O Viajante De Animes

51 Cap 11 second Season


Notas iniciais
Autor - Pois bem! mais um cap novo! Serena - Oh? Tomou jeito agora autor? Autor - Hai! Ah... Hoje vai ter um evento de anime aqui na cidade, mas nao tem ninguém pra ir comigo... T^T Serena - Nao se preocupa! Eu vou! Autor - Baka, do que adianta voce ir se ninguem vai te ver? Serena - Ah, é... Esqueci esse detalhe... Rina - Oi amores!! Rina-chan está de volta! Serena - Hum... Veio roubar meu publico. Rina - HAHAHAHA! Voce nao pode roubar o que sempre foi seu! Eles só vinham ler a fic por minha causa! *Le discusao começa... Serena - Mentira! É eu que... Autor - Ta bom, antes que isso pegue fogo, aqui está mais um episodio do viajante de animes! Rina - Nao seria A viajante de animes? Serena - Urusai!

Xx--- Serena ---xX

Eu deixei a água cair sobre meu corpo... Deus... Como aquilo era ótimo.

“Minhas lembranças voltaram...”

Pensei triunfante...

“Seu plano deu errado Vincent!”

Aquilo me fez rir, mas logo eu parei ao me lembrar daquela cena na arena e um calafrio correu meu corpo.

“Ele tinha um Elder Scroll... Mas o que ele estava fazendo com aquilo?!”

Se eu bem me lembrava das lições de Parthurnaax, era o tipo de magia perigosa. Incontrolavel, coisa que podia mexer com o passado e futuro. Mas tentei esquecer aquilo. Heaven agora era apenas um nome estranho para mim, eu não planejava voltar lá tão cedo. Eu tinha que seguir com a minha vontade.

Eu passei a mão pelo meu corpo e olhei para baixo. Era estranho me olhar e ver meu corpo daquele jeito, ainda mais agora que havia recuperado minhas memorias.

“Se alguém fez isso comigo, obviamente deve existir um jeito de me fazer voltar ao normal.”

Eu fechei os olhos ao me lembrar de Lighting...

“Ele é muito forte... Muito mesmo... Conseguiu destruir por completo a Meteor do Sephiroth... E ainda usou a maldita da Juggernaut Drive...”

Eu me concentrei mais...

Eu caminhei rapidamente pelo corredor interno dentro de mim. E novamente passei pela mesma porta a onde estava o Grande Dragão Alduin .Ele me olhou e soltou uma coluna de fumaça do nariz, algo que me fez rir.

Alduin – Voce veio.

Serena – Sim. Eu vim.

Me sentei ao lado dele.

Alduin – Já recuperou suas memorias?

Eu confirmei com a cabeça.

Alduin – E o que vai fazer?

Eu ri.

Serena – O que NÓS vamos fazer. Voce quer caçar Draig e Albion?

Um rugido baixo saiu de sua garganta.

Alduin – Está fazendo isso por mim?

Serena – Se bem em lembro, voce disse que queria conquistar Tamriel. Por que não fazer isso nós dois juntos?

Ele virou seu imenso pescoço em minha direção. Ele tinha um olhar brilhante.

Alduin – Achava que você favorecia a justiça.

Serena – E favoreço. Mas tive alma de dragão dentro de mim. Eu ainda sinto a fome de poder... E além disso... Nada é verdade, Tudo é permitido.

Ele rugiu.

Alduin – Estou começando a deixar de te odiar por ter me prendido dentro de voce. Se isso fosse a outras épocas eu teria feito de você um escravo bem cuidado sobre minhas garras.

Eu ri.

Serena – Escravo? Não sou eu que estou preso dentro de um humano.

Ele me olhou de um modo assustador.

Alduin – Cuidado com a sua ousadia...

Serena – Ah, é mesmo. Eu ainda tenho a minha balance breaker?

Alduin – Sim. Você pagou seu preço. Sua alma de Dovahkiin me foi uma belíssima refeição.

Serena – Quem diria, aquela alma não era a minha. Deve ter sido coisa da Rina...

Alduin ficou me encarando por um tempo.

Alduin – Voce não está usando... Roupas... não se incomoda? Geralmente os humanos usam essas coisas.

Eu dei uma risadinha.

Serena – Por que ? Se incomoda? Eu não.

Alduin – Não. É que eu nunca havia visto uma femea-macho antes.

Eu fiz um bico.

Serena – Urusai... Baka.

Eu abri meus olhos ainda caia agua do chuveiro. Eu rapidamente desliguei e sai do banho sentindo frio, sequei meu cabelo e saiu do banheiro com a toalha enrolada sobre o corpo. Eu rapidamente desci as escadas, estavam todas lá.

Claudia – Filha!

Minha mãe correu em minha direção e me abraçou alegremente com lagrimas nos olhos. Eu retribui o abraço forte do mesmo jeito.

Serena – Oi mae!

Claudia – Oi?! OI?! OI È O CASSETE! EU DEVIA TE ENCHER DE TAPA POR ME FAZER FICAR TAO PREOCUPADA TODO ESSE TEMPO!...

Serena – C-calma mae! Ta todo mundo olhando!

No canto eu vi Rina e Temari rindo baixinho, aquilo me deu a maior vergonha. Yzuma e Yume estavam ali olhando para Rina e fofocando...

Mas acima da vergonha eu olhei para Rina. Ela de longe já tinha atraído minha atenção. Eu pisquei rapidamente para ela, que tudo que fez foi dar um sorrisinho.

Temari – Bem... Acho melhor a gente comer algo.

Disse Temari indo para a cozinha.

Rina – RAMEN!

Gritou Rina se levantando e indo atrás dela.

Yzuma – Ei Serena!

Eu me sentei no sofá ao lado da Yzuma e da Yume.

Yzuma – Entao! Voce se lembrou de tudo! Que sortuda...

Serena – Ah, com o tempo você também se lembra!

Yume – Entao?! Que tipo de poderes voce tem?!

Yzuma – Isso mesmo! Quero ver!

Eu fiquei de pé ansiosa por mostrar meus poderes a elas.

Serena – Muito bem! Se vocês querem mesmo ver!

E eu ativei meu Sharingan, o que rendeu um gritinho da Yzuma e uma expressão assombrada de Yume.

Yzuma – Sugoi! E o que mais?!

Ficamos conversando, Temari, Rina , Yume, Yzuma e minha mãe até altas horas da noite. Eu havia explicado a minha mae o que eu fazia e o porque. Ela não havia concordado com nada, mas deixou estar.

“Amanha é o dia... Vou ter que falar com o Sasuke. Não posso deixar essa rivalidade assim... Ou eu ganho o respeito dele, ou eu mato ele.”

Eu preferia ter de não chegar a segunda opção. Ainda mais porque eu queria uma casa no distrito Uchiha para minha mãe.

Pensei enquanto colocava meu prato na pia da cozinha. Eu vi Rina jogada no sofá junto com Yzuma, elas estavam vendo televisão e fui até Rina. Ainda não havíamos tido a chance de conversar abertamente sobre o que havia ocorrido.

Rina – Oi amor!

Aquilo me fez dar um sorriso e me sentei no sofá.

Serena – Oi!

Yzuma – Já vi que vou sobrar aqui...

Yzuma se levantou e subiu as escadas. Temari estava ocupada lavando a louça e estava de costas. Perfeito.

Eu cheguei bem perto de Rina e deu um beijo nela. A quanto tempo eu esperava por isso.

Rina – Só lembra que voce ta de toalha até agora... Se ficar excitado ai fodeu.

Eu dei uma risada.

Serena – Eu não ligo. Se for por você está ótimo pra mim... E sei que voce iria adorar!

Ela riu e me abraçou.

Rina – Ah, mas que droga... Agora voce tem mais peito que eu! Isso é demais pra uma garota...

Serena – Não se preocupa. Vou ter peito por nós duas então.

Ela fez um breve bico kawaii, que me fez sorrir.

Rina – Baka... Senti sua falta. Demais.

Eu a apertei.

Serena – Eu também... Embora eu não me lembrasse.

Eu cheguei bem perto da orelha dela.

Serena – Hoje a noite vamos dar uma volta?

Ela confirmou com a cabeça.

...

...

...

Eu não tinha uma roupa especial para mim usar para Rina aquela noite...

“Deixei todas na casa dos Assassinos... Ah que droga...”

Mas uma ideia me iluminou. Eu fui até o quarto da Temari e lá no armário dela havia um Kimono branco. Tive de ficar descalço pois não havia nenhum sapato para mim.

“Não é lá o que eu esperava mas é o que tem... Mas acho que isso não tem nada a ver. Daqui a uns tempos talvez eu recupere meu corpo normal.”

Eu sai de meu quarto de fininho, e logo já estava fora de casa. Rina me esperava lá, com uma roupa surpreendente e uma espada nova. (Roupa)

Serena – Oh? Essa não é a roupa do Cloud Strife?

Rina deu um sorriso.

Rina – Ela mesma. Eu não te falei mas antes de vir para cá eu e sua mãe passamos em Midgar. Peguei umas coisinhas emprestadas com ele.

Eu lancei um olhar desconfiado para Rina.

Serena – Emprestado...Sei... Mas sabe, ela te deixa bonita.

Ela abaixou o rosto, sem duvida estava envergonhada se eu a conhecia bem.

Rina – Arigatou... Voce também está!

Eu fiz uma careta.

Serena – Voce só pode ta brincando. Espero nunca mais ter que usar isso. Era o que tinha pra vestir. E além disso ele machuca um pouco na frente...

Ela fez uma expressão seria e suspirou.

Rina – Agora que voce é mulher acho que vou ter que ser o homem por aqui.

Serena – Urusai! Isso é só temporário! Quando eu voltar a ser homem voce me paga!

Ela deu uma gargalhada.

Serena – Vamos logo dar essa volta. Ficar na frente de casa não é legal.

Juntos nós fomos andando por Konoha, já estava bem tarde, o movimento a noite era pouco.

Rina – A onde vamos?

Eu deu um breve sorriso e apontei para cima. Ela acompanhou e concordou com a cabeça assim que viu.

Serena – Eu nunca tive a oportunidade de ir lá antes... E quero ir agora.

Assim que chegamos bem perto do local eu olhei para cima. Era uma escalada e tanto.

Rina – Vamos subir usando o chakra?

Serena – Não.

Ela ficou confusa.

Rina – Como então?!

Eu dei uma risadinha e abri minha asa, eu a peguei no colo rapidamente. A lua estava brilhante no ceu. (Musica)

Rina – Ei!

Eu rapidamente ascendi e subi aquela altura, ela ficou agarrada ao meu pescoço enquanto eu subia mais alto. Eu a deixei no chão firme assim que chegamos no topo, estávamos em cima do rosto do Segundo Hokage.

Eu recolhi novamente minha asa e me sentei ao lado dela no chão. Nos olhamos por um instante.

Serena – Eu realmente senti sua falta.

Rina – É claro que sentiu. Todos sentem minha falta.

Eu dei uma risada e cheguei mais perto dela e apoiei minha cabeça no seu ombro.

Rina – Ei, não tinha que ser ao contrario?

Eu ri de novo.

Serena – Eu to mais cansada que voce. Sabia que eu tive que forçar bastante meu Sharingan hoje?

Rina – E dai? Eu sou a mulher por aqui. Não voce!

E ela me tirou do ombro e veio e se deitou no meu colo. Eu dei uma breve risada.

Rina – Voce ri demais... Parece o velho Arngeir...

Eu fechei os olhos e aproveitei a brisa por um instante. Assim que abri de novo eu me deitei e puxei Rina para meu lado, a onde eu fiquei por cima dela.

Rina – O que é isso? Pretende algo Senhorita?

Falou ela dando um sorrisinho pra lá de malicioso. Eu cheguei pertinho do ouvido dela.

Serena – Eu te amo.

Aquilo saiu com um arrepio do meu corpo. Ela me olhou, o rosto dela estava corado.

Rina – Eu também te amo...

Eu dei um beijo demorado nela... Assim que separamos eu estava meio tonta.

Serena – Quero que me diga... E depois daquele dia? Da luta... Voce não ficou chorando né?

A resposta já era obvia, por que ela estava chorando.

Rina – Droga... Olhe só o que aconteceu com voce... Eu não consegui impedir... Gomenasai Willian!

Eu beijei ela rapidamente.

Serena – A culpa não foi sua. Voce não podia ter feito nada.

Rina – Eu sei... Mas... Mas...

Serena – Pronto, pronto... Acabou...

Falei limpando o rosto dela.

Serena – Independente da minha forma, eu não vou te deixar sozinha... Nunca... Isso é o que importa.

Rina – M-mesmo?

Serena – Claro! Ainda mais por que isso aqui é temporário até eu descobrir um jeito de eu voltar ao normal.

Rina – Eu... Eu queria te falar sobre isso Willian.

Pelo tom dela eu já sabia que não seria uma noticia muito boa.

Rina – Seu corpo... Não sei como, mas eles usaram magia para isso. Eles mudaram sua estrutura genética. Já a suas memorias, eles tiveram de usar magia pra isso também embora eu ache estranho... O feitiço ou sei la o que, se desfez sozinho e você recuperou suas memorias...

Ao ouvir aquilo eu fiquei paralisado. Aquilo significava simplesmente que o que eles fizeram seria permanente, eu era realmente uma mulher ou algo parecido. Ou um meio termo... Mas eu havia entendido o porque de eu ter recuperado as memorias. Um grande trauma ou algo assim.

Eu respirei fundo.

Serena – Não importa... Não importa o jeito que eu sou. O que importa é quem eu sou.

Rina recomeçou a chorar.

Rina – Gomen... eu não consegui evitar isso...

Serena – Ta tudo bem... ta tudo bem. Isso é apenas um detalhe. Não vai me modificar em nada...

Rina – V-voce poderia usar um jutsu de transformação talvez.

Serena – Não. Esse sou quem eu sou. Minha aparência não importa. Mas...

Rina – Mas?

Eu forcei um sorriso.

Serena – Espero que voce não ligue pra isso... Sabe? Namorar uma garota... garoto sei la...

Rina – Voce sabe que não...

E dito isso ela me beijou. Era a única coisa que eu precisava naquele momento.

Xx---Rina---xX

Ele estava comigo. Estava ali ao meu lado. Me abraçando. Era isso que importava e ele tinha razão. Sua aparência não importava e sim o que ele havia feito para mim...

Serena – Sabe de uma coisa? Voce me pediu em namoro.

Rina – Ue e dai?

Serena – Certo seria eu te pedir em namoro.

E dito isso ela se levantou e pegou minhas mãos me puxando para cima. Ela me olhava bem fundo nos meus olhos... Aqueles olhos verdes tão profundos.

Serena – Rina... Amore mio... Quero ficar junto de você, meu coração e meu corpo querem isso mais que tudo...

Ele parou do nada e notei o rosto dele meio vermelho.

Serena – Ah, desculpa... Nunca fui bom com isso...

Rina – Continua!

Serena – E...Bom... Eu queria... Que voce namorasse comigo... Ah desculpa, não saiu como eu queria.

Eu dei um grande abraço nele... Eu deixei algumas lagrimas caírem nos ombros dele...dela... ah sei la...

Rina – Não precisa ser com palavras bonitas... Só precisa ser você.

Podia ter parecido impressão minha mas ele tremeu ao escutar aquilo e me beijou.

Serena – Arigatou...

Voltamos a nos sentar, o clima ali estava perfeito e não tinha como melhorar.

“Exceto se ele me levasse pra casa e a gente...”

Pensei naquilo com um olhar de sonhadora, mas logo sacudi a cabeça. Eu não estava pensando muito claramente. Ficar pensando nessas coisas não era do meu feitio.

Rina – Bom, agora que estamos oficialmente namorando quero ditar umas regras aqui!

Ela me olhou com um sorriso.

Serena – O que?

Eu dei uma tossidinha antes de começar.

Rina – Bom! Não quero saber de você dormindo com outras garotas!

Ela suspirou.

Serena – Vou pensar no seu caso, afinal eu ainda tenho as minhas servas. O dever delas é me servir de todos os modos. E a voce também.

Eu corei quando ele disse aquilo simplesmente por lembrar daqueles tempos com a Reynalle.

Rina – C-como assim me servir?!

Serena – Ue! Dependendo do pedido que você fizer a elas talvez decidam realizar. Claro não pode ser nada muito arriscado.

Rina – Entendi...

Falei fazendo um bico.

“Otimo vou ter que dividir ele com as garotas! Que perfeito...”

Eu fiquei brincando com o meu novo anel no dedo enquanto pensava.

Serena – Eu não tinha reparado nesse anel ai não.

Falou ela pegando minha mão e olhando de perto.

Rina – Sim... Antes de sair de Heaven eu decidi pegar o que era meu por direito e fui no quarto de meu pai. Lá eu peguei de volta o anel de minha mãe.

Serena – É da sua mãe? É bem bonito... Mas esse símbolo...

Falou ele encarando o símbolo do anel. (Anel) Ele tinha uma expressão preocupada.

Serena – Voce conhece esse símbolo?

Ele coçou a cabeça.

Serena – Eu... Não tenho certeza. Mas acho que já vi isso em algum lugar...

Ele pegou minha mão delicadamente e a beijou, aquela cena me lembrou e muito o modo como os príncipes faziam ao me ver.

Serena – My Lady... Tenho a permissão para isso?

Rina – Permissão para o que?

Ele foi beijando todo o meu braço, parando perto do meu pescoço o que me rendeu um suspiro. Ele beijou meu pescoço delicadamente, mas foi aumentando para uma mordida mais forte.

Notei a mão dele descendo sobre minha barriga e chegando na minha cintura...

Rina – E-Espera! A gente vai fazer isso aqui mesmo?! Em pleno rosto do Segundo?!

Ele parou e ficou me olhando pensativo.

Serena – Tem razão. Vem. Vamos fazer no rosto da Quinta Hokage, lá vai ser melhor.

Rina – Baka! Me recuso a fazer isso aqui!

Ele ficou com uma cara de desapontado.

Serena – Ah! Rina assim você estraga o clima...

Rina – Não ligo! Arrume um lugar!

Serena – Mas a gente não pode voltar pra casa! Lá tem muita gente...

Rina – Você é o homen! Resolve isso!

Serena – Hum! Mandona!

Rina – O que voce disse?!

Ele fez uma expressão de alegria.

Serena – Oh! Já sei um lugar! E tenho certeza de que não tem ninguém lá agora!

Eu fiquei curiosa.

Rina – Onde?

Ele se levantou abrindo a asa.

Serena – Surpresa.

Eu me levantei com um sorriso e segurei no pescoço dele. Eu fiquei com medo de ele não me aguentar porque aquela aparência dele acabava escondendo sua força.

Serena – Ei. Rina feche os olhos!

Rina – Pra que?

Serena – Anda logo!

Rina – Ta bom...

Falei fechando os olhos, eu estava meio ansiosa pelo que iria acontecer. Fazia tempo que eu e o Willian não fazíamos...

“Ah! O que eu to pensando?!”

Pelo que notei não ficamos voando muito tempo, pois ele logo desceu e me pos no chão.

Serena – Espere aqui. Não abra os olhos até eu dizer que pode tá?

E os passos dele se distanciaram... Mas consegui ouvir um barulho de porta sendo aberta lentamente.

“O que ele ta planejando? Será algo romântico?! Um jantar? Será que ele já havia planejado isso?”

Eu fiquei louca só de pensar naquilo. Um jantar a luz do luar!

Depois de algum tempo eu escutei novamente os passos dele.

Serena – Por aqui! Eu vou te guiar.

E ele foi me puxando, com a meu coração pulando. A gente entrou em um corredor, isso eu era capaz de notar, e ele continuou me puxando a fora. E não muito depois a gente entrou em uma sala e ele fechou a porta.

Serena – Aqui!

E ele me fez sentar em uma cadeira. Meu coração estava a mil.

“Meu Kami! O que ele vai fazer?”

Serena – Henge no Jutsu!

“An? Henge?”

E depois escutei som de passos, na verdade era de... Salto?

Serena – O que está fazendo Sr. Rina?! Não vai abrir os olhos?!

“An?!”

Eu abri e vi a Serena encostada em uma mesa. Ela usava uma roupa de professora com direito a óculos. Eu obviamente estranhei aquela cena, e finalmente olhei em volta. Eu estava no que parecia ser uma sala de aula. (Serena)

Rina – A onde a gente tá?!

Ela ajeitou os óculos.

Serena – Estamos na Academia de Konoha. E espero que você de tudo de si nessa aula especial.

Rina – Eu esperava algo... Mais romântico.

Ela deu uma risada.

Serena – Romantismo não é o caso aqui e agora. Pode ser resolvido mais tarde. Mas agora seu dever é prestar atenção na aula!

Gritou ela arremessando em mim o que parecia ser um giz. Aquilo acertou bem no meio da minha testa.

Rina – Itee! Sua louca! Não quero brincar dessa porra de feitiche!

“Onde já se viu!”

E eu me virei e fui na direção da porta, atrás de min eu escutei passos, mas não tava nem ai e estava prestes a ir embora, mas a porta estava trancada. Eu me virei puta da vida, aquilo já tava sem graça.

Rina – Abre já ess...

Eu só sei que ele me prensou na porta e segurou minhas mãos.

Rina – Me solta!

Ele deu um sorriso.

Serena – Voce não vai fugir.

E ele veio para cima de mim, obviamente eu tava doida pra sair dali, ele continuou me provocando lambendo meu pescoço e descendo pela minha blusa.

Serena – Não queria fugir?

Ele me olhou com um sorriso sedutor. Eu tentei afastar o rosto dele, mas ele me puxou para ele com força e foi passando a mão por mim. Ele tirou minha blusa a força e ficou me olhando só de sutiã, aquilo me fez corar, porem ao ver aquilo ele riu e lambeu os lábios.

Serena – Sua expressão de vergonha só me deixa mais louca...

E ele abriu sua própria blusa revelando um sutiã preto. A respiração dele no meu ouvido tava me deixando tonta. E ele foi descendo pelo meu corpo passando a língua por ele até chegar nos meus seios. Ele não tirou o Sutiã, mas ficou tocando eles por cima da peça intima. O que me rendia um suspiro...

Ele bruscamente desceu a minha calça o que me fez dar um gritinho, mas ao olhar pra ele eu o vi rindo de mim.

Rina – Voce ri?!

Serena – Claro, por que voce é uma aluna muito levada.

Não sei de onde ele tirou aquela frase mas aquilo me fez sentir culpada. E ele me empurrou mais para a parede. Ele desceu a mão até chegar na minha virilha e ficou me tocando devagar, eu não aguentei e segurei o braço dele com força. Até que eu senti algo passando lá em baixo.

Rina – Mas que porra é essa?!

Serena – Ah isso? Tava ali em cima de mesa e achei que completaria o feitiche.

Faleu ele com o sorriso mais inocente do mundo. Ele tinha uma régua na mão que usava para ficar me tocando por cima da calcinha. E ele ficou assim por um tempo... Eu queria retribuir aquilo e quando eu tentei encostar nele...

Serena – Não. Só quando eu disse que pode.

Rina – Isso é meio injusto!

Serena – Iee. É punição.

Aquilo era uma tortura isso sim. Ele nem se esforçava para ir mais rápido ou para me dar mais prazer. Ele fazia aquilo apenas para mim implorar.

Serena – Quer mais?

Eu fiz que sim com a cabeça. Ele foi mais rápido com a aquela régua, e ele me beijou. A língua dele e a minha se misturavam tanto que quando a gente separou eu babei na minha roupa.

Eu já tinha cansado daquilo e resolvi ir pra cima. Eu joguei ele contra uma mesa e fui descendo minha mão pela barriga dele.

Serena – Ei! Voce não devia fazer isso com a sua Sensei.

Eu dei um sorriso.

Rina – Voce ta levando isso a serio mesmo né?!

Ele sorriu, eu me abaixei e levantei a saia dele. Agarrei aquela coisa saindo da calcinha, Serena deu um breve suspiro. E fiquei fazendo alguns movimentos com a mão... Mas na minha cabeça eu lembrei de Reynalle falando algo a muito tempo atrás sobre... Eu pensei nisso naquele momento.

“Ah não deve ser tão ruim...”

Serena – Da pra parar com isso?!

Eu olhei distraída para Serena, que tinha o rosto vermelho.

Rina – O que?!

Serena – Voce parou do nada e ficou olhando... Hazukashii...

Ela fechou os olhos quando eu o peguei de novo com a mão. Mas eu fiquei olhando aquilo enquanto eu o massageava... nao deveria ser ruim...

“Será que devo mesmo confiar na Reynalle? Qualquer coisa dela poderia ser bem suspeito...”

Decidi que não importava e fiz o que tinha que fazer.

Serena – Rina!

Eu passei minha língua naquilo... Tinha um gosto muito estranho... Mas era o mínimo que eu podia fazer sabendo que ele mesmo já havia feito aquilo em mim. Eu não sabia se ele estava gostando por que pela cara dele... Ele colocou a mão atrás de minha cabeça e ficou forçando um movimento. Aquilo entrou todo na minha boca e não era legal... Mas continuei passando a língua mesmo dentro da minha boca.

Serena – Ah! Rina!

Ele continuou forçando o movimento com a mão, agora que eu já havia acostumado não era tao ruim assim, o gosto dava até pra ignorar. Serena gemia de leve, e então eu dei uma leve mordida que fez ela gemer mais alto.

Serena – Para! Não vo aguentar...

Ela me levantou e me colocou de costas, eu me apoiei na mesa. Ele encostou seu corpo no meu e logo eu senti algo entrando em mim. Eu segurei um gemido.

Aquilo era bom demais para ser verdade... Ele segurou minha cintura e continuou com um movimento delicioso. Eu não conseguia nem dizer quanto tempo a gente ficou assim.

Serena – Rina, acho melhor você gemer mais baixo...

Rina – Nani?! Ah!

Ele começou a ir mais rápido, eu nem sabia que eu estava gemendo tao alto assim... Minha mente estava em branco. Não demorou muito eu desmoronei na mesa... Que delicia... Atras de mim eu escutei Serena gemendo alto, e algo liquido caindo atrás de mim. Ela se apoiou em mim.

Serena – Aishiteru Rina...

Eu demorei um pouco para responder...

Rina – Aishiteru Willian...

Notas finais
Autor - Ainda é hazukashii escrever as partes de hentai... Rina cobre o rosto. Rina - Kyahh! Eu que o diga! Serena com um chicote na mão. Serena - Rina, arranjei um feitiche novo! Rina - Kuzakena! Nao vo faze parte disso! Autor tomando um chá. Autor - Bom, bla bla bla.. O de sempre, agradecimentos, relcamaçoes. Voces ja sabem né? *Autor está prestes a tomar o chá quando um pantsu voadora cai dentro do chá. Autor - Uma calcinha?! NO MEU CHÀ?! Serena - Na mosca! Viu só Rina? Nao falei que dava? Rina - Baka! Voce guardou minha calcinha pra isso?! Serena - É por que eu nao sabia que ela voava tao bem. Rina da um soco em Willian com lê força de Tsunade, que quebra a parede... Autor - Ahhh! minha casa!