O Sultão
62 Caribe
Notas iniciais
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Capítulo 61
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Bella
Emmett não foi o único emocionando as pessoas, Rosalie também teve bonitas palavras para falar para ele antes da benção do celebrante cristão e o imam* da nossa religião e, apesar dos casamentos por amor continuarem não sendo aceitos na cultura da gente todos respeitaram a verdade que estavam vendo neles.
— Tenho tentando aprender mais da sua cultura não só para ser uma boa Princesa para Suma, mas também para um dia alcançamos estar aliviando o peso das suas preocupações com o governo, porque amar também é ser companheiro e desejo continuar alimentando a base sólida que pouco a pouquinho estamos construindo.
Aplausos e com a benção depois de leituras sagradas das duas religiões sobre o amor o quinto dia do casamento deles começou com Rosalie jogando seu buquê para as moças solteiras ── Emmett entrou na brincadeira trazendo de alguns noivos jogarem buquês divertidos para os seus convidados solteiros.
Meu irmão não seria ele se não mostrasse seu lado mais leve e nos próximos dois dias Edward e eu viajamos por três semanas para o exterior numa espécie turnê por diferentes países para promover a vacina que Suma e Rajar criaram contra a pandemia.
— Está… — Edward me beijou. — maravilhosa.
Sorri.
— Quanto tempo temos antes do jantar?
— Trinta minutos e não vai ter ninguém nele tentando descobrir o que está por baixo das suas roupas principais.
— Edward!
— Desculpe.
Nos últimos dias a imprensa internacional encontrou um novo símbolo da moda feminina na realeza, eu ──, e para que os fotógrafos não estejam muito perto de mim Edward reforçou a segurança da gente, mas não temos como proibir que entrem nos prédios vizinhos dos hotéis que estamos e uma famosa revista europeia me fotografou só de camisola na sacada do nosso quarto privado na Holanda.
Tive sorte de ser uma camisola sensual, só que comportada, mas para não temos mais escândalos e Edward não estar mais numa crise de raiva pelo desrespeito a privacidade da gente e meu corpo, não estive mais numa sacada com roupas de dormir.
O abracei e estando de volta a Suma estivemos com Husam, mas logo começamos a organizar tudo para a estadia dos governantes que vão estar no país daqui duas semanas e só interrompemos o trabalho da gente pelo nascimento da sua sobrinha no dia dez de novembro.
— Em nome de Àla, Àla é o melhor. Seu nome é Samia e dou testemunho de que Àla é o único Deus.
— Amém.
— Em nome de Àla, Àla é o melhor. Seu nome é Samia e dou testemunho de que Àla é o único Deus.
— Amém
— Em nome de Àla, Àla é o melhor. Seu nome é Samia e dou testemunho de que Àla é o único Deus.
— Amém. — Jasper e eu respondemos três vezes, mas por não ser sua religião Alice esteve respeitosamente calada.
— Em nome de Àla, Àla faça dela boa com seus pais e devota. Faça-a uma crédula firme do islã, faça-a honrada, Àla.
— Amém.
— Faça-a uma mulher de fé.
— Amém.
— E do sultanato sumanes seja a prosperidade e generosidade.
— Amém.
Edward beijou Samia, a colocando nos meus braços ── Ele não é muito religioso, mas é tradição desde o Império Otomano que o Sultão nomeie as crianças da família real.
A olhei.
— Ela é perfeita, Alice.
Minha amiga sorriu.
— Parabéns!
— Obrigada.
Olhei para Jasper.
— Para os dois.
Ele também sorriu.
Cheirei a cabecinha da bebê, a colocando nos braços do pai, com Edward e eu caminhando para o escritório ── Temos muitas obrigações pendentes ainda e com nosso primeiro aniversário de casamento perto tudo vai estar mais agitado e cansativo para a gente.
— Ia ser o sonho perfeito estar só com você no nosso aniversário.
Sorri.
— E se fugimos da festa um pouquinho mais cedo? — murmurei.
Ele também sorriu.
— Acho que meus pais podem ser a isca para não interromperem a gente.
— Edward!
Riu, anunciado o nascimento da sobrinha com a distribuição de comida para os mais pobres, mas também um show de fogos de artifício que mostraram o nome dela para as pessoas e com a animação natural da nossa cultura todos comemoraram muito a chegada dela.
— Nossa família tem vivido muitas alegrias, Samia é uma delas e ela sempre vai ter minha benção para fazer suas próprias escolhas.
Aplausos, com mais comemorações e no jantar de estado alguns governantes conheceram Husam antes de começamos a comer, mas nada formal ── Ele estava de roupão quando falou com o presidente argentino.
— O Príncipe Husam é uma criança adorável.
Sorri.
— O Príncipe Jasper também foi muito gentil por trazê-lo para a gente.
Para estar mais com Alice e a filha deles no tempo de repouso da minha amiga ele escolheu não estar no jantar, mas por alguns minutos esteve com nosso bebê na antessala do salão do jantar.
— Ele só não esteve mais tempo com a gente pelo nascimento recente da sua filha.
— E para que a infância de Husam seja a mais normal possível tentamos o colocar mais com a gente do que com as babás. — Edward murmurou.
Movi a mão para a porta do salão de jantar, mostrando que era para acompanharem a gente para o interior dele, só que foi no café depois da sobremesa que falamos mais das negociações de venda da vacina para eles e nos próximos dias quando estivermos sozinhos de novo começamos a organizar também o aniversário do Husam ── Compreendemos que por sermos governantes é importante as pessoas participarem do primeiro aniversário de casamento da gente, mas o aniversário dele vai ser um evento completamente familiar.
— Podemos organizar tudo com o tema do Aladim. Vou desenhar as fantasias.
Movi a cabeça para ele.
Meu aniversário de vinte anos em setembro também foi muito privado. Mágico, com Edward me surpreendendo muito com tudo que organizou para mim, sem que eu desconfiasse de nada. Mas, estávamos na primeira dezena de dezembro ainda e antes do nosso aniversário viajamos para o Caribe numa atrasada lua de mel de dez dias.
— Edward! — me colocou nos seus braços.
A gente se beijou e logo senti a água do mar nos meus pés.
— Te amo.
— Eu mais vida minha. — respondeu.
Nos beijamos mais, só que ele surpreendeu mergulhando a gente na água —— Por pouco não trsguei água salgada.
— Ah, é dessa maneira? — subi nas suas costas. — Me leva.
— Vou ter que nadar pela gente?
— Vai.
Riu e quando estávamos numa área mais funda me colocou no seu peito com minhas pernas na lateral do seu corpo.
Coloquei minhas costas na água com seus braços por debaixo do meu joelho.
Fechei os olhos, aspirando quando beijou minha coxa.
Me senti leve.
Beijou a outra coxa.
Aspirei de novo.
Beijou minha pelve.
Movi minhas pernas de leve.
Beijou a lateral esquerda das minhas costelas.
Movi meus braços.
Me colocou mais perto dele, beijando entre meus seios.
Aspirei novamente.
Cruzou meus tornozelos atrás das suas costas.
Sorri.
Desfez os laços superiores do meu biquíni.
Me arrepiei.
Beijou a lateral do meu pescoço, colocando meus seios no seu peito e beijando meus lábios.
Acarinhei seu cangote, num beijo apaixonado, com ele me abraçando mais e apalpando mais as maçãs da minha bunda.
Apertei mais minhas pernas no seu corpo.
Gemeu.
Minha feminidade se esfregou no seu pênis.
Beijou meu cangote.
Aspirei.
Apalpou meus seios.
Minhas mãos e meus lábios estiveram por seus ombros.
A gente se beijou, com seu dedão massageado meu clitóris.
Gemi.
Aspirou perto da minha orelha.
Minhas mãos apertaram sua lateral superior.
Gemi mais, com meu marido beliscando meu clitóris de leve e me beijou.
Coloquei minha mão no seu peito.
Mais um beijo apimentado.
Seus dedos estiveram no meu interior.
Sempre maravilhoso.
Levantei minha cabeça, gemendo mais alto e sua outra mão apalpou minhas costas.
Meu corpo subiu e desceu nos seus dedos.
Seus lábios chuparam meus seios.
Fechei meus olhos, com ele se movendo na água para mudar a posição da gente.
Coloquei meus braços no seu pescoço, com ele tirando seus dedos do meu interior e eu colocando seu pênis na minha feminidade.
Meu corpo o desejava.
O beijei.
Gememos.
Edward estava no meu interior de novo.
A água levou a parte superior dou meu biquíni quando desfez os laços dele
— Minha flor.
— Meu Edward.
— Todo seu, vida minha.
Entra e sai, devagar e ligeiro, forte, mas gentil.
Estivermos a fazer amor com calma e alcançado o ápice mergulhamos na água novamente.
Nadamos debaixo dela.
Edward colocou seus lábios de leve nos meus e com as mãos da gente juntas estivemos na superfície de novo.
Sorrimos.
— Eu gostava desse biquíni.
Sorriu mais.
— Não vai precisar dele na sua ilha.
— Minha?
— A comprei para você.
Surpresa.
Nadei para ele.
— Obrigada.
A gente se beijou novamente e na segunda vez que estivemos juntos não esteve sendo muito gentil, mas eu não desejava gentileza e a tarde estivemos nos organizando para conhecer a cidadezinha que está a ilha.
— O lado ruim de ter uma aparência europeia por meus antepassados é não alcançar não ser percebido nos "continentes latinos".
— O boné pode ajudar. — coloquei um cor cáqui no seu cabelo ruivo.
— Olhando para todas essas pessoas bronzeadas você acha que elas não vão…
Olhei para suas pernas.
— Não com essas pernas fantasmagóricas.
— Que esposa boazinha a minha. — zombou.
— A melhor. — pisquei.
Me colocou nos seus ombros.
— Vou te mostrar o fantasmagórico!
Ri.
Brincou, mordendo de leve a lateral da minha coxa.
Rimos mais.
Me colocou nos seus braços.
— Os seguranças da gente estão adorando seu show.
— Se eu tiver que me conter na nossa lua de mel quando vou poder me comportar mal? — piscou também.
Ri de novo.
A gente se beijou.
Me colocou no chão, só que não paramos o beijo, com meus braços no seu pescoço e no final do almoço estivemos fazendo compras nas lojinhas da orla.
Eu estava com um curto short jeans, mas uma blusa fina de mangas cumpridas e ele de camiseta de mangas curtas e bermuda caqui.
Edward espirrou um perfume diferente do meu em mim.
— Quê…
Me cheirou.
— Gostoso.
— Eu que tenho que gostar, não é.
— E eu que adoro te cheirar.
Ri mais.
Ele me abraçou, caminhando atrás de mim com seu corpo no meu e com as compras pagas entramos numa área arqueológica. Mas, no interior dela tinha também um museu e um zoológico que visitamos por pouco mais de uma hora, só que nossa principal diversão foi no parque aquático.
— Vem com a mamãe, bebê.
— Acabou de me transformar no pai de um pinguim?
Ri.
— É um golfinho.
Riu, percebido que trocou as palavras em inglês ── A gente estava na água brincando com eles e na ilha estivemos conhecendo as poucas pessoas que moram nela longe da nossa casa. Só que, acabamos brincando com as crianças na pracinha organizada para elas e a noite estivemos num barzinho da orla bailando diferentes ritmos caribenhos como merengue e salsa.
Eu bailei, Edward só tentou e a música acabou com os lábios dele e sua respiração quente na lateral do meu pescoço ── Suas mãos uma na minha cintura e a outra na minha barriga.
— Seu cheiro está me colocando doido e eu ia adorar estar num ritmo muito mais gostoso com você.
Ele não estava falando do da música.
Reclinei a cabeça, beijando seu rosto.
Não estivemos no estacionamento por muito mais tempo, mas na cama da gente e outras áreas da nossa casa estivemos por horas fazendo amor e muito sexo apimentado.
— Ah! — resfoleguei alto, com os lábios gelados dele chupando minha feminidade quente.
Antes Edward a tinha massageado com óleos de frutas e contraste com a temperatura fria da sua boca pelo gelo que tinha chupado me colocaram doida de prazer ── Tive orgasmos múltiplos.
Gritei, apertando os lençóis da cama e movi minha feminidade para mais perto dos seus lábios, com meu corpo flutuando quando alcançou o ápice completo.
Ele parou, vendo meus seios levantarem e baixarem pela respiração pesada.
Acarinhei seu peito, o vendo mover a língua nos lábios e reclinar seu corpo no meu. Só que, também gosto de vê-lo ter prazer e desejei tentar algo novo.
— Isabella. — gemeu.
Eu estava acarinhando zonas erógenas suas, mas o coloquei doido massageado seu pênis com meus seios.
Edward esteve duro entre os dois.
Vai e vem e também movimentos circulares.
— Ah. — gemeu.
O olhei, sem parar de movimentar com as mãos meus seios nele.
Seus olhos estavam fechados, com suas mãos apertando o lençol e se movendo, colou o peso da área superior do seu corpo nos cotovelos para olhar meus seios nele.
Movi mais meus seios.
Gemeu, movendo a língua nos seus lábios ── Minha bunda empinou mais pela posição que escolhi e ela é uma das áreas que mais gosto do meu corpo.
Chupei os lábios, com ele estando mais duro entre meus seios.
Apertou os lençóis de novo.
Sorri, o ouvindo gemer, reclinando a cabeça para o teto.
Mais vai e vem.
Virei na cama, me colocando nela sem estar completamente no colchão.
— Vem. — coloquei as mãos debaixo dos seios.
Edward se moveu, colocando o corpo com as pernas abertas nas laterais do meu para estar novamente com seu pênis entre eles ── Só que dessa vez os movimentando nele sozinho ou junto comigo e muitas vezes o massageando.
Ah.
Eu estava muito excitada de novo.
Parei de os movimentar para me masturbar com uma mão e com a outra o estar apalpando ou acarinhando por áreas diferentes.
Vai e vem, devagar, ligeiro nos meus seios, mas foi no meu interior que se movimentou mais para alcançar o ápice comigo.
— Vida minha.
— Habibti.
Me beijou.
— Ah. — gemi, com seus fluidos corporais se misturando com os meus.
Senti minha feminidade queimar ── Estivermos no ápice muitas vezes essa noite e no dia que tivemos.
Estou plena.
Nossos corpos tremeram e não estando mais no meu interior Edward se colocou do meu lado para não me machucar com seu peso.
Coloquei a mão na sua, com ele a beijando pelos próximos dias também estivemos brincando na chuva do clima tropical ou nos bronzeando no iate da gente e jogando vôlei ou pingpong na areia da praia enquanto conhecíamos mais da ilha ── Foi maravilhoso ver alguns animais da floresta dela e pescar nos seus pequenos lagos.
— Se dependesse da minha pescaria a gente ia morrer de fome.
Edward riu do que falei. Me abraçou.
— Te amo, minha flor.
Sorri, me colocando de frente para ele quando o beijei e com seus braços na base da minha cintura joguei a gente na areia.
Riu e no final dos dez dias quando estivermos trabalhando em Suma de novo fomos surpreendidos por uma revista internacional ter publicado fotos da gente quando estive fazendo topless na piscina da ilha.
— Estão… — não alcancei continuar falando.
Vai ser o caos tentar controlar o escândalo pela indignação dos conservadores da nossa cultura.
É uma desonra ter o corpo exposto para todos.
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