O Som do Coração .i And Ii.

35 Capítulo 20 - My Magic Dream


Notas iniciais
Me desculpem pela demora, mas existe tanta coisa acontecendo na minha vida no momento, que estou um pouco zonza com tudo! bjs
enjoy.

Intro..

Bella estava sentada numa cadeira de balanço com o diário livro de Susan e escrevia numa folha logo após as escritas pó Susan. Ela marcou data e assinando, ela começou a escrever.

...

POV BELLA.

Por Isabella Swan.

Não mais senti-lo mexer em meu ventre, não mais poder sentir que ele estava a salvo do mundo La fora, quando eu como sua guardiã, não o protegi de tudo, não consegui o proteger de mim mesma.

Eu deveria ser sua fortaleza, assim como todas aquelas que geram um filho, um ser minúsculo que ganha forma durante os nove meses, e que nos faz querer parar o mundo só para que ele possa conhecê-lo melhor.

Fui fraca, fui falha, não digna de gerar, como pensei que poderia ser um dia.

Senti seu calor apenas uma vez. Recostei meus lábios em sua pequenina testa e implorei seu perdão.

Ele ressonou, e mesmo sem abrir os olhos, pude sentir que ele me entendeu.

Chorei lagrimas de sangue, a dor me rasgava a alma, me esbofeteavam como chicotes banhados em vidro e cola, esfoliando pouco que sobrava de mim.

Meu pequeno anjo. Deus o levou, Não tive a oportunidade de o sentir sugar de mim o néctar que iria lhe alimentar. Ele era fraquinho, não tinha forças para tal.

Seu único alimento vinha de uma intro venosa, furando a carne, sua pele branquinha, quase translúcida.

Em seu ultimo suspiro de vida veio junto com seu olhar doce e inocente direcionado a mim, pude ver que seus olhos eram como eu sonhei verdes como águas cristalinas.

Vou te amar por toda a minha vida, meu pequeno anjo!

Vou ter-te como uma pequena vitima de minhas conseqüências, essas quais deveria ter sido eu pagar.

O perdão nunca chegara a mim, eu sei disso, até mesmo porque nem eu serei capaz de me perdoar.

Mas se Deus me permitir um pedido, peço a ele que te segure nos braços em sua chegada ao céu, que te acalente e te abençoe.

*Por Isabella Swan

Havia se passado duas semanas desde a morte do meu pequeno, e eu continuava aqui, sentada neste apartamento, olhando os dias passar La fora, Helen passava o dia aqui comigo, mas eu mal notava sua presença, Edward também vinha me ver, mas eu não conseguia o encarar.

Ter visto chorar agarrado ao corpo do pequeno filho, me fez querer morrer, por causar tanta dor a ele.

De todas as coisas que havia comprado pro meu pequeno anjo, apenas uma manta ficou, porque todas as coisinhas dele foram levadas por Alice sem que eu soubesse, enquanto ainda estava no hospital. Ela e Edward disseram que foi pro meu bem. Mas o que seria o meu bem estar, quando eu causei dor a todos a minha volta.

Queria poder ter sido enterrada junto ao meu anjinho, preferia ter partido no lugar dele, se isso fosse o manter vivo aqui, nos braços do pai, porque tenho certeza que melhor pai no mundo ele não teria. Tenho certeza que Edward enfrentaria o que fosse para protegê-lo, assim como ele me protegeu sempre.

- Bella, venha almoçar! – Escutei Helen me chamar, mas eu não tinha fome. E nem voz para responder.

Senti suas mãos logo em seguida nos meus ombros, me acarinhando. – Amiga você precisa se alimentar esta anêmica, não pode ficar sem comer. – Ela disse com carinho e tristeza.

A campainha tocou e ouvi os passos dela se afastando de mim, mas não me movi um só centímetro. Ela falava com alguém, que logo pude perceber que era Alice.

- Ai que bom que você chegou, ela não quer levantar da-li pra almoçar. Ela não tomou café da manhã, a única coisa que ela ingeriu hoje foi um copo de leite, e mesmo assim porque era pra tomar os remédios.

- Tudo bem Helen, eu vou falar com ela. – A voz melodiosa e sempre calma de Alice respondeu.

Escutei o barulho de algo se arrastando e logo Alice segurava minha mão. – Bellinha, reaja, por favor!

Uma lagrima desceu de meus olhos sem autorização, eu achava inacreditável que depois de tudo eu ainda tinha lagrimas.

- Oh minha querida! – Alice me abraçou. Mas logo se afastou.

A ouvi caminhar atrás de mim, mais despertei quando percebi que ela falava com ele ao telefone. – Edward, eu preciso de você aqui, hoje ela não quer comer, esta de novo sentada nessa janela olhando pro nada. – Alice disse chorosa.

E então eu consegui me mexer e dizer. – Por favor! Não o chame aqui! Eu não consigo mais ver a dor em seus olhos. – Eu implorei e me levantei da cadeira indo até a cozinha e me sentei à mesa.

- Ela levantou, falo com você depois irmão! – Alice desligou o telefone e veio se sentar ao meu lado, e comemos em silencio, eu podia sentir os olhares de Helen e Alice em mim, mas não as encarei, mantinha meu olhar baixo e mastigava poucas quantidades lentamente, até a massa de comida que eu não sabia distinguir o que era, simplesmente por não sentir gosto em nada, quase sumia na minha boca, daí eu engolia.

Assim o dias se passavam, e eu estava enterrada no vazio doloroso que se tornou a minha vida.

...

POV NARRADOR.

Edward sofreu o luto do filho por apenas alguns dias, ate que percebeu que Bella precisava dele inteiro, porque ela mesma estava quebrada, estraçalhada.

Após receber a ligação de Alice, ele saiu do hotel onde estava hospedado com Alice em NY, há algumas semanas em direção ao apartamento de Bella.

Charlie teve no dia do enterro do bebe, não ficou depois de Bella não o encarar. Ele se sentiu rejeitado mais uma vez por ela, e voltou para Atlantic Beach. Mas ligava todos os dias para Alice, para ter noticias da filha. Só não queria impor sua presença a ela.

Edward entrou no taxi e disse o endereço numa voz baixa e fraca, e quando o taxista parou frente ao prédio de Bella, ele largou algumas notas no banco e saiu do taxi sem perguntar o valor. Deve ter sido bem mais que o valor da corrida, porque o taxista pareceu feliz.

A campainha tocou, e Helen foi à porta atender Edward, que entrou em silencio, apenas a cumprimentando com os olhos, e Helen disse onde Bella estava. – Ela terminou de almoçar e foi pro quarto.

Edward passou pela sala em direção ao quarto deixando Alice e Helen sentadas no sofá da sala. Ele entrou no quarto, que tinha a porta totalmente aberta, e viu Bella deitada em posição fetal, encolhida olhando para a janela, e de costa para a porta.

Ele tirou os sapatos e subiu na cama, a abraçando-a por trás. Bella suspirou fundo e se permitiu ajeitar o corpo ao abraço de Edward.

- Não entendo como ainda perde seu tempo comigo Edward. – Bella disse quase num sussurro.

- Porque eu te amo simples! – Edward respondeu convicto.

- Eu não te mereço, não mereço o amor puro que você quer me dar!

- Este amor só é puro e verdadeiro porque é por você Bella. Amor como o nosso não se senti duas vezes na vida. – Edward disse e beijou a nuca de Bella.

Bella respirou fundo com o carinho, soltando um soluço. – Me dói tanto! Dói-me tanto saber que eu sou a única culpada pelo meu pequeno não estar aqui! – Isabella se entregou ao choro compulsivo.

Edward a virou e a colocou sobre seu peito, e a ninou como se nina uma criança. – Não diga assim meu amor. Você não tem culpa, eu tenho culpa, eu não estive aqui pra te proteger, proteger vocês dois!

Isabella continuava a chorar e Edward a puxou para mais perto e beijou seus lábios, já fazia quase um ano que ele não sentia o sabor de seus lábios.

Bella resistia ao beijo, tão cheio de amor, tão cheio de sentimentos puros, mas não conseguiu resistir ao tamanho amor que ela recebia através daquele beijo. E ainda entre os soluços do choro ela se entregou aos lábios amáveis de Edward, até que seu choro se acalmou e Edward diminuía o contato do beijo, até que cortou o beijo.

- Não vou te deixar sozinha nunca, lembra? — Ele sorriu cúmplice, mas seu sorriso não alcançou os olhos. – Vou estar com você até estarmos bem velhinhos, e quando partimos desta vida, viveremos juntos no paraíso, nada vai nos separar meu amor! Nem mesmo a morte. – Edward disse com tanta intensidade, com os olhos marejados e a puxou de volta para o abraço apertado de seus braços.

...

Um mês e duas semanas após a morte do pequeno anjo.

Bella e Edward decidiram viajar juntos, eles haviam reatado, e queriam passar mais tempo juntos, e a vontade de Edward era levar Bella para conhecer sua casa no Hawaii.

Já estavam com tudo pronto para viajarem sem data de retorno, mas Bella queria ir visitar a lapide de seu pequeno anjo.

Assim estava escrito na lapide do pequeno bebe que nasceu de sete meses, pesando apenas 1.200 kg e com 41 cm, com má formação do pulmão e coração, que viveu apenas dois dias, e Edward por ver Bella se referir ao filho como pequeno anjo, mandou escrever na lapide de mármore.

‘Eternamente amado, aqui jaz nosso pequeno anjo’

O taxi parou dentro do enorme cemitério, que mais parecia um enorme jardim, e Bella e Edward desceram do taxi, com Bella segurando lírios brancos, e um ursinho.

Ajoelharam-se frente a lapide e Bella chorou com Edward a abraçando.

- Me perdoa meu anjo! – Bella exclamou, não era um pedido, ela não se sentia no direito de pedir perdão.

Edward beijou o topo da cabeça de Bella e se levantou a puxando com ele, após Bella depositar carinhosamente o ursinho e os lírios brancos.

Em poucos minutos já estavam a caminho do aeroporto, eles embarcariam em menos de uma hora, para o que poderia ser uma viajem com gostinho de recomeço. Era tudo que Edward queria. Poder recomeçar, poder por este sentimento dentro de Bella, que ela também se sentisse assim.

...

SEIS MESES DEPOIS.

- Oh god, é uma carta do Ed e da Bellinha! – Alice gritava segurando o envelope enquanto entrava em casa.

- Abra logo Alice! – Carlisle respondeu pondo mais um pedaço de mamão na boca, eles tomavam o café da manhã.

Alice se sentou e lia, horas rindo, horas pondo a mão na boca, outras a mão no coração, enquanto Carlisle revirava os olhos diante o teatro da filha.

- Vai ler em voz alta, ou vai ficar fazendo mistério?! — Carlisle disse perdendo a paciência largando os talheres.

- O senhor não vai acreditar! – Alice disse olhando uma foto que veio junto à foto. – Ah! Ah bellinha esta tão linda, tão corada, nem parece àquela coisa pálida e sem vida que habitava aquele apartamento em NY!

Foi ai que Carlisle perdeu total paciência e se levantou indo até Alice e tomou a foto e carta da mão dela, e ela gargalhou, ela fez de propósito, para que ele tivesse esta reação.

- Ai na carta diz que eles estão vindo nos visitar em alguns dias! – Alice cantarolou feliz.

Carlisle largou a carta sobre a mesa, já que a grande noticia Alice acabava de dizer. E ficou encarando a foto do filho com a mulher amada, ambos sorriam, eles estavam sentados abraçados numa rede na praia.

...

- Tem certeza que esta pronta pra visitar seu pai? – Edward perguntou a Bella, ambos estavam sentados nos assentos de primeira classe do avião, de volta ao EUA.

- Eu nunca vou saber se estou pronta. Mas preciso encarar meu pai, e pedi perdão por ter agido tão friamente com ele naquela época! – Bella disse com a cabeça recostada no ombro de Edward, enquanto ele respirava o aroma que vinha de seus cabelos.

- Tudo em seu devido tempo. Primeiro vamos visitar meu pai e Alice, e contar as novidades, e depois marcamos um jantar e contamos a todos! –Edward disse sorrindo feliz.

- Tem razão, meu amor! – Disse Bella, e se esticou para colar os lábios aos de Edward.

...

- Como assim uma carta? – Charlie perguntava a Alice ao telefone.

- É eu recebi ontem! Mas a carta esta com data de cinco dias atrás, por conta do atraso com o serviço do correio, mas eu liguei e como sempre o celular do Ed estava desligado, então não sei bem quando eles vem. – Alice explicava.

- Entendo Alice, mas se Bella quisesse que fosse vê-la, ela iria me mandar uma carta também. – Charlie disse triste, com a voz fraca, ele havia desistido de lutar para fazer as pazes com a filha.

- Charlie, não diga isso! Bella já lhe perdoou. Desde que ela foi embora daqui, naquela maldita tarde, ela já o perdoou!

- Porque diz isso com tanta certeza Alice?

- Porque quando ela... Quer dizer, quando nós perdemos o nosso anjinho, ela se sentiu acolhida sabendo que você esteve aqui boa parte do tempo, mas ela se sentia tão culpada consigo mesma, que não queria ver ninguém. – Alice insistia com Charlie.

- Ela me mandou embora Alice! – Charlie respondeu irritado.

- Ela me mandou também, e eu não fui! Ela mandou meu irmão ir também, e ele ficou! E foi por ele não dar ouvido a ela, que hoje eles estão juntos novamente! – Alice disse orgulhosa de seu próprio argumento.

- Tudo bem! Você me convenceu, estarei no próximo voo! – Charlie disse vencido, e sentou-se numa cadeira da cozinha, onde falava ao telefone.

- Ótimo! E eu te busco no aeroporto! Byeeeeee! – Alice desligou o telefone antes mesmo de Charlie e correu pela casa feliz, ela mandou que a cozinheira fizesse algo especial para o jantar, e que arrumasse o quarto de Edward, mesmo sem ter certeza da chegada deles, ela tinha sua intuição, que nunca falhava.

...

- Já esta tudo organizado La no meu apart. Pra quando chegarmos! – Edward dizia, faltava poucos minutos para eles pousarem.

- Eu estou tão cansada! Quando ira ligar e avisar que já chegamos? – Bella perguntou.

- Eu conheço minha irmã o suficiente para saber que a esta altura ela já deve estar no esperando com um jantar!- Edward disse sorrindo calmo.

- Mas combinamos de passar essa noite só nos dois! – Bella disse contrariada.

- Me perdoe amor! Mas se ela souber que chegamos hoje e não fomos La, ela vai ficar insuportável! – ele disse e encarou o rosto de Bella que fazia um biquinho fofo. – Não faça esse bico amor! Entenda, passamos todos esses meses juntos, e vai ser só esta noite, depois ficamos a sós. Eu juro! – Edward se desculpou beijando Bella. E ela afirmou com a cabeça, mas ainda um tanto contrariada.

...

- Alice, estou embarcando agora, no fim da tarde estou chegando ai! – Charlie dizia da fila no portão de embarque.

- Ok Charlie! Avise-me por mensagem de texto, quando estiver a poucos minutos de aterrissar!

- Não sei mandar essas coisas! – Charlie disse rindo sem graça.

- Deixa de ser fora de moda Charlie! Aprenda! – Alice disse autoritária, do alto de sua autoridade de uma menina birrenta.

- Ok garota! Eu vou tentar! Até mais tarde. – Charlie desligou com um sorriso, Alice sempre o tirava do desanimo, ela era como um furacão que vinha e mexia com a vida de todos, e tirava todos que estavam a sua volta da mesmice. Ele a adorava como uma filha.

Alice desligou o telefone e o apertou contra o peito, ela estava ansiosa enquanto seu pai não estava nem um pouco acreditando que seu filho viria sem avisar.

- Pai, por favor, não vai estragar nada hoje ein! – Alice implorou ao pai, ao vê-lo passar para a sala de TV segurando seu fiel companheiro como de wisk.

- Eu nunca estrago nada! – Carlisle respondeu alto, sem olhar para a filha e continuou a andar.

Alice bufou, ela estava ansiosa, já fazia algumas horas que Charlie havia pegado o avião e já deveria estar chegando, e seu irmão ainda não tinha ligado ou dado noticias, mas ela tinha certeza que seria esta tarde que ela iria rever seu irmão e cunhada que ela tanto ama. Ela estava aflita após tantos meses sem vê-los.

Mas alguns ajustes na casa com o empregados e a mensagem no celular a fez rir e dar pulinhos, era Charlie, e uma parte de seu plano já estava dando certo. Ela passou pela cozinha e pegou sua chaves do carro e saiu em direção à garagem, para ir buscar ela mesma Charlie.

...

Edward e Bella já haviam chego ao apart. e Bella havia adorado o pequeno imóvel, e por ela moraria ali pelo resto de sua vida, mas tinham planos, e em seu planos, estava incluso uma casa grande, com jardim, piscina e um cachorro.

- Estava uma delicia! – Bella disse passando um guardanapo de tecido branco nos lábios.

- Especialidade da casa!Frango com mostarda! – Edward respondeu sorrindo.

- Você cozinha tão bem, acho que devo te deixar cozinhar mais vezes em nossa casa! – Bella disse o encarando distraída por sua beleza. Edward estava corado e mais forte, os meses que passaram no Hawaii o fez reviver o mesmo jovem com brilho nos olhos que ela conheceu.

- Cozinharei com gosto! Mas só lamento por uma coisa em não te ver na cozinha. – Edward disse com um sorriso brincando em seus lábios.

Bella o encarou confusa, mas não perguntou o porquê.

- Ta ok! Se não vai me perguntar o porque, eu respondo! – Ele disse se levantando, e se posicionou atrás de Bella e a abraçou com ela ainda sentada no banco alto da cozinha. – Simplesmente porque te ver usando avental e aqueles shortinhos curtos, é sexy demais! – Ele sussurrou no ouvido de Bella.

Ela gargalhou, e ele a encarou. – O que Porque esta rindo? É verdade! – Edward respondeu divertido.

- É só que você me faz feliz, por isso estou sorrindo, não é pelo o que você disse, é pelo o que sinto. – Bella respondeu sincera, sem mais risadas em sua voz, ela falava com o coração.

- Você é quem me faz feliz! –Edward rebatei.

- Você me faz mais! – Bella disse sorrindo, isso era sempre um joguinho de teimosia deles.

- Eu duvido! – Ele respondeu a pegando no colo, lhe arrancando gritinhos e correndo com ela pelos cômodos do apart.

- Me põe no chão Edward, acabamos de almoçar! Eu vou acabar passando mal! – Bella gritava e gargalhava ao mesmo tempo, acompanhada pelas risadas de Edward, que a ignorava.

A paz estava estabelecida ao casal, mas ainda lhe faltava enfrentar a família, e Bella enfrentar os erros com seu pai, para que tudo ficasse perfeitamente em seu devido lugar.

CONTINUA...

Notas finais
O bebe deles não tinha como sobreviver, Bella estava muito debilitada e num alto grau de entoxicação! Me perdoem, e aguardem as proximas emoções...
reviews e recomendações, são sempre bem vindas! BJBJBJBJBJBJ