O Viajante De Animes
29 Cap 29
Notas iniciais
Acordei de manhã me sentindo meio cansada, minha noite tinha sido “agitada”.
Eu abri os olhos e Willian dormia tranquilamente ao meu lado, ele babava. Eu dei um sorriso e limpei a boca dele com o dedo, me virei e olhei o relógio no chão, ainda era 5:15... Soltei um suspiro e tentei dormir novamente, me deitei de lado e coloquei os braços de Willian em volta de min. Eu me encostei no corpo dele e dormimos de “conchinha”. Pude sentir o “membro” dele excitado, mas eu dei um sorriso, eu tentei fechar os olhos e dormir.
Xx--- Willian---Xx
Eu acordei me sentindo estranho, tinha alguém na cama comigo... Eu imediatamente abri os olhos e pude ver uma Rias Gremory totalmente nua ao meu lado. Ela estava de barriga para cima e roncava baixinho. Me encantei com aquela visão e acabei excitado e foi só quando eu percebi que estava nu.
“Que estranho, juro que estava de cueca... Ah olha ela ali...”
Lá estava minha cueca caída do lado da cama...
“Não pode ser... Ela abusou de min enquanto eu dormia?! Droga! Por que eu não acordei?!”
Eu fiquei olhando os seios dela, eram grandes, muito grandes.
“Como uma garota de colegial pode ter peitos grandes assim?”
Minha mão coçava para pegar naquele seio. Até que pensei.
“Ah, que se foda, ela me estuprou aqui e sabe mais o que...”
Eu me posicionei de modo que ficasse em cima dela, e com uma mão eu peguei naquele seio macio.
“Kami seja louvado...”
E o outro eu lambi devagar, mas logo fui aumentando o ritmo.
Rias – O que você esta fazendo?!
Ela me olhava com uma cara de assustada, mas o rosto dela estava vermelho.
Eu dei o sorriso mais safado que pude.
Willian – Eu que pergunto. Você acha certo o que fez comigo ontem?
Eu não tinha certeza se ela realmente havia feito algo comigo, mas o rosto dela entregou, e confirmou.
Rias – M-mas você não...
Willian – Achou mesmo que eu estava dormindo?
Eu subi mais e fui até o ouvido dela.
Willian – Agora eu quero me divertir também
Lambi a orelha dela e fui descendo pelo pescoço, ao contrario do que eu previa ela não reagia, apenas gemia.
Desci novamente até o seio dela, aonde fiquei por um tempo, e fui descendo pelo corpo dela, aonde ela me obrigou a parar antes da virilha.
Rias – Não! Ainda... Ainda não estou pronta...
Eu dei um sorriso.
Willian – Você ainda é virgem não é?
Ela corou um pouco o rosto.
Willian – Ta tudo bem. Não vou fazer nada que você não queira.
“Mas...”
Eu subi novamente pelo corpo dela, enquanto ela gemia, e parei meu rosto ficando de frente com o dela.
E roubei um beijo de língua, ela me abraçou e ficamos assim por alguns minutos.
“Com certeza não deixaria Issei ficar com seu primeiro beijo.”
Depois que nos separamos ficamos deitados olhando um para o outro apenas, deixando o clima esfriar um pouco.
Ela me olhava com um brilho nos olhos. Aquilo era estranho...
Willian – O que foi?
Rias – Eu gosto de você Willian.
Foi como um avião caindo e batendo no solo e explodindo.
Willian – Ah... Err ... eu não ouvi direito, você pode repetir?
Ela deu um sorriso e chegou mais perto e me beijou de novo, um beijo... Apaixonado.
Rias – Eu gosto muito de você Willian.
Eu não soube o que dizer em seguida.
“ Ela ta apaixonada... por min?!”
Willian – Rias... Eu não tenho certeza se eu...
“Baka o que você ta dizendo?! Qualquer um se apaixonaria por ela por que você não?!”
Ela puxou meu rosto para perto.
Rias – Não importa. Não importa se eu tenha que fazer que você se apaixone por min. Eu quero ficar com você.
Novamente ali estava eu. A alguns anos atrás eu era um viciado em animes sem vida social, desprezível, e sem namorada. E agora ali estava eu de frente para a garota mais bonita que já vi na vida em animes, e ela dizendo que gostava de min, e que queria ficar comigo. E eu não tinha certeza se queria ela.
Willian – Wow... Eu... Eu não sei nem o que dizer.
Ela riu me beijando rapidamente, e ali estava me dando conta do que eu havia feito. Eu Willian, um brasileiro, louco por animes e todynho estava beijando Rias Gremory, e quase tinha tido relações sexuais com ela, eu havia pegado em um dos peitos mais desejados de todos os animes, eu havia lambido eles.
Eu não soube o que deu em min, mas eu pulei em cima dela e a beijei com toda vontade que eu pude, e depois passei a lamber o pescoço dela.
Rias – Iee! Controle-se! Nós temos que ir para o colégio!
Eu me soltei dela e fiquei deitado do lado dela, rindo como um besta.
“Sou o cara mais sortudo desse mundo.”
Rias – Do que você esta rindo?
Falou ela chegando mais perto.
Willian – Do que eu fiz. Acabei de beijar Rias Gremory.
Ela me olhou sem entender.
Rias – E o que há de mal nisso?
Willian – Quer saber? Esqueça... Eu só estava viajando...
Ela me abraçou e ficamos assim, ficamos em nossos próprios pensamentos enquanto a hora passava rapidamente.
Fiquei relembrando o que ela disse...
“ Rias – Eu quero ficar com você...”
Foi quando uma idéia iluminou minha mente, uma idéia genial.
“ Uma equipe... Com os melhores...”
Formar uma equipe, com os melhores membros de todos os animes...
Fiquei com essa idéia na cabeça.
Rias – Acho que devíamos nos arrumar...
Disse ela preguiçosamente enquanto se esticava na cama.
Eu suspirei, ela ficou sentada na cama e tentava me puxar pelo braço.
Rias – Anda! Levanta! A gente vai se atrasar e ainda nem tomamos banho!
Eu olhei para ela desanimado, os seios dela pulavam toda vez que ela se mexia. Me lembrei de algo que me fez rir.
Willian – Oppai...
Rias – O que tem meus seios?
Disse ela com um sorriso, mas não se preocupou em cobrir eles.
Willian – Nada... Eles são bonitos... E macios...
Ela ficou meio envergonhada, ela fez uma cara fofa.
Rias – Ah... arigatou...
Eu me levantei e a agarrei pela cintura.
Willian – Mas se tem algo que me excita mesmo em você é seu cabelo vermelho... Seu cheiro...
Pude ver o rosto vermelho dela, mas ela fez beiço e se soltou.
Rias – Vou tomar banho primeiro ta?
Willian – Quem disse? Nós vamos juntos.
Ela pareceu surpresa mas concordou.
Xxxx
Depois de um banho bem agradável, já estávamos arrumados, e descemos para o primeiro andar, aonde os vidros e a porta ainda estavam quebrados.
“ Hoje vou tentar descobrir que eram aqueles caras...”
Pensei enquanto comia uma maça.
Eu me sentei no sofá junto com Rias que penteava o cabelo.
Rias – Você ainda me deve algumas explicações sobre o que foi aquilo ontem.
Willian – Com certeza. Mas acontece que nem eu sei o que foi aquilo. Hoje enquanto eu estiver estudando vou deixar um clone meu investigando por ai.
Rias – E alem disso, você devia parar de matar as pessoas...
Eu dei uma risadinha e ativei meu modo vampiro. Ela me olhou com um sorriso.
Willian – O que posso fazer? Minha fome é meio insaciável...
E depois de comermos fomos para o colégio.
Assim que já estava na primeira aula eu havia ido ao banheiro e feito um clone, e ele foi investigar.
Quando eu voltei para sala me sentei e comecei a pensar no que tinha sido aquele ataque.
Enquanto a professora explicava a matéria de matemática eu escrevia no caderno algumas coisas.
“ O que sei é que eles me atacaram... Se fingiram de policiais... Eu sei que não são da policia, afinal, eu lembro perfeitamente de NUNCA me deixar ser pego por câmeras de vigilância... E nunca deixei testemunhas. Não pode ser a policia. Mas então quem seria?”
Eu escrevia no caderno algumas coisas enquanto eu pensava.
“ Não, isso não está certo. Estou deixando passar algo...”
Pensei em tudo o que fiz desde que cheguei a esse anime.
“ Bom... Tenho incomodado a varias pessoas... Policia... Anjos... Demônios... Civis... Atacado varias... Sem testemunhas... Sem testemunhas... Sem testemunhas que não estivessem no meu campo de visão, mas isso é impossível, a não ser se elas estivessem... voando?! Anjos caídos!”
Foi quando a ficha caiu.
“ Então é isso! Eles tentaram armar uma para min, pois já sabiam que eu andava com o clan da Rias! Então já sabiam aonde me encontrar! Droga... Reynalle deve ter perdido a paciência depois de ter caído no meu Tsukuyomi, sem contar que eu me mostrei como amigo dos Gremory naquele dia com o Donner Silk aquele viado deve ter falado tudo para ela!... Ela deve ter mandado aluguem me seguir! Droga! Como eu não notei ninguém me seguindo? Eles devem ter usado algum tipo de magia para ficarem invisíveis ou algo assim.”
Eu escrevia as informações na folha.
“ Então ela sabia que eu era forte e andava com a Rias, ela não podia arriscar um ataque tão obvio assim... Ela usou outros anjos para se disfarçarem de policiais, ela sabia que não podia ganhar usando a força, teve que usar a Lei... Ela mandou eles me seguirem e descobriram que eu sou um Vampiro, ao saber disso ela armou essa droga toda... Eu devia ter deixado eles me capturarem para saber o que ela realmente queria, embora eu já saiba que ela quer arrancar meu pescoço por que eu matei a amiguinha dela e feri eles... Mas isso é apenas um hipótese... Tenho que ter provas concretas...”
Eu terminei de anotar isso e mais algumas coisas, meu clone cuidaria de mais alguns detalhes se tivesse mais algum.
“ Ótimo... Acho que eu devia mostrar isso a Rias, afinal geralmente é o clan dela que cuida dos anjos caídos dessa cidade...”
Eu me levantei e guardei a folha no bolso, a professora logo me olhou.
Kamarina – Algum problema Uchiha?
Willian – Não estou me sentindo bem, posso ir a enfermaria?
Ela me olhou como se me avaliasse.
Kamarina – Esta bem... Melhoras para você.
Eu sai da sala, eu tinha que falar com Rias. Foi quando eu me dei noção de que não sabia qual sala era a dela.
Eu andei nos corredores até o hall de entrada, aonde encontrei uma garota com alguns papeis na mão.
Willian – Com licença.
Assim que ela se virou eu a reconheci sendo um garota que me ajudou no meu primeiro dia de aula.
Diana – Ha-hai!
Ela ainda ficava nervosa perto de min.
Willian – Diana-chan não é mesmo?
Ela confirmou com a cabeça.
Willian – Você sabe me dizer a sala da Rias Gremory?
Ela confirmou novamente, e fiz um sinal para eu seguir ela.
Ela parou na frente de uma sala de aula.
Willian – Arigatou Diana-chan, você me salvou.
Ela deu um sorrisinho alegre e saiu saltitando pelo corredor. Eu apenas dei uma risada.
Assim que ela saiu eu olhei no meu relógio. O sinal deveria tocar a qualquer momento, quando ele tocou eu esperei do lado de fora da sala, alguns alunos saiam pelo corredor, ela não saiu, então eu entrei na sala. Ela estava sentada em uma mesa olhando para a janela, enquanto alguns garotos encaravam ela.
“Pobres mortais!”
Pensei dando uma risada, enquanto eu ia até ela as garotas observavam eu andando, o que me deixava nervoso.
Ela não reparou quando eu fiquei ao lado dela.
Willian – Você parece distraída.
Ela se virou assustada.
Rias – Willian! O que faz aqui?
Willian – Temos que conversar.
Falei indicando a saída. Eu fui andando sem ter certeza de que ela estava me seguindo. Eu estava perto da arvore aonde eu geralmente ficava, aonde me sentei e ela se sentou ao meu lado.
Rias – Então, sobre o que quer conversar?
Eu tirei o papel do bolso e entreguei a ela, fiquei no mínimo 30 minutos conversando.
Assim que terminei pude ver o olhar de raiva dela.
Rias – Esses anjos caídos já estao começando a me irritar.
Falou mordendo o próprio dedo.
Willian – Mas, devemos levar em conta que isso é apenas uma hipótese. Meu clone talvez confirme ela ou não.
Ao dizer isso eu senti movimento bem atrás de min, era meu clone, que chegava despercebido atrás da arvore.
Eu fiquei de pé.
Willian – E então?
Rias estava apreensiva ao meu lado, enquanto o clone dava um sorrisinho e tirava algo do bolso.
Ele abriu a mão revelando uma pena negra.
Rias – Foram os anjos caídos...
Willian – Não. Essa pena não prova nada. Apenas prova que há anjos caídos envolvidos, e talvez...
Eu tirei o Loveless do bolso e peguei a pena de Genesis e comparei. A de Genesis era maior.
“ Pelo menos não é ele...”
Rias – De quem é essa pena?
Willian – De um velho amigo... Mas voltando ao assunto, essa pena que meu clone trouxe pode ser a prova ou não. Alguém pode muito bem ter plantado ela lá para pensarmos que foram os anjos caídos.
Ela concordou mas me olhou por um instante.
Rias – Lá aonde, exatamente?
Meu clone andou alguns passos para frente.
Clone – Aonde estavam os corpos dos policiais. Quando eu cheguei não havia nada, nem mesmo marcas de sangue, e tudo que encontrei foi algumas penas.
Eu concordei com a cabeça e desfiz o clone.
Rias – Mas isso nos leva novamente ao ponto de partida. Quem quer te fazer algo.
Eu dei uma risada.
Willian – Um monte de pessoas se você quer saber.
Rias – Você é um cara bem famoso, não?
Eu dei uma risadinha.
Willian – Gostaria de não ser. Os famosos sempre morrem primeiro.
Foi quando algo dentro de min pulsou. Era meu instinto, eu ativei o sharingan imediatamente e olhei em volta.
Rias – Sentiu isso?
Eu concordei com a cabeça.
??? – Ora, olha só junto com a peste veio a herdeira dos Gremory.
Eu olhei para cima e vi uma anja, ela era loira e tinha os peitos cobertos por nada menos que uma tira de pano vermelha, o mesmo se dizia do resto do corpo dela. Os olhos dela eram de uma cor amarela, e na mão ela tinha uma lança de luz branca.
Ela deu um sorrisinho e pousou na nossa frente.
Valk – Como vão docinhos? Meu nome é Valk e vim aqui para matar um de vocês!
Rias tomou a frente.
Rias – Prazer em conhecê-la, Anjo caído Valk. Mas acho que esse prazer não vá durar muito. Você é bem corajosa de vir até aqui para nos enfrentar...
Valk deu uma risada.
Valk – Foi mal ai ruivinha, mas meu papo é com o do olho vermelho ali. Minha chefe não tem gostado muito das coisinhas que ele tem feito, sabe como é né? Você é até bonitinho, mas se fosse mais bonzinho não teria que morrer!
Eu apenas observava, luta naquele lugar não seria bom, havia muitas pessoas ali perto.
“Vou matar ela com o Amaterasu.”
Pensei já ativando o Mangekyou.
Rias – Você não vai...
Valk – Será que da pra você cala a boca sua peituda? Ou quer morrer também?
Falou Valk com um olhar assassino.
Eu não tinha certeza do que era aquilo, mas uma aura vermelha se formou em volta da Rias.
Rias – Repita isso.
Valk deu uma gargalhada assassina.
Valk – Vai precisar de muito mais que isso para me arranhar sua vadiazinha!
“Ótimo, enquanto as duas se enfrentam eu pego a anja desprevenida...”
Valk olhava apenas para Rias.
Valk – Você acha mesmo que não sei desse seus olhos estranhos? Reynalle me falou muito sobre eles!
“ Bingo! Então era a Reynalle que estava fazendo aquela merda toda!”
Eu falei baixo com a Rias.
Willian – Rias, você pode distrair ela?
Ela me olhou de canto e viu meu Mangekyou e tomou um susto, já tinha sangue caindo do meu olho direito.
Rias – Seu olho! Ele esta...
Willian – Eu sei. Mas você pode?
Rias – Vou ver o que posso...
Eu empurrei Rias para o lado, uma lança passou do meu lado, e explodiu atrás de nós.
Rias se recuperou e lançou uma esfera de magia vermelha na anja, que desviou para o lado.
Eu fui para o lado, não queria ficar no meio do combate, eu poderia usar meu Susano’o mas eu preferia não mostrar mais habilidades a Rias.
Enquanto eu mirava o Amaterasu uma lança e a magia de Rias se chocaram, fazendo uma explosão que distraiu a Anja, não perdi tempo.
Willian – Amaterasu!
Assim que acertou ela, a anja caiu no chão, gritando de agonia, ela deu um grito que fez me minha espinha arrepiar.
Willian – Enton: Kagutsuchi!
O Amaterasu se modificou formando lanças negras que espetaram ela. Rias olhava aquilo surpresa.
Assim que confirmei que a anja estava morta, eu desfiz o Amaterasu e o Mangekyou e fui conferir o corpo dela.
Rias – Mas o que foi isso?
Perguntou ela se aproximando de min.
Willian – Algo que eu não devia ter usado, agora que paro para pensar.
“ E o pior é que não posso usar meus poderes de anjo para me curar, pois vai que ela pensa que eu sou um anjo caído...”
Rias – Parece que ela morreu... Mas você ainda não explicou o que eram aquelas chamas negras.
Willian – Aquilo era meu Amaterasu. Chamas negras que são mais quentes que o sol, e que só param de queimar depois que o usuário mandar ou que ele morra. Mas é tão quente, que deteriora a visão de quem usa, por isso vou passar a evitar de usar esse poder.
Rias – Amaterasu... Mais quente que o sol, como isso é possível?
Willian – Você esta perguntando isso para a pessoas errada... Sei menos que você.
Ela me olhou preocupada, e limpou o sangue seco do meu rosto.
Rias – Se isso te deixa cego, não use mais isso.
Eu dei um sorrisinho.
Willian – Acho que esse é o preço por ser poderoso... Mas essa é uma promessa que não vou poder cumprir.
Rias me deu um sorrisinho e se virou para a anja, com a aura vermelha em volta.
Willian – O que vai fazer?
Perguntei curioso.
Rias – Não podemos deixar o corpo aqui não é mesmo?
E ela literalmente fez o corpo desaparecer, deixando no chão um monte de penas negras.
Ela suspirou.
Willian – E agora?
Rias – Voltamos para a sala do clube. Tenho que resolver alguns assuntos mais tarde e deveríamos descansar. Inclusive você.
Willian – Não preciso de descanso... Mas já que você insiste...
Voltamos para a sala do clube, no caminho ela parou e evocou a sua escrava, uma garota que se transformava em morcego e pediu para que ela chamasse o resto dos membros do clube.
Assim que chegamos na sala do clube, notei que as janelas e a porta já estavam consertadas, segundo Rias, os anjos caídos havia deixado um bolsa com dinheiro em cima da mesa.
Eu fui para o quarto, peguei minha blusa dos Uchiha e fui tomar um banho.
Xx
Depois do banho assim que saiu reparei que Rias e Akeno conversavam serias na mesa.
Willian – Yo Akeno-san.
Ela me cumprimentou alegremente, algo que fez Rias olhar estranho para Akeno.
Eu me joguei no sofá e botei meu fone de ouvido.
O tempo ia passando, e logo todos os membros do clube já estavam na sala menos o Issei, que chegou na sala aos tropeços ferido. Eu tirei o fone para ouvir o que aconteceria a seguir.
Issei explicava o que aconteceu enquanto Akeno o curava.
Pelo que parecia, ele tinha matado aula para passar o dia com Asia que aparentemente tinha fugido da igreja, e Reynalle atacou Issei no parque.
“ Finalmente vou poder matar aquela Anja de merda...”
Pensei alegre.
Ele ficou enchendo o saco da Rias para pedir para deixar ele resgatar a Asia até que ela se cansou eu deu um tapa na cara dele.
Rias – Já disse que não!
Eles ficaram discutindo até que Rias se acalmou e saiu junto de Akeno após discutirem algumas coisas.
Issei – Eu vou salvar a Asia.
Kiba deu um de seus sorrisos para ele.
Kiba – Você vai morrer.
Depois de um rápido entendimento amigável, eles decidiram ir.
Issei – Willian-san você não vem?
Olhei sorrindo para ele.
Willian – Achei que não fosse convidar, assim a Rias não vai poder dizer que fui de penetra. Mesmo assim, tenho alguns assuntos a resolver com a Reynalle-chan.
Ele deu um sorriso, e me levantei do sofá. Fui até o quarto e peguei meu sobretudo da Akatsuki, mas deixei o chapéu. Depois de me arrumar eu também peguei alguns equipamentos, assim como masamune.
Depois que desci Issei me olhou com um sorriso, e fomos até a tal igreja.
Estávamos do lado de fora.
Willian – Nossa... Faz tempo desde que eu não vejo uma igreja.
Koneko – Já sabem que estamos aqui.
Issei – Mas como?...
Koneko foi na frente e abriu a porta com um ponta pé. Ao entrarmos no lugar podíamos ver que aquela igreja já estava abandonada faz tempo. E perto do altar lá estava Fred.
Fred – Olha só se não são os amiguinhos demoninhos! E ainda por cima...
Ele apontou a arma que tinha diretamente para min.
Fred – Por sua culpa Reynalle quase me castigou! Seu filho da mãe! Vou adorar te perfurar todo!
Eu dei um largo sorriso.
Willian – Oh? Gostaria muito de ver você tentar. Talvez você se saia melhor que a Reynalle.
Issei – Fred!
Fred – Oh! Quem diria que haveria um demônio que me visse duas vezes e saísse vivo!
Fred ia usar a arma, mas eu fui mais rápido e saquei uma kunai, que arremessei nele. Ele pulou para o lado, Kiba já estava em cima dele com a espada em punho, ao mesmo tempo em que Fred sacava sua espada de luz.
Enquanto Kiba lutava com ele, eu fazia selos.
Willian – Katon : Endan!
Não era um jutsu forte, mas evitaria que eu destruísse a igreja, eu cuspia fogo pela boca, que logo alcançou Fred, que ia desviando à medida que eu ia mudando o curso do jutsu.
Fred – Droga! Vai ficar cuspindo fogo mesmo?!
Ele se distraiu e Issei acertou um soco nele, que parecia bem forte.
Fred – Droga, não vou ser derrotado por demoniozinhos quaisquer e um garoto medíocre, Sayonara!
Dito isso ele soltou uma granada de luz, que mascarou a fuga.
Willian – Medíocre?
Issei – Vamos!
Tinha um pequeno armário ali no canto, Koneko se aproximou dele e deu um soco. Havia uma escadaria, que ao descermos, encontramos um lugar cheio de padres, assim como um altar, que estava ocupado por Reynalle e Asia que estava presa.
Issei – Asia!
Issei estava prestes a descer a escada correndo quando eu o segurei.
Willian – Espera um momento.
Kiba – O que você vai fazer?
Eu dei um sorriso demoníaco para ele.
Ao terminar os selos eu deixei o jutsu fluir de minha boca.
Willian – Katon: Karyuu Endan!
Uma trilha de fogo se seguiu até os padres, que ficaram sem reação, tudo que eu ouvia eram gritos de vários sendo queimados. Ao terminar o jutsu, alguns ainda estavam vivos, me surpreendi, pois aquele era um jutsu rank A.
Willian – Issei! Salve a Asia, nós damos conta dos padres!
Eu terminei de falar e pulei até aonde estavam os padres, com a masamune eu quebrei a defesa de um e o cortei em dois, um outro estava com uma arma, eu ativei o sharingan, e desviei, e investi contra ele, decepando sua cabeça.
“Idéia!”
Pude ver Koneko e Kiba lutando contra alguns caras. Eu abaixei e posicionei minha mão em forma de garra.
Willian – Chidori Nagashi!
Pude ver alguns sendo eletrocutados,eu dei um sorriso e encerrei o jutsu.
“Agora...”
Passei masamune para a mão esquerda enquanto eu ativava o modo Vampiro. Imediatamente o chicote feito de sangue surgiu em minha mão.
Alguns padres estavam me cercando, eu girei, o chicote imitou e acertou em cheio todos que me cercavam.
Issei descia a escada do altar correndo, com Asia no colo. Assim que ele subiu novamente para a igreja, Reynalle foi indo atrás dele.
“Ah não!”
Usando o chicote eu segurei a perna dela.
Reynalle – Você de novo! Quando isso acabar vou fazer questão de te torturar eu mesma!
Willian – Há! É o que vamos ver!
Eu puxei o chicote e ela veio até min. Ela parou de frente para min. Eu sorri de leve.
Willian – Chidori!
E cravei o chidori na barriga dela de novo. Ela deu um grito e me empurrou para trás. O chicote acabou soltando e ela voou para aonde o Issei estava.
“Escapuliu de novo!”
Assim que ela subiu, pude ver que Kiba e Koneko ainda estavam ocupados com os padres. Eu estava prestes a ajudar eles, quando Rias e Akeno apareceram em um circulo mágico.
Willian – Rias! Akeno-san!
Rias me deu um sorrisinho, e foi ajudar rapidamente Koneko e Kiba, que não demorou muito e todos os padres já havia sido derrotados.
Assim que nos reunimos, Rias já falou.
Rias – Vamos esperar o Issei derrotar aquele anjo. Ele consegue.
Kiba – Hai Presidente.
Koneko – Hai Presidente.
Akeno – Hai Presidente.
Willian – Hai Presidente.
Eles me olharam de canto.
Willian – Ah, qual foi. Já sou praticamente parte do grupo. Não faz mal falar isso de vez em quando.
Esperamos uns cinco minutos e subimos. Rias mandou Koneko ir buscar algo lá fora.
E la estava Issei quase caindo, Kiba foi rápido e pegou ele, Koneko entrou carregando Reynalle, eu me aproximei com um sorrisinho.
Assim que estávamos de frente para Reynalle ela parecia assustada.
Rias – Muito prazer anjo caído Reynalle, eu sou Rias Gremory. E depois de uma rápida conversa, ela abriu a mão deixando cair três penas negras.
Reynalle – Issei-kun!
Ao me virar, vi ela disfarçada, estava vestida como o dia do encontro com o Issei.
Ela tentou convencer Issei.
Issei – Presidente... Por favor...
Rias se aproximou dela. Eu tive uma idea naquela hora, mas eu não podia deixar Reynalle morrer.
Rias – Atendendo o pedido do meu humilde servo...
Eu me botei na frente de Reynalle.
Willian – Rias não.
Todos me olharam arregalados.
Rias – Saia da frente.
Ela estava nervosa.
Rias – O que você esta fazendo?!
Eu dei um sorrisinho e me virei para Reynalle, que me olhava como que implora por perdão.
Willian – Ela vai ser a minha cobaia em um teste. Se ele falhar, mate-a, mas se funcionar vamos ver o que acontece.
Eu dei um sorriso para Reynalle, que agora havia o medo claramente estampado na cara. Ativei o modo Vampiro.
Willian – Anjo Reynalle, você causou sofrimento a Issei, meu amigo. Como punição você será minha escrava, e passará pelo Tsukuyomi novamente. E...
Me aproximei dela, no ouvido dela, ela tremia.
Willian – Vou pessoalmente arrancar uma asa sua.
Eu segurei ela com força, e mordi o pescoço dela, mas me segurei para não acabar sugando o sangue dela.
Ela deu um grito horrível, assim que eu a soltei, ela ficou se retorcendo no chão.
Issei – O que você fez?
Eu olhei sem entender também.
Willian – Sei lá, só mordi ela.
Ela se retorcia pavorosamente, parecia estar doendo bastante. As asas dela se abriram novamente. Foi quando uma luz verde, saiu da boca dela, o Sacred gear da Asia estava ali. Issei o pegou.
Rias – O que esta acontecendo com ela? O Sacred gear saiu?
Eu continuei calado, os gritos aumentavam. Ela estava babando no chão.
Em um momento ela parou de retorcer, ela olhava para cima, os olhos dela mudaram de cor, para um vermelho sangue.
“Oh... Vampira agora?...”
Ela ficou de joelhos e ergueu os olhos para min, ela me olhava com reverencia. Eu entendi o que aconteceu.
“Ela realmente virou minha escrava... Que zuado, achei que não ia dar certo.”
Willian – Levante-se.
Ela obedeceu, as roupas dela voltaram a ser a de anjo caído. Ela olhava para min com medo, e reverencia ao mesmo tempo. Ela olhou ao redor, viu que ninguém estava feliz por ali e correu para se esconder atrás de min.
Willian – Mas que porra...
Ela falou baixinho atrás de min.
Reynalle – To com medo deles...
Os olhos dela pareciam sinceros, ao meu julgamento. Eu me virei e arrastei ela até a frente de Issei, que ao vê-la fechou a cara.
Willian – Implore pelo perdão dele. Se ele não aceitar, vou seguir minha punição.
Era obvio que eu já sabia que ele não ia aceitar, e já ativei o Mangekyou Sharingan.
Ela olhou timidamente para Issei, não conseguia encarar ele nos olhos.
Reynalle – Gomenasai Issei-kun...
Issei – Não.
Ele foi direto. Rias simplesmente observava.
Willian – Que pena...
Eu peguei Reynalle pelo ombro e a botei de joelhos.
Reynalle – Gomenasai! Gomenasai! Gomenasai! Gomenasai!...
“ Espera... Ela...”
Ela estava pedindo desculpas para min, e não para Issei.
Eu peguei a asa esquerda dela. Masamune brilhava estranhamente na minha mão.
Reynalle – GOMENASAI!
Ela não gritou como eu esperava, a asa dela caiu ao lado do corpo, ela forçava a boca para não gritar, mas estava chorando, masamune brilhava com o sangue novo em sua lamina.
“Oh...”
Eu ergui o rosto dela. Ela me olhava com cara de choro. Ela ainda dizia “Gomenasai”.
Willian – Você matou Issei, assim como Asia. O que faço não é nada comparado ao que você fez, mas já é um começo... Tsukyomi!
Era a segunda vez que eu a deixava presa na mesma ilusão. Lá estava ela amarrada ao mesmo poste.
Willian – A mesma coisa de antes, mas você já ta acostumada!
Os mesmos clones estavam ali com as Katanas.
Reynalle – Hai... Goshujin-sama...
“Epa! Para tudo!”
Willian – Goshujin-sama...??
Ela me olhou de um jeito estranho, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Reynalle – Hai...
Eu não sabia se ria ou se ficava surpreso.
“Meu deus... Eu tenho uma escrava! Meu deus, nem sei o que faço com ela!”
Willian – Eu.. Err... Olha, vou te deixar ai um tempo,vê se aprende algo!
E voltei a realidade, aonde vi que Issei passava a mão perto do meu rosto.
Willian – O que você ta fazendo?!
Issei – Ah, sei la... Você estava paradão ai... O que houve com seus olhos?!
Encarei Rias, ela me olhava como se eu tivesse matado alguém.
Rias – Você é louco? Agora o que você vai fazer com ela?!
Olhei fixamente para ela.
Willian – Relaxa, bom... Eu não achei que fosse dar certo mesmo, esse negocio de ela ser minha escrava... Eu ainda não vi os limites disso... Quero ficar com ela para saber o que mais vai acontecer. E além disso vai ser bom ter um espião do nosso lado.
Ela me olhou com um olhar terrível. Assim como todos ali.
“Ah droga... Acho que vai demorar um tempo para ela voltar a ser como era comigo...”
Rias – Bom... Temos coisas mais importantes, quero tentar algo.
Ela foi andando até a Asia, aonde tirou do bolso uma peça de xadrez, um bispo.
Deixei ela cuidando da Asia, fiquei olhando a Reynalle gritando coisas sem nexo.
“Hum...”
Peguei Reynalle no colo, e joguei ela por cima do meu ombro, inconscientemente, olhei para a bunda dela, que ficou virada para min. As partes intimas dela estavam bloqueadas por um minúsculo pedaço de pano. Os seios dela encostavam em minhas costas.
“Vai ser bem divertido ter uma escrava!”
Pensei dando um sorrisinho enquanto carregava ela.
Xx Três dias depois... xX
Já era de noite, eu já tinha tudo preparado para quando Reynalle acordasse. Eu tinha decidido tirar ela Tsukyomi hoje. Era de noite, tudo depois havia voltado ao “normal” apesar que Rias ainda estava brava comigo, mas ela parecia ter se acalmado. Já Issei, parecia triste nesses dias.
“Imagino o porque...”
Eu havia selecionado uma roupa “especial” para Reynalle. Eu desfiz o Tsukyomi e vi ela calmamente se levantando da cama. Depois de quase implorar, eu consegui convencer Akeno a curar o ferimento de quando eu arranquei a asa dela, agora ela tinha a mesma marca que eu. Apenas uma asa.
Ela me olhou confusa. Ela tinha uma voz melosa, ou parecia ter.
Reynalle – Etoo... Goshujin-sama... Aonde a gente ta? Ai minha cabeça...
Eu fui até ela e me sentei do lado.
Willian – Reynalle, você ainda tem suas lembranças então não finja que aquilo não aconteceu.
Reynalle estava fraca, mas abaixou a cabeça envergonhada.
Reynalle – Gomenasai... Mas achei que devia mudar...
Concordei com a cabeça.
Willian – Você é minha escrava agora. Você vai fazer tudo o que eu mandar. Mas não agora. Pra fazer isso você tem que estar descansada.
Eu havia deixado uma cesta de frutas e a nova roupa dela em cima da mesa de cabeceira, ao lado da cama.
Reynalle olhou curiosa a roupa.
Reynalle – Isto é...
Eu dei um sorriso.
“ Quem diria que essa porcaria seria útil algum dia...”
Willian – Sua nova roupa. Amanha a gente se fala, por enquanto descanse. Mas espero que entenda o que você fez ao Issei e a Asia.
Reynalle – Hai...
Willian – Você deve respeito a eles, o mesmo vale para o resto do clan dos Gremory.
Ela concordou, e se deitou na cama novamente, os seios dela balançavam sobre a roupa de anjo caído.
Reynalle – Goshujin-sama, posso fazer uma pergunta?
Willian – Pode.
Reynalle – Por que você me salvou?
Eu dei um sorriso.
Willian – Por que seria um desperdício matar uma garota linda como você. E além disso é muito útil ter uma anja ao meu lado... Ainda mais...
Eu estendi minha asa, ela tomou um susto, mas logo estava sorrindo com um brilho nos olhos, o rosto dela estava meio vermelho pelo elogio, mas agora ostentava alegria.
Reynalle – Você é um Anjo caído!
Falou ela rindo e ficando sentada.
Willian – Não. Eu sou a reencarnação do anjo de uma asa Sephiroth. E você não deve dizer isso a ninguém.
Ela concordou com a cabeça.
Reynalle – Hai Goshujin-sama!
Falou ela rindo, ela veio engatinhando até min, e apontou para minha asa.
Reynalle – Posso tocar ela?
Achei estranha a pergunta dela, mas deixei.
Ela passou a mão pela minha asa, ela estava encantada.
Reynalle – A asa do Goshujin-sama é tão macia e linda...
Ela aproximou a cabeça dela começou a passar o rosto nela, ela estava gostando e aquilo fazia cócegas.
Reynalle – Macio...
Aquilo tava me deixando excitado por algum motivo. Afinal quem não ficaria com uma garota linda daquelas, te chamando de Goshujin-sama e te acariciando.
“Parece que to com sorte...”
Willian – Já chega, descanse. Vou dormir com você.
Recolhi minha asa, e ela já estava deitada na cama com um sorriso alegre.
Me deitei na cama, ela me olhava. E veio mais para perto de min, e se virou.
Reynalle – Goshujin-sama? Me esquente por favor?
Falou ela me olhando por cima do ombro.
“ Puta que pariu!”
Não teve com não ficar excitado ao ouvir aquilo. Minha respiração ficou afobada.
“ Não... Respira... Agüenta... Ela ta cansada hoje, relaxa, vai ter outros dias... Ela não vai ta cansada... Ai sim..”
Pensei lutando contra o meu corpo para não fazer algo ali mesmo. Eu abracei ela por trás, e para minha alegria, ela se ajeitou mais ficando colado comigo, de modo de que eu sem querer acabasse encostando minha intimidade nela.
Reynalle – O goushujin-sama é tão quentinho...
Falou ela baixinho, e logo depois de um tempo ela dormiu. Eu não sabia se ela fazia aquilo de propósito, mas seria bom se ela não parasse.
“Sinto que agora as coisas estão se endireitando... Literalmente...”
Pensei com um sorrisinho e um pensamento pervertido.
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