O Som Do Coração
27 Capítulo 23 - Parte Final
Notas iniciais
Nossa... Eu não podia esperar até as notas finais para agradecer as lindas palavras de incentivo que vocês dedicaram para mim!!! Me emocionaram muito durante essa semana!
De coração, muito obrigada mesmo, por todos os reviews!
Eu não vou desistir da fic por vocês, leitoras que me acompanham!!!!
Estou aqui com os olhinhos brilhando e marejados! *--*
OBRIGADA POR ESTAREM SEMPRE PRESENTES!!!
Bella POV
- Para sempre mesmo?
- Sim, para sempre. – Confirmei sorrindo.
- Ótimo, porque eu não aceitaria menos do que isso. – Edward falou e em seguida colocou a mão no bolso do casaco e tirou uma pequena caixinha de veludo dali. Arregalei meus olhos surpresa e fiquei olhando entre a caixinha e o rosto de Edward. Devo ter feito isso umas cinco vezes, esperando ele falar alguma coisa. Ele abriu minha mão delicadamente e colocou a caixinha sobre a minha palma, me dando novamente o seu sorriso torto. – Não vai abrir?
OMG! Edward ia me pedir em casamento?
Eu não estava acreditando. Não que eu não quisesse casar com Edward. Lógico que eu queria, mas mesmo sabendo que meus sentimentos por ele jamais iriam mudar, eu me achava muito nova para casar. Eu ainda estava paralisada olhando para a caixinha. Como dizer para ele que ainda não queria casar, sem estragar tudo...
Todo mundo ia pensar que eu estava grávida, inclusive meu pai... OMG! Dessa vez sim meu pai ia matar o Edward! A caixinha parecia queimar a palma da minha mão...
E o Edward, não ia me pedir formalmente me casamento? Ele só colocou a caixinha na minha mão e disse “Não vai abrir?”... Eu queria que ele se ajoelhasse como a gente vê nos filmes, fizesse uma declaração daquelas que só ele sabe fazer...
- Bella, meu anjo, tudo bem? – Edward me chamou e despertei de meus devaneios. Olhei para ele e corei devido aos mil pensamentos diferentes que eu tive em questão de um ou dois minutos. – Você não quer o presente? – O sorriso de Edward desapareceu e ele parecia decepcionado... Levou sua mão até a minha, onde a caixinha ainda estava em cima fechada. Percebi que ele ia pegá-la de volta e então fechei minha mão, impedindo que ele a retirasse dali.
- Não! – Falei meio sobressaltada e ele riu baixinho. – É só que não estava preparada... – Falei sinceramente.
- Preparada para quê? – Ele perguntou com verdadeira curiosidade.
- Para isso. – Apontei para a caixinha ainda fechada e Edward começou a gargalhar. Franzi o cenho não entendo o porquê da reação dele, será que ele ia achar engraçado o fato de eu não querer casar com ele agora? – Edward! Pare de rir! – Falei meio brava.
- Meu anjo... – Ele falou tentando parar de rir. –... Estou rindo porque sua cabecinha deve ter feito mil suposições sobre o que tem dentro da caixinha, ao invés de você abrir e verificar com os próprios olhos. – Edward parou de rir. Eu franzi ainda mais o cenho para ele... O que poderia haver ali dentro que não fosse um anel?
Abri a caixinha bem devagar, ainda com certo receio... Assim que ela estava totalmente aberta e vi o conteúdo... Meus olhos brilharam, ao mesmo tempo em que se encheram de lágrimas. Olhei emocionada para Edward, que me presenteou com um lindo sorriso.
- Gostou? – Ele perguntou parecendo meio receoso, apesar do sorriso que tinha no rosto.
- É lindo Edward. – Passei a mão sobre o pingente de prata com o símbolo do infinito. Com cuidado retirei o pingente da caixinha e percebi que ele estava preso a uma gargantilha que estava enrolada dentro da pequena caixa, para que eu pudesse usar no meu pescoço (n/a: para quem não conhece o símbolo do infinito, no link tem uma foto http://www.flickr.com/photos/pratafina/5696505456/).
- Posso colocar? – Edward perguntou carinhoso.
- Claro. – Entreguei a gargantilha para ele e me virei de costas levantando meu cabelo. Edward encaixou a corretinha no meu pescoço, fechando-a. Ele passou a mão sensualmente por todo o meu pescoço e depositou um beijo molhado bem em cima do fecho da gargantilha. Arrepiei-me toda e estremeci.
- Você sabe o significado desse pingente? – Ele perguntou com a voz baixa, que estava mais rouca e sexy do que o normal. Virei-me novamente para ele olhando em seus olhos e assenti.
- É o símbolo do infinito. – Edward sorriu torto para mim. Deus! Esse sorriso ainda ia me matar.
- Sim, é o símbolo do infinito, mas agora é o símbolo do nosso amor também, porque isso aqui, nós dois... – Ele fez um sinal com o dedo apontando de mim para ele. -... É para sempre! – Edward colocou a mão por dentro da camisa que ele estava usando e puxou uma gargantilha que tinha o mesmo símbolo que o meu pendurado. Eu não consegui me segurar, duas lágrimas escorreram dos meus olhos e Edward as limpou rapidamente. – Espero que sejam lágrimas de felicidade em saber que ficará presa a mim e ao meu amor infinito... – Eu dei uma risadinha baixa e assenti incapaz de falar. Ele tocou o pingente dele e o virou mostrando que tinha uma inscrição dentro: “Bella” e a data que nos vimos à primeira vez. Eu virei meu pingente e no meu estava escrito “Edward” e a data que nos vimos à primeira vez. Deixei mais duas lágrimas teimosas caírem. Eu não queria chorar diante de um momento tão lindo, mas era impossível. Edward era simplesmente perfeito em tudo! – Você lembra desta data? – Assenti e pigarreei, fazendo com que minha voz saísse.
- Sim, vou o primeiro dia de aula e o primeiro dia que nos vimos.
- Exatamente. Eu mandei gravar no pingente essa data porque foi nesse dia que você roubou meu coração e agora ele é infinitamente seu. – Eu ofeguei com a linda declaração que Edward fez... Meu coração já batia acelerado, tamanho era meu sentimento por esse homem. Eu esperava realmente ser merecedora do amor dele.
- Meu amor o pingente é lindo símbolo, mas quero que saiba que seu nome já está gravado no meu coração desde aquele dia que nos vimos na aula de música pela primeira vez. Meu coração também é infinitamente seu. Para sempre. – Nos beijamos calmamente, um beijo carinhoso, doce e apaixonado. Mesmo assim, quando nos separamos estávamos ofegantes. – Ainda bem que o nosso para sempre, está apenas começando.
[...]
Edward POV
Bella era, sem dúvida, uma grande mulher de muita coragem. Ir até o tumulo da mãe deve ter doído muito em seu coração, mas ela sabia que se sentiria muito mais leve se pudesse se despedir de Renne adequadamente.
Agora, nós estávamos voltando para Julliard, caminhando de mãos dadas na rua, como um casal de namorados normais, ambos com um sorriso enorme no rosto. Hoje, nada poderia estragar a felicidade que eu estava sentindo. Nós caminhávamos em silêncio, mas com o sentimento de que tudo estava no seu devido lugar, especialmente nós dois.
Eu dei a gargantilha para Bella como uma forma de demonstrar que eu sempre estaria com ela, mesmo quando estivemos separados, ou juntos, mas sem estar “juntos”. Eu não tinha mais nenhum problema em admitir que era loucamente apaixonado por ela, que ela era a mulher da minha vida e que eu estava totalmente aos seus pés. Mas é claro que ela não precisa saber disso com todas essas palavras.
O melhor de tudo, com o nosso passeio no parque e o presente, é que eu estava cumprido o meu objetivo: tornar essa viagem inesquecível para nós dois, inesquecível de uma forma feliz.
Eu esperava que tudo de ruim que pudesse acontecer, já tivesse acontecido. Começando com o meu “piti” no banheiro depois de ter feito um amor gostoso com Bella. Sim, eu sou homem, mas tenho que admitir que dei um “piti”. Mas em minha defesa, é difícil manter minhas mãos longe de Bella quando ela está tão perto, então ficar me escondendo, não faz muito meu estilo. Depois, tivemos o nosso ciúme bobo, eu daquele ex-colega ridículo dela e Bella com ciúme da colega dela... E por último, Victória. Eu nem gostava de me lembrar do nosso “encontro”. Em três dias tinham acontecido muitas coisas, mas todos esses acontecimentos me levaram a perceber que nosso amor era forte e iria sempre prevalecer...
Enfim, nós precisamos desse momento de hoje no parque, somente nós dois, em paz e sem interrupções.
Eu ri baixinho ao lembrar a cara que Bella fez quando viu a caixinha pequena de veludo. Ela claramente pensou que eu a estivesse pedindo em casamento. Não que eu não pretendesse fazer isso, mas não faria agora, além dela ser muito nova, eu sabia o Chefe Swan, com certeza, me mataria.
- Do que está rindo? – Bella perguntou sorrindo para mim. Claro que nada passava despercebido por ela.
- Nada de mais... Só estava me lembrando da cara que você fez quando eu coloquei a caixinha de veludo na sua mão. – Ela arregalou os olhos e corou envergonhada.
- Eu fiquei surpresa, só isso. – Ela deu de ombros e desviou o olhar.
- Humhum... – Eu pisquei para ela, que corou mais ainda. – Não se preocupe meu anjo, eu vou te pedir em casamento... – Ela parou de caminhar e me olhou assustada, eu ri de novo. -... mas não agora. Temos tempo! – Bella pareceu respirar aliviada e então eu fiquei preocupado. – Peraí, seria tão ruim assim se casar comigo? – Bella me olhou surpresa e negou rapidamente.
- Não meu amor. Eu só não gostaria de ficar viúva antes do casamento, porque é fato que, no dia que isso acontecer, meu pai vai pensar que estou grávida e a reação dele vai ser te matar... – Foi à vez dela rir baixinho e sair caminhando enquanto eu ficava parado com cara de assustado. Uma coisa era eu pensar isso, outra era Bella afirmar que Charlie me mataria. PQP! Eu já teria que começar a me preparar para o dia que fosse pedir Bella em casamento. A primeira coisa que vou fazer quando chegar em Forks é comprar um colete a prova de balas.
[...]
Quando estávamos próximos à entrada da Julliard, com pesar, nós soltamos nossas mãos, mas continuamos conversando e rindo de algumas besteiras. Bella começou a falar sobre as diferentes hipóteses de reação para Charlie se eu tivesse realmente a pedido em casamento e também sobre as possíveis rotas de fuga que eu poderia usar na casa dela. Mesmo rindo das loucuras que Bella falava, eu gravava cada rota de fuga que ela me dava. Ué! O seguro morreu de velho, vai que eu precisasse usar...
Assim que entramos na escola, fui verificar na recepção se a turma já tinha retornado do passeio. Como a resposta foi negativa, eu poderia fazer a última coisa que tinha programa para aquela viagem, mostrar para Bella a música que eu estava compondo. Aproximei-me de Bella e sussurrei em seu ouvido:
- Meu anjo, eu queria te mostrar uma coisa, eu tenho que pegar um caderno no quarto, você vai até uma das salas de estudo de piano e me espera lá?
- O que você quer me mostrar? – Bella questionou curiosa.
- Me espere lá e verás. – Falei misterioso e Bella revirou os olhos.
- Quanto mistério.
Eu fui para o quarto enquanto Bella se dirigia para as salas de estudo. Peguei o caderno pautado onde estava escrevendo a música “Para Você” em homenagem a minha filha. Bella tinha ouvido a música apenas uma vez... Lembrava-me como se fosse hoje, ela tinha ouvido a música na segunda vez em que nos encontramos e primeira que nos beijamos...
Eu ainda não tinha evoluído muito na escrita da música... Mas queria tocá-la para Bella novamente... Eu não tinha mostrado para ninguém a música ainda, só que com Bella era diferente, para mim ela era a única que poderia entender os sentimentos que eu queria passar com aquela música... Assim, eu poderia saber se estava no caminho certo e quem sabe ir adiante na escrita da música.
Fui andando em direção as salas de estudo, um pouco nervoso, pois queria que a Bella realmente gostasse da música. Encontrei Bella parada em uma das portas, encostada no batente. Assim que ela me viu, sorriu. Sorri de volta, ela nem ao menos se esforça ou percebia, mas estava muito sexy daquele jeito. Minha mente pervertida já estava pensando em arrastá-la para o quarto e esquecer qualquer outra coisa que eu tinha intenção de fazer, até porque, na noite passada, não tínhamos feito amor... Sim, tinha sido por minha escolha, mas o Edward lá de baixo não estava de acordo com a minha decisão, tanto que ficou duro a noite toda.
Aproximei-me de Bella e olhei para todos os lados, como não tinha ninguém ali, nada me impedia de dar pelo menos um beijo nela. Puxei-a pela cintura e colei nossos corpos... Bella me olhou surpresa, mas assim que meus lábios encontraram os dela, ela se agarrou em mim, colocando as pequenas mãos em meu pescoço, agarrando-se nos meus cabelos...
Mordi seu lábio inferior, pedindo passagem para minha língua e com um gemido baixo ela cedeu e juntou sua língua com a minha... Deus, beijá-la era muito bom... Será que Bella tinha noção do poder que ela tinha sobre mim?
Eu sabia que era um risco muito grande para nós ficarmos nos beijando ali onde todo mundo podia nos ver. Então, levantei-a com facilidade do chão e caminhei para dentro da sala com ela, sem desgrudar nossas bocas... Fechei a porta trancando e encostei Bella ali, colando nossos corpos ainda mais... Bella se esfregou em mim e foi minha vez de gemer... Eu já estava duro e meu corpo todo gritava pelo dela, mas não podíamos fazer amor ali, não sem antes eu cumprir o meu objetivo...
Separei nossas bocas, no silêncio da sala só era possível ouvir nossas respirações arfantes... Bella estava de olhos fechados... Fui soltando-a devagar até que estivesse firme no chão... Bella abriu os olhos e franziu o cenho para mim... Não pude evitar sorrir com isso, ela queria continuar, o desejo estava estampado em seus olhos cor de chocolate...
- Meu anjo, não viemos aqui para isso... Eu te trouxe aqui porque realmente quero te mostrar uma coisa. – Bella bufou frustrada e me empurrou de leve.
- Então me mostra de uma vez. – Bella tentou fazer uma voz de brava o que me fez rir e ela fechou a cara. Será que ela não percebia o esforço que eu estava fazendo para não atacá-la?
- Eu também queria continuar Bella, mas quem sabe depois, lá no quarto... – Pisquei para ela que imediatamente corou. Eu ri de novo. – Como você pode ainda corar Bella?
- Eu não consigo evitar. – Ela corou mais ainda.
- Não evite. Eu adoro isso. — Peguei sua mão e a levei até a banqueta do piano. Sentamos um do lado do outro, nossos olhares conectados.
- Bella, eu pedi para virmos aqui, porque queria te mostrar oficialmente uma música que estou compondo. – Coloquei o caderno no suporte do piano. – Eu não mostrei para ninguém ainda e ela não está finalizada... A única pessoa que já ouviu um pouco dela foi você, logo que nos conhecemos, você lembra? – Olhei para Bella que assentiu para mim, engolindo em seco.
- Eu lembro sim. Foi à música mais linda que eu já ouvi até hoje. – Ela abriu a boca para falar mais alguma coisa, mas eu a interrompi.
- Então, essa é minha primeira composição, e por falar de sentimentos meus, eu não queria dividi-la com ninguém, por isso estou mantendo em segredo de todo mundo que estou escrevendo... Mas eu sinto que devo mostrar para você, que é tão importante e especial para mim quanto essa música... Eu não sei quando e como vou conseguir terminar, mas queria tocá-la para você, que é alguém que confio muito! – Bella engoliu em seco novamente e olhei profundamente nos olhos dela que pareceu ficar estranha e desconfortável com a situação... Seus olhos pareciam querer me contar alguma coisa... Bella abriu e fechou a boca algumas vezes, mas nada falou. – Está tudo bem, Bella? – Ela apenas assentiu com a cabeça. – Tem certeza?
- Sim. – Ela falou baixinho. – Estou ansiosa para ouvir a sua música. – Ela sorriu para mim, mas o sorriso não chegou aos seus olhos. Aquilo estava muito estranho, mas se ela não queria falar sobre, eu iria esperar. Bella pegou a minha mão que estava ao seu lado, depositou um beijo suave e a colocou em cima do piano. – Toca para mim? – Pediu carinhosa, fazendo com o que o momento estranho se dissipasse.
Respirando fundo, fechei os olhos e coloquei a outra mão sobre o piano me concentrando. Quando abri os olhos novamente, minhas mãos deslizaram no piano iniciando as primeiras notas da música e então era como se mais nada existisse além da música que soava na sala, o piano e Bella.
Toquei com todo o meu coração e minha alma, como sempre acontecia com aquela música, mas pela primeira vez não chorei, pois finalmente compreendi que aquela música que eu estava compondo, “Para você”, não era sobre sofrimento e sim sobre amor incondicional, como o que eu havia sentido pela minha filha assim que soube da sua existência e como o amor que eu sentia incendiar dentro de mim pela Bella. Dois amores diferentes, mas de igual intensidade.
Assim que terminei de tocar a música fechei os olhos querendo aproveitar aquele momento... A música parecia estar no ar, enchendo a sala com o sentimento puro do amor.
Abri os olhos de supetão quando senti Bella, num impulso, sentar em meu colo. Os olhos dela estavam marejados e me observavam com admiração. Minhas mãos voaram para a cintura dela enquanto as de Bella seguravam o meu rosto, mantendo a conexão do nosso olhar.
- Edward, meu amor, foi à música mais linda que já escutei. – Eu ia agradecer, mas Bella não me deu chance, beijando-me com desespero, moldando nossas bocas com perfeição.
E como sempre, era necessário apenas um toque dela na minha pele para me incendiar por completo. Minha respiração e meu coração estavam acelerados e constatei que precisava tê-la agora, não podia mais esperar. Ainda bem que eu havia trancado a porta. Nossas mãos pareciam ter vida própria enquanto tentávamos tocar todas as partes do corpo um do outro, ao mesmo tempo.
Eu apertei Bella contra meu corpo e ela se esfregou no meu colo, causando um atrito entre os nossos sexos e nos fazendo gemer juntos. Em questão de segundos, meu membro já estava duro e querendo sair das calças. Naquele momento dei graças a Deus que o fogo que ardia em mim, parecia arder em Bella também.
Eu adorava ver Bella dar vazão ao desejo e deixar a vergonha de lado quando fazíamos amor... Ela estava cada vez mais solta e eu ficava imensamente feliz com isso. Prova disso era que, assim que separamos nossas bocas, Bella puxou minha camiseta para cima me obrigando a erguer os braços para retirá-la. Assim que a camiseta estava no chão ela voltou a colar sua boca gostosa na minha.
Coloquei minhas mãos na cintura de Bella a erguendo levemente, colocando-a sentada em cima das teclas do piano. As teclas fizeram um barulho alto e Bella soltou minha boca me olhando assustada com o barulho. Eu sorri maliciosamente, olhando a figura feminina na minha frente: os cabelos bagunçados, respiração arfante e os lábios vermelhos e levemente inchados... Estava linda!
- Não se preocupe meu anjo, lembre-se que aqui as salas são a prova de som, podemos fazer quanto barulho quisermos. – Os olhos castanhos assustados se tornaram brilhantes e Bella esticou seus braços para cima num pedido mudo para que eu tirasse sua camiseta.
Praticamente arranquei a camiseta do corpo dela e aproveitei para já tirar o sutiã. Fiquei alguns segundos admirando seus seios enrijecidos pelo tesão do momento. Lambi vagarosamente um mamilo e depois o outro. Bella gemeu e se contorceu fazendo com que as teclas produzissem um novo som. Meu membro doía dentro da calça e o apertei tentando fazer com que ele se acalmasse um pouco. Como se tivesse todo o tempo do mundo, demoradamente eu mordisquei, lambi e suguei aqueles seios lindos enquanto Bella delirava, gemendo de prazer.
Lambi vagarosamente o vale entre os seios de Bella e fui descendo beijos molhados por sua barriga... Lambi seu umbigo e ela arqueou o corpo na minha direção.
- Edward... Por favor... – Bella gemia e implorava por um contato maior. Abri os botões da calça dela e a retirei. Quase gozei nas minhas calças ao olhar para a calcinha de renda branca que ela estava usando. Passei vagarosamente meus dedos sobre a calcinha, no seu centro e nos lábios vaginais. Baixei minha cabeça e depositei um beijo na sua intimidade. Bella arfou e gemeu alto. Retirei sua calcinha e levei até o nariz sentindo seu cheiro de fêmea. Bella e eu gememos.
- Um dia sem ter você é mais do que posso aguentar... Saudades do seu gosto. – Aproximei novamente meu rosto da sua grutinha que já estava molhada, inspirando seu cheiro diretamente da fonte. Era inebriante. Eu gemi e Bella me acompanhou – Amo seu cheiro, mas seu gosto é muito melhor.
Lambi toda a bocetinha de Bella, beijei seu clitóris e a penetrei com a minha língua. O corpo de Bella começou a se contorcer e segurei suas pernas com força, dando pequenas mordidinhas em seu clitóris, sentindo seu orgasmo chegando.
- Oh... Deus... Eu vou... – Bella lamuriou entre gemidos.
- Goza pra mim, meu anjo, meu amor... – Foi o que bastou e o corpo de Bella convulsionou... Eu suguei todo o seu mel, não desperdiçando uma gota, era um gosto único que me deixava louco.
- Você me deixa louco! – Sussurrei em cima de sua bocetinha e senti Bella estremecer. Não aguentando mais sai do meio das pernas dela, um dos meus lugares favoritos do muito e abri minha calça, liberando meu membro. Bella estava de olhos fechados ainda em êxtase pelo recente orgasmo.
Nesse tempo de namoro com Bella, aprendi que sempre devia ter uma camisinha junto comigo, pois nós tínhamos um fogo incomum. Peguei a camisinha que estava no bolso da minha calça, me levantei rapidamente e a desci como pude...
Massageei meu membro e assim que ele estava coberto, puxei Bella de cima do piano, fazendo com que ela caísse sentada em cima do meu membro, finalmente a penetrando e nos encaixando perfeitamente. Meu corpo estremeceu de prazer... Nosso gemido foi alto e longo, enquanto sentia sua boceta se abrindo e abrigando meu membro, preenchendo toda a sala com o prazer de estarmos unidos.
Beijei-a sugando seus lábios e enrolando minha língua com a dela... Esperei alguns instantes enquanto ela se acostumava com o meu tamanho. Meu membro pulsava dentro dela, ansioso por iniciar os movimentos de prazer. Coloquei minhas mãos na cintura dela e a movimento para cima e para baixo de forma lenta e deliciosa, sentindo a bocetinha molhada dela me apertando e envolvendo meu membro.
- Oh... Mais forte Edward! – Aumentei a velocidade e impulsionei meus quadris, nossos gemidos cada vez mais altos.
- Deus! Tão apertada... – Bella rebolou no meu colo e grunhi aumentando ainda mais a velocidade dos nossos movimentos.
- Isso Edward... Mais...
Eu investia meu quadril rápido e forte, enquanto Bella se sentava em mim com força rebolando. Eu não ia aguentar muito tempo. Coloquei minha mão entre os nossos corpos, massageei seu clitóris dando pequenas beliscadas. Senti o corpo de Bella estremecer e a boceta dela apertar meu membro, uma, duas, três vezes... A cabeça dela pendeu sobre o meu ombro e Bella me mordeu enquanto gemia alto atingindo o orgasmo. Com mais duas estocadas firmes a segui, mordendo seu pescoço.
Ficamos abraçados tentando regularizar nossas respirações. Beijei seu pescoço carinhosamente enquanto ouvia seu coração bater acelerado. Bella levantou seu rosto do meu ombro e me olhou sorrindo preguicosamente.
- Acho que precisamos de um banho. – Sorri e assenti para ela. Retirei-a do meu colo cuidadosamente e Bella foi recolhendo a vestindo suas roupas. Eu retirei a camisinha, arrumei minhas calças, arranquei uma folha em branco do meu caderno, enrolei deixando a camisinha no meio e coloquei no lixo.
Arrumamos-nos o melhor possível e até que ficamos bem apresentáveis, mas nossas caras denunciavam o que tínhamos feito dentro daquela sala... Fora o cheiro de sexo, que não sei quanto tempo ia ficar ali dentro, visto que nenhuma das salas de estudo tinha janelas.
- Eu nunca mais vou conseguir entrar em uma sala de estudo sem lembrar disso... – Bella disse corando furiosamente.
- Eu acho ótimo isso, depois de tantos anos usando essas salas somente para estudar, finalmente vou ter uma boa recordação daqui! – Eu ri e a abracei, depositando um selinho nos lábios dela.
Saímos discretamente da sala e antes de irmos tomar banho, decidimos ir até a lancheria. Já tinha passado e muito da hora do almoço e tínhamos comido apenas um cachorro quente no parque. Fizemos nosso pedido e nos sentamos um de frente para o outro em uma das mesas. O local estava pouco movimentado por ser domingo.
Enquanto comíamos conversávamos sobre a bela apresentação que tínhamos visto ontem da orquestra da Julliard. Estávamos tão distraídos que nem percebi Garrett se aproximar.
- Edward, aí está você. – Levantei e cumprimentei Garrett com um abraço. – Não queria que você fosse embora sem nos despedirmos apropriadamente, mas como ficou fora o dia todo achei que tinha perdido a oportunidade.
- Imagina, eu jamais iria embora sem me despedir de você e, é claro, agradecer por tudo. Pela oportunidade de trazer a minha turma aqui e também pela futura oportunidade que todos terão.
- Bom... Pelo que pude constatar teremos muito trabalho pela frente. São muitos talentos, será difícil escolher apenas um. – Eu sorri orgulhoso para Garrett. Ele olhou para Bella. – Temos um grande exemplo desse talento que eu falo bem aqui. Edward, bem que você me avisou que tinha uma pianista especial. Depois da apresentação e dos elogios que esta mocinha recebeu da Emily, eu só posso dizer UAU. – Bella ficou vermelha como um pimentão com o elogio de Garrett.
- Viu Garrett, eu sei reconhecer um talento quando vejo um. Agora, tenho que admitir que até eu estou surpreso, receber um elogio da professora Young, realmente não é para qualquer um. Quem foi o último aluno que ela elogiou? – Garrett pensou bastante.
- Faz tanto tempo que nem lembro mais. – Nós dois rimos. Bella continuava calada e muito, mas muito corada, mantinha o olhar no seu sanduiche, tamanha a vergonha que estava sentindo. – Bom Edward. Só queria te desejar uma boa viagem de retorno. Mantenha-nos informado sobre o andamento das atividades. Assim que eu tiver uma oportunidade, prometo que vou aceitar o teu convite e ir até Forks. – Nós abraçamos de novo. – E não se esqueça, ano que vem, de volta a Julliard. – Garrett e Bella trocaram uma despedida muda.
- Então você foi elogiada pela professora Young... – Bella voltou a corar.
- Não tem nada demais Edward. – Ela deu de ombros. Como não tinha nada demais?!
- Bella, a professora Young é a mais rígida daqui de Julliard e ela não costuma elogiar ninguém, por melhor que essa pessoa for. – Bella me encarou com os olhos brilhando.
- Sério?
- Claro. Eu nem lembro se ela chegou a me elogiar no palco alguma vez. Nossa! Isso é grande Bella... – Mais confiante com as minhas palavras, Bella me deu um sorriso amplo. Sorri de volta, mas em seguida grunhi me lembrando de uma coisa não tão boa nisso tudo.
- O que houve Edward?
- Bom, com as pessoas cada vez mais reconhecendo o seu talento é 99,99% de chance que você, de alguma forma, entre para a Julliard.
- E isso não é bom? – Perguntou receosa, o sorriso morrendo em seu rosto bonito. Como Bella podia ser tão insegura?
- Isso é ótimo! – Falei com segurança. – O problema é que tenho apenas seis meses para decorar todas as possíveis rotas de fuga da sua casa. Imagina eu chegar na sua casa e contar para o chefe Swan que você vai vir para Julliard junto comigo? – Eu ri e Bella riu comigo, mas em seguida ficou séria, parecendo brava.
- Edward! Seu bobo! Assustou-me. Por um momento pensei que estivesse arrependido sobre a gente. – Ela deu um tapa de leve no meu ombro.
- Bella, Bella, a bobinha. – Coloquei a mão por dentro da camisa e puxei para fora minha gargantilha. – Para sempre lembra?
[...]
Eu estava pronto para matar Alice. Eu sabia que não devia ter deixado ela “comandar” o tour por NY. O resultado disso estava sendo nós todos correndo pelo aeroporto, estilo filme “Esqueceram de Mim 1” para não perdermos o voo de volta para Port Angeles. Estávamos todos fazendo o check in de forma apressada e tudo parecia uma loucura. Alice me olhava com cara de arrependimento enquanto eu tentava organizar a fila para verificar se todos estavam ali e nada estava faltando.
Sentei na minha poltrona e respirei aliviado. Todos haviam conseguido embarcar e agora estávamos sentados no avião com a comissária de bordo dando as explicações necessárias para que pudéssemos levantar voo e retornar para casa. Casa? Até alguns meses atrás minha casa era NY, mas tinha que admitir que Forks estava sendo um ótimo lugar para mim.
Eu me sentia mais próximo a minha família e tinha encontrado Bella. Um sorriso involuntário brotou nos meus lábios e a procurei com os olhos. Encontrei-a me fitando e sorri ainda mais, recebendo um lindo sorriso de volta. Eu acho que nunca tinha sorrido tanto... Mas com Bella na minha vida, era inevitável não sorrir o tempo todo.
Essa viagem tinha sido um pouco “louca”, mas no fim tudo havia dado certo. Eu tinha certeza que tinha sido inesquecível. Como que para provar meu pensamento, Bella retirou a gargantilha de baixo da blusa e beijou o pingente.
Com certeza, eu teria boas lembranças dessa viagem e mais do que nunca eu sentia que nosso amor era para sempre... Não era?!
Notas finais
O que acharam??? Eu sei que muitas queriam que o Ed pedisse Bella em casamento, mas não é hora ainda... Não se preocupem vai acontecer e eu até já sei quando!!! :D
Espero que tenham gostado do cap! Muitos detalhes importantes aconteceram nesse cap! :p
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Eu sei que não estou postando no dia combinado... Quarta-feira! Mas estamos entrando na reta de final de ano e a vida anda complicada para o meu "eu professora"! Então vou fazer o possível para postar pelo menos uma vez por semana, mas sem dia certo, ok??
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No cap passado eu nem acreditei que recebi 30 reviews! Isso foi algo inédito!! A fic esta com quase 400 reviews e eu estou MEGA FELIZ!!! Muito obrigada de novo a todos que comentam!!!
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Chega de falar... Já vou indo... Uma boa semana a todas!!!
Será que a fic merece 30 reviews de novo? Recomendações??
Espero ansiosa a opinião de vocês!!!
Grande beijo!
Fale com o autor