O Vampiro Adormecido
1 A Hibernação
Notas iniciais
Aquela noite iria ser diferente, sentiu o pequeno vampiro Nakuru: um jovem vampiro com 13 anos e nesta noite ele iria fazer os seus 14. Como todos os vampiros, ele tem uma pele branca e pálida; seus olhos são avermelhados herdados da sua família, seu cabelo é prateado com a franja a tapar-lhe uma parte dos olhos; costumava vestir roupas formais como um príncipe que lhe ficavam muito bem. Aquele dia era importante para ele – deste sempre gostou de celebrar os anos- então convidou o seu namorado Yukio, um vampiro com o triplo da idade de nakuru. Eles davam-se bem, desde pequenos. Yukio sempre foi um vampiro confiante e gentil, sempre estava do lado do Nakuru, e parecia que cada vez crescia e tornava-se mais alto. Nakuru só queria convidar o seu namorado e mais ninguém, assim podia ficar a celebrar os anos com o seu amado.
O Sino tocou duas vezes. Era ele, o Yukio, o namorado e amor do jovem vampiro. Quando ele ouviu a campainha tocar, deu o salto de felicidade e correu pelo corredor, onde estavam penduradas a maioria das fotos dos familiares de nakuru na parede. Desceu o corrimão como se fosse um escorrega e aterrou direito no chao, sorrindo infantil; depois, finalmente abre a porta e ao ver Yukio pula para cima dele.
-Ah, Olá Kuru –comprimentou Yukio, acariciando o cabelo do nakuru.
Ele constumava chamar ao Nakuru de “Kuru” e o Nakuru chamava o Yukio de “Yuu”.
– Parabens! –disseYukio sorrindo
-Obrigado Yuu!! –agradeceu Nakuro feliz. –Ainda bem que vieste!!
-Claro, hoje é o dia dos teus anos –disse Yukio
Naruku, fica sempre feliz quando esta com o seu namorado. Sentia-se bem e isso não podia negar. Confiava mais nele do que em si próprio.
Agarrou na mão de Yukio e levou-o para a sala, onde estava o bolo, em cima de uma mesa grande, com as velas ainda apagadas. O mordomo acendeu as velas com um fósforo e logo a seguir apagou as luzes. Nakuru aproximou-se do bolo empolgado enquanto o Yukio e o mordomo cantavam os parabéns. Ele apaga as velas e depois olha para Yukio que sorriu.
-Tenho uma prenda para ti –disse Yukio
-O que é?!? –perguntou curioso Nakuru
Yukio fez um gesto para o mordomo sair e a seguir aproxima-se de Nakuru. Dá-lhe um beijo e o menor retribui, corando um pouco. Lambeu a orelha do pequeno de forma provocante.
-Queres fazer…? –sussurrou Yukio
-S…Sim –respondeu logo Naruku, ficava muito envergonhado quando seu amado falava-lhe daquela maneira provocante.
Yukio não perdeu nem um minuto e meteu a mao dentro da roupa de nakuru; começou a acariciar o corpo dele enquanto lambia-lhe o pescoço. O pequeno vampiro gemia, não aguentava segurar com aqueles toques vindos do seu amado. Não era a primeira vez que faziam aquilo. Mas deixava Nakuru feliz.
Uns minutos depois, o Nakuru estava sem roupa e o Yukio sem camisa. O membro de yukio penetrou na entrada do jovem vampiro de forma a não magoa-lo porque o menor, mesmo que já tivessem feito antes, ainda não estava habituado e também ainda era uma criança. Mas desta vez o Nakuru pediu ao seu amado para fazer mais de força e assim, Yukio fez movendo-se da forma desejada do menor. No fim, o Nakuru chegou ao climax e de seguida Yukio saiu de dentro do amado.
Yukio foi a cozinha pedir um copo de água ao mordomo então o Nakuru, enquanto se vestia, ficou à espera. Demorou bastante tempo e isso preocupou o Nakuru que foi até à cozinha mas ele já não estava lá nem o mordomo.
-Yuu? Yuu! –chamou Nakuru achando estranho. –Yuu!! Mordomo!! Parem de brincar às escondidas!
-Não estamos a brincar às escondidas –respondeu por fim o Yukio, aparecendo
-Ah! Eu fiquei preocupado…Onde esta o mordomo?
Yukio estava com sangue nos dentes, e o nakuru reparou nisso.
Olhou admirado para o seu amado pois nunca pensou que Yukio pudesse fazer aquilo ao mordomo.
-Mordeste o mordomo…? –perguntou Nakuru
-Sim, desculpa…Estou com tanta sede que não resisti e acabei por sogar o sangue todo… -respondeu Yukio seco, algo estava errado.
-Não tens bebido sangue?
-Err…Por favor, Nakuru dá-me um pouco do teu sangue… -pediu Yukio parecendo fraco
O Jovem vampiro preocupou-se bastante e por isso deixou o seu amado morder-lhe e beber um pouco. Depois apercebeu-se que o Yukio nunca havia pedido para morder-lhe.
-Como será ser mordido por ele? –pensou Nakuru corado
Yukio mordeu o Nakuru e a seguir começou a beber. Começou devagar e foi cada vez bebendo mais e mais deixando o Nakuru a ficar sem forças.
-Yuu?! P…Para!! –gritou Nakuru. –Assim vou ficar…
Nakuru não aguenta e acaba por perder os sentidos, por ter perdido bastante sangue. No entanto Yukio apercebe-se do que fez e deixa de beber.
-Nakuru, desculpa – murmurou Yukio
As horas passaram e nada; Nakuru continuava sem acordar. Yukio fechou-o dentro de um caixão e saiu da mansão com um sorriso misterioso na cara.
-Não consigo mover-me… -pensou Nakuru ao acordar. –Estou tão fraco, preciso de sangue… E onde eu estou? Onde esta o Yuu?! Não consigo sair daqui! Ai! – resmungava ele
Não foi preciso algumas horas para descobrir. Estava dentro de um caixão, e o pior é que não conseguia sair de lá. Ele ficou angustiado e até gritou por o seu amado mas não respondeu.
-Será que aconteceu algo ao Yuu? Espero que não… -pensou tristemente
Ele ficou ali a espera, a espera e espera. Ficou triste de tanta demora por isso decidiu hibernar…Nunca pensou que poderia ficar ali séculos à espera, mas não se importou pois amava o Yukio.
Ele sentia passos, conversas, criticas e risos de pessoas durante vários anos, e isso deixava-o furioso por estarem ali na sua mansão. Na verdade, ele já não estava na sua mansão mas sim num museu em Tóquio; alguém tinha-o encontrado mas não teve coragem de abrir o caixão e levou-o, num avião, para o Japão.
Até que num dia, ao anoitecer, um vigia do museu, a fazer o costume de verificar se não aparece ladrão por lá, teve uma curiosidade de saber se aquele caixão, onde estava o Nakuru a hibernar, tinha alguma coisa lá dentro. Ao abrir viu de olhos admirados o jovem vampiro que acordou de repente do sono. O vigia apanhou um susto e acabou por desmaiar. Nakuru aproveita para sugar o sangue do homem desmaiado para poder mover-se. Após isto, olhou em redor confuso ao ver que não estava na sua mansão.
-Onde estou?
Notas finais
Mandem review!
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