O Sultão

48 Reencontros e Encontros


Notas iniciais
Oi flores e queridos. Há poucos dias perdi uma pessoa muito amada. Não estava com animo para acabar o capítulo ligeiro, mas coloquei nele o que desejava mostrar para vocês. Boa leitura. Muito obrigada pelos comentários e que todas as pessoas que estão chegando ou chegaram sejam bem-vindas. PS: Meu computador vai estar em manutenção, mas vou o mais ligeiro que puder.

───────

Capítulo 47

───────

Bella

Alice falou da gravidez para Jasper com todos os seus medos se mostrando desnecessários.

─ Habibti! ─ ele a levantou do chão, a girando nos seus braços.

Alice riu alegre.

Ela o abraçou e Jasper a equilibrou nos seus pés de novo, a beijando nas bochechas e na testa. Ele colocou as mãos no rosto dela e a olhando nos olhos falou:

─ Te amo.

Alice sorriu e meu cunhado se colocou seus joelhos no chão, a beijando na barriga ── Ela sorriu mais e suas mãos estavam nos ombros dele.

Sorri.

─ Eu estava contando os minutos para você me falar. ─ Jasper falou com os olhos brilhando.

Alice abriu a boca num ó e me olhou.

─ Você...?

Levantei as mãos.

─ Eu nada.

Ele sorriu.

─ Você não é de chorar, mas está muito sensível. ─ murmurou e ela também sorriu.

Todos estávamos na nossa ala privada com Husam brincando no tapete.

─ O tio Jasper vai ser pai? ─ ele perguntou.

─ Ele...

─ Vou. ─ Jasper respondeu, se abaixando na frente dele antes que eu pudesse falar mais.

Husam sorriu e virou para Alice.

─ Como o bebê entrou na sua barriga? ─ perguntou para ela.

Sorri. Jasper também sorriu. Vai ser muito bom ouvir Alice responder essa e não eu.

─ Eh... ─ ela também se abaixou na frente dele. ─ Você vai gostar de ter uma criança para brincar no palácio? ─ tentou distrai-lo.

─ Vou, mas como o bebê entrou na sua barriga?

Escondi o riso.

Ele não vai esquecer.

─ Me ajuda. ─ ela exigiu baixinho, em pânico, para o marido.

Ele sorriu mais.

─ A pergunta foi para você.

Virei o rosto para esconder mais um sorriso. É muito bom ter um pouquinho de paz.

Alice gaguejou muitas vezes, mas respondeu a pergunta de Husam de uma maneira fofinha e todos começamos a ver juntos a um filme nacional, mas dormi na metade dele e pela primeira vez em dias tive um sono calmo até sentir meu corpo se mover, só que não abri os olhos. Eu estava tendo um sonho muito bom e realista para desejar acabar com ele: Era como está colocando minha cabeça numa superfície macia e quente. Tinha o cheiro do Edward.

Aspirei e ouvi um riso baixinho, sentindo lábios leves no meu cabelo.

Abri os olhos e levantei a cabeça, percebendo que eu não estava sonhando.

─ Edward. ─ falei baixo e surpresa.

─ Oi, amor. ─ ele também respondeu baixo, com um sorriso nos lábios e a cabeça curvada para me olhar.

Coloquei minhas mãos no seu pescoço e o beijei.

Ele retribuiu ── Foi um beijo cheio de amor e saudade, mas suave e não muito demorado.

Coloquei a cabeça no seu peito de novo e ouvi seu coração batendo muito forte, como o meu, pelo reencontro da gente.

Sorri e olhei para o seu rosto.

Edward riu mais e me beijou. Ele sentou no sofá comigo nas pernas, mas não quebrou nosso beijo.

Reajustei meu corpo no seu e a calma do nosso segundo beijo não estava mais no segundo.

Levei meu corpo para mais perto do seu e ele me abraçou com mais força.

Senti minha garganta seca, mas eu precisava de mais do seu beijo. Meus pulmões queimaram sem ar e como se os seus também estivessem queimando meu marido tirou seus lábios dos meus os colocando na curva do meu pescoço.

─ É muito bom estar em casa de novo. ─ o ouvi falar baixo.

Sorri. Sei que ele não está falando do palácio ou de Suma, mas de estar nos meus braços, como estou em casa de novo por estar nos seus ── Beijei seu rosto.

Sorriu.

Coloquei a cabeça no seu ombro, fechando os olhos e ele beijou minha testa.

Não falamos nada.

Estava muito bom sentimos o calor do outro, mas sei que não podemos adiar os problemas.

Edward reajustou seu corpo no meu. Me movi e colocando as mãos no seu rosto para olhar nos seus olhos perguntei com a voz mais leve que consegui:

─ Como foi reencontrar seus pais?

Aspirou.

─ Confuso. Minha mãe estava comigo e o olhar maternal, que nunca esqueci, continuava vivo, mas ela não lembrava de mim e pela saúde dela eu não podia mostrar quem sou.

Mordi o lábio inferior.

─ Seu pai...

Ele não conseguiu responder logo. Esperei e sua voz estava muito triste quando falou de novo:

─ Foi muito difícil ver o homem forte, que sempre foi meu herói, mais fraco e vulnerável que nunca.

Edward tragou a saliva para limpar a garganta.

─ A memória da gente pode apagar, mas o coração está sempre pronto para lutar com a nossa cabeça. Ela vai lembrar de vocês e seu pai... Não sou religiosa, mas não acho que Deus é cruel. Os dois não iam estar de volta se seu pai não fosse acordar um dia para rever vocês e sua família estar reunida de verdade de novo.

Edward colocou seu queixo na minha cabeça. O abracei mais e também perguntei das pessoas no campo de refugiados e ele me falou que no começo elas tiveram medo, mas conseguiu as convencer que ele e a equipe de resgate da minha terra natal não iam machucá-las.

Meu marido colocou sua mão na minha e me falou que por seu rosto estar sempre coberto para não agitar mais os refugiados a maioria deles achou que ele era um daqueles religiosos beduínos que só mostraram o rosto para a família.

Me senti muito agradecida. Se os refugiados da Maniza o reconhecessem sua missão de reste tinha sido muito mais perigosa.

Cheirei a curva do seu pescoço. Seu corpo tem um dos cheiros mais gostosos do mundo.

─ Sei que esteve muito preocupada comigo, mas tudo o que aconteceu com meu irmão e que ele me falou me ajudou a saber tudo o que eu precisava para não cair nos mesmos problemas que ele com os rebeldes.

Me senti mais leve.

─ Onde estão Alice e ele?

Sorriu.

─ Alice levou nosso bebê para o quarto dele e meu irmão está com meus pais. ─ ele sorriu mais. ─ Quando cheguei ele estava tentando escolher entre te chamar e carregar você para o nosso quarto. ─ expeliu o ar com um som de riso. ─ Jazz não sabia se por ter vivido no ocidente você ia achar normal ou não ia gostar se ele te carregasse nos braços.

Sorri também.

─ O poupei da escolha. ─ piscou.

Ri.

Na nossa cultura, mesmo sendo da família, não é muito aceitável que outros homens coloquem as mãos de maneira mais intima nas mulheres ── casadas ou não.

A gente só esteve longe do outro só por onze dias, mas sinto como se tivesse sido muito mais tempo e sei que ele também.

Edward acarinhou minha bochecha ── Fechei meus olhos novamente e perguntei:

─ Quantas pessoas sabem que eles estão no palácio?

Ele me abraçou mais ── novamente não respondendo logo. Acho que, como eu, ainda está se acostumando a tudo que estamos vivendo.

─ Não falando da nossa família mais próxima só a equipe de resgate do seu país sabe que eles estão vivos. Todo o caminho do helicóptero para nossa ala familiar foi feito pelas passagens secretas daqui.

Não me preocupei. Do silêncio dela consigo cuidar.

Edward também me falou que com ataque dos rebeldes a Jasper todos os refugiados souberam quem seu irmão é e por ter ajudado meu cunhado a escapar do acampamento sua mãe não resistiu ao resgate achando que por gratidão Jasper mandou pessoas da sua equipe de segurança a resgatar com meu sogro da área principal da guerra.

Ele beijou meu cangote e a gente só se moveu de novo quando esteve mais em paz para recomeçar a enfrentar nossos problemas.

───

─ Como eles estão? ─ Edward perguntou dos seus pais para o médico que esteve com ele no resgate.

Estávamos no escritório particular da gente.

─ Fisicamente saudáveis, mas vou precisar de mais exames para saber como está o cérebro dos dois. ─ respondeu, mas seu olhar estava mais em mim do que nele.

─ Faça o que tiver que fazer, mas não esqueçam que toda a verdade só vai ser mostrada quando for melhor para todos. ─ falei para eles e as outras cinco pessoas da equipe de resgate.

Todos moveram a cabeça.

Alice entrou no escritório.

─ Husam está dormindo com Nur e o quarto dos seus pais melhor está organizado. ─ ela sorriu para a gente.

Edward também sorriu.

─ Obrigado.

Olhei para o assistente dele e o rapaz abriu a porta para levar a equipe do meu país para outra ala ── Todos se curvaram a gente e o acompanharam.

Edward me abraçou e ela mostrou felicidade por ver a gente junto. Nós três caminhamos para o quarto do Sultão Carlisle e da Sultana Esme.

─ Minha flor.

Parei, virando para olhar meu marido ── Sua mão estava na minha.

─ Não se coloque como um escudo para mim.

Não respondi e com ele comigo recomecei a caminhar pelo corredor.

Edward aspirou, mas não falou mais nada ── Acho que guardando energia para me enfrentar depois.

Alice apertou os lábios para não sorrir.

Escolhi para virar os olhos para os dois e parei de novo para abri a porta do quarto dos meus sogros.

Sultana Esme levantou se curvando.

─ Ma... Alteza? ─ ela se confundiu com o pronome correto do meu titulo real.

Abri a boca, mas não consegui falar nada, nem sei como reagir.

Jasper estava atrás dela. Ele caminhou um passo para frente.

─ Majestade. ─ ensinou com a voz sua para a mãe. ─ Essa é a Sultana Isabella e ele é o Sultão Edward. ─ meu cunhado sorriu.

A boca dela se abriu num ó e olhando para Edward seus olhos piscaram agitados.

─ Ele... ─ sua garganta fechou um pouco. ─ Ele... me resgatou.

Jasper sorriu novamente e perguntou:

─ Como sabe?

─ Os olhos. Me lembraram muito os seus quando os vi pela primeira vez e só estando fechados para não os reconhecer. ─ ela abaixou a cabeça. ─ Vocês me lembram Carl.

─ Carl? ─ ele e Edward perguntaram surpresos.

Esse era o apelido que ela o chamava antes do acidente de avião ── Não temos mais certeza se foi um acidente e só com as investigações a verdade vai ser mostrada.

Minha sogra corou.

─ O homem que está em coma. Não sei seu nome verdadeiro, mas quando falo com ele o chamo de Carl. ─ corou mais. ─ Não é como se ele respondesse, mas... E acho que Carl combina com ele.

De novo apertei os lábios para não sorrir e com a minha apertei a mão do Edward numa tentativa de dar mais força a ele.

Meu marido me olhou agradecido. Virei para sua mãe.

─ Isabella. ─ respondi.

Ela tragou a saliva.

Jasper agitou seus olhos para mim ── muito ansioso para conseguir falar.

Soltei a mão de Edward e caminhei para ela ── Por não estamos sozinhos nem é correto minha mão estar na sua.

─ A senhora ─ coloquei minhas mãos na dela ─ protegeu meu irmão do coração ─ olhei para Jasper ─ e sem saber cuidou do centro da nossa família. ─ olhei para o meu sogro deitado na cama atrás dela e com minhas mãos soltas caminhei para ele.

Aspirei baixo.

Metade do seu rosto lembra muito a beleza dos seus filhos, mas a outra metade... está muito machucada ── Me curvei beijando a cicatriz nele.

─ Bem-vindo 'abi*. ─ falei baixo e reajustando minha postura vi Jasper e Edward muito emocionados pelo meu comportamento.

Sentei na cama e como se estivesse acordando de uma hipnose a Sultana Esme olhou para Edward.

─ Majestade. ─ ela falou, mas ele se moveu para deixar a mãe se curvar, só que parou no caminho lembrando que como um “estranho” tocá-la pode ser ofensivo. ─ Não se curve... por favor.

Ela moveu a cabeça não compreendendo muito o seu comportamento ── A maioria dos líderes do Oriente esperam servidão e muito respeito das pessoas.

Levantei.

─ A Princesa Alice organizou outro dormitório para a senhora descansar melhor.

Nossa sogra piscou.

─ Princesa?

Jasper caminhou para a esposa e sua mãe acompanhou seus movimentos com o olhar ── Ele não a tocou.

─ Alice é minha esposa e por sempre estar lembrando dela sobrevivi a muito do que vivi na Maniza.

Alice sorriu, mas meus olhos estavam mais na nossa sogra, vendo o leve movimento dos seus olhos quando ela olhou minha amiga dos pés a cabeça.

A Sultana não falou nada. Alice nem percebeu seu movimento, só que acostumados ao comportamento da nossa cultura Edward, Jasper e eu acompanhamos tudo e o choque da mãe dos dois vendo as roupas ocidentais da sua segunda nora, e o cabelo muito mais curto que o meu, estava no rosto dela ── Também estou com uma saia midi ocidental e uma camiseta da princesa de A Bela e A Fera, mas acho que não mostrou nada por medo do peso maior do meu titulo real ou do seu filho mais velho.

─ Obrigada, Alteza.

─ Se Edward não gosta de formalidades na sua vida particular, eu como americana menos. ─ Alice caminhou para ela e Jasper sorriu por ela também não deixar a Sultana se curvar. ─ A levarei para o seu dormitório.

Nossa sogra olhou para o marido na cama. Tinha uma agitação diferente no seu olhar e olhando para Edward a compreendi: mesmo que eu não lembrasse dele meu coração sempre ia encontrar maneiras de me falar do nosso amor e não ia gostar de estar longe.

As acompanhei.

───

─ É muito bonito. Obrigada. ─ a Sultana Esme agradeceu pelo dormitório, mas sua voz estava vazia de sentimentos.

Ela sentou na cama e eu me abaixei na sua frente.

─ Não é da nossa cultura e só nossa família vai saber, mas achei que depois de anos cuidando dele a senhora ia gostar de poder continuar perto do Sultão Carlisle. ─ menti.

Não acho nada. Seus filhos escolheram esse dormitório, mas sei que ela pode se ofender achando que a estamos tratando como prostituta pelo que vou falar.

─ Ver a porta a direita?

Ela moveu a cabeça.

─ Quando a abrir a senhora vai poder estar vendo meu o Sultão Carlisle para saber que ele sempre vai estar bem.

Minha sogra abriu seu primeiro sorriso verdadeiro para mim.

─ Posso fazer uma pergunta? ─ sua voz estava muito leve.

Movi a cabeça.

─ Por que é boa comigo, mas não gostou da Lady Hana?

─ Ela esteve reclamando de mim? ─ perguntei com cuidado.

─ Não, mas Hana é uma boa pessoa e ouvi no acampamento que Sultana de Suma não gostou dela.

─ E vocês são amigas?

─ Não. Também não sei se sou casada, mas se tiver filhos eu ia gostar de ter uma nora como ela.

Traguei a saliva.

─ Também ouviu que ela esteve a uma distância pouco aceitável do meu cunhado? ─ ouvi a zombaria na voz da Alice. ─ Bella tem um coração muito bonito. Poucas pessoas iam estar contra o seu país para ajudar estranhos, como ela esteve. ─ os lábios da Sultana Esme tremeram, mas ela não parou. ─ e se fosse do meu marido eu não ia usar só palavras para mostrar minha indignação, mas também a força física.

A Sultana Esme tragou a saliva.

─ Alice! ─ tremi ouvindo a voz de Jasper e levantei para estar com Alice.

Ela o olhou.

─ Não tenho gelo nas veiais. Bella é para mim o que nem minha irmã consegue ser e sei que Edward ia defendê-la do quê ou da pessoa que for.

Adoraria ter a mesma confiança que ela.

A Sultana chorou e ele segurou o braço de Alice.

─ Chega. ─ grunhiu.

Caminhei um passo para frente.

─ Solta ela!

Jasper me olhou. Ele não estava a segurando para machucá-la, só para pará-la, mas me irritei.

Meu cunhado olhou para a esposa.

─ Ela não. ─ falou baixo.

A respiração de Alice estava pesada e ele a soltou.

Ela também o olhou, mas não falou nada e caminhou para a porta do dormitório.

Perturbado Jasper moveu a cabeça.

─ Alice. Habibti, por favor. ─ caminhou atrás dela.

Aspirei.

─ Ele vai machucá-la? ─ a voz da Sultana tremeu.

A olhei.

─ Nossos inimigos o chamam de “O Anjo da Morte”, mas acho que vai gostar de saber que Jasper criou a lei que proibi toda violência contra a mulher e ele sabe que a gravidez a estar deixando muito sensível e... ─ parei. ─ pouco paciente. ─ respondi com meus braços cruzados.

Vi arrependimento no seu olhar.

─ Nunca desejei fazer mal a Princesa. Desculpe.

Novamente movi a cabeça e ela perguntou baixo:

─ Eles também têm um apelido para o Sultão Edward?

Sorri sem alegria, respondendo:

─ Acho melhor a senhora não saber. ─ descobri nessa guerra que para os inimigos ele é “A Própria Morte”. ─ Descanse.

Ela segurou minha mão.

─ A magoei?

─ Não. ─ menti.

Hoje confirmei que pelo menos no começo nosso relacionamento de nora e sogra pode não ser dos melhores.

Caminhei para o meu quarto ── Edward estava me esperando nele.

Ele me olhou.

─ Você está bem?

Baixei o olhar.

─Acabei de ouvir da sua mãe que ela gostaria de ter Lady Hana como nora.

Seu rosto ganhou muitas formas, mas o choque superou todas as outras.

Meu marido caminhou para mim. Ele me abraçou e quando se afastou caminhamos para a cama. Sentei nela, mas ele parou na minha frente e colocou seus joelhos no chão.

─ Para os refugiados da Maniza Lady Hana é como um anjo mandado por Alá e não gostaram do seu comportamento com ela, mas minha má fama com as mulheres continua em alguns países e para a maioria sua má reação foi culpa minha. ─ baixou a cabeça e a levantou de novo com um sorriso triste no canto dos lábios. ─ Minha própria mãe mostrou ter medo de mim quando não sabia que eu a tinha resgatado.

Meu coração apertou. Coloquei a mão no seu rosto.

─ Não vai ser fácil conviver com ela.

─ Sei que não, mas quando minha mãe recuperar a memória ela vai descobrir que nunca ia poder ter nora melhor.

─ Amo você. ─ respondi.

Edward me abraçou de novo e me beijou, não só com amor, mas muita... preocupação também.

Próximo =>

Notas finais
*'Abi: Papai.