue ela, mas não esperava ver essa cena.

(Jorge) QUE PORRA ACONTECEU AQUI?

Notas finais
Se gostaram e quiserem comentar ou criticar deixa ai em baixo que eu leio.