O Truque Da Morte
3 O Estranho
Nosso grupo do acampamento era formado por cinco garotas e dez garotos, tínhamos que buscar alimento em uma selva de mentirinha, havia apenas duas cabanas uma para mulheres e outra para homens. Às vezes eu achava legal, porque eu poderia ficar só no lago. Os meninos apelidaram o nome do grupo de “Os selvagens”, mas que de selvagem não tinha nada.
Havia quatro grupos, o primeiro que eu apelidei de “Os Manes”, o segundo de “Os sem noção”, o terceiro de “Os bobalhões” e o quarto, que era o nosso. Meu irmão ficava no grupo dos sem noção. Mais isso não impedia de nos encontrarmos a noite na ponte, onde ficava um grande rio.
O objetivo desse acampamento é da sobrevivência. Os jogos que a mulher sabe quem lá, mencionou no microfone eram como os jogos de vídeo-game, você tem que sair correndo da outra equipe, ou se arriscar em seqüestrar um, mas, você poderia ser seqüestrado. O grupo dos Manes gostava de fazer armadilhas para seqüestrar as pessoas mais fracas.
Havia chegado varias pessoas novatas, vários garotos bonitos de olhos escuros e cabelos loiros ou castanhos, bom, nenhum me agradou. Eu sempre fui sozinha, o único namorado que eu tive era um menino alto e magrelo, agente trocava mensagem quase todo dia, mas não sei o que aconteceu com ele depois da ultima semana de provas. Bom, ele deve estar em um lugar melhor onde estou.
Enquanto eu andava pela folhagem seca caída no chão, senti como se estivesse sendo perseguida, deveria ser Danilo, mas ele estava com os amigos dele, não teria tempo de vir fazer mais uma de suas brincadeirinhas chatas, e alem do mais, estávamos intrigados.
Der repente vem um vento forte e algo bate atrás da minha nuca, não sei o que foi, mas aquilo bateu bem forte, e aposto que amanha pela manha vai está um enorme hematoma, olho para trás logo em seguida, mas não havia ninguém. Continuei andando, um pouco rápido que o normal. Finalmente cheguei ao lago, foi lá que me empurraram e quase morri afogada.
-Olá. Alguém sussurrou no meu ouvido.
Dou um pulo rapidamente e vejo quem falou. –Eu te conheço? Perguntei um pouco grossa.
-Não, mas vim aqui para conhecê-la. Falou um garoto alto, moreno de olhos azuis piscina.
-Hum, você não devia está na “roda da apresentação”, pelo que eu vejo você é novato aqui não é? Falei um pouco sarcástica.
-Eu deveria está, e você também, não? Oh me desculpe meu nome é Tonny, Tonny Clarckson, prazer. E ele aperta minha mão. Sua mão era quase tão macia quanto a pele de um bebe.
-Catarinne. Prazer também. Foi você que jogou aquela coisa em mim?
-Ah, ela bateu em você? Desculpe-me, achei que só iria assustá-la.
-É, meus parabéns, assustou e me fez um enorme hematoma. Falei em um tom de brincadeira. E rimos juntos.
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