O Vírus
1 Prólogo
Notas iniciais
Espero que gostem, se detectar algum erro durante a Fanfic não deixe de relatar. *__*
Prólogo
Texas, 26 de janeiro
Uma senhora lia seu jornal calmamente, enquanto apreciava seu chá quente, quando se deparou com uma pequena noticia que a intrigou.
13 de janeiro, Texas
Crise de vírus ameaça estado do Texas
Um vírus ameaça metade da população do Texas, médicos locais afirmam que o vírus pode ser comparado com a tuberculose. Já se passa de 1.300 mortos, a AES (Associação de inspeção de saúde) já esta tomando as providências em relação, a quarentena de internos com suspeitas de terem contraído o vírus. Segundo fonte vários hospitais do estado já se encontram com super lotação.
Ficou intrigada estaria ela livre do vírus que já fizera tantos mortos? Dissipou esse pensamento e leu o resto da matéria.
... se você se encontra com algum dos sintomas relatados abaixo, procure um hospital rapidamente:
Febre alta; Excesso de tosse seguida por sangue; Dores musculares; Dor altamente forte na região da têmpora; Visão embaçada;Esses ate o momento são os sintomas identificados do vírus.
Levantou-se pensando se a febre que a deixou de cama na noite anterior poderia ter algo a ver com o vírus que estava rodando o estado.
Eliminou esse pensamento e foi trabalhar em seu jardin.
Ao passar de no máximo 15 minutos, se sentiu sonolenta e rapidamente veio uma forte dor de cabeça, sua visão ficou totalmente negra. Sentiu seu corpo bater na grama e se aprofundou totalmente no mundo da inconsciência.
– Mãe? – gritou o rapaz ao apertar a campainha.
No momento em que iria apertar a campainha novamente sentiu uma estranha sensação, foi para a parte de trás do lote da casa e encontrou sua mãe parada em pé imóvel, com a cabeça abaixada. Aproximou-se e perguntou:
– Você esta bem?
Não obteve resposta, sua mãe levantou a cabeça lentamente.
Ela partiu para cima dele arrancando uma boa parte da carne de seu braço, ele tentou perguntar o que estava acontecendo, mas não adiantou. Resolveu correr ate chegar a seu carro. Pegou o telefone e discou o numero da emergência, enquanto sentia seu braço mordido latejar e sangrar intensamente.
Ao recuperar seus pensamentos no que acabara de acontecer sentiu uma mordida na nuca e caiu no chão com a tremenda dor.
– Puta que pariu – gritou.
Empurrou sua mãe, que caiu na calçada de costas.
– Você não e minha mãe. – afirmou.
– Eu vou matar você sua velha maldita.
Virou-se enquanto sua mãe levantava lentamente, pegou uma estaca da cerca que estava solta e cravou na cabeça de sua mãe. A estaca entrou com facilidade, sem nenhum ódio nem nenhum sentimento de compaixão chegou a sua mente a imagem de sua mãe morta. Entrou rapidamente no carro, iria ir direto para casa ou sair da cidade o mais rápido possível. Seu braço ainda sangrava de doía muito, tentou eliminar isso de sua mente.
Momentaneamente espirrou e colocou a mão na boca e ao limpar viu que tinha espirrado sangue em sua mão limpa. Começou a se sentir sonolento, perdeu o controle e a ultima coisa vista por seus olhos ainda em plena consciência foi os gritos na rua e o carro girando. Depois caiu num mundo escuro aonde só queria uma coisa, Sangue.
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