Notas iniciais
Aqui esta! O cap 26 Willian - Aleluia! Acho que vai chover... Rias - Eu ja estava criando mofo aqui...

Kiba – Cheque mate!

Falou ele com um sorrisinho.

Willian – Ah, cara... Eu nunca fui bom jogando xadrez...

Estávamos sentados novamente na sala, tinha se passado um dia desde a minha chegada.

Rias já estava melhor, mas Akeno atenciosa, insistia em ficar de olho nela, enquanto isso Koneko olhava eu e Kiba jogando xadrez...

Koneko – Willian-sempai você precisa pensar mais em suas jogadas...

Falou ela com um picolé na mão.

Willian – É... Quer saber? Já to começando a ficar com raiva disso...

Era a terceira vez que eu perdia para Kiba, e o maldito sempre ganhava usando o cavalo.

“Será que se eu usasse o sharingan seria trapaça?”

Eu me levantei da mesa e fui até a janela, estava entardecendo

Eu inspirei e soltei o ar, era um momento extremamente relaxante. Eu olhei para trás e pude ver todos.

“O que eu não entendo é como eles já confiam em min tão rápido assim... Será que isso tem a ver com os poderes que a Morrigan me deu? Deve ser pois ela é uma sedutora de nascença...”

Fiquei pensando agora em meus poderes de Lorde das Trevas Vampiro...

“Tenho que dar um jeito de ativar meus poderes... De algum jeito, só não sei como...”

Fique olhando para a natureza lá fora, e fiquei divagando em pensamentos...

Eu estava assoviando uma musica... Só depois de alguns segundos é que notei que era o tema de Ézio Auditore.

“Tenho que pegar uma hidden blade sua Ezio... E um tapete com o símbolo da ordem dos assassinos para botar no meu castelo.”

Rias – Willian, pode vir aqui?

Eu olhei para trás e Rias estava com as mãos sobre um pacote na mesa. Ela tinha um sorriso no rosto. Eu fui até ela.

Rias – Tome.

Eu peguei o pacote e abri, dentro continha um uniforme parecido com o do Kiba.

Eu soltei um assovio.

Willian – É bem mais maneiro que o uniforme que eu usava quando eu estudava.

Akeno – Que bom que gostou!

Rias me entregou também um papel.

Rias – Esses são os nossos horários.

Assim que eu bati o olho, eu quase enfartei. Era o dobro de aulas que eu tinha no Brasil.

“Graças a Kami que eu tenho o sharingan... Pelo menos vou poder colar nas provas!”

Tinha uma observação embaixo.

Willian – Extracurricular?

“Esse treco ta dizendo que eu sou obrigado a fazer algo depois das aulas?! Me de forças Kami-sama...”

Eu soltei um suspiro, agora que eu entrei nessa já não tinha mais como sair...

Rias – Quanto ao material... Vou te dar o que precisar, depois peço para alguém trazer para você.

Eu olhei novamente o uniforme, ainda faltava mais coisas, eu precisava de um sapato social, coisa que eu nunca achei que iria precisar em um anime.

“Isso significa que vou ter de dar um rolezinho hoje de noite!”

Pensei com um sorriso.

Willian – Que seja...

Eu peguei o uniforme e levei ele até o segundo andar, aonde eu guardava minhas coisas e deixei la perto.

Assim que desci novamente Akeno estava novamente com o carrinho com xícaras e um bule.

Rias – Ah, sim Willian, suas aulas vão começar amanha, sua classe esta escrita no papel. Para sua sorte estamos no inicio do ano letivo.

Fui até a mesa dela e me recostei nela.

Willian – Então, tem mais alguma dica para um estudante?

Ela deu um sorriso.

Rias – Na sua matricula, você consta como sendo Italiano como você pediu.

Eu havia pedido isso, mas não achei que ela realmente faria.

Willian – Grazie Rias.

Falei com um sorriso.

Nesse exato momento o relógio que havia na sala tocou, indicando ser 5:00.

Rias suspirou e se levantou.

Rias – Minna, Acho que podemos encerrar o dia por hoje. Amanhã poderemos resolver nossos contratos.

Koneko, Kiba e Akeno pegaram suas coisas e se despediram de min e de Rias.

Assim que Akeno saiu da sala eu voltei para o sofá.

Willian – Rias?

Ela estava terminando de organizar uma papelada.

Rias – O que foi?

Willian – É que tem algo me incomodando...

Rias – O que te incomoda?

Willian – Não sei direito, acho que é o fato de vocês terem confiado em min rápido demais... Eu simplesmente achei isso estranho.

Ela deu uma risada e terminou de juntar os papeis, ela se levantou e sentou do meu lado no sofá.

Rias – Pensei a mesma coisa no primeiro dia, mas sabe... Algo em você me diz que você não é uma pessoa ruim.

Eu dei uma risada.

Willian – Você perdeu de propósito no primeiro dia, não foi?

Ela deu uma risadinha.

Rias – Oh? Você notou?

Willian – Você é uma baka, se eu tivesse levado a serio eu poderia ter te matado.

Rias – Será mesmo? Eu apenas quis testar seus poderes. Não sou tão fraca como você me viu naquele dia.

Eu olhei nos olhos dela, ela falava a verdade.

Willian – Eu poderia ter te derrotado no momento em que você olhou para min.

Rias cruzou os braços, se ela soubesse que aquilo tinha me deixado excitado... Afinal aqueles seios eram enormes...

Rias – Você é bem confiante não é mesmo?

Willian – Não foi isso que eu quis dizer. É que tenho habilidades que poderiam te matar apenas com um olhar.

Ela cruzou as pernas, pernas bem delineadas e grossas.

Rias – Estaria disposto a me contar mais sobre elas?

Perguntou ela, me olhando de um modo mais sedutor.

“Isso esta estranho... Epa! Ela esta é me seduzindo para eu dizer minhas habilidades! Ahh!! Rias!! Você não sabe com quem ta mexendo!!”

Eu resolvi fingir que fui no joguinho dela.

Willian – Talvez... Mas o que eu ganharia com isso?

Agora o clima estava bem diferente naquela sala.

Ela havia ficado com o rosto vermelho.

Rias – Algo que você goste muito, mas apenas se você me contar uma de suas habilidades.

Disse ela chegando mais perto. Eu tinha certeza que se não fosse pelos poderes de Morrigan, era bem capaz de eu ter caído nessa.

Willian – Oh? Então me diga o que é em voz alta. Quero ouvir de você.

Ela fez uma cara de assustada, ela estava com o rosto vermelho de vergonha.

Rias – Isso não é coisa que uma garota deve dizer!

Agora ela parecia a Rina, quando eu dava em cima dela, eu tinha virado a balança ao meu favor.

Willian – Me diga o que é, ou quer que eu descreva cada detalhe para você ouvir?

Ela estava visivelmente nervosa, ela tentou recuar um pouco para trás, mas eu pulei em cima dela e segurei os braços dela no sofá.

Rias – O que esta fazendo? Me solte!

Eu dei uma risada e deixei meu rosto colado com o dela.

Willian – Não. Agora eu vou descrever para você, em detalhes o que eu quero que você faça para min, em cada mínimo detalhe.

Eu cheguei mais perto do ouvido dela.

Willian – Sabe Rias? Pena que dessa vez você não conseguiu tirar nada de min. Mais sorte da próxima!

Falei me levantando de cima dela e indo na direção da porta, pude ver a cara de vergonha, e dei um sorriso, o que fez ela soltar um gritinho.

“Essa parte da Rias eu não conhecia. Bom! Agora vamos as compras!”

Xxxxx

“Que sono... Eu cochilei, mas parece que nem dormi...”

Eu tinha que esperar todas as lojas se fecharem, para que eu entrasse sem ser notado.

Eu estava no topo de um prédio, pelo que eu via já devia ser de madrugada, e as lojas deviam estar fechadas.

Eu já sabia aonde deveria ir pois eu havia andando um pouco pelas ruas e visto algumas lojas com algumas roupas bem legais.

Eu fui até a beirada do prédio, e pulei estendendo minha asa, o que era bom, que isso já curaria mais meus olhos.

Assim que pousei no chão, eu não vi pessoas vindo, mas a rua estava iluminada. Eu estava na porta da loja que eu queria.

Do bolso do meu sobretudo, eu tirei duas kunais, uma menor que a outra.

A fechadura da loja era eletrônica, mas eu tinha certeza de que poderia dar um jeito de arrombar sem fazer barulho.

Eu retirei a parte da frente da fechadura com a kunai, e os parafusos. Pude ver alguns fios.

“Bom... É só cortar o fio certo.”

Eu olhei para os dois lados da rua, não havia ninguém. Havia algumas câmeras de segurança, mas eu já tinha enviado alguns clones disfarçados para darem um jeito nelas.

Havia um fio preto com uma listra vermelha, eu peguei o fio e cortei com a kunai menor...

...

...

...

Para minha surpresa a porta se abriu fazendo um clique.

“Ufa...”

Assim que entrei, eu pude ver a diversidade de coisas na loja, eu não havia realmente entrado nas lojas, eu tinha visto algumas apenas pelo lado de fora.

Essa loja era até bem diversificada de coisas. Havia varias mochilas em uma parede, eu peguei uma e coloquei nas costas.

Fui até a sessão de sapatos, e la tinha um social preto. Eu o peguei e tirei minha bota para experimentá-lo, como eu ia usar ele no jutsu de transformação, achei melhor pegar de dois tamanhos, um original e um que coubesse enquanto eu estava transformado.

“Ótimo... Problema principal resolvido, mas agora eu tenho que pegar mais algumas coisas ...” Pensei enquanto calçava novamente a bota.

Resolvi pegar o que desse para pegar. Eu fui até a sessão de ternos e vi um terno negro, com uma gravata vermelha sangue.

“Isso é a cara do Kirito, hehe, mas vou levar. Vai combinar com meu modo Vampiro.”

Eu também peguei uma jaqueta de couro preta, do lado haviam alguns óculos do estilo Ray Bam aviador. Eu peguei dois óculos que achei legais e também guardei na mochila.

“Talvez eu mande gravar o símbolo dos Uchiha nessa jaqueta.”

Eu peguei algumas calças jeans, algumas peças intimas, mais meias, e inclusive uma bota incrivelmente foda.

Eu peguei mais algumas camisas, e fui quando eu passei por uma sessão de eletrônicos, eu peguei um relógio de bolso ( que achei bem interresante.), um relogio de pulso, que coloquei na hora e por fim haviam alguns celulares em uma bancada de vidro.

Eu olhei para a bancada com desgosto.

“ Deve ter um alarme nessa bosta com certeza...”

Achei melhor dar mais uma volta por ai antes de tentar pegar um celular. Foi quando eu vi uma roupa que me fez dar um sorriso. Ela estava em um conjunto.

Ela estava em um manequim, era uma roupa parecida com a do Jovem Ézio Auditore no começo do Assassin’s Creed 2, mas era mais moderna, parecia uma blusa social normal, com um colete negro e as mangas compridas e com detalhes, tinha dois braceletes negros que apertavam o pulso, era realmente parecido com o que Ézio usava no inicio do jogo, e pelo jeito, poderia ser usada com uma gravata, e sem o colete.

E para minha surpresa, havia uma pequena placa do lado do manequim que dizia: “Florentine Shirt.”

O manequim usava uma calça jeans preta, e uma bota negra, assim como um cinto.

Nem pensei duas vezes, procurei o meu tamanho e coloquei tudo dentro da mochila.

“ Talvez quando eu for a Firenze procurar Ézio, eu passe em uma alfaiate para fazer uma roupa de nobre para min...”

“Bom, chega disso, acho melhor ir embora de uma vez...”

Mas passei aonde estava o celular, a caixa aonde ele estava era trancada com chave, e não eletronicamente, como do lado de fora.

Eu peguei novamente as kunais, e forcei a fechadura, não era difícil, Itachi tinha me mostrado como abrir fechaduras, era só achar o ponto de tensão com a kunai maior, e girar depois com a kunai menor.

Assim que repeti o processo para minha satisfação, eu ouvi um clique, e levantei a caixa de vidro, revelando vários celulares.

“Parece que o modelo mais moderno, é um que eu tinha antigamente...”

Pensei olhando um parecido com meu antigo Samsung chat, eu peguei ele mesmo e coloquei no sobretudo, pude ver alguns fones de ouvido ali perto, coloquei uns três dentro da mochila, se eu bem me lembrava dos tempos que eu era humano, meus fones não duravam mais que dois meses.

Eu olhei em volta, eu não tinha mexido em muita coisa, se eu fosse embora rapidamente eles tratariam como um caso de roubo comum.

Eu já ia me virar para sair quando eu vi uma porta na direção do caixa, uma que eu não tinha visto.

Quando eu entrei eu vi alguns papeis e lixos, mas no canto havia um violão, coberto pela capa.

“Olha só... Seria bom voltar a praticar.”

Eu já havia feito aula de violão, mas era cansativa e o professor era meio chato, por isso eu acabei parando, se eu bem me lembrava.

Eu peguei o violão e fui levando ele pela alça da capa. Assim que sai da loja, eu olhei a hora no relógio, eram 2:39 da manhã.

“ Acho melhor ir para casa rápido, afinal não quero me atrasar amanha para a escola...”

Escola, aquela palavra foi ecoando na minha cabeça enquanto eu pulava de prédio em prédio com a mochila e o violão.

Assim que cheguei em casa, vi que Rias tinha deixado a porta aberta, e a chave do lado de dentro, no chão havia um bilhete.

Eu me abaixei para pegar e li.

“Willian, Akeno preparou algumas coisas para você comer amanhã, não se atrase para seu primeiro dia de aula, ela ira começar as 8:00 e terminar as 18:00, sendo que nesse tempo esta incluído as atividades extracurriculares (se você escolher alguma) . E bem.. Acho melhor esquecermos o que aconteceu hoje de tarde... Desculpa ter tentado te forçar a falar algo que não queria. Ah, e seu material esta no seu quarto.

Rias.”

Willian – Pedir desculpas na cara você não quer...

Resmunguei, indo para o meu quarto no segundo andar, assim que entrei, vi que agora tinha uma cama de casal vermelha ali, eu soltei um assovio e tirei as coisas da mochila e as deixei arrumadas ali perto mesmo.

“Caramba, como essa cama veio para aqui? Ah é... Eles são demônios, esqueço que eles podem usar magia...”

Pensei me jogando na cama.

“ Cara... Só de pensar que eu vou ter que estudar de novo... E agora vai ser umas mil vezes mais difícil... Será que vai ser a mesma coisa de quando eu estudava?Os professores? Os alunos? As mesmas chatices?”

Provavelmente não, já que agora quem mexesse comigo iria acabar em um caixão e a sete palmos abaixo da terra, isso se encontrassem o corpo.

Eu fiquei com esse pensamento na cabeça, eu me lembrei do celular, e o liguei, eu tive de definir algumas coisas mas consegui deixar ele para despertar 6:35.

“Ah cara... Jamais imaginei ter de repetir esse processo de botar o celular para despertar...”

Eu tirei meu sobretudo e minha bota, e me deitei novamente na cama, e fechei os olhos.

“Amanha começa novamente o ciclo...”

...

...

...

Acordei com o celular despertando com uma musiquinha chata, ela era repetitiva e ridícula.

Eu nem abri os olhos, procurei o celular com a mão, e olhei para ele com o maior ódio do mundo.

Meus olhos nem conseguiam abrir... Nem nos meus tempos de treino com Itachi e Paarthurnax eu tive de acordar tão cedo.

Willian – Ahhhh, que sono da porraaaaa....

“ Welcome back...” Pensei...

Eu consegui me levantar da cama, e assim que levantei eu finalmente vi o tal material ali do lado da cama. Tinha vários livros.

Eu fui até a janela do quarto e a abri, O sol estava brilhante.

Eu suspirei.

“Tomara que chova a tarde, eu adorava quando chovia...”

Eu fui andando até minhas coisas e achei minha toalha,e desci até o banheiro.

Xxx

Depois do banho eu subi novamente para o quarto, aonde eu usei o jutsu de transformação, e peguei o uniforme.

“Eu poderia simplesmente criar um uniforme com o jutsu de transformação, mas isso não teria graça nenhuma...”

Assim que terminei de me vestir, me olhei no espelho que havia ali.

Meu cabelo estava mais curto que antes, mas ainda era grande, em modo de dizer. Ele estava liso, eu nem precisei mexer muito nele, apenas dei uma mexida nele para que ficasse de lado.

Assim que estava satisfeito, eu calcei o sapato, e me olhei novamente no espelho enquanto abotoava o uniforme.

Eu ajustei o laço da gravata. Nunca em nenhum colégio do Brasil usaríamos um uniforme como esse.

“Eu usaria isso para ir em um casamento eu diria...Se eu estou bonito ou não, quem vai dizer isso não sou eu...”

Pensei, prendendo o relógio de pulso novamente. Era 7:15.

“Não tenho que me preocupar com atraso, afinal, o colégio é ali do lado.”

Eu olhei o horário, eu teria um monte de aulas variadas, o que significava que eu teria que levar um monte de livros.

Eu olhei a pasta que eu havia ganhado, ela era marrom, era parecida com a que empresários usavam. Assim que coloquei tudo o que precisava dentro dela, eu desci para a sala, e de la para a pequena cozinha, e dentro da geladeira, haviam alguns onigiris que Akeno havia preparado, um bolo, algumas frutas e tinha um suco, que eu não sabia do que era.

Eu peguei o suco, uma maçã, e o bolo.

O suco era de laranja, estava realmente bom, e o bolo do mesmo nível, Akeno realmente sabia o que fazia.

Depois de comer eu escovei os dentes, e me sentei no sofá para esperar dar a hora de ir para o colégio.

Meu coração batia rápido. Foi quando eu me lembrei do tal livro do Genesis, eu subi até o quarto e peguei ele, seria bom ler ele, já que nos horários vagos eu poderia ler.

E desci novamente para a sala, aonde fiquei andando de um lado para o outro.

“Droga... Prefiro enfrentar dez dragões ao mesmo tempo do que sentir essa ansiedade de novo... Ansiedade de estudante...”

Olhei no relógio, já era 7:36. Estava na hora.

Eu peguei a chave que Rias tinha me dado e a guardei no bolso. Eu peguei meu celular e botei no modo vibratório, só por precaução.

E fui andando na direção da escola, eu tive de sair da área da escola, para não desconfiarem de que eu já estava dentro dela. Assim que eu pulei um muro que dava na rua, depois de um tempinho andando eu já pude ver alguns alunos do colégio.

Meu nervosismo só aumentou quando eu vi o grande portão, estava cheio de alunos que entravam no colégio.

“Ah, cara... Que merda, merda ,merda... Acalme-se, respire fundo, e expire...”

Fiz isso algumas vezes antes de seguir em frente na direção do colégio.

Eu pude notar que vários alunos me olhavam, naquele colégio havia predominância de garotas, ela me olhavam o tempo todo.

“Droga, droga, droga... Só falta eu tropeçar aqui!”

Parecia que o tempo ia andando mais devagar a medida que eu ia andando pelo colégio.

Havia uma bonita fonte perto da escola, seria interresante de olhar, se não tivesse um grupinho de garotas que pararam de conversar para me ver andar.

Ela se entreolharam e começaram a dar risinhos entre si. Eu senti meu rosto queimar.

Assim que entrei na escola, pude ver um grande salão principal, la deveria ser a divisória das salas.

“Realmente muito bonito, nem parece uma escola...”

Foi quando eu notei que todos me olhavam, eu não sabia onde esconder a cara naquele momento.

“Droga parem de me olhar!! ”

Foi quando eu me lembrei de pegar o papel com os horários.

“Sala 3-F...”

Eu vi uma garota passando na minha frente.

Willian – Ei, er... Com licença.

Ela se virou com uma cara de mal humorada, ela tinha um cabelo longo, loiro, ela era bonitinha, e tinha os olhos verdes. Assim que ela me viu o rosto dela ficou de um vermelho tomate.

Garota – Ha-hai!

Ela estava tremendo.

Willian – Eu gostaria de saber aonde fica a sala 3-F, você poderia me mostrar aonde é?

Garota – Hai! Por- Por favor me siga!

Ela andava apressada, ela subiu as escadas e virou a esquerda, e depois subiu mais uma escada, até virar mais uma vez a esquerda aonde era um corredor, que estava com algumas pessoas.

Ela foi andando pelo corredor, e as pessoas se viraram para me ver andando.

“Isso já ta começando a me irritar!”

Até que a garota parou em uma sala, que em cima tinha uma placa escrito 3-F.

Garota – É bem a-aqui!

Disse ela enrolando a língua.

Willian – Arigatou, você realmente me ajudou... Qual é o sou nome, se não for demais perguntar?

Ela balançou a cabeça em negação, dizendo que não era.

Diana – Eu so-sou Yamashita Diana! Pra-prazer em conhecê-lo sempai!

“ Que garota mais kawaii...”

O rosto dela estava vermelho até agora.

Willian – Bom, eu sou Uchiha Willian. Grazie Diana-chan. Sono grato del tuo aiuto. Sou grato pela sua ajuda.

Disse completando com um sorriso.

Ela deu um largo sorriso e saiu andando depressa.

E me virei para a sala. Assim que entrei, pude notei um numero considerável de pessoas, mas nenhuma conhecida.

“Ótimo...”

No Japão cada aluno tinha mesmo sua própria carteira com nome e tudo mais, eu vi a minha, que graças a Kami, estava localizada na janela, e no fundo.

“Ao menos um pouco de sorte!”

Eu pude ver que havia uma pequena alça do lado da carteira para que se colocasse a pasta, eu a pendurei ali e me sentei na carteira.

“ Que sensação nostálgica... Aqui estou eu de novo prestes a estudar...”

Eu fiquei olhando para a janela, algumas pessoas ainda chegavam. Um sino tocou, avisando que a aula iria começar, eu pude ver várias pessoas correndo...

Inesperadamente aquilo me deu um acesso de risos.

“Quem diria, nas minhas ultimas aulas antes de morrer eu cheguei atrasado!”

Eu olhei novamente para a turma, alguns cochichavam e me olhavam, mas eu pude reparar que todos os alunos já estavam presentes.

Foi quando a professora entrou na sala, ela não era velha, deveria ter uns 45 anos, era ruiva e usava óculos, ela era bonita. Tivemos que fazer um comprimento tradicional japonês, não entendi o porque, mas pelo que notei tinha a ver com respeito pelos professores. Logo depois estávamos sentados de novo.

Professora – Você ai atrás!

Eu estava distraído olhando la fora.

Willian – Pois não sensei?

Falei ficando prestando atenção.

Professora – Você deve ser o aluno novo! Por favor venha até aqui na frente e se apresente!

“Ahhh tava demorando!! “

Nesse momento todos se viraram para trás e me viram caminhando na direção do quadro, ao chegar nele, ela me entregou um giz, para escrever meu nome e me apresentar.

Professora – Pode começar.

Todos me olhavam, não tinha um que não me olhava naquele momento. As garotas tinham seus olhares vidrados em min.

Willian – Er... Eu sou Uchiha Willian...

Falei me virando para o quadro e escrevendo meu nome.

Willian – Sou Italiano, é minha primeira vez aqui no Japão, e bom... Espero que possamos... ser muito... amigos...

Falei sem emoção nenhuma, mas no final fazendo uma leve reverencia.

De onde eu estava eu pude ver uma garota vidrada em min, repetindo meu nome como se fosse algo divino.

Professora – Muito bem, muito bem, meu nome é Utakawa Kamarina, Mas me chame de Kamarina-sensei.

Eu concordei com a cabeça e fui me sentar novamente.

Kamarina – Muito bem! Peguem seus livros de historia!

Xxx

Depois de uma aula particularmente difícil de historia japonesa, eu já estava morto.

“Não entendi nada do que a sensei falou...”

Eu estava sentado na minha mesa olhando o mundo lá fora, quando eu comecei a ouvir alguns suspiros no corredor.

Assim que me virei para a porta, Rias estava lá parada, ela veio até min e fez um sinal para que eu a seguisse.

Eu olhei em volta, todos estavam de olhos arregalados, ambas meninas e meninos com um olhar de raiva.

As meninas odiavam Rias por estar comigo, e os meninos me odiavam por estar com Rias.

Assim que chegamos no corredor ela se encostou na parede.

Rias – Espero que tenha gostado de sua primeira aula!

Eu cocei a cabeça.

Willian – Foi mais complicado que eu imaginava, mas tenho que admitir que gostei, e que a minha turma é excelente.

“No Brasil eu estava acostumado com ter putaria na sala toda hora, guerras de bola de papel, funk dentro da sala, alguém gritando com outra pessoa, brigas... Isso parece o céu para min.”

Ela deu um sorriso.

Rias – Que bom que gostou! Depois Akeno ira te mostrar algumas das atividades que você poderá praticar quando suas aulas acabarem.

Willian – Okay!

Eu já estava me virando para voltar para sala quando ela segurou meu braço. Eu me virei para ela, Rias estava com uma cara de vergonha.

Rias – Sabe... Sobre ontem...

Eu dei um sorrisinho.

Willian – Relaxa, você fez o que tinha que fazer. Se eu estivesse no seu lugar faria o mesmo.

Ela deu um sorriso, e foi descendo pelo corredor, enquanto vários garotos e garotas acompanhavam seu andar.

Eu voltei para sala, o sistema de professores era o mesmo do Brasil, a cada aula havia uma troca de professores, mas naquele colégio os alunos tinham um intervalo de cinco minutos a cada aula que passava, assim como os professores.

Assim que me sentei, me lembrei do livro de Genesis.

Eu o peguei e abri no Ato II.

“Não há ódio, apenas deleite, a você amado pela Deusa, Herói da alvorada, curandeiro de mundos...”

Garota – Com licença...

Uma garota de óculos estava parada do meu lado, ela tinha o cabelo curto e preto, ela tinha uma cara de inocente, ela era de um estilo chibi kawaii.

Willian – Posso te ajudar?

Ela começou a ficar nervosa, de relance eu pude ver uma garota, no canto da sala, rindo maleficamente, era bonita, mas me lembrava alguém... Ela tinha um cabelo vermelho escuro, usava um óculos, e tinha pose de metida.

“Aquela garota me lembra a Karin, do Naruto... E ela parece com a Brendy...”

Tinha certeza que ela tinha a ver com essa garota na minha frente, que agora chorava de tanto gaguejar...

Eu me levantei e fechei o Loveless, e tentei ajudar a tal garota na minha frente.

Willian – Acalme-se bambina... Fala devagar o que você quer...

Eu coloquei minhas mãos no ombro dela e dei um sorriso. A minha sorte é que eu sempre fui viciado em Assassin’s Creed 2, e de tanto jogar eu ficava curioso com as palavras em italiano, e cheguei quase a decorar as falas.

Willian – Diga, qual é seu nome?

Kyoto – E-eu sou Makura Kyoto!... E-eu só... Só queria perguntar o n-nome desse livro...

Falou ela timidamente, ela era kawaii do nível de Koneko, uma garota que dava vontade de apertar de tão bonita.

Willian – Esse? O nome dele é Loveless, mas ele é um livro muito raro, duvido que vá achar um igual...

Ela concordou com a cabeça, meia triste.

Kyoto – Tudo bem então!

Ela completou com um sorriso, e já se virava para ir na direção da tal garota metida.

Willian – Kyoto!

Ela se virou para min.

Kyoto – O-o que foi?

Willian – Como conselhos são de graça, vou te dar um. Não fique andando com aquela garota. Ela não parece ser uma boa amiga para você.

Ela concordou com a cabeça, mas mesmo assim foi na direção dela.

“Acho que isso foi inútil...”

O sinal bateu novamente, e me sentei no meu lugar esperando a aula de Matemática começar.

Xxxx

Assim que o sinal bateu os alunos saíram da sala, pelo que parecia, o colégio seguia mais os padrões ingleses, havia um refeitório, mais para dentro do colégio.

Eu segui alguns alunos para descobrir aonde era esse tal refeitório.

Assim que cheguei, pude ver varias mesas, com vários alunos.

Fui pegar meu almoço, alguns onigiris, até mesmo alguns sushis, uma maça e um suco de caixinha.

Assim que peguei meu almoço eu me virei para as mesas. Eu até tinha visto Kiba e Koneko, mas não senti nenhuma vontade de me juntar a eles. Eu sai do refeitório, e me sentei do lado de fora dele, debaixo de uma arvore. Não havia ninguém do lado de fora.

“Ótimo, não quero ficar no meio daquela gente toda mesmo...”

Assim eu pude curtir meu silencio. Quando eu já tinha comido quase tudo menos a maça, notei um grupo de garotas se aproximando de min.

Eu dei uma mordida na maça, enquanto olhava elas chegando mais perto de min.

Eu observei todas elas e vi a tal garota metida, ela parecia ser a líder delas...

“Um bando de bakas...”

Líder – Ora, vejam só... Até que você é bem bonito garoto! Você é o novato não é?

Eu fiquei em silencio enquanto observava elas, pelo visto, as “amigas” dela tinham medo dela.

Líder – Ei! Estou falando com você!

“Que menina irritante... Acho que sei como Sasuke se sente agora!”

Ela se aproximou mais de min, e ficou com o rosto próximo do meu.

Líder – Não me ignore!

Eu continuei em silencio e dei mais uma mordida na maça.

Líder – Quem diria, temos um tímido aqui!

Falou ela tendo a audácia de tomar a maça da minha mão e atirar ela longe.

Eu olhei fixamente para ela, ela me dava pena, pois com um olhar eu poderia fazer ela ser reduzida a cinzas.

Líder – Agora me escute! Quero que saiba que quem manda nesse colégio sou eu e que...

Eu nem esperei ela terminar de falar, eu simplesmente me levantei e fui fazer meu caminho de volta para a sala.

Foi quando eu senti ela me pegando pelo braço, ela estava sorrindo.

Líder – Quem você pensa que é para me deixar falando sozinha?! Meu pai é um dos maiores empresários da Europa, e se quiser eu posso acabar com sua vida inteira se você não fizer o que eu digo!

Aquela situação era tão ridícula que eu soltei uma gargalhada. Eu resolvi falar, já que ela estava mandando.

Willian – Escute aqui sua garota mimada, eu quero que seu pai se foda, não to nem ai se seu pai é um otário empresário, quero que você e seu pai morram. Você é irritante demais...

Dito isso eu me soltei, e deixei ela parada ali espumando de raiva.

Foi quando eu finalmente notei Akeno parada,junto de Rias observando tudo.

Eu fui andando até ela com as mãos no bolso. Assim que cheguei eu nem quis esperar ela falar.

Willian – Me de um bom motivo para eu não torturar aquela garota, ou mata-la.

Rias soltou um suspiro, mas Akeno deu um sorriso.

Akeno – Willian-san, o pai dela é um empresário muito influente, não seria bom se ela morresse!

Falou ela com um sorriso masoquista que me deixou encantado.

Rias – Sim, mas não ligue para ela. Ela é Akura Karin, sempre foi bem problemática...

Willian – Karin?

“Ah cara... Todas as Karins são problemáticas...”

Rias – Sugiro que apenas a ignore...

Willian – Não gosto de ver o jeito que ela trata os outros... Maledetta puttana...

Rias – Não se preocupe, se ela sair demais da linha, podemos usar nossos poderes para tentar alterar a personalidade dela... Embora isso seja arriscado...

Aproveitei que o assunto tinha morrido.

Willian – Akeno-san? A comida estava muito boa! Eu realmente agradeço.

E fiz uma pequena reverencia.

Akeno – Ora ora! Não precisa agradecer!

Disse ela com o rosto vermelho, embora eu duvidasse que fosse de vergonha.

Rias estava rindo disfarçadamente ao meu lado.

Willian – Achou graça?

Rias – Não não! Imagine! Vamos Akeno?

Akeno – Hai Rias!

Falou ela com um sorriso.

“Essas duas são demais...”

Fui fazendo meu caminho de volta para a sala.

Xxxx

Eu esperei pacientemente na sala, lendo meu livro, Loveless, enquanto os alunos iam embora eu esperava Akeno.

“ Onde eu parei? Ah sim... Sonhos de um amanhã ânsia a alma despedaçada, O orgulho esta perdido, Asas arrancadas, o fim está próximo.”

Akeno – Willian-san.

Eu olhei para frente e guardei meu livro no bolso. Ela estava na porta da sala me esperando, os alunos já haviam saído.

Willian – Akeno-san, que bom revê-la.

Ela deu um sorrisinho.

Akeno – Vamos? Tenho muitos clubes para te mostrar.

Willian – Va bene. Então vamos.

Enquanto íamos andando pelos corredores, íamos vendo diversos tipos de aulas extras que eu pudesse fazer, mas nenhuma em particular me interessava.

“ Eu sempre tive esse problema desde a epoca do colégio... eu não sabia nunca o que queria...”

Foi quando nós passamos em um clube de musica, havia uma garota lá que tocava um violão de forma espetacular, eu havia me interessado e ela havia concordado em me aceitar no clube, e que minha primeira aula seria amanha.

Assim que resolvemos tudo, eu e Akeno fomos andando pelo colégio até na direção do clube.

No caminho fomos conversando de vários assuntos até eu perguntar se eu poderia me juntar ao clube de Rias.

Akeno – Você não é um demônio! Isso seria problemático! Nosso clube é apenas para demônios que a Presidente recrutar!

Falou ela com um sorriso.

Willian – Realmente...

Assim que chegamos na sala do clube, Koneko estava sentada no sofá com um picolé na mão, mas Kiba não estava. Rias estava em sua usual cadeira.

Willian – Buona Sera amici! Boa tarde amigos!

Koneko me olhou e sinalizou com a cabeça.

Koneko – É bom te ver Willian-sempai.

Rias – Está animado Willian?

Eu concordei com a cabeça

Willian – Sim, eu me inscrevi em um clube de musica.

Rias – Que bom que escolheu algo!

Akeno deu um sorriso e foi para o lado de Rias para ajudá-la.

Eu me sentei no sofá do lado de Koneko.

Koneko – Você causou um alvoroço e tanto no colégio, Willian-sempai...

Falou ela lambendo seu picolé.

Willian – Como assim?

Koneko – As garotas da escola gostam de você...

Falou ela lambendo novamente, aquilo estava começando a me deixar excitado, não sei por que.

Willian – Cara... Isso é tão problemático...

“Ser bonito esta me dando mais problemas do que soluções....”

Eu soltei um suspiro, e fui até o segundo andar aonde estavam minhas coisas. Eu havia me lembrado que meu cartão de memória do meu celular antigo estava em uma de minhas bolsas.

Eu abri meu celular novo e botei o cartão, e peguei um fone de ouvido.

Eu voltei novamente para o primeiro andar e me sentei novamente no sofá, e botei o fone.

“AHHH!!! MINHAS MUSICAS!!! COMO É BOM ESCUTAR ELAS!!”

Até que eu dei uma gargalhada, todos me olharam rindo, mas nem prestaram atenção. O que elas não sabiam é que eu estava ouvindo a primeira abertura do Highscholl DxD.

Fiquei escutando musica enquanto Koneko estava distraída com seu picolé, Rias e Akeno trabalhavam mais.

Até que eu achei no meu celular a musica Advent One Winged Angel.

Eu instantaneamente fechei meus olhos e falei.

Willian – Sephiroth?

...

Sephiroth – Diga.

Willian – Quero que você escute essa musica, ela foi feita para você. Você deve escutar ela.

Juntos escutamos a musica.

Eu ia acompanhando o ritmo dela com o pé e ia cantando baixinho, com os olhos fechados.

Willian – Noli manare, manare in memória, Sephiroth!

Aquela musica sempre me dava arrepios, por causa de seu significado. Sephiroth escutava ela sem nenhuma reação.

Willian – Ferum terribile, ferum fatum...

Ela havia tocado enquanto Cloud e Sephiroth lutavam no filme.

A musica estava chegando no ápice, a parte que sempre acabava me fazendo chorar de emoção, a parte em que Cloud usava o Omnislash em Sephiroth.

E novamente eu deixei cair algumas lagrimas, eu sorri de leve enquanto cantava, eu não percebia mas cantava mais alto do que antes.

Willian – Mi fili veni, veni veni mi fili...

Sephiroth continuava calado.

Willian – Qui mortem invitavis, poena funesta natus, noli nomen vocare, ille iterum veniet, Sephiroth!

Quando a musica acabou eu de um sorrisinho. Na minha mente eu perguntei.

Willian – E então? O que achou?

Sephiroth – Fizeram uma musica para min em latim? Mas até que gostei...

Ele estava com uma voz diferente, parecia até feliz.

Assim que abri meus olhos de novo, eu enxuguei o rosto com a blusa, e vi que as garotas me olhavam.

Willian – Ah, err... Foi mal...

Rias deu uma risada, Akeno acabou acompanhando ela, enquanto eu via um sorriso no rosto de Koneko.

Rias – Não leve a mal! Você canta bem!

Akeno – Ora ora, mas que língua era essa? Seria latim?

Eu concordei com a cabeça.

Koneko – Qual é o nome dessa musica?

Perguntou ela sem emoção.

Willian – É One Winged Angel.Ou se preferir “O anjo de uma só asa”.

Eu até tive a idea de contar a Rias sobre meu poder de anjo. Mas pensei melhor.

“ Melhor não falar... Vai que ela me confunde com uma anjo caído... Mas se bem que Sephiroth é um anjo caído...”

Akeno – Um anjo? Que interresante! Podemos escutar a musica?

Willian – Ah... Claro.

Eu tirei o fone e coloquei novamente a musica em alto e bom som.

Fiquei curtindo a musica novamente enquanto elas escutavam.

Depois que a musica terminou Akeno estava com uma cara de confuso.

Akeno – E qual é a tradução?

Willian – Bom... Eu ainda me lembro a tradução... Vocês querem ouvir?

Elas concordaram com a cabeça, enquanto eu tentava me lembrar da letra da musica.

Willian – Não fique, fique na memória, não fique, fique na memória, Sephiroth!

Raiva cruel, fúria e dor, Sephiroth!

Terrivelmente violento, destino terrivel

Não fique, fique na memória, não fique, fique na memória, Sephiroth!

Venha, meu filho, venha meu filho

Venha aqui, e me de a morte pela segunda vez.

Venha aqui, e me de...

Não fique na memória

Raiva cruel e dor

Destruição terrivelmente violenta

Ele virá pela segunda vez

Meu filho venha, venha, venha meu filho.

Você será convidado a morte

Seja paciente com o sofrimento fatal

Não chame seu nome

Ele virá pela segunda vez

Sephiroth!

Aquilo tinha sido horrível, era uma tradução que eu não lembrava se estava certa.

Rias – Que musica mórbida...

Akeno – Eu até fiquei com medo.

Disse ela com um sorrisinho, como que ela estava com medo então?

Koneko – Ela é chata.

Falou Koneko.

“Hum! Espero só até eu usar meus poderes que ai você vai ver... Ah... quer saber eu vou dar uma volta.”

Eu subi até o segundo andar e peguei uma toalha para um banho e levei a roupa florentina para lá, já que não tinha como eu subir, sem que elas me vissem, e desfiz o jutsu de transformação.

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Eu sai do banho arrumando o cabelo, a roupa florentina ficara boa em mim, mas eu não quis usar o colete. Eu optei pela opção original do manequim eu usei a calça preta junto da bota e o cinto.

Eu subi rapidamente e me olhei no espelho, ela realmente parecia a que Ézio tinha usado.

Eu coloquei o celular no bolso, assim como a chave da casa.

Ao descer eu pude perceber que eu estava bonito pelo jeito que elas me olharam, mas perguntei mesmo assim.

Willian – Estou bom?

Pude ver o rosto de Akeno ficar vermelho, assim como o de Rias e Koneko.

Akeno – Ora! Você está tão bonito Willian!

Falou ela com um sorrisinho.

Willian – Arigatou Akeno-san! Bom, vou dar uma volta pela cidade. Vou voltar tarde... buona sera minna.

Eu olhei o relógio, era 7:53.

“ Sempre quis dar uma volta por uma cidade japonesa mesmo!”

Eu andei por vários lugares, e vi um monte de coisas legais. Eu estava em um shopping, as garotas me olhavam bastante, não que eu não gostasse... mas incomodava.

Enquanto eu andava no shopping eu vi uma coisa que me fez dar um enorme sorriso.

Issei, Matsuda e Motohama estavam andando e conversando bem na minha frente.

“Oh! Olha só! Como eu pude esquecer de procurar ele no colégio? Cara eu sou muito voado...”

Eu cheguei mais perto para tentar ouvir a conversa deles. Eles pararam de falar para me ver passar.

Issei – Aquele é o novato do nosso colégio?! Ele está diferente!

Motohama – Ahá! Sabia! Deve ser algum tipo de maquiagem nova que faz as pessoas ficarem bonitas! Sempre tem uma farsa por trás!

Matsuda – Ele pode estar usando maquiagem... Mais ainda é mais bonito que a gente...

Issei – Essa vida é muito injusta!!

Eu passei olhando para eles, e mudei o olhar para o braço do Issei.

“Draig...”

Eu dei um sorriso e continuei andando.

Já era 9:36 quando eu estava indo para casa, aquele tinha sido um dia bom, era legal saber que no fim do dia eu tava vivo, e que não precisei enfrentar dragões, ninjas, zumbis...

“Mas eu ainda não descobri como usar meus poderes de lorde vampiro... Deixe me tentar de novo...”

Tinha um carro estacionado na minha frente, eu me concentrei e ativei meu modo vampiro.

Só tinha mudado minha aparência, observei olhando no espelho lateral do carro.

“Ah cara... Epa, mas se eu sou um vampiro... O que eu preciso é de sangue!”

E para minha imensa felicidade, uma mulher era perseguida por uma cara, e eles entraram em um beco na minha frente.

Eu fui até o beco e vi o cara com uma faca se aproximando da mulher com um sorriso assassino, não perdi tempo.

Willian – Wuld Nah Kest!

Eu alcancei o cara em menos de um segundo e parei atrás dele. Eu não dei tempo nem para ele se virar. Eu mordi o pescoço dele com força e suguei o sangue dele como se fosse nada menos que água.

Eu pude ouvir a mulher gritando no celular.

Mulher – ME AJUDEM!! ME AJUDEM!! POR FAVOR POLICIA!!

Pude ouvir ela dando o endereço do local...

Ele largou a faca enquanto berrava de dor, diferente do que eu pensava, o gosto não era ruim, eu poderia dizer que era até mesmo... Viciante, delicioso.

Eu bebia cada vez mais, enquanto o cara se debatia, mas aos poucos ele foi parando... e logo já estava morto.

“Mais já?”

Ele caiu no chão sem vida, pude notar minha blusa, ela tinha um pouco de sangue nela, e ainda escorria sangue pela minha boca.

Eu dei um sorriso mortífero, foi quando eu senti algo crescendo dentro de min, um poder novo.

Policial – Parado não se mexa!

Eu levantei os braços enquanto o policial vinha na minha direção com a arma apontada para min. A mulher correu para o lado do policial chorando.

Eu me virei lentamente para ele. Ele ficou aterrorizado de medo quando me viu. Eu dei um sorriso para ele.

Willian – Zun Haal Vik!

“Meu thu’um esta mais forte...”

A arma dele voou para longe, eu corri ate ele e deu uma mordida no pescoço dele. A mulher gritou de medo e tropeçou caindo no chão. Ela segurava o tornozelo.

O policial gritava de agonia, a cada gota de sangue que eu bebia, eu gostava mais ainda do sabor.

“Morrigan estava certa... É delicioso mesmo...”

O policial foi perdendo as forças, e não conseguia mais se debater, e logo terminou como o outro cara. Eu limpei a boca com a mão.

Eu pude ouvir um leve som de carro de policia. Eu tinha de agir rápido.

Eu fui na direção da mulher.

Ela estava chorando de dor e de medo.

Willian – Sinto muito, mas você me viu.

Mulher – POR FAVOR NÃO ME MATE!

Eu cheguei mais perto, ela foi engatinhando para trás, mas não conseguiu ir longe. O som dos carros estava ficando mais alto.

Eu peguei ela pelo pescoço e a levantei sem dificuldade. Eu lambi o pescoço dela, ela gritava de desespero. Eu ouvi freada de carro.

Willian – Não se preocupe... Você deve ir para o céu...

Policial – Parado!

Eu olhei na minha frente, haviam três carros de policia, e haviam sete policiais. Haviam dois homens e o resto de policiais mulheres.

“Será que elas tem um gosto diferente?”

Eu deixei a mulher no chão, e levantei as mãos. O erro deles foi quererem vir juntos para me pegar.

Policial – Mas o que é você?!

Perguntou uma enquanto se aproximava.

Eu dei um sorriso.

Willian – Sou o Lorde das Sombras... Zun Haal Vik!

As armas dos policiais se perderam do outro lado da rua. Eles ficaram me olhando , pasmos.

Eu fui na direção da mulher, ela tentou me dar um soco, ela tinha um lindo cabelo loiro curto, e tinha os olhos negros, era bonita. Eu desviei e mordi o pescoço dela, o sangue era bem melhor do que os de homens.

Policial – Droga!! JEINY!!

Eu tomei o sangue dela tranquilamente, os policiais não sabiam o que fazer em seguida. Ela nem sequer gritou, ela nem chorava mas resmungava.

Jeiny – Ao menos morri fazendo meu trabalho...

Depois de um tempo tomando o sangue dela, o corpo caiu ao meus pés. Eu notei alguma coisa diferente no meu braço direito.

Eu concentrei no braço e nele apareceu amarrado, um chicote feito de sangue.

“Oh? Um chicote feito de sangue? Interresante...”

Eu dei um sorriso maléfico, alguém tinha gritado.

Eu soltei ele no chão e percebi que o chicote era extensivo.

Eu joguei o chicote na direção de uma policial, pude ver um poste ser partido ao meio antes de acertar ela. Os outros policiais abaixaram, mas ela caiu no chão dividida em duas partes. Eu joguei ele novamente de cima para baixo, pude sentir o chão tremer, e acabou esmagando a cabeça de mais uma policial, os outros perderam o equilíbrio, pude ver que uma policial tinha recuperado sua arma, e já estava apontando ela para min.

Eu mirei na mão armada dela, a mão da mulher saiu voando até bater em uma parede, que sem querer disparou a arma para o nada. Fiz o chicote voltar e dividir a cabeça dela em duas.

Dois policiais homens vieram na minha direção correndo de cassetetes erguidos, eu girei para o lado com o chicote, fazendo com que o chicote fizesse um circulo, os policiais foram divididos no meio.

Sobrou apenas uma policial mulher, que chorava no chão, ela não era tão bonita quanto Jeiny, mas o importante era o sangue.

Fui caminhando até chegar nela, o chicote brilhava em vermelho sangue em meu braço.

Me abaixei próximo dela.

Willian – Responda a minha pergunta. Vocês chamaram reforços?

Ela balançou a cabeça negativamente, eu dei um sorrisinho para ela, e pulei em cima dela.

Eu mordi ferozmente o pescoço dela, e tomei o sangue dela para min, pude sentir a vida dela se esvaindo a cada gole de sangue... Quando eu finalmente terminei, eu limpei a boca com a mão novamente.

Eu olhei em volta, e la estava a mulher do beco assistindo tudo sem poder fazer nada.

Eu fui rapidamente na direção dela, e abocanhei o pescoço da mulher.

Depois que ela morreu, eu voltei aos carros de policia, e desliguei as sirenes, eu me olhei no espelho do carro. Meus olhos brilhavam um tom vermelho sangue, e na minha boca ainda tinha bastante sangue escorrido, meus dentes caninos estavam grandes e afiados e em tom de vermelho por causa do sangue, eu ainda consegui ouvir uma transmissão de radio antes de ir embora caminhando lentamente, como se meu passeio da noite estivesse concluído.

Base – 2-1-7 está na escuta? Aqui é base falando. Repito 2-1-7...

Eu dei um largo sorriso ao ouvir aquilo.

Notas finais
Willian - Cara... Voce é mal autor, me botou pra estudar... Autor - Pra voce parar de encher meu saco. Akeno - Ora ora! Koneko - Willian-senpai, voce é desanimado demais.