O Sorriso Do Palhaço

8 Capítulo 8 — Memórias Ocultas


Notas iniciais
OLAAAAAAR!! Estou meio BEM sumida, não é? Heh- *desvia de tomates e coisas podres". Desculpem, sério mesmo. Mas é o mesmo problema de antes: colégio. Recentemente tomei uma decisão e para que ela dê certo, eu tenho que manter minha média acima de 9, então estou beeeeem ocupada estudando para conseguir manter essa média. Mããããããs, como já dito antes, eu VOU terminar a fic, pode não ser logo, posso demorar muuuuitos dias e meses para atualizar, mas VOU terminar, don't worry. Queria pedir desculpas à SmallBird que me mandou uma mensagem privada há exatamente 32 dias; eu só a vi hoje. Porque hoje foi o primeiro dia em meses em que eu entrei no Nyah!. Desculpa mesmo por ter visto só hoje. E me desculpe à todos que deixaram comentários e eu não os respondi. Vou fazer isto agora. Desculpa o abandono, minhas borboletas, de verdade. Sem mais delongas, espero que gostem. Fiz diferente desta vez. Beijos e amo vocês. ♥ (Depois quando tiver meu computador de novo, porque ele estragou e estou usando o da minha vó, posto uma capinha bonitinha pro capítulo). (Não verifiquei quase nada do capítulo, então está cheio de erros).

JUNHO DE 1915

A brisa fresca de verão fazia com que os cabelos negros do menino ficassem bagunçados. As nuvens acima deste moviam-se com certa rapidez deixando rastros de pequenos algodões brancos em um pleno céu azul. A pele alva do moreno ficava rubra conforme o calor da estação e do meio-dia afetava-o, logo estaria vermelho como um camarão devido à sua palidez. Os grande e inocentes olhos esmeralda observavam curiosos e atentos a conversa entre um policial—o qual nome era desconhecido—e sua vizinha de pele morena e longas madeixas loiras. Porém aquele não era o único oficial ali. A delegacia estava igualmente cheia de funcionários e evidências provenientes dos assassinatos ocorridos mais cedo naquele mesmo dia.

— Por favor, senhora, poderia me dizer novamente seu nome completo e qual era sua relação com o Sr. e a Sra. Schiffer? — questionou o policial enquanto seus olhos estavam concentrados nas anotações que fazia em um pequeno bloco de notas.

— Claro — respondeu a mulher com certa mágoa e tristeza ainda remanescentes tanto em seu olhar como em sua voz. — É Halibel. Halibel Tier, oficial Pablo. Eu sou, quer dizer… era — gaguejou. Era como se estivesse com algo preso em sua garganta. — vizinha e amiga de longa data dos Schiffer. Eles gostariam que eu ficasse com o menino — mais anotações vindas do policial se sucederam preocupando a moça. — Por favor, entenda oficial. Não há mais ninguém para ficar com ele, nem tios, nem avós e nem mesmo primos — ela suplicava. — Eu sou a única que lhe restou. Por favor, deixe-me ficar com ele. Por favor.

As anotações cessaram. O bloco de notas foi guardado no bolso do casaco do policial. Ele superou.

— Olha, não sou eu que decido isso, senhora — havia certa mágoa e pena na voz do homem — Mas o que posso fazer é deixá-lo sob sua guarda até que o juiz decida o contrário.

— Ok… Obrigada, oficial — afirmou com relutância.

— Me desculpe, senhora — disse por fim, e se retirou juntando-se aos outros policiais os quais investigavam outros casos.

Halibel ficou um momento ali parada abraçando a si mesma enquanto olhava para um ponto fixo no chão. Parecia estar confortando a si mesma depois do terrível acontecimento de mais cedo. Sabia como era terrível ficar sozinha no mundo e agora estava nesta situação de novo. Sem seus queridos vizinhos os quais cuidaram da moça durante sua dura adaptação à casa nova, a vida nova que era ter sem ninguém até que os Schiffer se tornaram alguém para a loira. E pobre menino, o herdeiro da família não tinha sequer pista do que estava por vir. Halibel sentia por ele também. Perder pessoas tão jovem era traumático, ela tinha de ser forte por ele. E como se um interruptor se ligasse dentro de si, a mulher—ainda com seus 25 anos—voltou à realidade e foi rapidamente até o pequeno garoto que ainda observava tudo com confusão e inocência. Ela pegou em sua mão e apertou-a em um gestão de pêsames mas também de confidência. A diferença entre eles era claramente visível ali—a mão grande da moça de pele morena sobre a pequenina do menino de pele alva. A senhorita Tier ajoelhou-se diante do último Schiffer e olhou nos olhos esmeralda do mesmo, mágoa e pena misturando-se nos olhares.

— Vamos, Ulquiorra. — levantou-se ainda de mãos dadas com ele. — Vamos para casa.

[...]

SETEMBRO DE 1915

— Pegou tudo? — perguntou Halibel com duas malas grandes em suas mãos, um chapéu em sua cabeça e um sobretudo bege protegendo-a do frio que fazia do lado de fora. Estava nervosa pelo que estava prestes a fazer.

— Sim — Ulquiorra assentiu desengonçado com suas malas maiores que ele mesmo.

— Me dê aqui suas malas — e tirou-as das mãos do menino para que o mesmo pudesse andar mais rapidamente durante a fuga de ambos.

Suspirou conferindo sua lista mental de coisas as quais deveria levar consigo e não poderia esquecer; eram muitas para lembrar de todas, mas não custava tentar. Desde ontem a noite—quando recebera a mensagem de que viriam buscar o pequeno Schiffer às 17h para levá-lo para o orfanato devido à decisão do juiz—não tinha parado sequer para respirar. Tudo havia se tornado um turbilhão de pegar coisas e botá-las na mala formando um círculo vicioso que só se deu por fim agora quando ambos iriam partir. Não iria deixar com que Ulquiorra passasse pela mesma experiência que a própria moça. E pior do que morar em um orfanato era trocar de casa e família a cada 5 meses quando enjoavam de você. Sua responsabilidade para com o garoto era mais algo pessoal do que um simples comprometimento com os falecidos Sr. e Sra. Schiffer.

— Halibel, já são 16h30 — avisou Ulquiorra interrompendo os devaneios da loira.

— Ah, sim, claro, vamos — indagou ainda um pouco confusa enquando voltava à realidade. A mulher ajoelhou-se na frente do menor analisando-o. — Deixe-me arrumá-lo — pediu. Passou sua delicada mão sobre as madeixas negras do rapaz arrumando-as de forma mais elegante. O menino reclamou e bagunçou seu cabelo novamente. — Ok, sem se arrumar então — Halibel riu e continuou com um pequeno e doce sorriso em seus lábios rosados. Admirou-o por um momento ou dois enquanto o orgulho crescia em seu peito. Sem dúvida alguma Ulquiorra seria muito bonito quando crescesse e atraíria a atenção de muitas garotas. Ai do carteiro que não teria descanso entregando cartas de amor para o rapaz. — Venha cá — e antes mesmo que o outro pudesse responder, abraçou-o fortemente mesmo com os protestos vindos da criança.

Alguém batendo na porta de madeira maciça interrompeu o momento.

Halibel se pôs de pé em um salto, o susto a deixara rígida com os punhos fechados ao lado do corpo. Ulquiorra, por sua vez, estava assustado com seus olhos esmeralda arregalados. A loira lançou um olhar de meros milésimos de segundo para a criança num sinal de que era hora de ir.

Ela pegou nas mãos pálidas do rapazinho e ambos se esgueiraram para fora da casa seguindo um destino cujos planos para eles eram desconhecidos.

[...]

NOVEMBRO DE 1915

A terra ressecada, de semelhança extraordinária com a areia, refletia o brilho cegante dos raios de um sol cuja função aparentava ser a de castigar tanto o solo quanto aqueles que andavam sobre ele. A fim de se refugiarem do penoso calor do meio dia, Halibel e Ulquiorra estavam debaixo dos restos do que um dia fora uma árvore—agora era apenas um monte de galhos secos com sequer algumas folhas que padeciam com aquele sol. O menino contentava-se em ficar entretido com uma pequena moeda de ouro cujo brilho encantava até aquele que nunca ambiciou dinheiro algum. Movia-a com destreza e com cuidado, já que aquele pequeno mimo era o último resquício de seus pais.

Por outro lado, Halibel mantinha seus olhos dourados atentos à qualquer movimento nas redondezas. No lugar se encontravam mais do os dois; havia atrações de circos abandonados e procurando por um novo ganha a pão. A loira procurava um emprego que oferecesse um abrigo para ela e o pequeno desde que fugiram naquele fatídico dia de setembro, e após longos dois meses finalmente aceitou—relutante—a ideia de juntarem-se à um circo. Era a solução perfeita apesar de apresentar diversos perigos quanto à segurança e saúde. Ficariam em movimento e não os pegariam jamais, Ulquiorra não iria para um orfanato e Halibel não seria presa por sequestro.
Suspirou, cansada de procurar por uma esperança que claramente não estava ali.

Quando pôs-se de pé preparada para partir e procurar outra coisa, um som estridente e de alarme soou por todo o campo. Um trem. Um circo finalmente viera ao encontro daqueles sem emprego e nem destino.

Todos, com exceção de Halibel e seu pequeno, saíram ansiosos e desesperados em direção ao trem. O que restou para a loira foi apenas olhar a confusão. No entanto, logo voltou à realidade e foi tomada pela necessidade de correr em direção àquele trem e conseguir um emprego e morada para ela e o pequeno. Era perfeito. O circo sempre estava em movimento e os agentes do conselho tutelar nunca os pegariam.

— Vamos Ulquiorra, levante-se — dizia a loira com certo tom de desespero em sua voz. Pegou as malas de qualquer jeito desde que este fosse o mais rápido. — Vamos! — gritou puxando a mão do menino que, por pouco, não perdera sua moeda de ouro, o seu bem mais precioso no momento.

Andava o mais rápido que as malas e a criança de 8 anos lhe permitiam. Esbarrava com muitos outros cujo desejo também era conseguir um lugar naquele espetáculo visto que isso significava não morrer de fome ali. Já as preocupações de Ulquiorra eram outras; segurava a moeda e sua pequena mochila—contendo o pouco que lhe restara de casa—como se aqueles objetos fossem sua vida e eram.

Mais à frente podia-se ver que eu homem, provavelmente o chefe daquilo tudo pelo jeito de andar e o olhar superior, estava negando todos que lhe pediam uma passagem e um emprego; então por que ele lhe aceitaria? Ela não sabia fazer nada para entreter os outros, enquanto os outros podiam. Contudo, a tentativa de conseguir esta vaga não lhe custaria nada. Não desistiu.

Quando estava já no encalço do vagão, o homem "chefe"—que por sinal era alto, moreno e seus olhos pareciam sugar sua empolgação—começou a se recolher para o interior do veículo. A loira apertou o passo e usou toda a adrenalidade que dispunha para alcançá-lo.

— Senhor! — gritou com seu último resquício de epinefrina restante. Logo, estava ofegante e implorando por ar.

Mas, pelo menos, ele olhou.

— Então? O que quer? — perguntou arqueando a sobrancelha.

— E-Eu... — começou bufando conforme seus pulmões necessitavam desesperadamente de oxigênio. — Eu gostaria de um lugar para mim e meu afilhado — falou de uma vez e antes que ele pudesse negar, cuspiu: — Eu faço QUALQUER COISA!

O "chefe" mostrou interesse; não era todo dia que uma mulher com aquele corpo vinha lhe pedir algo. Analisou cada canto da mulher, e claramente aquilo não era de jogar fora. E deu apenas uma rápida olhada na criança, que apenas com esse olhar breve já ficou assustado e desgostoso em relação ao homem.

E, por fim, ele estendeu a mão para ambos.

— Sou Aizen Sousuke, seu novo chefe. Bem vindos ao Las Noches. — sorriu.

[...]

MARÇO DE 1922

Ao fundo, ecoavam gemidos e, em primeiro plano, tinha o som da vassoura a qual Ulquiorra manejava fazendo seu serviço como assistente, apesar de isso estar mais para zelador do que outra coisa. Desde seus 12 anos estava naquele posto, preferia quando ajudava Halibel na cozinha servindo os circenses e limpando pratos—apesar de este não ser e nem nunca ter sido o único emprego da mulher.

Os gemidos cessaram e a porta do quarto de senhor Aizen se abriu com um rangido. Com o bater desta, a vassoura designada para limpar a sala de estar do dono do circo e do vagão também parou.

— Você tem que prar com isso — afirmou sério o rapaz de 15 anos.

— Eu não posso — suspirou Halibel. — Ou isso, ou somos mandados embora.

QUE SEJAMOS ENTÃO! — explodiu o menino de pele alva sem ter um pingo de preocupação com o mundo à sua volta. Tudo que podia pensar era que não aguentava mais todo aquele abuso.

— Cale a boca! — a loira pegou-o pelo braço com força e o arrastou para fora do vagão e do alcance dos ouvidos de Sousuke. — Cuide com o que fala, se ele nos ouvir estamos na rua.

— Que seja então! Cansei disto! — jogou a vassoura no chão com raiva. — Eu já tenho 15 anos! Nós podemos sair daqui, arranjar empregos dignos e viver! Realmente viver, Halibel! — balançou-a animado e sonhador com a possibilidade de sair deste inferno. — Nós podemos ter uma VIDA!

Por um momento, a senhora Tier ficou estonteada e paralisada; as possibilidades eram tantas de tantos tons de cores diferentes e todas vibrantes, era tudo tão... lindo. Contudo, logo botou os pés no chão e o medo voltou à tona.

— Não... — disse confusa. — Você não entende — continuava decepcionada com o destino que a vida lhe havia reservado. — Nós NÃO podemos — afirmava tentando colocar o rapaz de volta ao chão duro e frio da vida. — Desculpe apagar esse seu sorriso de palhaço, mas a verdade é mais dura do que pensa.

Ulquiorra estava furioso. Ela não entendia que a vida podia ser melhor que isso, nem a ambicionava. Parecia gostar de ser apenas um capacho e objeto sexual.

— Então acho melhor você voltar para a cozinha — pegou a vassoura no chão. — Quero dizer, melhor voltar para o seu ponto, não vá deixar seu cafetão a esperando — a raiva o consumia; raiva e mágoa.

Halibel lhe deu um tapa que ecoou até nos cantos mais obscuros da cabeça do menino.

— Você está de castigo — disse furiosa e magoada com as palavras do outro.

— Você não manda mais em mim — Ulquiorra acariciava seu rosto onde havia sido agredido. — Você é só mais uma puta, não te conheço mais — cuspiu no chão enfurecido e saiu dando as costas para a moça.

As lágrimas já não podiam mais ser contidas. Depois de tudo o que fizera em nome do senhor em senhora Schiffer, depois de ter carregado tanta responsabilidade de criar o rapaz em seus ombros, depois de tanto esforço... Ela falhara com ele e consigo mesma. Ela caiu de joelhos em prantos e implorava pelo perdão de alguém que já se fora há tempos.

Não havia mais nada a ser feito.

[...]

MAIO DE 1923

— Você não quer nada dela? — perguntou Gin, segundo no comando do circo.

— Não — respondeu frio o rapaz de, agora, 16 anos.

— Certeza? Vocês eram bem próximos.

— Não éramos mais.

— Então podemos jogar tudo fora? — o albino questionou animado.

— Sim, podem.

E assim os funcionários do circo levaram todos os pertences de Halibel para o lixo, no caminho desejando seus sentimentos ao jovem Schiffer. Acabaram esquecendo no local um porta retrato e uma carta, os quais Ulquiorra fez questão de esconder na graveta mais profunda e esquecida que tinha em seu quarto. Nem teve tempo de ficar sozinho com os olhos marejados, alguém já entrara no local e o interrompera.

— Ei, tem muitas meninas dispostas à tudo se é que me entende lá na frente. Se nós corrermos conseguimos transar com todas até o final da tarde de graça. O que acha? — perguntou outro menino, de 15 anos, com um sorriso safado no rosto.

— Não quero, pode ir só você. Sei que adoraria uma orgia com tantas mulheres e só você de homem, Grimmjow — respondeu o mais velho seco como o deserto.

— O que há de errado, Ulquiorra? Pensei que você não se importasse mais com ela, então por que está triste? — questionou. Verdade seja dita; neste um ano e dois meses passados brigados com Halibel, Grimmjow havia entrado para o circo e se tornado melhor amigo do de pele mais alva, se é que se pode chamar de amigo alguém que te leve a protibulos.

— Não me encha o saco.

— Qual é, vamos lá, você nem falava mais com aquela prostituta velha mesmo — deu de ombros tentando ajudar. Só tentando mesmo.

— Não a chame assim — a raiva começava a subir à tona.

— Mas você mesmo a chamava assim — respondeu confuso com o moreno.

Neste momento, algo se acendeu dentro do rapaz mais velho e ele nunca se arrependeu tanto na vida como estava arrependido agora. Queria poder voltar no tempo.

— Cale a boca.

— Ué, mas ela era uma puta de qualquer jeito, não adianta negar — Grimmjow riu.

NÃO A CHAME ASSIM, SEU MERDA! — virou de frente para o outro, submerso em sua raiva e remorso. — ELA NÃO ERA UMA DE SUAS NAMORADAS PARA SER UMA!

— E nunca seria, porque ela está morta, idiota — cuspiu o azulado começando a ficar enfurecido e estressado com o amigo.
A adrenalina de Schiffer estava à toda e sua raiva aumentou até o limite. Nunca socou tão forte alguém como socou Jaegerjaquez naquele momento.

— Vai comer suas putas e me deixe em paz — rangeu ameaçando o menino de 15 anos.

— Qual é, cara! Pensei que fossemos amigos! Deixa disso! — gritou Jaeger acariciando seu novo roxo o rosto.

— Não somos mais.

Grimmjow ficou surpreso por um momento, mas logo saiu do vagão xingando baixo o moreno.

Naquele dia o coração de Ulquiorra perdeu duas pessoas; sua mãe e seu melhor amigo.

[...]

OUTUBRO DE 1927

— Ulquiorra. Meu caro, venha cá sem medo — chamou Aizen enquanto todos os olhares à sua volta encaravam o moreno.

Não queria cuidar daquele moça; deixasse que o senhor do circo a pegasse e fizesse o mesmo que fizera com Halibel, ele não se importava, apenas não queria ter mais um fardo para carregar. Contudo, continuou com a mesma expressão neutra de sempre.

— Parabéns. Você é o sortudo que irá cuidar da nossa mais nova dama — Sousuke o parabenizava enquanto Gin lhe dava a corda que prendia a moça para Ulquiorra.

Ignorou quaisquer ordens que Aizen lhe sussurava, apenas concordava com falas automáticas como "sim, senhor Aizen".

— Vamos, mulher. Meu dever é te manter viva e isso inclui não deixar que os lobos locais devorem sua carne que deve não ter sabor algum — disse automático e frio como um robo.

Odiava seu trabalho.

E odiava aquele mulher ainda mais.

Ela lembrava Halibel, era este o motivo.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? O que acharam? SURPRESOS? Enfim! Até a próxima atualização que pode ser daqui há muito tempo, MAS VAI TER SIM SENHORES! Boa noite e amo vocês, borboletas. ♥