O Usurpador
17 Eu Quero a Cura! - Vai Ficar Querendo...
Notas iniciais
— A cura Elijah! — Rebekah gritava apontando para Katherine, mas sendo fortemente segurada pelo Elijah. — Essa vadia bebeu a minha Cura, eu quero o que é meu.
— Ignorem isso, é só mais uma bebada. — falei e todos que estavam no bar pareciam não ver o surto de Rebekah. Vi que Katherine estava dando pequenos passos em recuada, mas isso seria seu atestado de morte se continuasse. — Não fuja Katherine, se você fugir vai ser pior, vão te entregar ao Silas, onde quer que ele esteja. — quando falei meu lindo nome, ela parou repentinamente, tornando uma estátua agitada apenas pelas batidas do coração que pulsava arduamente em adrenalina.
Ajudar a Katherine foi algo que eu já pensava em fazer, isso aumentaria meus pontos com a Elena e ainda sim, despistaria minha verdadeira identidade, pois o Silas não ajudaria alguém que ele persegue... tolos, como estão enganados...
— Afaste-se da Katherine! — rosnei, eu não deixaria aquela loira infernal beber meu liquido precioso, ah não. Me pus na frente da Rebekah, empidindo a aproximação dela, Elijah não conseguiu impedir que sua irmãzinha barraqueira me desse um tapa na cara, não sei se foi porque eu estava a impedindo de matar Katherine, ou se foi apenas para fazer com que eu me afastasse.
— Rebekah! Klaus precisa de você do jeito que você é, uma original, não uma humana estúpida que ele mataria facilmente. — Elijah disse, tentando acalma-la, mas não adiantou, a garota gritava e era segurada pelo irmão. — Niklaus irá te matar se você beber a cura, e se ele te matar será definitivo.
— Não importa! Eu quero a minha vida de volta! Quero uma família!
— Você já tem uma família. Niklaus e eu. Somos uma família! Nunca se esqueça disso! Always and Forever! Você prometeu! Niklaus me mataria se soubesse que eu deixei você beber essa maldita cura. — vi que o Elijah não estava mais a segurando como antes, ele estava forçando-a um abraço que ela tentava evitar, eu via como aquele abraço era seu ultimo apelo — Nossa família não é nada sem você, Bekah. — Elijah falou acalmando Rebekah com sua voz melodiosa.
Uma mulher entrou na bar, lanchonete — não sei que bagaça é essa — a mulher passou despercebida por todos, menos por Rebekah, que gritou ao ver que a moça havia se sentado em uma das mesas mais escondidas do Grill.
— Matt! — Gritou Rebekah, voltando a se alterar. — Aquela é a vadia que nos roubou em Praga! — virei-me para ver o rosto da suposta ladrazinha. Nossa, ela tinha se rebaixado a tal ponto? Nunca esperei isso da minha nem tão fiel escudeira, Nadia. — Garota eu vou te matar, sua vagabunda! — e novamente o Elijah teve que segurar a loira descontrolada.
— Relaxa, peguei o anel por engano. Pensei que fosse do Gregor... Rodei o mundo para devolver esse anelzinho de lata. — Nadia disse com um sorrisinho debochado no rosto. — Pensa rápido. — falou e em seguida jogou o anel, Matt o pegou ainda no ar. Garoto talentoso.
Até então, eu vi que Nadia não havia percebido a presença de sua mamãe muito loca, Nadia sabia da atual situação da Katherine — aliás, ela é contratada para isso — Nadia sabia que a Rebekah também queria a Cura para imortalidade, então nossa querida Nadinha, fez um feitiço que atraiu a Rebekah e a garçonete loira (Matt) para Praga, onde eles estariam longe do que é meu e eu estaria livre para fazer o que quiser com a Katherine. Nadia me perguntou mentalmente se eu queria que ela tirasse a Katherine dali, mas eu fiz um breve e discreto não com a cabeça, ela entendeu o recado.
— Você é uma ladra assim como a Elena e a Katherine!
— Oi? — Elena perguntou se sentindo meramente ofendida.
— Isso mesmo! Você roubou meu colar, da mesma forma que essa tosca aí roubou o anel do Matt e da mesma forma que a Katherine roubou minha cura. — com toda essa revolta eu já estava esperando ela lançar a #MESENTINDOROUBADA. Era só o que faltava... a pessoa não acha o que fazer e vai fazer e vai rodar a baiana por causa de bujinganga, querida, dessas coisas tem de montão na loja do Chinês, simples assim. Precisa fazer confusão? Precisa? Não, não precisa, mas eu até entendo que ela seja barraqueira, é o sangue Mikaelson correndo nas veias.
— Rebekah, me ouça. — pedi educadamente e ela se calou. — Esqueça o colar, esqueça o anel, esqueça a cura. Eu posso te dar outro colar, a garota já devolveu o anel do Matt e você não pode arriscar beber a cura. Silas não presta. Eu sei muito bem do que ele é capaz de fazer, ele é um bruxo poderoso, ele pode ferir você, seus irmãos, seus amigos e todos que conhece. — eu não estava brincando, se ela voltasse a ser humana, seria mais fácil mata-la, eu poderia usar a estaca de carvalho branco no Klaus e os outros irmãos eu apenas usaria as adagas e os jogaria no oceano (Lembrando que oferenda ruim Iemanjá devolve) eu no lugar dela teria medo de mim. — Não arrisque a vida daqueles que ama, apenas por um capricho.
— Tetefan, promete que vai me dar outro colar? — pediu manhosa. A Rebekah também está na lista das ladras em minha vida : ela roubou meu apelidinho pro Stefan. Vaca.
— Prometo. Te darei um mais bonito.
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