O Sultão
32 A Lei
Notas iniciais
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Capítulo 31
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Bella
Com Edward sentado no trono não mostrando nada no seu olhar por Tanya ou Carmem eu estava de pé do lado dele com as duas de joelhos na sua frente e Jasper de pé do outro lado.
─ A morte é o caminho mais fácil para os inimigos da minha família, mas como Rei sempre escolho o melhor caminho, não o mais fácil e para dar exemplo a todas as pessoas decidi que pelo que fizeram a minha esposa as duas não vão mais poder usar seus títulos de nobreza, nem trabalhar nos cargos públicos ou sair de Suma para evitar a vergonha que vão ter que enfrentar, mas vão servir as pessoas mais pobres nas menores cidades do nosso país por dez anos e se vocês as desrespeitarem elas vão poder puni-las.
─ Majestade, por favor, tenha pena da gente. A Sultana nos castigou. ─ Carmem tentou suavizar o coração dele, mas Edward não tem pena dos criminosos.
─ Não foi suficiente para acalmar a minha raiva.
─ Por favor, Majestade, pelo meu pai. ─ Tanya chorou.
Ele se comportou como se não tivesse ouvido nada.
─ Se está falando do nosso Primeiro Ministro, Eleazar entregou um comunicado a imprensa renegando vocês. Ele não tem mais filha ou esposa, só o filho que nasceu do casamento dele com a falecida Lady Badra. ─ Jasper respondeu caminhando para elas.
Fechei meus olhos e os abri de novo.
Edward levantou.
─ Jasper você sabe o que fazer. ─ ele moveu seus dedos entre o irmão e elas.
Fechei os olhos novamente.
Jasper vai açoitar as duas.
Tremi.
É a lei.
Edward não as matou, mas a lei é pesada e ele não vai suavizar.
─ Sultana, por favor. Sultana! ─ Carmem gritou.
Parei mordendo o lábio inferior.
Meu marido parou atrás de mim.
Movi a cabeça num não ── mais para mim do que para ela ── voltando a caminhar.
Ele abriu a porta para a gente e no corredor me abraçou.
Coloquei minha cabeça no seu peito.
Edward beijou meu cabelo.
─ Elas só estão tendo o que merecem. ─ murmurou.
Aspirei.
Pedi para ele as colocar para servir, porque não acho justo que a punição delas acabe ligeira e Jasper falou dos cargos públicos, mas o tempo de trabalho ou a retiradas dos títulos foi escolha sua e como não as matou as chicotadas são o segundo caminho dado pela lei.
─ Não acabe com minha fama de mal, mas por você Jasper vai dar só vinte das cem chicotadas que manda a lei.
Sorri.
Elas são monstruosas, mas a violência sempre é difícil para mim.
─ Está na hora.
─ Do quê?
─ Sua consulta com o ginecologista.
─ Falei que você é marido multi utilidade. Para quê secretária? ─ respondi leve.
Riu.
─ Te amo.
─ Minha vida. ─ respondeu.
Sorri.
Continuo desconfortável com ele na consulta, mas como Edward nem sempre é fácil de convencer não falei mais nada e na antessala da nossa ala a médica respondeu nossas perguntas com muita paciência. Ela também teve as dela e para ter certeza do melhor anticoncepcional para mim me pediu exames básicos.
─ Você não vai entrar comigo na sala dos exames. ─ falei quando ela saiu.
Meu marido sorriu.
─ A Sultana manda, mas você ouviu o que ela falou: eu sou um marido moderno.
─ E eu nasci no tempo da pedra.
Ele gargalhou da minha zombaria e me beijou.
Esqueci tudo, mas no corredor caminhamos para lados opostos e a tarde nos canais de tevê só falavam das cláusulas do meu casamento com Edward ou da punição da Tanya e a mãe com todos achando que elas mereceram o que tiveram, porque a vida é sagrada e a honra de Eleazar também continuou limpar com as pessoas apoiando suas escolhas.
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─ Chega. Eu estou bem. Vocês duas estão piores que mamãe, papai e Rosalie juntos.
Alice e eu rimos.
A gente estava falando por vídeo chamada com Emmett.
Ela é como outra irmã caçula dele.
─ Somos as melhores para chatear você.
─ Não, você acabou de descobrir que o mundo é redondo. ─ zombou dela com leveza.
Alice sorriu, mas o rosto dele mudou.
─ Bella, nosso pai destruiu a reputação da Princesa Zara para acabar com a honra do pai dela pelo que fizeram comigo. ─ movi a cabeça. ─ Ela nunca vai conseguir um casamento vantajoso com as moças ricas da nossa cultura e ele nunca mais vai poder levantar a cabeça pela vergonha da filha.
─ Não vou falar que tenho pena dela. ─ Alice murmurou.
Eu tenho. Uma mulher com má reputação na nossa cultura é pior que um pária e um governante sem honra perde o respeito das pessoas. Só, que não tenho pena dele e por papai não consegui justiça pela lei sei que ele destruiu a reputação dela para alcançar o Sultão de Rahman onde mais dói: no orgulho.
Aspirei.
Zara se comportou manipulada pelo pai, mas não contradisse Alice e por compromissos oficiais Emmett teve que fechar a vídeo chamada soprando um beijo curto para a gente.
Minha amiga me abraçou.
Soraya entrou no meu escritório e ela me deixou.
─ O jantar oficial de noivado do Príncipe Jasper com Lady Alice vai ser daqui dois dias, mas estamos sem um organizador de eventos para organizar sua coroação oficial como Sultana e o casamento dele daqui três meses. ─ minha assistente falou olhando para o tablet na sua mão.
Me cansei só de ouvir.
São todos grandes compromissos oficiais e dois deles levam dias para acabar.
─ A festa da Liberdade? ─ lembrei da maior festa pública do país.
─ Parada também.
Ai.
─ Divulgue a vaga num edital público e traga para mim os melhores currículos que receber.
Fechei o texto que estava lendo.
─ A massoterapeuta vai para o harém.
Sorri.
Soraya é a melhor das assistentes.
─ O dia acabou. Vai descansar também. ─ respondi.
Sorriu se curvando.
Sorri de novo e com o biquíni que ela escolheu para mim deitei numa maca para tratamentos estéticos do harém.
─ Hum. ─ a parte superior dele foi desamarrada e gemi sentido mãos fortes massageando meus ombros no harém do palácio.
─ Hu. ─ gemi de novo e lábios macios beijaram meu pescoço.
Êpa. Não é massoterapeuta que veio do SPA.
Sorri.
─ Não sabia desse seu talento para massagem.
Edward riu continuando a me massagear.
─ Outro ensinamento do meu pai.
─ Às vezes acho que ele só te ensinou manobras de sedução.
Gargalhou.
Virei meu pescoço e ele colocou mais óleo para massagem no meu corpo.
Me senti relaxando ligeiro com suas mãos escorregando pela meu corpo.
Os movimentos da sua massagem são muito bons. Gostosos.
Aspirei e Edward desfez os laços laterais da parte inferior do meu biquíni massageando as maças da minha bunda.
Ele abriu minhas pernas massageando as panturrilhas delas e escorregando suas mãos para minhas coxas beliscou o interior delas.
Me movi desejando mais.
Edward beijou minha costela voltando a massagear minha bunda, mas só de um lado primeiro, depois o outro e novamente os dois. Beijou a base das minhas costas e escorregou sua mão sentindo minha feminidade com seus dedos.
Aspirei.
Ele a abriu colocando dois dedos seus no interior dela e com dedo indicador da outra mão movimentou meu clitóris em círculos.
Ah.
Seus movimentos no meu interior estavam ligeiros, fortes e muito gostosos.
Mordi os lábios esfregando meus seios na maca.
Ah... Não achei que iam ser, mas seus dedos aumentaram a velocidade e força me masturbando.
Edward parou.
Ele abriu minhas pernas mais e deixando uma num ângulo mais curvado para a lateral subiu na maca.
Ah!
Me movi doida de tesão quando sua língua tocou minha feminidade com uma mão por debaixo da minha coxa.
Meu marido me lambeu gostoso com seu dedo às vezes continuando a esfregar meu clitóris.
Gemendo fechei meus olhos e mãos com meus dedos dos pés se contraindo.
Ele parou apalpando as maças da minha bunda e as abriu um pouco.
Não vi se colocou preservativo, mas senti seu pênis escorregando para o interior da minha feminidade.
Ah.
Seus joelhos na maca e seus braços na lateral dela aguentando o peso do seu corpo enquanto me penetrava.
Ah.
No começo meu marido se moveu devagar me dando só o prelúdio do que ia ser, mas pouco a pouco aumentou sua velocidade e coloquei a mão no meu clitóris me auto masturbando no seu entra e sai de mim.
Ohh.
Às vezes também senti seus lábios de leve na minha orelha.
Gemi mais alto.
Minha cabeça uma página branca doida de prazer.
Edward escorregou para fora de mim e desceu da maca me virando de frente.
Mordi meu lábio inferior vendo o brilho de tesão no seu olhar.
─ Segure suas pernas com as mãos e as levante abertas para mim. ─ me orientou.
Mordi meus lábios de novo pensando no que ia vir.
─ Minha Isabella. ─ falou suave.
─ Sua. Só sua. ─ respondi suave também.
Ele subiu na maca novamente e reajustou seu pênis na entrada da minha feminidade a penetrando de novo.
Maravilhoso.
Curvou suas costas para trás, mas a parte inferior do seu corpo estava para frente.
Entra e sai. Muitas vezes.
Ah. Ohh. Hu. Ahh.
Muito, muito, muito gostoso.
Edward colocou a parte superior do seu corpo para frente novamente com suas mãos segurando forte na minha cintura.
Seu corpo... Ah, seu corpo tem uma beleza genial.
Aumentou a velocidade.
Dei um gritinho.
Meu corpo estava queimando.
Ah. Oh. Gritei de novo.
Diminuiu a velocidade da penetração e a força que me segurava se movendo sensualmente em cima de mim.
Me beijou.
Segurei nos seus braços retribuindo seu beijo.
Saiu do meu interior deitando na maca.
Olhei para ele deitando em cima do seu corpo com as pernas abertas.
Reajustei seu pênis na entrada da minha feminidade subindo e descendo nele.
Edward me abraçou beijando meu rosto e se movia pouco me deixando marcar a velocidade que desejava nos nossos movimentos.
Ele gemeu fechando e abrindo seus olhos novamente.
Cheirei seu rosto percebendo que a forte cor do seu olhar estava mais escura.
Parei de me mover.
Edward beijou a elevação dos meus seios apalpando minha bunda e debaixo de mim aumentou a velocidade da sua penetração no meu interior.
Ele beijou meu queixo e chupou a parte inferior da minha orelha cheirando meu cangote.
Diminuiu a velocidade de novo beijando meus lábios.
Acarinhei os bicos do seu peito mudando a posição para sentar de costas nele.
Edward beijou minhas costas acarinhando meu abdome e seios.
Coloquei as mãos nas suas coxas fortes e grossas e ele reajustou seu pênis na minha entrada.
Ah.
Me penetrou.
Meu longo cabelo para trás e suas mãos grandes nas maças da minha bunda me ajudando a marcar a velocidade dos nossos movimentos.
Mais ligeiro.
Gememos.
Oh.
Seu pênis escapou do meu interior e o esfregando entre as maças da minha bunda o colocou novamente na minha feminidade.
Ligeiro.
Apertei suas coxas mordendo meus lábios.
Oh.
Edward acarinhou a base da minha cintura e esfregou meu clitóris um pouquinho.
Ah.
Seu pênis escapou de novo do meu interior.
Ele colocou suas mãos nas maças da minha bunda abrindo a entrada posterior da minha feminidade um pouco mais.
Ah. Ohh.
Edward estava no meu interior.
Entra e sai. Várias vezes.
Ele apertou minhas coxas e chorei de prazer.
Gememos e continuei os movimentos em cima dele até alcançamos o ápice.
Meu marido acarinhou meu cabelo e a lateral do meu corpo comigo sentada nele até estar pronta para me afastar.
Ele me abraçou por trás quando sentamos na maca e beijou meu ombro.
Curvei a cabeça para trás beijando seu queixo.
─ Adoro suas surpresas, mas e a massoterapeuta? ─ perguntei.
Sorriu.
─ E eu adoro surpreender você. Sua assistente vai remarcar a massagem para amanhã.
Ri colocando a cabeça no seu ombro.
Edward cheirou meu cabelo e levantou da maca. Beijou meus lábios e me carregando nos braços me levou para o banheiro jogando seu preservativo no lixo.
Ele me ajudou a lavar o cabelo e espalhei sabonete pelo seu corpo.
Parei olhando para o seu abdome.
Riu.
─ O que está fazendo?
─ Contando os gominhos do seu abdome. ─ respondi distraída.
Corei percebendo minha entrega.
Riu de novo dando um beijo estalado na minha testa.
─ Você é única. ─ falou me beijando.
A gente saiu junto do banho e de roupão deitamos num divã do harém.
Estávamos abraçados.
─ Como está Eleazar? ─ perguntei.
─ Triste, mas foi escolha dele renegar as duas.
─ Também é sua escolha me conhecer melhor antes de sermos pais ou os preservativos são só por mim?
Edward reajustou seu corpo no meu.
─ Para te proteger publiquei as cláusulas deixando todos saberem que a maioria delas é minha escolha, mas não tenho descendência e as pessoas não compreendem por que desejo esperar para ser pai.
─ É só para me conhecer melhor?
Sei que não e tenho minhas desconfianças dos seus motivos, mas tenho que ouvi sua resposta.
─ Com vinte e nove anos não me acho velho, mas comparado a mim você é muito nova e por te olhar de longe você a conheço melhor do que você me conhece.
Sorri.
Sabia que tudo é por mim,
─ Eu sei, mas tudo entre a gente é profundo e sinto como se estivesse casada com você por anos e não só há semanas. ─ meditei.
Sorriu.
─ Também sinto, mas você não esperava casar aos dezenove anos e não desejo te tirar nada.
─ Não vai.
Suas mãos iam e voltavam no meu braço.
─ Quando fomos pais nossa vida vai ser alterada. ─ murmurou.
─ Eu sei. Minha mãe sempre falar que um filho muda tudo, mas não tem que ser uma mudança ruim e se você desejar ser pai logo não me importo. ─ respondi suave.
─ Vamos esperar mais uns meses para você engravidar, mas... ─ o olhei. ─ o menininho do orfanato de Rajar não sai da minha cabeça.
Me surpreendi.
─ Se o adotamos ele nunca vai poder ser seu herdeiro. ─ respondi calma.
─ Eu sei, mas não tem nada na lei sumanesa que nos impeça de adotá-lo.
Não tive palavras.
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