O Usurpador

7 A Primeira e Ultima Noite


Notas iniciais
meus chuchus e minhas chuchas, ontem nem antes de ontem eu pude postar graças ao meus vizinho que bulgou a propria internet e acabou bulgando a internet de um monte de gente (inclusive eu) Eu vou tentar compensar esses dois capitulo mas agora se contentem com esse Dica: leiam escutando all of me do John Legend boa leitura e espero que gostem

Sabe aquela sensação de deja-vu ? eu estou sentindo isso agora, é como se tivesse acontecido um Replay aqui. Dizem que quem errar é humano e errar duas vezes é burrice, mas eu discordo disso, errar duas vezes é uma forma de tentar acertar de novo. Agora, eu me lembrei do dia em que traí Quetsyah com sua serva, o dia que conheci o corpo de Amara, o dia em que minha vida foi estragada oficialmente, sabe, isso poderia virar um feriado, porque nâo? vou providenciar isso. Vocês devem estar questionando minha vergonha na cara agora, mas saiba que eu sou sim uma pessoa decente — eu estou tentando me convencer disso também — mas acreditem, eu fui seduzido! ok, eu não fui seduzido ,mas me sentia atraído por Amara e minha carne é fraca e eu não resisti. No dia em que traí Quetsyah, eu não achava que descobriria, é normal pensarmos: "isso nunca irá aconter comigo" mas acontece, claro que acontece, eu nunca havia pensado em o que aconteceria se Quetsyah descobrisse, eu tinha em mente de que iria pedir desculpas e depois de dois dias de drama ela me perdoaria. Mas não foi bem assim.

" Quetsyah sempre foi uma pessoa bastante fechada, bastante introvertida, sempre presa em seu mundinho particular , mas ela tinha uma espécie de portal para chegar à esse mundinho : uma velha cabana abandonada no meio da campina florida. A imagem da cabana atingiu minha mente: era uma casinha de madeira envelhecida, ficava no meio do nada, era muito distante da casa de Quetsyah, mas a distancia não parecia incomoda-la, apenas a sensação de estar só em um lugar apenas seu para ela já era suficiente. As vezes Quetsyah sumia sem deixar rastro, mas todos a sua volta sabiam onde ela estava, mas ela havia contado apenas para mim onde a cabana ficava localizada. Eu a achava enigmática, seu ar de mistério era intrigante para mim, quando eu ia procura-la lá, ela me chingava me dizendo que tinha se arrependido de ter me contado seu esconderijo do mundo, e quando eu não a procurava ela dizia que eu não ligava para ela. Quem entende uma pessoa assim?

" Sabendo de seus 'probleminhas' mentais, eu me sentia na obrigação de ir na casa dela todo santo dia para ver se ela tinha chegado, sim, chegado. Ela não ia para lá apenas para fiar algumas horas e depois voltar, algumas vezes ela passava dias ali, sem manter contato com o mundo. Naquele momento ela estava lá, fazendo algo que ela havia me dito que seria meu presente de casamento e que nos ligaria para a eternidade, bom, eu achava mais fácil ela ter feito uma canalização que para mim já estava bom, mas essa é a Quetsyah, uma pesssoa problemática que adora complicar as coisas, uma pessoa que ama deixar a vida difícil.

" — Essa casa fica extremamente tranquila sem a Quetsyah aqui. — falei, Amara que estava ajeitando violetas em um vaso de barro, deu um pulo para trás com o susto. Ah, tão graciosa, apaixonante, ela foi uma das poucas mulheres que já entreguei meu coração. O que tivemos foi um romance passageiro , um amor de verão, aquela paixonite adolescente que marca sua vida, aquele amor que mancha seu coração.

" — Ah... — suspirou encostando na parede, pôs a mão no seio, que descia e subia conforme sua respiração estava acelerada. — O senhor me assustou.

" — Não precisa se assustar, e nem me chamar de senhor. — falei me aproximando — Quetsyah não está aqui, então não precisa ser formal comigo.

" — Ah Silas, as vezes isso tudo me deixa desconfortável, as vezes eu lembro que um dia eu fui apaixonada por você e agora você irá se casar e vejo meu coração se despedaçar. — falou pondo uma mão na cintura, fechou os olhos com pesar — E só de pensar que terei que conviver com isso para sempre! irei ver seus filhos crescerem e irei ver vocês viverem juntos por toda a eternidade.

" — Eu sei! eu sei que vou me casar e depois estarei preso à ela para sempre! no fundo eu estou desesperado com minha futura vida. Eu ando pensando em um jeito de reverter isso tudo ,mas eu não consigo encontrar uma saída! eu não quero ter que viver te vendo de longe, eu não quero viver assim! mas eu não sei como mudar isso... eu não sei... — eu nunca fui uma pessoa sentimental, nunca me dei bem com amores, nunca me dei bem com meus sentimentos, mas agora eu estava sendo fraca e vencido por minhas emoções, meus olhos me desobedeciam derramando as lagrimas que eu me esforçava para guarda-las.

" — Só há um jeito...

" — Um jeito? Qual? — perguntei com uma sombrancelha arqueada.

" — Ela irá te dar um presente, esse presente é na verdade um feitiço para a imortalidade, ela me contou que vocês irão beber no dia do casamento. Se você beber esse feitiço antes que ela você estará livre dela .

" Ouvindo isso, me senti iluminado, literalmente, é aquele momento que uma lampada acesa fica em cima de sua cabeça em um deseho animado.

" — Nós beberemos. Nos uniremos para toda a vida. — falei segurando suas mãos, de certa forma, minha mente estava um pouco mais tranquila,mas não inteiramente traquila, porque tudo existe um porém. — Onde ela guardará isso antes do casamento?

" — Na cabana, possivelmente — disse exitante.

" — Otimo. — falei em tom de confiança — Mas você sabe que é perigoso, sabe que com Quetsyah não se brinca, se dar errado... — fechei meus olhos virando a cabeça levemente para o lado — Se dar errado ,eu precisarei ter uma primeira e ultima noite com você.

" — Agora é a hora. — suas mãos quentes e macias tocaram meu rosto e seu olhar piedoso penetrou meus olhos.

" — Tem certeza? — ela mordeu o lábio inferior e assentiu com a cabeça — Eu quero que seja especial.

" Bom, já que eu já tinha seu consentimento resolvi fazer o que tinha que fazer enquanto tinha tempo, já era noite, provavelmente se Quetsyah viesse chegaria pela manhã, era perigoso uma moça direita andar desacompanhada durante a noite ,seria alvo fácil de estupradores e ladrões.

" Eu tirei o vestido de Amara com leveza, não seria muito bruto com ela, ela era tão delicado que eu não poderia fazer isso. Seu corpo era bem esculpido, cada imperfeição era perfeita, seus mamilos estavam rigidos, e seu corpo arrepiado. Espalhei beijos dos seios até a sua vagina, massageando seu clitores e dando uma leve mordidinha no lábio de sua vagina. Vi que sua intimidade já estava molhada, rápidamente coloquei três dedos ali, fazendo movimentos de vai e vem, a cada retirada um gemido. Enquanto uma mão estava ocupada com os movimentos em sua vagina, minha outra mão também estava ocupada apalpando seus seios brutalmente.Percebi que não era justo, tirei a minha túnica, meu membro já estava ereto, a penetrei com o meu membro com força, ela soltou um longo gemido, a cada estocada eu sentia meu corpo queimar, a cada gemido dela eu me sentia mais atraído, eu já estava todo suado e com a pele grudando, ela também. Amara estava com o cabelo bagunçado, eu estava achando que minhas veias iriam pular para fora do meu corpo. Eu dava tudo de mim. Tudo. Tudo para que fosse especial.

"Eu aumentava a velocidade de meus movimentos, mas conforme o cansaço me atingia eu abaixava a velocidade.

E assim foi a minha primeira e ultima noite com Amara, romântica, unica e perigosa.

Notas finais
o Silas fala da Tessa como se ela fosse a vilã da historia (N/S: e não é? eu fiquei dois mil anos em uma maldita ilha!) calma jovem! gostaram? comentem duda84santos@gmail.com