O Túnel do tempo - E O Dragão Dourado
8 Capítulo 8 - O Vale e os Humanos
Notas iniciais
O vale era bem no campo mesmo, as ruas de pedras alinhadas, com casas do mesmo tom, padeiros, feirantes, corriam por toda parte, crianças brincavam, camponesas faziam belos vestidos, o bibliotecário atendia as moças sempre com atenção, e um delicioso cheiro de pães e biscoitos frescos vinham da padaria.
–Amei este lugar! — exclama Paty sem acreditar.
–Eu também... — diz Jonah encantado.
–Ei, olhem ali! — fala Peter apontando para uma fonte enorme.
Então, no meio de um pátio feito de pedras que formavam um desenho, existia uma linda fonte, o desenho que se formava no chão, era como um mosaico, era a imagem de uma flor, e na parede, o desenho de um enorme dragão dourado.
–Isso é muito lindo rei Pokals! — diz Paty
–Por favor, Pokals, só Pokals... — diz o rei.
–Sim senhor, que dizer, Pokals! — Paty se confundi.
Pokals o levou até o topo de um pequeno morro, onde a grama batia nos joelhos, uma grama verde clara, com pontas brancas, que balançavam no sentido do vento:
–Que macia! — diz Paty.
–Da até vontade de dormir... — fala Peter sem pensar.
–Isso é realmente maravilhoso Pokals! — exclama Jonah.
–Realmente... Mais, pena que não é só isso... — ele lança um olhar triste.
–Porquê? — pergunta Paty.
–Existe também a floresta escura, ao sul, onde vive Malkar. — ele diz normalmente, e depois sussurra o nome Malkar. Todos continuam a olhar pra ele, que continua. — Uma floresta escura, mata fechada, mal cheiro, com criaturas malignas horríveis. — Paty se aconchega nos braços de Peter assustada. — E a líder delas, e da floresta inteira, com poderes, poderes sombrios, Malkar.
–Nossa. — Jonah diz, sendo somente o que conseguia pronunciar.
–O bosque negro, olhem só. — então o rei os leva mais adiante, e eles podem ver, um bosque preto, sem nenhuma cor mais, rodeada por pássaros negros. — Dizem que todas as pessoas que entraram lá, jamais saíram! — diz Pokals.
–Credo... — diz Paty.
E eles ficam lá observando atentemente.
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