O Usurpador
13 Eu preciso de seu amor
Notas iniciais
– Oh Elena... — separei nosso abraço, eu olhei para seus olhos que brilhavam , alisei seu rosto com o dedo indicador.
– Eu fiquei desesperada, Damon havia me dito que não sabia o que tinha acontecido com você, ele disse que poderia ter sido obra do Silas e aí eu me desesperei. — ela disse abaixando a cabeça. — E depois daquele dia... eu comecei desconfiar que o Silas estava em seu corpo porque simplesmente você disse para o Damon não acreditar na Katherine e ele te obedeceu, foi estranho
–eu disse para o Damon não acreditar na Katherine e ele não acreditou porque sabe que não vale a pena, não porque me obedeceu.
– Eu fiquei com medo... — começou a chorar e me puxou para outro abraço ainda mais forte, coloquei meus braços em volta dos dela e disse:
– Ô Elena, eu já estou bem. — falei tentando tranquiliza-la. — sh... — tentei acalma-la — sh...
– Eu odeio o Silas! olha o que ele fez com você! eu odeio ele... — essas palavras fuzilaram minha alma, era doloroso ver o ódio de alguém que mal me conhece direcionado a mim. Eu provarei, provarei que ela não tem motivos para me odiar, eu a mostrarei que não sou um monstro, não o que ela imagina que eu seja.
O que mais doía era ver ela dizendo isso e ficar visualizando se Amara teria a mesma opinião, no que eu me tornei por ela.
– Não há provas que foi ele, eu não sei se ele tem forças o suficiente para fazer algo assim. — tentando inutilmente limpar meu nome.
– É claro que foi ele, ele não presta Stefan, aliás, eu nem se você é o Stefan mesmo... — como ela está duvidado de mim? o que eu fiz de errado? isso é uma decepção para mim, até a poucos segundos eu estava com toda fé em meu Oscar e ela simplesmente desconfia de mim? justo eu que sou tão santo...
– Eu não acredito... — falei separando nosso abraço e dando alguns passos para longe dele e me virado de costas. — eu não acredito que está duvidando de mim Elena... porque você acha que eu não sou o Stefan?
– Eu não sei! ok? eu não sei como pode ser o Silas, o cara pode ter o rosto de qualquer um, eu preciso desconfiar.
– Elena você está me decepcionando, eu achei que me conhecesse, mas você desconfia que eu seja o Silas, ridículo. Foi o Silas que te deu o beijo na montanha russa? foi? das duas vezes que o Jeremy morreu foi o Silas que estava ao seu lado? foi o Silas que te ajudou a ligar? — perguntei indignado. — foi o Silas que te amou por todo esse tempo? — não... não... não.
– Não tem como o Silas saber disso tudo... — ela se deu conta, mas ainda sim estava errada.
– Claro que não tem, Elena! — gritei, meu Deus, eu deveria ser ator de novela mexicana, acabei de descobrir meu talento.
– Stefan, eu precisava desconfiar. Eu sei que você é você, Stefan. — veio até mim beijando meu pescoço e me fazendo arrepiar.
Ainda estou estranhando a mente dela ser um segredo para mim, mas isso não era importante, não agora. Sua respiração quente batia em minha nuca, joguei minnha cabeça levemente para trás, procurando forças. Desculpa Amara.
Me virei com velocidade, a empurrando na parede, ela levantou os braços para que eu pudesse tirar sua regata , e assim fiz. Ela havia murchado a barriga para receber meus beijos, eu sou ambicioso, um simples beijiho no pescoço nunca será suficiente, para mim não, eu precisava de mais, mais não, tudo. Elena irá se arrepender de joelhos ao chão quando eu faze-la me amar, essa era a minha nova missão, faze-la me amar , nunca mais irá ousar dizer a palavra "Silas" e a palavra "ódio" em uma mesma frase.
Espalhei beijos do seu tronco à seus seios, ainda cobertos com um sutiã preto e básico que estava me atrapalhando nesse momento, suas costas estavam coladas na parede e eu a afastei de lá, minhas mãos estavam agora lutando entre si para desabotoar o seu sutiã, seu sutiã caiu sobre o chão. Elena tinha os seios rigidos, eu os apertei com força e com movimentos circulares, a cabeça de Elena estava jogada para trás enquanto soltava pequenos e baixos gemidos, eu comecei a sugalos, sua mão estavam em minha nuca como se ela estivesse permitindo aquilo.
O sexo com Elena era diferente, ela não tinha a mesma delicadeza que Amara, Elena é feroz, muito feroz, Katherine também era feroz mas sua ferozidade chegava ser abusiva, tinha a intenção de comandar em mim, isso eu não permitiria, Elena era mais extravagante que Katherine e Amara juntas, isso eu não poderia negar. Mas é disso que eu preciso, outro tipo de toque outro tipo de amor. Eu me sentia em meio as estrelas, brilhantes e livres, era como sobrevoar pelo arco-íris de felicidade, de um prazer tão intenso a ponto de te tirar de si mesmo e faze-lo esquecer de tudo, quem eu sou? esqueci, mas estou ocupado, muito ocupado...
Fomos nos beijando até a cama, era difícil me focar em andar e beija-la ao mesmo tempo,meus pés não teriam a covardia de falhar agora, eu consigo. Empurrei seu corpo na cama, seus cabelos se espalharam pelo lençol, seus joelhos estavam dobrados e seus pés firmemente apoiados no colchão e suas pernas fechadas, posicionei minhas mãos em seus joelhos fazendo-a abrir as pernas, fiz seu short deslixar por suas pernas ,mordi a sua frágil calcinha que rasgou com a força de meus dentes, finalmente vi o que me interessava.
Tirei minha calça enquanto ela me ajudou a tirar minha blusa, me deixando apenas de cueca.
Comecei a massegear seu clitores, até que ela ficasse molhada o que não demorou, meus dedos deslizaram por sua vagina, eu estava enrolando Elena por enquanto, eu só estava fazendo movimentos circulares em sua vagina para tirar sua atenção do momento em que eu a penetraria com meus dedos.
– Ahh! — ela gritou, gritou com vontade, mas mais que vontade, aquele grito continha prazer — Diga meu... — dei-lhe utra estocada — ah.- eu fiquei confuso, aquilo foi um grito ou um gemido? — Diga meu nome, faça isso, diga meu nome.
Enquanto minha mão esquerda a exitava, pus minha mão direita em seu pescoço, a prendendo. Nossos quadris estavam muito próximos um do outro, ela estava enquadrada, seria impossível sair dali, aproximi meu rosto de seu ouvido e disse :
– Elena... — o nome saíu preso á ponta da língua. Mordi sua orelha, a parte em que se coloca o brinco, mas ela não estava usando brinco algum. — Esqueça o Damon, eu sei que posso te amar todo o dia... — eu estava viciado na filosofia do : " Com Silas sem Damon". Beijei sua testa — toda noite, e toa a eternidade. — por um lado era verdade, eu sentia que isso verdade aqui dentro. — Eu irei te amar até o fim dos tempos.
– Stefan, você torna as coisas perfeitas. Isso deixa de ser um talento para ser habitual — falou arranhando meu peitoral — Eu preciso de você. — quando ela disse isso eu estava tirando minha cueca box.
– Eu sei que você me ama.
A penetrei com meu membro ereto a muito tempo, ela gemeu alto, muito alto eu fazia movimentos de vai e vem dentro dela. Enfim unificados, era como se fossemos um só. Depois de um tempo havíamos gozado quase que no mesmo segundo.
Elena havia pegado no sono, momento ideal para observa-la dormindo.
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