O Tragico Destino De Annita
1 O meu fim é o meu começo.
Notas iniciais
O primeiro capitulo contara como tudo começou, bem na verdade ele conta mais o coo tudo termino, mas estranhamente eu comecei a imaginar a historia de tras para frente, então nada mais justo que lhes mostrar não exatamente da forma que ela corre em minha mente, mas sim o mais próximo possível. Aconselho à pessoas sensíveis que não leiam a fic. Ou pulem esse capitulo que já esta um pouco 'inapropriado' para pessoas sensíveis.
Assim que piso na rua sinto o maravilhoso cheiro das frutas, esse cheiro me alegra como nunca me alegrou antes. Mas hoje o dia está completamente maravilhoso para mim, não há nada que possa estragar o meu dia. Passo por entre as barracas com um dos mais belos e sincero sorriso que já pus em minha face, que sempre sorria por educação e que mesmo em um sorriso verdadeiro escondia uma tristeza por baixo dele. Mas hoje não, hoje eu estava feliz como nunca estive antes. Todos que me cumprimentam notam a diferença e todos os que estão na feira me cumprimentam sempre, não é minha culpa ser a filha única de um do prefeito da cidade que além de prefeito é dono da maioria das lojas que existem na cidade, além de eu ter teoricamente uma descendência nobre. Isso faz com que mesmo que eu destoe da minha família seja uma estrela. Meus macios cabelos loiro balançam até a minha cintura enquanto eu caminho saltitante para a barraca de peixes. Apesar de no passado eu ter tido alguns problemas hoje todos eles estão resolvidos. Assim que entro na fila para a compra de peixe sou puxada e girada, me deixando de frente ao par de olhos castanhos mais famoso da cidade. Com seu sorriso largo ele me convida para darmos uma volta pela cidade, o que me faz sorrir ainda mais. Não me julguem mal mas os peixes podem ficar para depois, o seu toque bruto em minhas delicadas mãos me conforta de alguma forma. Parramos dentro de um beco perto de uma igreja, lá aqueles mesmos lábios que antes sorriam agora estão no topo da minha cabeça enquanto eu estou abraçada a ele ouvindo o seu coração bater aceleradamente em minha orelha. Aspiro o quanto posso do seu cheiro marcante, que não parece nada parecido com qualquer perfume, parece ser algo simplesmente natural. Seus braços fortes continuam a minha volta. Em um dado momento sinto eles me apertarem com mais força então olho para ele e vejo os seus incríveis olhos castanhos deixarem uma lagrima cair até chegar ao meu rosto. Ele se afasta calmamente enquanto segura fortemente as minhas mãos delicadas. _ Oque aconteceu? _ calmamente eu tento lhe perguntar com uma voz que soa mais como um sussurro, não que eu tenha medo de ser ouvida mas velo daquele jeito me deixa sem voz. Ele ri da minha pergunta, não com uma risada comum que estou acostumada a ouvir sair dele nas poucas vezes que a ouço, ela soa mais como uma risada sarcástica. _ E você ainda me pergunta, você é realmente patética. _ ele se afasta para e se encosta na parede de um dos lados do beco enquanto eu me empurro para a outra esperando assim poder desaparecer pelos tijolos. Eu sabia que ele rir descobrir. _ Você me dá nojo. Você é uma piranha assim como a sua mãe. _ ele olha em meus olhos antes de minhas lagrimas caírem descontroladamente. Ele começa a rir de mim enquanto eu me encolho no chão completamente impotente de responder. Ele se aproxima de mim com passos lentos _ Se levante. _ ele me ordena quase aos gritos mais lagrimas escorrem por meus olhos, como eu pude imaginar que as coisas ima mudar, o meu destino era o desastre, eu sempre estive fadada a tragédia, como a que esteve presente em todos os momentos da minha vida, não entendo a razão de eu acreditar que agora seria diferente. Como eu não me movo ele me puxa pelos cabelos me fazendo ficar novamente em pé na frente dele, ele passa a mão direita pelo meu fino pescoço e começa a aperta-lo enquanto me levanta do chão. Quando estou a alguns centímetros do chão mas na mesma altura que ele, ele aproxima seu rosto do meu me deixando pasma ao ver os olhos que sempre encantaram por serem dóceis, agora estarem com o ódio queimando vivo dentro deles, mas talvez eu devesse ter percebido os sinais pois essa não é a primeira vez que vejo eles brilharem nessa intensidade. Fico encarando aqueles olhos enquanto sinto o ar faltar em meus pulmões. Agora além da dor de ter suas ásperas mãos apertando o meu pescoço, como se quisesse quebra-lo, começo a sentir uma lamina passando por mim, ela percorre os meus braços e só param quando ele me solta para arrancar o meu vestido com um simples puxão eu estou nua sobre uma poça enquanto meu vestido é segurado por ele que o cheira, eu sei que eu poderia nesse instante de distração dele ter tentado fugir ou gritar, mas nada mudaria o meu destino nada mudaria a minha dor de tê-lo perdido, prefiro ficar e morrer nas mãos daquele que sempre amei. Quando ele volta a sua atenção para mim novamente vejo um monstro se formar em seus olhos antes dele me puxar de volta. Agora seus olhos percorrem meu corpo com o mesmo ódio que continha antes só que agora contém também uma pitada de uma luxuria animal. Sinto suas mãos apertarem os meus seios com força antes dele se abaixar e começar a morde-los me fazendo pela primeira vez gritar de dor, ele pega um trapo do meu vestido e enfia na minha boca. Ele me joga contra a parede me fazendo girar para ficar de costa para ele. Ele percorre a mão pelos meus seios enquanto eu começo a sentir um de seus braços passando a lamina em mim novamente enquanto ele começava a me penetrar, por trás. Não sei o que doía mais se era as laminas em minha pele ou a invasão dele para dentro de mim, ele estocava com força e rapidez quando olhei para baixo vi uma poça de sangue se formando sob meus pés, além de vários cortes que ele continuava fazendo. Quando ele tem um orgasmo, ele grita o meu nome alto em meus ouvidos E me joga no chão se jogando em cima de mim logo em seguida. Ele volta a me penetrar, só que agora ele segura o meu rosto bem próximo ao dele enquanto ele ainda vestido fica sobre mim. De novo ele estaco com força, mas apesar disso não dói tanto quanto ser penetrada pela primeira vez ou invadida. Ele antes de chegar ao ápice pega sua lamina e passa ela pelo meu rosto cortando enquanto eu choro. Eu queria que ele simplesmente acabasse logo com aquilo. E como se lendo meus pensamentos ele passa a lamina pelo meu pescoço. Mas isso não o faz parar as estocadas, mas pelo menos eu não sinto mais dor agora. Tudo o que sinto é ódio, por ter confiado nele, por ter cegamente traçado a minha morte. Por ter esse trágico destino que independente que fazia com que mesmo eu mudando minhas escolhas o final seria esse, para sempre. Pois não se pode mudar a mente de um psicopata, mas eu posso me culpar por ter sido tão inocente e não ter visto as provas bem diante dos meus olhos por uma vida inteira.
Notas finais
E talvez os mais espertos consigam decifrar quem é o seu assassino de olhos castanhos. Alguém esta curioso???
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