O Viajante De Animes
57 Cap 17 Second Seasonn
Notas iniciais
Xx---Serena---xX
“Finalmente...”
Eu me joguei, acabada em minha cama... O dia tinha sido longo... Eu havia chegado na cidade imperial a tarde e tive que ficar quase duas horas dando explicações ao ministro sobre o estado do exército dele e tive que inventar algumas coisas, fora os relatórios que tive que fazer. Assim que eu tinha acabado meu relatório eu ainda tive que dar explicações a todas as garotas, assim como introduzir Esdeath a elas, coisa que não agradou a Rina nem um pouco, e para minha surpresa eu descobri que Yume estava aqui. Depois daquilo eu tive que ditar algumas regras para Esdeath, assim como avisá-la de algumas coisinhas. No total? Só pude tomar meu banho a noite e eu finalmente poderia descansar, mas eu estava feliz.
“Agora... Só falta mais uma pessoa nesse anime... Talvez até...”
Não... Dependeria muito do caso. Mas o importante é que meu objetivo primário estava feito. Eu me deitei de bruços na cama enquanto pensava, a toalha que eu usava para cobrir meu corpo quase escorregou, eu rapidamente a arrumei.
“Preciso de dinheiro... Se bem que isso não é problema por aqui. Depois podemos achar um bom esconderijo na cidade. Não podemos ficar por aqui... Depois é a parte fácil.”
Porém algo atrapalhou meus pensamentos, a porta se abriu subitamente e dela entrou Rina que veio andando até mim com um olhar de reprovação.
Rina – Você vai pegar um resfriado assim!
Eu enfiei minha cabeça no travesseiro.
Serena – Não vou não!
Eu senti cama se mexendo quando ela se sentou.
Rina – Sinceramente eu só fico mais desapontada com você. Você só traz mulher para casa!
Eu virei meu rosto na direção dela.
Serena – Sim... Mas é que eu... tento evitar transformar em vampiro os personagens principais. Eles são importantes demais no mundo deles, e, além disso, boa parte das mulheres de anime são muito fortes!
Ela me olhou desconfiada.
Rina – Eu jurava que era só por que elas eram peitudas!
Serena – Não posso fazer nada quanto a isso...
E nós ficamos em silencio...
Serena – Rina... Você tem se sentido sozinha? Eu sinto que... não tenho te dado muita atenção...
Ela subitamente ficou com o rosto meio vermelho.
Rina – O- o que quer dizer com isso?!
Serena – Nada, apenas se... Sou apenas eu... Que sente falta.
Ela parecia ter ficado surpresa.
Rina – Você se sente sozinha? No meio dessas mulheres todas? Até parece...
Serena – Não é verdade! Meu coração é seu Rina. Acho que... Por mais que eu ame elas, você é a dona do meu coração.
Ela me olhou surpresa e se deitou ao meu lado.
Rina – Você... Me ama? Como ama elas?
Eu dei um sorriso sincero para ela e a beijei de leve.
Serena – Te amo com a minha alma. Todas vocês são o que dá sentido a minha vida. Você, é minha namorada, talvez por fora... mas por dentro é muito mais que isso.
Falei apontando para meu peito, ela ficou vermelha de novo e deu um sorriso.
Rina – Estou feliz!
Serena – E você? Ainda me ama apesar de eu ser uma chata?
Ela riu.
Rina — Fazer o que? A gente tem que se virar com o que a gente tem!
Eu ri junto com ela e tentei me virar na cama, mas ao fazer isso eu senti minhas costas doloridas e dei um gemido de dor. Rina ficou me olhando curiosa.
Rina – O que foi?
Serena – Minhas costas estão doloridas... Acho que foi mal jeito.
Ela subitamente me empurrou de volta para baixo e eu cai de bruços na cama com um gemido.
Serena – Ei!
Eu senti ela montando em cima de mim.
Rina – Relaxa! Vou fazer uma massagem em você! Alias... Se importa em esperar um pouco? Eu tenho que ir ao meu quarto.
Eu fiz que não com a cabeça e ela saiu correndo alegre. Ela voltou alguns minutos depois com um pote com algo, eu a reparei vestindo agora uma camisola preta. Ela subiu nas minhas costas novamente.
Rina – Agora estou pronta! Demorei?
Serena – Só um pouco... Ai, ai,ai, ta gelado!
Seja o quer que fosse aquilo, era pegajoso e era bem gelado, na verdade era bom. Rina tirou a tolha que cobria minhas costas.
Rina – Aprendi isso em um livro, ou seja ainda não testei. Você vai ser minha cobaia!
Serena – Me sinto tão alegre com isso... AI!
Rina – Opa! Mal ai! Vou fazer certo agora, então relaxe!
Eu fechei os olhos enquanto ela passava as mãos pelas minhas costas. Ela era boa nisso, e fazia pressão ou puxava minha pele em alguns pontos, o que dava uma pontada de dor de vez em quando, mas ainda sim era uma ótima massagem. Ela passou aquilo pelas minhas costas inteira e foi descendo até parar um pouco antes das minhas nadegas.
Rina – Bom... A massagem requer que eu passe por aqui também!
Serena – Nem pensar.
Ela simplesmente puxou o que tinha de toalha, expondo o resto do meu corpo.
Rina – Fica quieto ai!
Decidi que não tinha como ganhar essa contra ela e tentei relaxar enquanto ela descia a mão dela pela minha parte de trás... Eu não sabia se era proposital ou não, mas ela apertava minhas nadegas de vez em quando... O que na verdade era bom... Eu fui ficando excitado enquanto ela dava alguns apertões e descia outra mão pela minha coxa. Por alguns minutos ela ficou naquela área e eu comecei a me perguntar se aquilo realmente era uma massagem e então eu tentei olhar disfarçadamente para trás. Rina tinha o rosto vermelho com um sorriso e assim que ela notou que eu estava olhando ela piscou o olho para mim.
Rina – Está gostando?
Ela apertou de novo, eu senti um pontada de prazer.
Serena – Muito...
Ela chegou mais perto do meu ouvido.
Rina – Eu também... Mas eu quero fazer algo melhor sabe...
E Ela pegou em meu membro, eu suspirei enquanto mudava de posição e a jogava na cama. Eu tirei a camisola dela com pressa e fiquei olhando o corpo dela...
Xxxx
Eu estava andando pelas ruas da cidade imperial, pelo que eu me lembrava de ter visto no anime, a cidade era enorme e eu ainda não tinha tido uma boa chance de explora-la ainda mais pelo fato de que eu tinha acabado de receber meu pagamento do império pela cidade que nós tomamos!
“Quem diria, até que aquele Ministro não é tão mão de vaca assim!”
As pessoas daquela parte andavam com olhares bem sério e com andar de nobre, afinal eu estava na parte mais rica. Enquanto eu andava eu aproveitei para perguntar a algumas pessoas onde haveria uma casa ou algum lugar grande que pudesse servir de esconderijo dos Assassinos. Muitas delas me indicaram uma grande mansão na parte leste da cidade, eu decidi ir lá depois.
Enquanto andava eu já estava começando a ficar com fome. Havia um restaurante ali perto, com meu olfato aguçado eu conseguia sentir um cheiro muito bom de comida. Porem uma loja em especial chamou minha atenção, ela não tinha muitas decorações, bem diferente do resto das lojas da cidade. Ela tinha apenas alguns itens à mostra em cima de uma mesa, atrás de um balcão de vidro.
“O que será que tem aqui?”
Assim que eu entrei na loja, uma sineta tocou, ela estava presa em cima da porta. Quando eu olhei ao redor eu dei um sorriso. Cartolas, roupas, e muitas cartas e até mesmo algumas varinhas magicas. Era uma daquelas lojas de acessórios para mágicos de circo. Eu fui andando por ela evitando tocar nas coisas, mas eu não resisti ao ver uma roupa de magica em conjunto com uma cartola e uma varinha preta e branca. E encostada nela havia um baralho completamente lacrado. Eu tinha que admitir que aquela roupa era muito legal. (ROUPA)
??? – Posso ajudar?
Eu virei meu pescoço para o lado, um garoto de mais ou menos 16 anos de idade me olhava interessado. Ele tinha um cabelo negro que cobria seu olho direito com uma franja, as roupas dele indicavam que ele provavelmente não era dessa parte da cidade.
Serena – Oh, desculpa... Eu estava só olhando.
Ele forçou um pouco os olhos, ainda mais pelo fato da iluminação ali não ser das melhores.
??? – Você... É a tal general nova?!
Eu dei um rápido sorriso.
Serena – Eu mesma. Sou a Shogun Uchiha.
Ele parecia impressionado.
Tay – E-eu sou Tay, sou o dono dessa loja! É um prazer enorme te conhecer!
Serena – Prazer, Tay-kun. Me diga, você foi quem começou essa loja?
Ele sacudiu a cabeça.
Tay – Não, na verdade... Bom... Minha mãe é quem começou. Mas... Ela... Morreu. Ela era uma artista em um circo e ela deixou muitas coisas para mim, e como eu não tenho muito dom para magica eu tento vender o que dá, mas nem todo mundo gosta de magica... Então eu fico sempre aqui.
Falou ele com um sorriso. Ele parecia ser um garoto bom.
Serena – Entendo... Hum... Essa roupa de magica... Quanto custa?
Ele piscou o olho surpreso. Ele saiu de trás do balcão e veio até mim. Ele ficou observando a roupa por algum tempo.
Tay – A fantasia da trapaceira... Essa roupa... Hum... Deixe-me pensar sim?
“Deve ser importante para ele...”
Sem nem mesmo hesitar eu deixei em cima do balcão um saco de moedas e bem grande. Ele observou aquilo boquiaberto enquanto contava as moedas.
Tay – M-mas aqui tem muito!
Serena – Exatamente. Vou querer a roupa e mais umas coisinhas!
Ele ficou piscando o olho sem parecer saber o que fazer em seguida. Ele chegou mais perto de mim e eu fui indicando as coisas de que eu iria precisar. No final ele colocou tudo o que eu havia comprado em uma grande bolsa e me entregou.
Tay – Ah! E se você não se importar eu posso pegar umas coisas a mais? Elas podem ser uteis!
Ele entrou pela porta de um deposito atrás do balcão e voltou carregando um livro e que parecia bem velho, e um relógio de bolso prateado, junto com uma luva branca.
Serena – Um livro?
Ele concordou alegre.
Tay – Bom... Você é a primeira cliente que tenho em tanto tempo... Acho que você merece isso! Esse livro ensina alguns dos truques básicos de um magico e alguns bem mais difíceis. E esse relógio de bolso é...
Serena – Da sua mãe?
Tay – Não, é só um relógio qualquer mesmo.
Eu dei uma gargalhada quando ele disse aquilo, eu certamente estava esperando que ele dissesse outra coisa. Eu pude o ver rindo também, eu me despedi dele com as minhas compras nos braços e resolvi ir embora para casa. Assim que sai da loja eu olhei novamente para ela, no anime, eu nunca havia visto ela em momento nenhum, coisa que eu achei bem estranho.
“Bom! Agora tenho que ir pra casa mesmo... Acho que eu não deveria ter dado meu dinheiro todo pra ele... Ah que fome!”
Eu decidi deixar para ver a tal mansão mais tarde. Hoje eu tinha muito que fazer e eu estava com uma ideia em mente.
Xxx
Yume – Assim?
Serena – AI! NEM TANTO!
Yume – Foi mal! Não tenho culpa se é muito apertado ai atrás!
Serena – Você deveria ser mais gentil!
Yume – Ah! Larga de ser fresca! Você aguenta o tranco!
Eu gemi de dor enquanto Yume me ajudava a me vestir, eu estava experimentando a minha roupa de magica. Já estava no final da tarde daquele dia e eu não queria demorar demais por ali. Assim que terminei de me vestir eu dei uma olhada no espelho e me virei para Yume.
Serena – Como eu to?
Yume fez uma cara de pensativa.
Yume – Até que não ta ruim! Mas você ta parecendo uma garota de programa com isso.
Serena – Não estou não! Sinto cheiro de inveja! Estou sexy isso sim!
Falei colocando a cartola e a ajeitando. Eu tinha tido umas ideias muito boas para essa roupa.
Yume – Mas vem cá... Pra que comprar isso?
Eu fiz um bico.
Serena – Como pra que? Vou usar isso quando eu for ver a Night Raid!
Ela deu uma risada.
Yume – Serio?! Imagino o que eles vão achar! Principalmente o Tatsumi!
Serena – Exatamente! Eles vão achar que sou fraca usando essa roupa e vou derrotar eles assim!
Yume – Derrotar?! Se ta doida ou o que? Você nem sabe a onde eles estão!
Eu dei um sorriso e me joguei em cima da Yume que deu um grito assim que nós duas caímos na cama.
Yume – SUA LOCA! EU PODIA TER MORRIDO COM TANTO PESO ASSIM!
Serena – TA ME CHAMANDO DE GORDA?!
Eu peguei o meu travesseiro e o joguei na direção dela. Ela desviou e o jogou de volta para mim, que não tive tanta sorte e acabei levando uma travisseirada. Eu me recompus com um sorriso.
Serena – A Rina-chan me falou! Ela disse que você marcou a Akame com o Hiraishin no jutsu!
Yume – Tsc... Que fofoqueira.
Serena – Nani?! Isso é jeito de falar da minha muié?!
Yume – Falo como eu quiser! Não gostou me cale en...
Ela não terminou a frase porque meu travesseiro já estava na cara dela. Eu me levantei da cama animada de vez, hoje eu iria fazer meu primeiro espetáculo com aquela roupa e tudo tinha que dar certo!
Rina – Serena! A Rias ta querendo que você... MAS QUE ROUPA É ESSA?
Ela tinha uma cara muito estranha enquanto entrava no meu quarto.
Serena – Ah isso? Eu comprei! Ficou feio amor?
Falei ficando de frente para ela.
Rina – KYAHH!!!
Eu só me senti arremessado de volta para a cama com uma pessoa agarrada na minha cintura. Ela ficou alisando minha barriga algo que definitivamente não iria dar certo em uma roupa daquelas.
Serena – P-para com isso Rina!
Rina – QUE ROUPA KAWAII! NEM PARECE QUE FOI QUE VOCÊ QUE ESCOLHEU! KYAHH!! QUERO UMA IGUAL!
Yume – E-ei...
Rina subitamente me largou e ficou olhando para a cara da Yume sem entender nada.
Rina – Bom... O que vocês estão fazendo?
Eu me levantei da cama e ajeitei minha cartola.
Serena – Eu vou ver a Night Raid Hoje!
Rina – Ah droga... Por isso você ta de roupa nova.
Serena – Sim! E quero que você comigo Rina! Vou fazer um espetáculo de magica.
Rina – Ela te envolveu nisso também Yume?
Yume suspirou.
Yume – Exato. Agora ela quer que eu levo ela até a Akame.
Serena – Exatamente! Então, vamos?
Yume – Ah? Agora?
Serena – É! Não falei? Além disso não é nada demorado... Vou mais para ver a pessoa que eu quero recrutar.
Yume – Mesmo? E quem é?
Serena – Segredo. Vamos?
Rina – A gente não deveria avisar o pessoal?
Serena – Pra que? É coisa rápida!
Eu fui até a cama e puxei ambas dela, Yume ficou reclamando meia vida enquanto preparava o hiraishin.
Yume – Segurem em mim.
Serena – Ui. A onde exatamente? Pode ser qualquer lugar?
Rina – Nem pense nisso!
Eu coloquei minha mão no ombro da Yume junto com a Rina e no que pareceu por um segundo meu quarto ficou distorcido. E no seguinte... A gente estava em uma cozinha, e ali perto tinha uma mesa a onde os membros na Night Raid estavam jantando.
Serena – Olha! Carne!
Aquilo foi um tanto confuso para eles. Eu fui até a mesa e como eu já sabia no que ia dar eu simplesmente peguei um pedaço de carne do prato da Akame. A carne estava boa, mas em seguida uma faca passou voando do meu lado e se fincou na parede.
Akame – MINHA CARNE!
Leone – ELA ROUBOU A CARNE DA AKAME!
Najeenda – MAS COMO ELES ENTRARAM?! LUBBOCK!
Lubbock – EU NÃO SEI! NÃO È CULPA MINHA! ELAS SURGIRAM DO NADA!
Mine – BAKA! CHAMA ISSO DE PROTEGER O ESCONDERIJO?!
Bulat – E-EI! NÃO VAMSO FAZER NADA?
Enquanto eles gritavam eu disfarçadamente tentei pegar mais um pedaço de carne, mas outra faca passou voado e teria acertado se eu não tivesse desviado.
Akame – MINHA CARNE! ELIMINAR!
Serena – Ferrou! Rina, Yume, retirada estratégica pela janela!
Rina – AQUI NÃO TEM JANELA!
Serena – ENTAO FAZ UMA!
Naquele exato momento Tatsumi entrou na cozinha.
Tatsumi – Mas quem... Aquelas garotas!
Nesse exato momento Rina derrubou a parede com um soco. Eu ia fugir, mas não sem antes levar o prato da Akame. Atrás de mim eu ouvi um grito furioso.
Enquanto pulávamos até o nível do chão eu aproveitei e comi o restante de comida do prato. Estava muito bom, Tatsumi e Akame realmente cozinhavam bem.
Yume – EI! ISSO É HORA DE COMER?
Serena – Claro! Qualquer hora é hora de comer!
Eu não queria fugir e para minha alegria Akame vinha furiosa atrás de mim assim como os membros da Night Raid. Juntas nós recuamos um pouco para ganhar terreno e ficamos um grupo de frente para o outro.
Rina – 7 contra 3? Meio injusto!
Serena – Não! É perfeito assim!
Yume – O que você tem em mente agora Serena?
Eu tinha certeza que meus olhos brilharam enquanto eu ia andando para frente. Mas eu parei para ver as fardas de cada um dos membros.
Bulat – Incursio!
Eu observei maravilhada , Bulat vestindo sua armadura e comecei a imaginar o que aconteceria se eu usasse minha balance braker.
Leone – Henshin, Lionel!
Serena – Wow!
A transformação dela eu achei muito legal, ainda mais pelo fato dela ter ganhado uma orelha de gato.
Rina – Grande coisa! Também sei fazer isso! Sennin Modo...
Eu olhei para trás surpreso e ela realmente estava usando o modo Sennin! Os olhos dela ficaram com uma cor negra em volta, e as orelhas de gato dela apareceriam. Essa transformação não passou nenhum pouco despercebido pela Leone.
Leone – Olha isso! Achei um oponente!
Serena – Rina-chan você ficou tão bonita assim!
Ela subitamente me olhou e virou o rosto.
Rina – A-arigatou...
Najeenda – O que vocês querem aqui?! Quem são vocês?!
“Agora!”
Pensei com uma alegria crecente! Eu peguei a minha cartola e a tirei enquanto me curvava para eles. O que ninguém sabia é que eu havia modificado ela um pouco.
Serena – Ladies and Gentlemen! É com muita felicidade que trago a vocês minhas habilidades para um pequeno show!...
Rina – Mas o que ela ta fazendo?
Yume – Sei lá... Só espero que não mate a gente.
Da minha cartola eu tirei um baralho completamente novo e fiquei brincando um pouco com as cartas. Eu apontei para Mine que havia acabado de montar sua farda imperial, a Pumpkin.
Serena – Escolha uma carta!
Mine – Foi mal! Nunca gostei de magias fajuntas!
Eu escolhi uma carta. Um 2 de copas.
Serena – Vermelho como sangue!
Falei adicionando o elemento fogo na carta, pelo que eu havia visto no livro havia o truque certo de se arremessar uma carta o que era muito idêntico a arremessar um shuriken. Eu joguei a carta na direção dela enquanto ela apontava a Pumpkin para mim, a carta explodiu na frente dela, o que a jogou para trás.
Ao meu lado eu vi Rina correndo na direção de Leone com um rugido, um rugido idêntico ao de um leão. As duas se encontraram causando um impacto no ar que até mesmo eu senti.
Eu voltei minha atenção a luta com a Mine e vi Tatsumi avançando na minha direção junto de Akame. Eu peguei mais três cartas com um sorriso e adicionei o elemento raio nelas.
Akame veio primeiro, eu ativei meu Sharingan para não ter nenhuma surpresa por parte dela e da espada Murasame. Eu parei a espada dela em um golpe com uma carta, o que fez parecer confusa. Com o Sharingan eu vi Tatsumi chegando pelo lado e eu me abaixei enquanto jogava uma carta em Mine, que pulou para o lado enquanto a carta cortava uma arvore atrás dela.
“Nem eu sabia que com o elemento trovão as cartas ficavam tão fortes assim”.
Eu vi um clarão vindo em minha direção, eu deixei meu vampirismo agir enquanto meu corpo se transformava em morcegos. O tiro passou por mim sem ter nenhum efeito. Eu sabia que a mais vulnerável ali era a Mine pelo justo fato dela ser uma atiradora, eu tinha que dar um jeito nela. Akame já estava em cima de mim eu desviei duas vezes da espada dela e na terceira eu acertei um chute em seu rosto o que a fez ficar atordoada. Tatsumi assumiu seu lugar no combate e seu peguei mais uma carta no baralho enquanto dessa vez eu voltava ao fogo.
Tatsumi – O que vocês querem?!
Eu dei uma risada.
Serena – Brilhante como ouro!
Ele ficou furioso com a provocação, eu pude ver claramente a espada dele descendo até minha cabeça. Eu fiz algo bem legal, eu simplesmente seguirei a espada dela com a minha boca. Ela olhou aquilo surpreso enquanto eu jogava minha carta em seu peito. Ele voou para trás enquanto eu avançava para Mine, agora desprotegida. Era o que eu pensava até ver varias linhas me prendendo no lugar, ao lado dela eu vi Lubbock com um sorriso.
Lubbock – Dessas linhas você não escapa. Atira Mine!
Mine – Okay!
A arma de Mine carregou rapidamente, eu simplesmente fiz um jutsu de substituição e coloquei uma tora de madeira no meu lugar. Assim que eles pararam para olhar eu já não estava mais lá, mas estava alguns centímetros ao lado e com um kage bunshin. Eu fiz uma rápida pose.
Serena – Para meu próximo truque vou precisar de uma ajuda!
Bunshin – E Eu, Serena, vou te ajudar!
E eu fiz um chidori com a minha mão.
Mine – Controlando um raio?! Com a mão?!
Serena – Vejam com atenção enquanto eu controlo um raio com a minha mão sem sofrer nenhum dano!
O meu Bunshin começou a aplaudir surpreso.
Bunshin – Sugoi! E como você faz isso?
Serena – Segredo! Enquanto eu controlo esse raio minha assistente vai fazer algo muito mais incrível!
Bunshin – Suiton: Kirigakure no Jutsu!
O meu Bunshin criou uma densa nevoa no lugar, o que era perfeito para neutralizar a visão de um atirador. Eu resolvi mirar primeiro em Lubbock pois eu tinha certeza de que ele não me deixaria encostar na Mine. E foi correndo na direção dele.
Mine – Lubbock! Cuidado!
Lubbock – Droga!
O meu chidori o acertou em cheio no peito. Porem eu olhei melhor, as linhas que ele controlava estavam em volta dele como uma armadura. Eu recuei assim que vi Mine mirando em mim de novo, e dessa vez o tiro dela quase cortou um pouco do meu cabelo. Eu recuei para o bunshin novamente.
Akame – Eliminar...
Olhei para trás surpresa e vi Akame, porem ela não sabia quem era a verdadeira e atacou o bunshin, fazendo ele desaparecer. A nevoa rapidamente sumiu deixando em vista o campo de batalha. Yume lutava contra Bulat e Najeenda, Rina lutava contra Leone e eu pegava o resto.
Serena – Tenho que admitir que eu não esperava por essa Akame.
Tatsumi – Muito menos por essa!
Eu vi ele descendo do céu, eu dei uma risada e deixei, eu fiz meu corpo se transformar em morcegos novamente e Tatsumi acertou o chão duramente. Eu me refiz alguns metros ao lado deles.
Eu puxei minha cartola da cabeça.
Serena – Para meu próximo truque vou precisar da minha...
Na minha cartola havia um simples jutsu de invocação, eu poderia tirar o que eu desejasse dela. E de dentro dela eu fui puxando para fora com um sorriso no rosto a minha Masamune.
Serena – Masamune!
Tatsumi – Que espada enorme...
Eu ri enquanto colocava minha cartola no lugar, e avancei para Akame, fazia um tempo que eu não lutava com Masamune. Eu não ligava para o que tinha na frente dela, afinal ela cortava tudo. Eu e Akame praticamente ficávamos separados a centímetros de distancia pelas laminas, eu adorava escutar aquele som de metal se chocando. Uma onda de energia azul saiu de Masamune na direção de Akame ela tentou se proteger, mas foi jogada para trás com um corte no peito ela deu um breve grito mas se recuperou, não havia sido nada serio. Eu resolvi tomar um pouco de distancia e ver como estava o combate para Rina e Yume. Ao olhar para Yume, vi um dos golpes mais legais que já vi. Ela estava em sua luta com Bulat, ela parecia estar tendo um pouco de dificuldade com ele, eu pensei em ajudar, mas ela resolveu o problema chutando ele para longe.
Yume – Vou ter que usar aquilo... Tsc.
(MUSICA)
Ela sacou um monte de Kunais, elas era idênticas as que o Minato usava, e ela as arremessou na direção de Bulat enquanto fazia um Kage Bunshin, o Bunshin desapareceu em um instante.
“Sumiu? Não!”
Eu vi o Clone atacando Bulat, através das Kunais que ela arremessou em pleno ar... Eu senti algo... Algo muito poderoso vindo da Yume!
“Mas o que é isso?!”
Eu a vi sorrindo. Então ela... Aquilo era o Chakra da Kyuubi?! Ela tinha o corpo todo dourado com varias marcas e magatamas. Ela preparou um rasengan!
“Ela roubou a Kyuubi do Naruto?! Como?! Por que?!”
Yume – Nazukete! Hiraishin :Jiku Shippu Senko Rennodan Zeroshiki!
“A julgar pelo nome complicado esse jutsu é do Yondaime mesmo... Ele e sua mania de nomes complicados...”
O clone que estava atacando Bulat o trouxe para perto com o Hiraishin, e ela acertou o rasengan nele, o jogando para cima. Depois de uns cinco segundos voando, o rasengan explodiu em uma esfera enorme. O clone se desfez enquanto ela olhava para cima.
Leone – BULAT!
Rina – OORA! ESTAMOS LUTANDO ESQUECEU?!
Um soco com a mesma força da Tsunade não era mesmo um bom sinal, Leone voou até bater de costas no esconderijo da Night Raid abrindo um buraco na parede. Porem alguns segundos depois ela se levantou, ela não parecia muito ferida.
E falando em ferido Bulat havia aparecido, ele parecia bem ferido e com a armadura quebrada, mas ele ainda conseguiria lutar. Yume fechou os olhos enquanto segurava sua Kunai.
Yume – Kyuubi! Me empreste seu poder!
Ela voltou a usar o Chakra da Kyuubi, eu teria de fazer umas perguntas bem serias para ela quando retornássemos para a cidade. Lubbock foi tentar ajudar Bulat e se assustou ao ver Yume daquele jeito.
Lubbock – Mas que droga é essa?!
Bulat – Cuidado... Ela é muito forte...
Yume – Aqui!
Eu mesmo me assustei com a velocidade dela, ela apareceu atrás de Lubbock e arremessou uma Kunai.
Yume – Rasen Buko Shuneizan Ichishiki!
Ela deu um chute em Lubbock, e na frente dele apareceu um clone o jogando para cima com outro chute e ela se teletransportou para o alto junto de Lubbock, ela o acertou com um rasengan, fazendo com que ele fosse para o chão com um grito.
Najeenda – LUBBOCK!
Ela lançou seu braço mecânico em Yume, que desviou facilmente e jogou varias Kunais na direção dela. Eu apenas vi Najeenda sendo atingida, mas foi tão rápido que eu não saberia dizer nem mesmo o que aconteceu. Porem eu vi o golpe final dela cortando em cheio o peito de Najeenda, abrindo um largo sangramento.
Yume — Rasen Senkō Chō Rinbukō Sanshiki!
Najeenda caiu no chão ferida, Bulat a pegou em seu colo e a levou para um lugar mais afastado da batalha. Eu fiquei olhando para Yume enquanto ela desfazia seu Chakra da Kyuubi.
“S-Sugoi... Ela ficou tão forte assim em tão pouco tempo...”
Eu cortei em pleno ar um tiro vindo da Pumpkin da Mine, ela me olhou surpresa, achava que eu estava totalmente distraída.
Mine – Tsc... Essa ai é forte.
Tirando minha cartola da cabeça eu guardei novamente Masamune dentro da cartola e a arrumei em minha cabeça. Na minha mão o meu chicote sangrento brilhou. Eu olhei na direção de Rina, ela parecia estar ganhando facilmente. Eu fui à direção de Leone.
Serena – E Agora! Vou mostrar como se domar um felino!
Eu fiz um rápido movimento com meu chicote o que o fez dar um estalo altíssimo, Leone olhou para mim preocupada, mas não a tempo de evitar ser pega por ele. Eu não queria corta-la em dois, só queria traze-la para perto e foi o que eu fiz, mas ela agarrou meu pescoço com suas mãos fortes.
Leone – Vou te mostrar quem é a felina aqui!
Eu ri enquanto meu corpo se transformava em morcegos, eu apareci atrás dela e a imobilizei. Nisso eu me aproximei da orelha dela e dei uma rápida lambida nela.
Leone – O QUE É ISSO?!
Eu dei uma risadinha.
Serena – Estou marcando território!
Leone – NANI?!
Eu tive o bom senso de olhar para frente, mas não fui rápido o bastante para desviar ao ver Rina correndo em minha direção, junto com um clone, ela tinha um rasengan MUITO grande na mão.
Rina – Odama Rasengan!
Serena – NANI?!ODAMA?!
Eu e Leone voamos para trás, eu absorvi todo o impacto quando batemos na parede, mas a Leone tomou o dano do rasengan. Assim que o mundo parou de girar eu fui na direção de Rina.
Serena – POR QUE FEZ ISSO?
Rina – Só me aproveitei que ela tava imobilizada! A culpa é sua de ficar lá paradona!
Serena – Você poderia ter me matado!
Rina – Ah para de chorar!
Yume apareceu do nosso lado.
Yume – Não quero interromper nada, mas acho que a gente não vai ganhar nada lutando com eles... A gente já praticamente ganhou.
E a Night Raid se reuniu completamente a nossa frente. Eles não estavam lá muito felizes, e muito menos em condições perfeitas de saúde. Najeenda havia estancado o sangramento no seu peito, Bulat tinha uma parte da armadura quebrada, Lubbock tinha um braço quebrado pelo que notei. Tatsumi, Akame e Mine estavam em melhores condições por ali. Leone tinha o abdômen ferido de modo bem serio, mas ao olhar bem ele parecia se curar sozinho...
Akame – Eles são muito fortes.
Mine – Tsc... Eu sou uma genia, não vou perder...
Eu peguei uma carta com elemento fogo e a joguei nela. Eu já ODIAVA quando ela falava isso no anime, mas ao vivo? A carta explodiu com um tiro dela, bem no alvo.
Serena – Acho que é hora do numero final da noite!
Falei andando para frente, os membros da Night Raid ficaram apreensivos. Enquanto eu erguia meu braço para cima.
Serena – Sacred Gear!
Aduin – Boost!
Ela brilhou em meu braço.
Tatsumi – Aquilo é uma farda imperial?!
Najeenda – Não sabemos! Fiquem alertas!
Serena – E com vocês o meu numero final da noite!
Eu avancei sem medo na direção da Najeenda, Bulat se jogou na frente dela de lança erguida para me acertar. Eu me desfiz em morcegos e apareci atrás dela, deixando a marca magica.
Serena – One!
E agora era Leone, que tentou me dar um chute, eu segurei a perna dela em pleno ar e deixei a segunda marca nela.
Serena – Two!
Mine não fez nada, mas Tatsumi jogou sua espada em mim, eu desviei para a esquerda e continuei até marcar Mine.
Serena – Tree!
Akame já sabia que era a próxima e esperou de espada erguida, eu segurei a espada dela com a mão da sacred gear.
Akame – Uma luva?!
Comum empurrão eu a marquei.
Serena – Four!
Eu recuei, os preparativos estavam prontos. Eu voltei para o Lado de Rina e Yume e abri minha asa de anjo, erguendo meu braço.
Serena – Brilhe!
Najeenda – Cuidado!
Serena – Dress Breaker!
(MUSICA)
Aquela cena era indescritível... Céu? Paraiso? O que era isso comparado aquela visão... Primeiro Najeenda...
Najeenda – M-Mas o que é isso?!
Mesmo com aquele braço mecânico era impossível deixar de notar tamanha beleza... Aqueles oppais... Lindos. Aquele corpo maravilhoso, era como ver um anjo na terra, apesar de ferida...
Mas depois havia a Leone...
Leone – KYAHH!!
Os seios dela pularam por causa da roupa rasgada... Eu já sabia que queria ela em meu harém e o motivo era obvio... Aqueles pei- digo, aquela beleza... Rara...
Mine – NANI?!
Havia Mine, que embora não tivesse muito peito, o corpo dela ostentava as formas de um princesa. Delicada, linda, e uma expressão de envergonhada que certamente deixava qualquer um louco.
Akame – PERVERTIDA!
Akame... O corpo que só uma Assassina poderia ter... Linda, perigosa em todos os sentidos. Seios médios, mas tudo bem...
Yume – Ei Serena, Seu nariz está sangrando!
Eu vi Tatsumi e Lubbock agirem da mesma forma que eu, estavam sem ação... Com Nariz sangrando. Eu não me importava de ter uma hemorragia se pudesse olhar aquilo todos os dias.
Eu senti algo bater com muito força nas minhas costas e vi Rina com um olhar de Assassina no rosto.
Rina – VAMOS EMBORA AGORA!
Serena – P-pera Rina eu ainda to vendo...
A ultima coisa que eu me lembro é de ter visto a mão dela subindo e descendo em forma de punho...
...
...
...
Eu abri os olhos devagar... Minha cabeça doía...
Serena – Ai...
Mika – Goshujin-sama! Não se mexa muito okay?!
Eu ainda estava com a minha roupa de magica... Eu olhei em volta e vi que estava no meu quarto. Rias, Isabela, Takagi, Yuno, Rina, Yume, Akise e L estavam lá também. Eu tentei ficar sentado, mas minha cabeça doeu mais ainda.
Rias – Mas que coisa... Pra que bater tão forte Rina-san?
Ela fez um “Hunf!”.
Rina – Pra aprender a não seu tarado assim! ACHO ATÈ QUE DEVERIA TER BATIDO MAIS FORTE...
Isabela – Mas onde vocês estavam afinal?
Yume – Nós fomos ao esconderijo da Night Raid.
Houve uma serie de exclamações enquanto Yume e Rina contavam a Historia, e que no final houve um monte de olhares nervoso direcionados a mim.
Rias – Então você...
Yuno – Só foi lá com a intenção...
Takagi – De tirar a roupa delas?!
Mika – Francamente eu to desapontada com você Serena! Eu achava que estava aqui pra isso... Mas não se preocupe , eu te perdoo.
Falou ela me abraçando, obviamente colocando aqueles peitos em meu rosto.
Serena – A-arigatou...
Rina – EI! Afasta dela!
Akise – Mataku... Essa é a nossa Serena!
L – Hum... Mas e agora? O que vamos fazer por aqui.
Reynalle entrou no meu quarto naquele momento com um carrinho de chá, ela vestia uma roupa de empregada. E logo atrás dela... Esdeath também entrou... Com uma roupa de empregada. Ela estava muito bonita naquela roupa.
Reynalle – Ora, My lady, já esta acordada? Eu preparei um chá para você, e aqui também tem um remédio para dor de cabeça... Esdeath!
Esdeath – H-hai! Reynalle...Sempai...
Eu observei aquela cena pasmo enquanto Esdeath obedecia Reynalle, ela veio até mim com o carrinho e me servir o chá com a única mão que tinha. A mão dela tremia um pouco e percebi que ela estava nervosa.
Serena – Q-quer ajuda?
Esdeath sorriu.. SORRIU?
Esdeath – Por mim...
Reynalle – Dame.
Ela LITERALMENTE surgiu do lado de Esdeath, que ficou seria.
Reynalle – Ela tem que aprender a se comportar como uma empregada, não pode depender da ajuda de ninguém. Ela ainda tem muito o que praticar.
Enquanto eu tomava meu chá eu senti minha cabeça aliviar um pouco a dor.
L – Então... Serena-san, ouvi dizer que você quer colocar uma base dos Assassinos por aqui.
Eu concordei.
Serena – Sim... Esse lugar precisa de mudar, a corrupção aqui é obvia demais para mim continuar ignorando. Vamos mudar isso.
Takagi – Então o que nós faremos?
Serena – Bom... Vamos alugar uma mansão, eu cheguei a escutar que estão vendendo uma mansão não muito longe daqui. Ela pode ser o lugar perfeito para nós.
Isabela – Espera... Mas isso não significa que vamos ajudar a Night Raid?
Serena – Sim e não... Nós não vamos nos envolver diretamente com eles, eu prefiro evitar isso... Eles não são Assassinos, e não devem sair por ai conhecendo nosso Credo sem mais nem menos. Vamos trabalhar com o mesmo objetivo, mas separadamente, e de modo mais discreto. Pelo pouco que vi deles, quase todos já são conhecidos e eles não fazem nem questão de se disfarçar.
Mika – Hum... Vamos trabalhar nas sombras então?
Perguntou Mika com um sorriso.
Serena – Claro. Nós trabalhamos nas trevas, para servir a luz. Nós somos Assassinos. E diferente da Night Raid que só ataca a noite vamos fazer coisas mais ousadas, como deve ser.
Rias – Atacar a luz do dia?
Serena – Sim! A luz do dia é quando os alvos se sentem mais confiantes.
Esdeath – Que coisa... Vocês são Assassinos mesmo?
Eu olhei para Esdeath surpresa, Reynalle não deveria ter falado nada para ela.
Serena – Depende... O que você sabe sobre os Assassinos?
Esdeath – O próprio nome já não diz? Vocês são o mesmo daquela Night Raid.
Eu coloquei a minha xicara no lugar. Enquanto me levantava com dificuldade, minha cabeça doía, mas eu tinha um dever a cumprir.
Serena – Bom... Eu recomendo a todos que descansem bem... Os próximos dias vão ser bem agitados. Venha Esdeath vamos dar uma volta pelo palácio. Quer te ensinar algo... Sobre o que são os Assassinos.
Esdeath — Ah... Okay.
Eu já estava para sair da sala quando alguém em chamou.
Takagi – Serena!
Serena – O que?
Ela deu uma risada e notei que as outras estavam fazendo o mesmo.
Takagi – Vai ir vestida assim mesmo?
Eu olhei para baixo e vi a roupa de magica.
Serena – Eu vou! Anda Esdeath, vem comigo!
E Eu sai puxando ela corredor a fora.
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