Notas iniciais
Autor – Yooo minna! Como vão? Espero que tudo bem :3 Passei para falar que o episodio de hoje ta meio sem graça... Rina – Espera. Por que você fez uma pergunta se você mesmo respondeu? Mika – Por que ele pode! Ele é o autor! Rina – Quem te chamou aqui?! Autor – Eu chamei, já que ela nunca apareceu nos créditos mesmo... Isabela – E com vocês... Autor – ESPERA!!! Isabela – O que foi?! Autor – Nada não, só tava zuando! *Le Isabela lança um olhar mortal para Autor que vai andando para tras Autor – Calma Isa-chan! Isabela – Isa...chan!? Rina – Bom... E com vocês o Viajante de Animes!

Xx Dois Anos Depois xX

Eu me encontrava sentando em um banco em uma das ruas do pais das ondas. Eu me perguntava se a minha roupa era muito chamativa para a ocasião. Mas logo em seguida eu esqueci aquilo. A cada pessoa que passava na rua, ao menos duas delas tinham roupas estilizadas completamente diferentes.(roupa ac) A minha consistia no manto de Ézio Auditore, ao menos na parte de cima, ele parava antes da cintura e abaixo eu usava uma caça jeans e uma bota ninja. Nas minhas costas uma besta estava pendurada, por mais que eu tivesse uma pistola na minha perna em um coldre, eu gostava da besta. Ela era boa quando eu precisava de distancia para matar os alvos. Minha mao direita estava gelada apesar de eu estar usando luvas, ainda era de manhã. Eu tirei minha luva e soprei nela um pouco de ar quente, eu olhei para o pequeno corte que havia nela, perto do dedo mindinho. Aquilo tinha sido feito quando eu fui usar minha Hidden Blade pela primeira vez, eu acabei me cortando.

Eu recoloquei minha luva e esperei mais até uma pessoa conhecida chegar perto de mim. Ela usava uma roupa parecida com a minha mas com exceção de um cachecol vermelho no pescoço. Ela se sentou ao meu lado no banco com um sorriso abaixo do rosto coberto pelo capuz de bico de águia.

Takagi – Ohayo Mentor.

Willian – Ohayo Saya-chan.

Ela olhou em volta curiosa. Ela agora tinha um olhar mais decidido.

Takagi – Eu cumpri minha missão. O alvo deve estar vindo.

Willian – Muito bom. Você é muito boa nesse tipo de coisa.

Falei com um sorrisinho.

Takagi – Arigatou!

Willian – Talvez quando acabarmos aqui e voltarmos para casa, nos possamos ir até Kantou comer algo... O que você acha?

Ela pareceu pensativa.

Takagi – Hai, mas você paga!

Eu olhei para ela com um bico.

Willian – Mas eu sempre pago...

Takagi – O dever de um homen é pagar a conta!

Willian – Não sei quem inventou isso...

Foi quando avistei meu alvo, era um homen na casa dos 30 e poucos anos. Ele vestia um terno preto e tinha um expressão seria no rosto. Eu suspirei. Takuro Rei. Empresário, estoquista, e acima de tudo o homen que eu perseguia a uma semana. Ele controlava o pais das ondas agora que a Guerra havia acabado. Eu me levantei.

Willian – Vou iniciar minha missão agora.

Takagi – Tome cuidado. Dois guardas dele são veteranos da guerra ninja.

Willian – Obrigado pelo aviso.

Ela tinha se saído bem em sua missão. Ela como uma novata estava muito bem encaminhada para o posto de assassino. Talvez na próxima missão dela eu a acompanhasse para deixar ela fazer seu primeiro assassinato. Eu fui seguindo Takuro de longe. Eu tinha que seguir minhas próprias lições.

“Coloque obstáculos entre você e suas vitimas, nem perto demais, nem longe demais...”

Para minha sorte a rua estava enchendo rapidamente. Eu podia me mover facilmente pela multidão sem ser detectado.

“Um lamina na multidão...”

Eu podia ver que Takuro constantemente olhava para trás. Eu disfarçava geralmente me encostando nas paredes ou parando em alguma loja. Eu seguia ele discretamente. Os dois ninjas que o acompanhavam tinhas expressões preocupadas no rosto. Talvez seja pelo fato de que nos dois últimos anos grandes empresários que controlavam ilegalmente ou injustamente as pessoas ou países estiveram morrendo pelas mãos de assassinos misteriosos.

Eu continuei seguindo eles até uma parte da pequena cidade. Um armazém. Eu vi ele entrando mas os dois guardas ficaram do lado de fora.

“Droga... Como eu queria evitar uma luta...”

Eu vi que havia um tubo de ventilação do lado do armazém. Ele deveria levar até o interior dele. Para isso eu tinha que distrair os ninjas ou dar uma volta enorme. Eu decidi que não tinha tempo para voltas, eu vi algumas crianças brincando ali perto, o que me deu uma idéia. Havia um pequeno beco ali perto, eu fui até lá e fiz dois clones. Eles se disfarçaram de crianças e correram na direção dos dois ninjas. Um dos meus clones pegou uma pedra e acertou o rosto de um deles, ele ficou irado de raiva e sai correndo atrás do garoto, e o seu comparsa foi atrás. Eu dei um sorriso e rapidamente entrei no lugar pelo tubo de ventilação. Ele era um pouco menor que eu, mas o tamanho não atrapalhava a me mover. Eu fui indo até parar em frente a uma grade na minha frente. Haviam duas pessoas conversando ali.

??? – Entendo... Mas não se preocupe. Esses assassinos não são preocupação agora. Temos que nos preocupar com a Anbu de Konoha! Mas eles também não são problemas... Eu posso contrata-los inclusive...

Takuro – O que?! Não são preocupação?! Como vamos saber se eles já não invadiram nossas casas ou nossas vidas?! Que se dane a Anbu! Eu posso pagar para que eles parem de me perseguir mas esses assassinos não negociam! A prova disso é que Tamaguro não esta nessa reunião conosco!

Tamaguro era um comerciante do pais do fogo que Reynalle e Rias eliminaram. Elas realmente fizeram um ótimo trabalho.

??? – Acalme-se! Vamos esperar mais uma semana. Nossos mercenários vão achar esses assassinos. E se não acharem pagaremos a Anbu para achar.

Takuro – Muito bem então. Ah, sim... Keitaro?

Keitaro – O que?

Takuro – Dizem que eles só matam por justiça. Vê se pode uma coisa dessas.

Keitaro – Bando de burros. Isso sim. São pessoas que não sabem negociar.

Eu ouvi alguns passos e logo em seguida eu vi Keitaro sumir. Takuro pegou um cigarro e o acendeu. Eu retirei a grade com todo cuidado que pude e fui abaixadamente até as costas de Takuro. Minha lamina fez um tinido baixo ao ser engatada e eu a encravei nas costas de Takuro. Ele seu um breve grito e caiu no chão. Eu me abaixei perto dele.

Willian – Quem é esse Keitaro?

Takuro – Não vou te dizer nada assassino...

Willian – Entendo... Então vá para o outro mundo logo.

E enfiei minha lamina na garganta dele. Ele revirou os olhos, mas logo estava imóvel. Eu fechei ambos os olhos dele com a minha mão.

Willian – Vá descansar, seu tempo nesse mundo se acabou. Requiescat in Pace.

Eu guardei minha lamina novamente com um puxão no anel que havia no meu dedo mindinho. Ela fez um clique baixo ao retornar para a braçadeira escondida. Eu me virei novamente para o tubo de ventilação. Eu peguei a grade e a recoloquei no lugar enquanto saia de costas. Assim que cheguei lá em baixo eu vi que meus clones estavam esperando eu sair. Assim que eles me viram eles foram novamente para o beco e voltaram disfarçados de dois homens adultos, e começaram a arrumar uma briga com os dois ninjas. Enquanto eles brigavam eu sai rapidamente dali e fiz meu caminho até o lugar aonde eu e Takagi estávamos hospedados.

No meio do caminho eu parei e desfiz o os clones. Assim que cheguei no lugar, eu vi que ela já tinha juntado nossas coisas, eu dei um breve sorriso para ela e pegamos nossas coisas.

Xx

Depois de uma semana de viajem, chegamos novamente em casa. Eu suspirei ao ver aquilo pendurado perto da porta de entrada. Uma bandeira vermelha com o símbolo dos Assassinos estava pendurada ali. Eu dei um sorriso, mesmo que as pessoas a vissem elas não tinham como associar aquilo a nós.

Takagi – Parece que alguém fez uma nova decoração para a casa.

Willian – Por que sinto que isso foi trabalho da Reynalle?

Ela riu, juntos nós entramos na casa. Agora ela estava bem mais iluminada comparada a dois anos atrás. Fomos direto para a sala de reuniões, a antiga sala de feridos e doentes. Ao entrarmos vimos que quase todos estavam lá, menos L. Todos ali tinham uma roupa igual a de Takagi, exceto que o capuz estava para trás.

Eu vi Reynalle conversando com Isabela na mesa. Eu fui na direção dela, que ao me ver veio correndo me abraçar como era o costume dela.

Reynalle – Okaeri Goshujin-sama!

Eu dei um sorriso.

Willian – Como vai Reynalle?

Reynalle – Senti sua falta!

Assim que ela disse aquilo ela tentou me beijar, mas alguém puxou ela. Isabela estava com um expressão seria no rosto.

Isabela – Sua baka! Deixe o mentor descansar!

Reynalle – Ele vai descansar comigo!

Isabela suspirou, eu fui até ela e dei um abraço nela. Ela puxou meu capuz e me deu um beijo na bochecha.

Eu deixei elas ali e fui falar com Rias, que estava ali perto com Mika e Akise.

Rias – Okaeri Willian-kun!

Akise – Okaeri mentor!

Mika – Okaeri Goshujin-sama!

Willian – Arigatou por se preocuparem comigo! Como tem passado todos vocês?

Mika – Agora estou melhor já que meu goshujin-sama chegou!

E dito isso a cauda dela começou a se agitar animadamente. Eu não soube como reagir a aquilo. Eu dei uma risadinha sem graça.

Rias se levantou e veio até mim com um sorriso.

Rias – E Então? Como foi a missão?

Willian – Foi bem sucedida. Mas sinceramente só arranjei mais perguntas do que respostas...

Rias – Como assim?

Eu me sentei na mesa e conversei com ela sobre o ocorrido na missão.

Rias – Keitaro... Parece que temos que investigar mais...

Willian – Verdade... A onde está a Rina e o Ryusaki?

Rias – Treinando, começaram a meia hora atrás.

Eu suspirei.

Rias – Você parece bem cansado. Seu rosto está falando tudo.

Willian – Talvez. É por que eu odeio quando isso acontece. Quando a gente acha que as coisas estão próximas de um fim, acabamos em outro começo.

Rias deu uma risada.

Rias – Baka! A vida é assim! Você acabou de falar uma das maiores verdades do mundo.

Eu ri e fiz meu caminho até o lado de trás da casa. Ao sair da porta dos fundos lá estavam eles. Eu fiquei olhando eles treinando. L favorecia a Hidden Blade, já Rina gostava de combate corpo a corpo.

Eu vi eles um tentado ganhar vantagem sobre o outro. Rina deu um chute que iria acertar a cabeça dele, mas ele se abaixou e deu um rasteira nela, ela caiu no chão de costas, ele montou em cima dela e fez que ia ataca-la com a lamina. Ela pegou o braço dele e o jogou para trás. Eles se levantaram e correram paralelamente. Eles subiram uma arvore usando o chakra e ficaram lutando, pulando de galho em galho. L tinha chegado ao posto de assassino ano passado. Ele era muito inteligente mesmo com estratégias. Ele armou uma para o seu alvo, uma tão grande que acabou que ele matou junto todos os comparsas do alvo.

Rina chegou ao posto de assassina recentemente junto com Reynalle. Ambas tinham muita força e agilidade. Elas eram inteligentes e ambas provaram seu talento.

Eu soltei um assovio, ambos olharam para mim e pararam de lutar. Eles pularam na minha frente e botaram o punho fechado no peito.

Rina – Okaeri Willian-kun!

L – Okaeri mentor.

Willian – Como estao?

Rina – Estamos bem! E como foi a missão?

Willian – Foi muito bem, Takagi vai ser uma assassina e tanto. Cadê a Yzuma e a Temari?

Rina fez um bico. Desde que Temari chegou elas viraram grandes amigas.

Rina – Elas ainda não chegaram da missão. Devem chegar amanha ou depois.

Eu bocejei. Talvez fosse melhor eu dormir ou algo assim.

Willian – Ta beleza... Continuem treinando... Acho que vou dormir um pouco.

L – Okay. Oyasumi Mentor.

Eu ri e fiz meu caminho para o meu quarto. Assim que eu cheguei eu tirei meu manto de Assassino e o deixei ali perto em uma cadeira, eu tirei minha roupa e fiquei apenas de cueca e me deitei na cama. Eu suspirei antes de me virar para o lado e tentar dormir.

Eu já estava prestes a dormir quando eu escuto minha porta abrir lentamente. Alguém tinha entrado no meu quarto. A pessoas veio andando lentamente em minha direção fazendo o mínimo de barulho o possível e parou em frente a minha cama. Essa movimentação só me lembrava uma pessoa.

Willian – Como vai Yuno-chan?

Eu me virei e olhei a cara de se decepção.

Yuno – Eh?? Jurei que você estava dormindo!

Ela começou a tirar a roupa e sem cerimônia nenhuma se deitou na minha cama. Ela era linda, ainda que meio maluca, mas era linda.

Ela se deitou em cima de min, os seios dela ficaram encostando no meu peito, eu fiquei excitado mas tentei disfarçar. Ela ficou me olhando nos olhos com um sorriso.

Yuno – Não vai me atacar goshujin-sama?

Perguntou ela com um voz animada. Ela pegou meu braço e colocou nas costas dela eu fui descendo ele, eu com o outro braço livre peguei o rosto dela e a beijei carinhosamente.

Xxx

Acordei de manhã me sentindo melhor. Talvez pelo fato de eu ter tido uma ótima noite de sono. Ou talvez por eu ter dormido com uma garota linda que eu desejava quando eu era adolescente. Talvez os dois. Eu me levantei cuidadosamente, eu não queria acordar a Yuno-chan. Eu coloquei uma camisa qualquer e o meu manto de assassino junto com a calça e a bota ninja. Eu fui na direção da cozinha, ao chegar lá eu vi Yzuma pegando um pedaço de bolo da geladeira e em seguida come-lo, e logo depois tomar um gole de suco direto da garrafa. Eu observei aquilo com um sorriso.

Willian – Ohayo Yzuma-chan!

Ela me olhou com uma cara de assustada e ficou parada com a garrafa de suco na mao.

Yzuma – Er... Eu não tava tomando o suco direto da garrafa, se é o que você tava pensando!

Willian – Relaxa, você não é a única que faz isso.

Eu peguei a garrafa da mão dela e tomei um gole, ela protestou.

Yzuma – Nossa! Que nojo, eu não sabia que você fazia isso! Não tem educação não?!

Willian – Olha quem fala! Você já me beijou! Ta falando o que ai?!

Yzuma – É... Tem dias que eu me arrependo... Mas você não devia fazer isso mais!

Eu dei uma risada.

Willian – Tudo é permitido, esqueceu?

Ela me olhou fazendo um bico.

Yzuma – Assim não vale, o credo não foi feito pra isso!

Eu fiz careta para ela e peguei um pedaço do bolo da geladeira. Eu me sentei em uma cadeira e ela em outra.

Willian – E ai? Quando chegou?

Yzuma – Ontem bem de noite. Eu ia falar com você, mas notei alguns sons saindo do seu quarto e resolvi esperar até de manha.

Willian – Ah... Entendi.

Ela ficou olhando para cima por uns instantes.

Yzuma – Como foi a sua missão?

Willian – Bom... Ela foi um sucesso. Mas acabei vindo para casa com um nome. Keitaro, amigo do Takuro Rei.

Yzuma – Keitaro? Keitaro Saiken?

Willian – Conhece?

Yzuma – Talvez. Eu ouvi dizer que no pais da chuva tinha um cara, um empresário muito poderoso que estava expandindo e ganhando controle de tudo lá.

Eu suspirei.

Willian – E quais tipos de ações ilegais ele faz?

Yzuma – O de sempre. Comanda um povo que não é dele, mata, rouba, contrabandeia... Suborna os ninjas para ter acesso irrestrito.

Willian – Ele estava conversando com o Takuro antes de eu o matá-lo. Eles falaram que talvez ia contratar a Anbu para nos achar.

Yzuma – Qual Anbu?

Eu olhei serio para ela.

Willian – A de konoha...

Ela bateu na mesa com um dos seus braços invisíveis. Ela tinha essa péssima mania.

Yzuma – Mas que droga... O que a Tsunade anda fazendo?! Ela simplesmente deixa a Anbu ser contratada assim?

Willian – Claro. Afinal é um pedido de missão. Eles simplesmente falam que estão acontecendo assassinatos de políticos famosos e a Anbu vai lá e protegem eles.

Yzuma – A gente deveria investigar isso...

Eu concordei.

Willian – Eu vou fazer isso pessoalmente. Afinal, já faz muito tempo que eu estive em konoha.

Ela me olhou preocupada.

Yzuma – Mas e se Sasuke te achar?

Eu dei um sorriso.

Willian – Sou apenas uma lamina na multidão. Vou me esconder nela e cumprir minha missão.

Ela concordou com a cabeça.

Yzuma – Você vai ir junto com quem?

Eu pensei por alguns instantes.

Willian – Não pode ser a Rina-chan... Então eu vou com a Rias.

Yzuma – Tome cuidado... Ele está em um nível completamente diferente agora...

Willian – É... Eu sei.

Eu terminei de comer e fui até o quarto de Rias. Ela não estava lá. Eu fui até o banheiro havia alguém tomando banho. Eu esperei pacientemente do lado de fora. Até que ela saiu completamente vestida, com sua roupa de Assassina. Ela me olhou com um sorriso.

Rias – Ohayo Willian.

Willian – Ohayo Rias. Temos uma missão.

Ela botou o capuz, o que a deixava com um olhar misterioso.

Rias – E qual é ela?

Eu expliquei para ela o que iríamos fazer.

Rias – Então ele deve contratar a Anbu de Konoha...

Eu concordei.

Willian – Junte suas coisas, vou te esperar do lado de fora da casa.

E eu fui para o meu próprio quarto ao chegar lá Yuno se arrumava.

Yuno – Ohayo Goshujin-sama!

Willian – Ohayo Yuno-chan. Eu estou de saida para uma missao.

Yuno – Ehh??? Mas já? Você mal chegou!

Willian – É, mas o dever chama! Não se preocupe, logo eu estarei de volta.

Eu peguei minha pistola e minha hidden blade, junto com a besta. Eu prendi o coldre da pistola na perna e coloquei a besta nas costas. Eu abri meu armário e lá dentro eu peguei minha espada, uma rapier(Link da Espada). Masamune estava bem guardada, eu nao a usava mais por ela ser uma espada ridiculamente enorme. Eu geralmente não usava ela, mas essa missão talvez requeresse, e também peguei minha segunda hidden blade e a prendi no braço esquerdo.

Yuno – Mas quem vai distribuir as missões?

Willian – Ue, a Yzuma-chan também é uma mestra Assassina. Ela vai indicar o caminho. Mas você mesma deve achar seu caminho.

Eu sai do quarto e a deixei lá dentro, ao chegar do la de fora eu vi Rias me esperando, ela tinha uma espada parecida com a minha na cintura.

Rias – Vamos?

Willian – Primeiro as damas.

Falei indicando a estrada, ela deu um breve sorriso para mim. Juntos fomos andando.

8 dias depois nós estávamos as portas de Konoha. Eu observei bem aquele lugar. Eu havia deixado aquele lugar a muito tempo atrás e agora eu estava retornando.

“Acho que eu estou ficando velho...”

Muitas pessoas passavam ali perto, nós adentramos tomando cuidado para não mostrar nossos rostos.

Paramos em um lugar vazio e eu fiz um jutsu de transformação para me disfarçar, me disfarcei em um homem na casa dos 60 anos com barba e ajeitei minha voz. Nos fomos primeiro a um bar, que eu lembrava que vários ninjas ia lá. Ao chegarmos podíamos ver muitos ninjas de folga lá. Eu me virei para Rias.

Willian – Bom... Deveríamos nos dividir e investigar. No final do dia nos encontramos em frente a esse bar.

Rias – Entendido.

Eu não precisava me preocupar com ela, ela lutava muito bem e ela já conhecia a cidade por ter feito varias missões aqui. E ela habilmente não havia deixado ninguém reconhecê-la.

Eu vi algumas pessoas conhecidas ali, Inuzuka Kiba, Rock Lee, Tenten e Ino conversando animadamente em uma mesa. Eu fui até eles com um olhar cansado e meio nostálgico, mas me sentei ao lado de Kiba, que estava na ponta. Akamaru dormia aos seus pés. Eu olhei em volta mas não tinha nenhum outro lugar para sentar perto deles.

Assim que me sentei eles me olharam.

Willian – Por favor, não se importem comigo. Apenas quero descansar um pouco de minha jornada. Continuem suas conversas alegres.

Rock Lee – Por favor! Participe! Os idosos também podem!

Eu teria ficado nervoso com o comentário dele, mas assim que vi a cara de Ino por ter me deixado sentar na mesma mesa me deu uma vontade de rir.

Willian – Eu não sou tão velho assim...

Ino – Bom... Como eu ia dizendo o Shikamaru disse que...

Eu pedi um pouco de sake e fiquei ouvindo as conversas deles, até que chegaram aonde eu queria.

Tenten – Nunca ouvimos falar desses assassinos misteriosos... Quem seriam eles?

Kiba – Não faço idéia, mas estão causando vários problemas por ai...

Ino – Isso mesmo... A Sakura me falou que um empresário do pais da chuva veio até aqui pedir por proteção. Ele pagou um monte de dinheiro... Ela disse que vão colocar a Anbu de guarda costas para ele.

Rock Lee – A Anbu? O Sasuke-kun vai ser guarda costas?

Ao ouvir aquilo eu apertei meu copo.

“Droga! Não acredito...”

Eu me levantei, agora eu tinha que falar com Rias. Eu achei ela não muito longe dali conversando com um cara, que parecia meio alterado pelo sake...

Eu cheguei perto dela e coloquei a mao no ombro dela, o cara nem disfarçava que olhava para os peitos dela. Ela se levantou.

Ninja – Calma ai moça!! Fica aqui comigo!! Larga esse velho pra lá!

Juntos nós saímos do bar e assim que chegamos do lado de fora, eu vi que já estava entardecendo.

Willian – E Então? O que descobriu?

Rias cruzou os braços.

Rias – Aquele bêbado lá trás me falou que Keitaro realmente veio aqui e pediu proteção, só não sei dizer se ele ainda está aqui em Konoha.

Willian – Eu ouvi a mesma coisa... Que droga.

Rias suspirou.

Rias – Deveríamos descansar em algum lugar.

Willian – Concordo.

Juntos nós fomos procurar um lugar para ficar. Enquanto andávamos por Konoha eu me lembrava do tempo em que eu havia passado aqui. Enquanto andávamos eu via 4 pessoas andando em minha direção, 4 pessoas que eu conhecia.

Eu andei mais na frente e parei Naruto colocando a mão no peito dele.

Naruto – Quem é você?

Eu dei um breve sorriso.

Willian – Você poderia me dizer um lugar aonde eu e minha filha poderíamos passar a noite?

Naruto pareceu pensativo, Sakura conversava com Sasuke ao lado e Kakashi lia um de seus livros. Rias estava ao meu lado observando tudo.

Naruto – Eto...

Ele parecia não saber.

Sakura – O que foi Naruto?

Naruto – É que eles querem...

Rias – Queremos saber um lugar a onde nós possamos passar a noite.

Falou ela tirando o capuz e exibindo um sorriso. Naruto ficou de queixo caído, Sasuke ao lado dele tinha um olhar vidrado em Rias.

Naruto – E-e-e-e-eu....

Sakura olhou para Naruto e Sasuke, ela notou que ambos estavam afetados pela beleza de Rias. Sakura pareceu não entender e olhou para Rias. Eu vi ela olhando para os seios de Rias com a cara fechada.

Sasuke – Vocês não são de Konoha?

Falou ele ainda olhando para Rias, agora ele tinha um sorriso que eu julguei estar tentando algo com a Rias.

Rias – Não, eu e meu pai somos do leste. Vocês sabem um lugar aonde possamos ficar?

Sasuke – Se quiser eu posso indicar o caminho.

Falou ele com um sorriso, minha vontade foi de socar a cara dele.

Rias – Claro, se não for incomodar!

Sasuke logo nos acompanhou até o que parecia ser uma pequena estalagem. La era bem confortável, eles nos acompanhou até o quarto. Eu vi Sasuke tentando encurralar Rias na parede enquanto falava algo, eu chegue por trás dele e apertei firmemente o ombro dele.

Willian – Se tocar na minha filha de novo eu faço questão de arrebentar a sua cara.

Ele riu e me olhou com o Sharingan.

Sasuke – Sabe quem eu sou?

Willian – Não sei e nem quero saber. Saia daqui agora.

Ele deu um ultimo sorriso para Rias e saiu do quarto. Assim que ele saiu a Rias tirou o sorriso da cara.

Rias – Que moleque ignorante!

Willian – Ele já foi melhor. Agora é um boke...

Nós tomamos um banho separados é claro, e depois comemos algo. Quando já era bem tarde nós fomos dormir. Eu deixei que ela dormisse na cama e eu no chão.

Rias – Tem certeza? Aqui tem espaço para mais um...

Embora do fundo do meu coração eu desejasse deitar naquela cama eu não podia.

Willian – Você sabe que se alguém entrar aqui e nos ver, um pai e uma filha linda dessas dormindo juntos vão achar estranho.

Ela deu um sorriso sedutor.

Rias – Bem, você tem razão. É melhor deixar isso para quando voltarmos para casa.

Falou ela com um sorrisinho.

Eu me deitei no chão, não era nenhum pouco confortável. Mas eu preferia dormir ali mesmo.

“Vai que Sasuke aparece e tenta fazer algo com a Rias...”

Pensei tentando dormir.

Inspiraçao de hoje :3

Notas finais
Autor – Yoo minna-san! Esse capitulo foi bem fraquinho mesmo... mas é que amanha recomeçam minhas aulas e eu tive que escrever um ultimo essa semana. Ele ficou sem sal por que eu tive que forçar minha mente aos limites para tentar escrever um capitulozinho. Willian – Até eu achei esse capitulo sem graça... Autor – ENTAO VIRA AUTOR E ESCREVE A HISTORIA! *Le Willian com medo se esconde atrás do sofá. Rias – Parece que cap novo só vai ter mês que vem agora... Autor – Também não é pra tanto! Se bem... que talvez só mês que vem mesmo, de depender do meu pai...