O Usurpador

5 Um Breve Momento de Prazer


Notas iniciais
meus chuchus e minhas chuchas, eu ando muito fuleira nessas ultimas fics, antes eu atualizava todos os dias e agora só atualizo algumas vezes por semana : mas agora! em um estilo Elijah, eu JURO, JURO que vou tentar atualizar todo dia. Dica: leiam escutando Wild Ones do Flo Rida. e Let her go do passenger e Try da Pink Boa leitura.

– Família — gritei ao cruzar a porta de entrada na mansão Salvatore — Cheguei! — anunciei. Damon e Elena são o casal mais desanimado que eu já vi, poderiam estar se fodendo, mas eu não posso fazer nada se eles gostam de perder tempo.

– Onde você estava ? — Damon me perguntou sentado no sofá com um braço circulando o pescoço de Elena.

– Dando uma volta pela cidade. Eu senti saudade disso tudo. — menti descaradamente, eu saí e fiz várias coisas : fiz um feitiço, matei umas garotas ,torturei uns caras...

Quando o olhar culpado de Elena cruzou com o meu, vi que queria me evitar quando ela abaixou a cabeça fingindo olhar alguma mensagem no seu celular. Adoro testar limites, e eu adoraria ver até quando ela conseguiria fazer isso.

– O que ela fez? — perguntei olhando o corpo torto de Katherine em uma poltrona.

– Dormiu. É tudo o que ela sabe fazer agora: dormir. — Damon disse bebendo um longo gole do whiske.

– É, pelo menos dormindo não enche o saco. — falei pegando-a no colo. — Duvida: a levo para o quarto ou para o porão? — falei dando um sorriso maligno de lado.

– Para o quinto dos infernos...

– Pode deixar.

A levei para o quarto. Ah, ela tinha uma serenidade enquanto seu peito subia e descia conforme sua respiração pesada,mas não estava sonhando com Stefan — o que já é um bom sinal — ela estava sonhando com um fim de tarde neblinosa, onde a escuridão tomava posse do dia.

Era impossível acordar um ser tão angelical como aquele, mas para mim nada é impossível.

Comecei zanza-la levemente em meus braços, como se fosse um bebê. Dei um longo suspiro e a joguei na cama, escutei o baque da sua cabeça batendo na cabeceira de madeira da cama. Acordou assustada, soltando um gemido , pôs uma mão na cabeça enquanto seus olhos piscavam muitas vezes de forma ligeira para se acostumarem com a claridade vinda da janela de vidro do quarto de hóspedes.

– Qual o seu problema? — perguntou com a voz baixa e embaraçada por ter acabado de acordar.

– Nada... — falei rindo.

– Você ficou demente? — peguntou atirando um vaso que estava em um criado mudo do lado direito da cama em minha direção.

O vaso não me atingiu, eu apenas o segurei. Me aproximei da cama para coloca-lo no seu devido lugar. Me ajoelhei na cama e peguei o queixo de Katherine com o movimento de pinça. Ao contrário de Elena, Katherine não evitou meu olhar, me olhava com seriedade. Ela pôs a mão sobre a minha que estava em seu queixo e disse:

– O que está havendo contigo? cadê o Stefan Salvatore que eu conhecia? aquele cara que odiava fazer coisas que pudesse se arrepender depois, aquele cara com o coração derretido... hein Stefan, cadê ele? — perguntou com os lábios contraídos e em um tom de voz que demonstrava uma desnecessária e falsa compreensão.

– Ele ficou lá na pedreira. — falei em um tom sarcástico para que a mera verdade soasse como ironia — Se acostume com o novo Stefan. O Stefan que não é enganado por você. — falei aproximando meu rosto do dela, sentindo seu hálito quente bater em minha face. — um Stefan mais selvagem... — falei mordiscando seu lábio inferior. — O jogo se inverteu. Você era a predadora e eu caía em sua teia, mas agora , você não tem condições nem uma de me manipular de novo. Seja bem vinda ao mundo real. — eu sei queridos, mesmo que eu quisesse e tentasse eu não conseguiria mudar, eu! eu não conseguiria mudar! eu! mas o Stefan consegue! Ah, o novo Stefan consegue.

– Ah, não gosto de bad boys. — colocou a mão em meu peitoral tentando me afastar. E quem disse que ela tem que gostar.

– É o que veremos. — falei saindo de lá como um borrão para sua visão.

Elena tinha uma bolça de sangue em suas mãos ,ela fitava a bolça de sangue de forma esperançosa,estava à admirar o liquido precioso de uma forma devotada. Não notou que estava sendo observada e que minha atenção estava em sua mente.

Não sei como lidar com meus sentimentos, não sei como entender o Stefan, não sei como achar forças para querer o Damon, eu sei que Damon tem o amor que eu preciso para apagar de vez o meu amor por Stefan, mas mesmo assim eu não consigo. O céu desaba sobre mim, assim como o peso do amor, o amor que confunde a minha mente e meu coração.

– Elena? — perguntei.

– O que foi?

– Pensando na vida?

– Não te interessa. Agora me deixe em paz. — cuspiu as palavras em mim, brutinha...

– Porque você está sendo tão grossa assim comigo? o que eu te fiz? — perguntei pondo minha mão no seu ombro ,mas ela desviou. — Elena... eu preciso de você.

– Ah, vai lá, a indefesa Katherine precisa de você .- disse se virando de costas para mim.

– Não foi nela que eu pensei no verão inteiro. A esperança me manteve vivo — coloquei uma mão no peito como quem cantava um hino — A esperança de te beijar de novo. Eu só resisti por você, eu apenas pedi ajuda para ela. Tudo que eu queria dela era ajuda para sair de lá, dentro daquele maldito cofre eu percebi que minha vida não faz sentido. Nunca fez, não antes de te conhecer. Katherine foi apenas uma ilusão. Lá dentro tudo o que eu fazia era tentar imaginar seu sorriso, cade detalhe em você. Eu esperava que você me salvasse. E todas as nossas memórias? Elena, nossa história não será apagada, jamais terá um fim, porque as verdadeiras historias de amor nunca acabam quando o amor prevalece, e é esse nosso caso. — falei a abraçando por trás sentindo de perto seu perfume. Eu estava desabafando, eu via Elena e pensava em Amara, sim, eu disse tudo o que tinha vontade de dizer para a minha Amara, sabe a diferença entre Amara, Katherine e Elena? ok, ok, eu foquei no meu drama pessoal que me esqueci, mas quem é você para me julgar? hmm. Elena não se moveu ao meu abraço, seus braços continuavam retos em direção ao chão. — Eu te deixarei ser feliz com o Damon ,mas me dê um ultimo beijo. É só o que eu te peço.

Os meus sentimentos são uma mera ilusão, assim como o que eu sinto por Elena, meu consciente é como uma encruzilhada: um caminho a ser escolhido, eu que vim com um objetivo fixo na mente já não sei mais o que eu quero, não sei se quero morrer e seguir Amara por toda a eternidade , não sei se quero viver e ficar com a copia dela. Estou confuso como uma criancinha que se perde da mãe no supermercado. Realmente, quero muitas coisas, o que eu quero é mais fácil não querer, quero e não quero, posso e não tenho.

– Não... — ah, ela fez recusa... ninguém faz recusa para mim, ah não.

Separei o abraço, apertando seu braço fazendo-a se virar para mim.

– Eu quero que você me queira. — como eu disse: odeio recusas e o jeito foi hipnotiza-la ,eu não queria mais ela assentiu. — Que me ame como nunca me amou antes.

– E eu amo — colocou as mãos em meu rosto me puxando para um beijo. — Vem comigo para o quarto, não temos muito tempo até que Damon chegue. — disse me guiando com a mão até o meu quarto.

– Onde está o Damon? — perguntei, eu não ia transar com a namorada dele e deixa-lo assistir de camarote.

– Ele foi roubar bolças de sangues. — já que a área está limpa, porque não aproveitar?

No quarto as coisas estavam ficando quentes, muito quentes. Elena e eu já estávamos nus, eu estava em cima dela enquanto eu distribuía beijos leves pelo seu tronco, seu corpo estremecia e sua cabeça estava jogada para trás com uma pequena mecha de seu cabelo em seu rosto. Em um movimento brusco e rápido, a penetrei com três dedos, sentindo sua intimidade quente e úmida, eu fazia um movimento de vai e vem tirando e pondo de novo. Minha outra mão também não estava livre : estava apalpando com força um dos seios de Elena.

Resolvi mudar aquela situação,penetrei-a com meu membro — que já estava ereto há muito tempo — eu cavalgava em cima dela, meus braços a prendiam como braçadeiras. À cada gemido ,uma falha na voz, a cada palavra uma pausa, a cada grito um escândalo. Eu sentia que o ambiente estava mais quente como o de costume, minha respiração estava falha demais e meu corpo suado e pegajoso.

Ela — ao contrário de Katherine — não tinha aqueles joguinhos que tanto me irritavam , Elena era direta, sem enrolações , preliminares e toda aquela palhaçada e perda de tempo.

Eu sentia altas descargas elétricas passeando à cinquenta quilômetros por hora em minhas veias, eu tinha um fogo que nunca se apagava dentro de mim, eu sentia meu corpo queimar em dormência,era uma melodia intensa . Eu sentia que nem todo do tempo do mundo me deixaria satisfeito, eu tinha a impressão de que a qualquer momento tudo acabaria, eu sentia que tínhamos que sermos breves, pois alguma coisa dentro de mim me dizia que o tempo não era suficiente. E realmente não era.

– Elena! — ouvi a voz de Damon levemente distante, mas ainda sim ouvi. Ele chegou. Quando Elena percebeu que seu namorado havia chegado, arregalou os olhos ao máximo. — Cadê você?

Em um salto, saí de cima de Elena e fui a procura de minha roupa, ela fez o mesmo, eu já estava subindo o zíper da calça jeans e ela abotoava o sutiã. Eu adoro um sexo perigoso, é sempre um desafio, mas se arriscar faz parte, é quando a Adrenalina se espalha pelo seu corpo e seus movimentos se torno involuntários ,porém necessários.

Notas finais
Ihhh... lá vem confusão. Será que eu vou cumprir minha promessa de postar todo dia? amanhã veremos - hahahahhahahahhahahha *risada do mal* não se esqueçam de comentar, duda84santos@gmail.com beijos.