O Símbolo dos Guardiões!

16 ✲Lenda Parte 2!


(POV) Jack Frost.

Depois que eu me despedi dos guardiões. Eu fui. Alguma coisa estava me incomodando. Durante a intervenção que Norte nos propôs, aquele desenho me formará uma imagem com um sentido realmente devastado. Um sentido realmente tomado.

A imagem que passará na minha cabeça foi a devéns de Molly. Percebi que ela admirava as estrelas, e o meu destino propôs que alguma coisa desses que Homem na Lua nos colocou, vem da própria origem dela.

Então eu tive que procura-la, eu tenho que descobrir algo por trás dela. Pois pressentimentos podem nunca mentir, e eu tenho um, agora. Molly poderia ter umas características especiais. Mas não tinha certeza, eu deveria saber um pouco mais de sua vida.

Só existia um problema.

Ela não me via. Eu tinha que arrumar algum jeito para que ela posasse acreditar em mim, e além dos outros guardiões. Eu teria que conversar com alguém que posasse mostrar a ela que eles realmente existem. Jamie era o primeiro da lista.

Quando os ventos me levaram até a casa de Molly, onde Jamie me mostrará, não havia ninguém sobre a área, nem jardim ou quintal. Então tive que espionar sobre umas das janelas, para realmente ver se Molly estava na sua devida casa.

Sobrevoei com minha foice de madeira igualmente gelada, sobre ao redor do casarão.

Vi que umas das janelas estavam fechadas, e não tinha como ver. Até que ouvi passos de escadas, e entre aquela janela aberta vigarei que era um dos quartos de alguém, e pela minha sorte eu avistei, e lá estava ela, a jovem dos lábios sempre perfeitos e dos olhos amedrontados azuis como o oceano em fúria. Com defeitos perfeitos. E sim ela, Molly.

Escandido atrás de uma árvore perto, vi que ela pegará um livro e ligará o abajur, estranho. E depois ela até a janela e fechar os vidros e a cortina azul-marinho. “Droga”.

Fui até a janela, poderia ser que ela falaria alguma coisa, eu poderia ouvi-la, e alguma coisa eu poderia descobrir sobre ela.

Subitamente não tive sorte, ela não falara nada, só apenas ouvi uma folha sendo folheada. Preparado para ir embora, não percebi que a foice ficará preso sobre um borco. E tive que usar força para retira-la, ao menos que fez barulhos provocantes. Espero que Molly não tenha ouvido... Ou sim.

Vi uma mão alva sobre a cortina azul-marinho. “AI!” “E Agora?” A foice ainda estava presa, sem perda de tempo, Molly já abrira. Mas, aí eu me lembrei de ela não poderia me ver. Estava salvo. “UFA!”

Vi os contornos daqueles olhos oceânicos. Parecia que me observava, entrei em pânico e ficará surpreso. Foi quando vi que ela reagiu de uma forma meio estranha, quando avista alguém que muitos não podem ver.

Como uma câmera lenta eu fui percebendo. Os olhos que transbordaram sobre o galho no parque, e ela sobre seu quintal com um lápis e desenhando algo, quando cruzou seus olhos sobre onde eu estava. Sempre seus olhos refletiam onde eu ficarei, e por que não em outro lugar?

E agora surpresa ela, e com os olhos hipnotizados sobre uma figura. Que era eu.

Ela me via, e com todo aquele tempo eu não havia percebido com todos aqueles momentos eu provavelmente me escondia, não adiantava, por que ela me via.

– Você me vê? – foi à única coisa perguntei, antes que ela simplesmente balançasse a cabeça em positivo, o que poderia significar muitas coisas. Sim! Foi o que ela disse.

Notas finais
Sinto muito por já não colocar eles reagirem. Mas eu tive que colocar, por que Jack estava na janela e por que ela ouviu um barulho. Senão ninguém entende né? Mas eu prometo que no próximo eles serão realmente íntimos hahaha.