O Símbolo dos Guardiões!
8 ✲ Conhecendo!
Notas iniciais
Na manhã seguinte sai de casa às nove horas. Apenas coloquei uma saia comprida e uma jaqueta fina, não preferi gostar de tantos modelos de roupas que fazem em meu corpo. Às vezes a nossa aparência não é importante, muitos preferem amar apenas pela própria aparência e esquecem que dentro da pessoa há coisas belas e mágicas que jamais saberão.
O mundo foi feito para ser amado e acreditado nele, mas, as pessoas parecem que são uma completa cega, e eu tenho certeza de que os cegos profundamente gostariam de enxergar as coisas belas, espero que eles não enxerguem, há tantas maldades deste mundo que até eu preferia não enxergar.
Eu aposto que aqueles que não veem o mundo, conseguem sentir o mundo atrás do seu coração, de sua imaginação, da própria mente, sentimentos e reflexos da alma. Que com isso eles observam a vida flutuar e colocar-se em caminhos que jamais iriamos entrar.
Entrei em uma padaria, encontrei lá o padeiro colocando pães em sacos de papelão e servindo ao cliente próximo.
– Olá Molly, o que vai desejar?
– O mesmo de sempre Seu Sérgio.
– Com toda a gentileza.
Esperei que Sérgio me servisse pães frescos, pequei o pacote e paguei, sai sobre a saída de emergência. Lá fora as folhas das árvores estavam caindo por completos. Vi uma montoeira de folhas, perto havia um banco. Sentei-me lá, gostaria de pensar no garoto que tantas crianças falavam. Jack Frost. Esse era o meu problema, A experiência nunca guardava, eu nem acreditava nele, é acreditava... Foi passada, minha mente se sente culpada por acreditar em algo tão inútil, mas a forma que trouxe em minha janela era impossível não acreditar.
Ouvi crianças correndo estre um parquinho estranho, elas sorriam tão gentis e fortes, como eu gostaria de estar aos seis anos de idade e não aos dezesseis. Mas, é esse o nosso destino tão puro e ás vezes tão inconfiável pelas coisas ao começo.
Foi quando o meu espanto desabou, pois ouvi uma risada tão doce e gelada pelos meus ouvidos. E lá vi sobre um galho, rindo junto às crianças, um jovem com pele e cabelos tão brancos como a neve, com um moletom azul e uma calça marrom, usava uma foice e lá seus pés descalços, o seus olhos eram uns azuis vibrantes e lindos.
Lá estava ele Jack Frost. Subitamente ele havia me visto então desviei o olhar para não dar suspense. Quando olhei de volta ao galho, ele não estava mais lá. Havia simplesmente sumido. Mas, eu tinha ó conhecido.
Fale com o autor