Notas iniciais
Heey soldiers! Olha só quem chegou com capítulo fresquinho direto da batcaverna aaaa ♥ Primeiramente, sim, eu tô prolongando mais o intervalo de postagem porque Ultimato foi um filme que me doeu, e eu não sei se consigo ficar vendo e revendo direto pra escrever a fic. Não que o filme seja ruim, pelo contrário, é uma obra prima cinematográfica do ca$#*o. Só que, como da primeira vez eu chorei horrores, eu vou chorar horrores toda vez que eu assistir, então tô tentando me poupar aqui. Segundamente, finalmente vamos ter o período dos cinco anos pós-estalo, onde nossa nova protagonista Bex Barnes vai entender o que aconteceu nesse tempo que ela ficou fora. Ela também vai notar que algumas coisas ficaram um pouco diferentes do que ela se lembrava... Enquanto isso, cinco anos não foram suficientes pra curar a fossa do Bucky pela Aria, já já vocês vão entender por que... PS: TONINHO, PLEASE, DÁ UMA FORÇA. VAMOS FAZER O "AJUDA AQUI" MEU QUERIDO. Boa Leitura!

Bex sentiu que sua cabeça iria explodir por um momento. Há apenas alguns minutos, estava com Morgan, que estava prestes a enviá-la para o ano de 2018, logo após a missão de recuperar as Joias do Infinito. No entanto, ela foi parar cinco anos após essa data. E agora, estava com seus padrinhos, ouvindo o que tinha acontecido durante esse tempo em que esteve fora.

— Tivemos que lidar com as perdas... não foi fácil, mas sem as Joias do Infinito... não tinha muito o que fazer, a não ser, seguir em frente. — Steve disse, enquanto discursava.

— Eu entendo, tio Steve... desculpem, eu nem deveria estar aqui agora, eu deveria voltar para o momento em que estávamos metendo a porrada no Thanos, no meio da fazendinha dele. — Bex respondeu. Steve nem ligava mais para os palavrões, só para ter em conta a gravidade da coisa.

— Por que não volta agora? — Natasha perguntou, dando uma mordida em seu sanduíche de pasta de amendoim.

— Porque eu só tenho mais uma Partícula Pym, que pretendo usar para voltar para a minha época. Então, vamos ter que prosseguir com o meu plano nessa época mesmo... — Bex respondeu. — Tia Nat, quanto tempo vai demorar para reunir todo mundo?

— Muito tempo. É possível que consigamos contatar Rocky e Nebulosa, mas não acho que Carol e Okoye possam vir. — Natasha respondeu, largando o sanduíche em um prato em cima da mesa.

Bex suspirou, desapontada. Como um plano premeditado mais de uma década no futuro podia ter dado tão errado? Pior ainda, a equipe se dispersou.

De acordo com Steve e Natasha, Tony foi morar em uma casa de campo com Pepper. Eles até ouviram falar que ele teve uma filhinha. O coração de Bex aqueceu ao ouvir aquilo. Significava que Morgan ainda existia nessa realidade.

Contudo, ela ficou um pouco surpresa ao ouvir que Bucky também havia se retirado, para morar no campo. Aparentemente, ele queria dedicar mais tempo para a pequena Bex, sem passar o resto da vida se lamentando por Aria.

Em sua realidade, os dois haviam ficado morando na sede dos Vingadores, com Steve e Nat. Por mais que Bex e Morgan vivessem juntas, uma na casa da outra, ainda sim, não eram vizinhas...

— E o tio Scott? — Bex perguntou. — Caramba, a Cassie deve estar com a minha idade nessa linha do tempo...

— É bem provável que ele volte, levando em conta a obsessão dele pelo Steve... — Nat respondeu, com um leve ar irônico, lembrando de toda a euforia do Homem Formiga pelo Capitão América.

Bex respirou fundo. Por mais que ela tivesse todo um plano em mente, repassado várias vezes, não significava que ela não estava nervosa. Não queria demonstrar na frente de seus padrinhos, mas estava prestes a chorar. Era muita coisa para uma menina de dezesseis anos lidar sozinha.

Ela nem pode se despedir de seu pai antes de viajar no tempo novamente. Aliás, ela nem chegou a ver Bucky quando voltou acidentalmente para sua época, o qual ela se arrepende muito de não ter feito. Caso algo desse errado, ela não teve a oportunidade de se despedir dele.

Por um momento, a mente dela se desligou, pensando nas várias vezes que cantou You’re The One That I Want com Bucky, em casa, sabendo que Grease era um dos filmes preferidos de sua mãe. Contudo, um segundo depois, ela voltou a focar no plano. Se fosse bem sucedido, ela poderia cantar com sua família toda em casa.

— Tio Steve... eu só vou fazer isso se o meu pai estiver com a gente. — Bex disse, olhando nos olhos do Capitão, como se estivesse pedindo um grande favor.

Steve e Natasha se entreolharam. No fundo, eles sabiam que aquela garota era teimosa e não iria mudar de ideia. Pois bem, após muito conversarem, os dois combinaram o que iriam fazer.

Steve iria com Bex até a casa de Bucky, e quem sabe, aproveitar para tentar recrutar Tony outra vez. Natasha iria para Tokyo, no Japão, atrás de Clint. Ela era uma das poucas pessoas que sabiam da localização do Gavião Arqueiro, e a única que poderia se aproximar sem causar alarde. O fato é que Clint não era mais o mesmo após perder sua família para o estalar de dedos...

Enquanto isso, os dois contatariam Scott, para que ele recrutasse Bruce e Thor. Aparentemente, os últimos cinco anos causaram uma mudança drástica em ambos os heróis. Bex se surpreendeu ao ouvir sobre a situação em que os dois se encontravam. Afinal, na sua realidade, Thor ainda era um deus nórdico e Bruce ainda era um cientista... em forma humana. Ela nunca iria imaginar que a mente de Bruce fosse se unir à do Hulk... e que Thor estaria pesando 120kg.

Steve e Nat se despediram de forma afetuosa, quase desesperadora, como se nunca mais fossem se ver. Bex gostava da relação que seus padrinhos tinham. Só não achava melhor que a de seus pais...

Enquanto Nat pegou um quinjet, Steve achou mais prático pegar um dos carros que estavam guardados na sede. Ele acabou optando por uma caminhonete, já que estava prestes a ir para o campo.

— Acho que somos só nós dois por enquanto, Bex... — Steve disse, terminando de arrumar as coisas no carro, destrancando a porta.

— É, tio Steve... — Bex respondeu, entrando no carro. — Quanto mais cedo formos, mais cedo podemos fazer essa missão e trazer minha mãe de volta.

*~*

— Não finja que não está me vendo aqui, James... — A voz inconfundível de Aria disse, o perturbando, após uma noite mal dormida.

Bucky não conseguia dormir bem desde o fatídico dia do estalar de dedos. Ele nunca conseguiu superar o luto por Aria. O fato de estar criando uma filha pequena também contribuía para a falta de sono.

— Você está morta há cinco anos, isso é só uma alucinação da minha cabeça... — Bucky repetiu para si mesmo, tentando fazer com que ela desaparecesse.

Por mais que ter alucinações com ela fosse uma lembrança constante de que ela era o grande amor de sua vida e que nunca, nunca mesmo, ele iria amar alguém desse jeito novamente, ainda era doloroso vê-la tendo plena consciência de que ela não estava ali.

Agora, ele estava deitado em sua cama, em um início de manhã. Logo, teria que levantar e preparar o café da manhã de Bex. Quem sabe, pegar um pouco de lenha para a lareira...

Contudo, ele estava deitado de costas para a metade vazia da cama. Então, estava ouvindo a voz de Aria, mas não estava a vendo naquele momento. De certa forma, o ajudava a não se sentir tão culpado por não ter conseguido salvá-la, nem quando sua própria filha voltou do futuro para tentar ajudar. Ele sentia muita saudade de sua garotinha, alguns anos mais velha.

Na verdade, após ela ter desaparecido, Bucky ficou tão recluso que até não costumava conversar tanto com Steve. Isso foi um dos motivos pelos quais ele tomou a decisão de se mudar da sede dos Vingadores. Sua vida agora era calma e pacífica. Mas nem chegava perto de quando vivia na Escócia, com Aria e a pequena Bex ainda um bebê.

— Eu sei o quanto isso dói... acredite, era isso o que eu sentia todos os dias quando você estava na criogenia... — Aria disse, com a intenção de confortá-lo. Na verdade, era mais como uma reprodução do que ele entendia pelos sentimentos dela.

— Você está certa, isso dói. Dói como o inferno. Dói como pensar que nossa oportunidade de viver uma vida longa e feliz foi arrancada num estalar de dedos, literalmente... — Bucky respondeu, desabafando com a alucinação de Aria, tal como fazia todas as manhãs. – Mas como você sempre diz, eu preciso me manter forte pela nossa menininha.

Era como se aquelas palavras de autoafirmação tivessem o efeito de deixá-la muda. Ao menos, por alguns segundos, no qual ele apenas a ouviu suspirar.

— Ela precisa de você, Bucky. E você está fazendo um ótimo trabalho. É uma pena que eu não estou aqui, vendo nossa filha crescer... — Aria respondeu, de maneira triste.

Você poderia estar... se o plano tivesse dado certo... Bucky se lamentou, sozinho. Ele não pode continuar sua conversa imaginaria com sua esposa falecida, pois um certo pinguinho de gente abriu a porta do quarto e pulou na cama.

— Acorda, papai! Tá na hora do café! — Uma energizada Bex disse, enquanto empurrava Bucky contra o colchão.

Bex era agora uma menina de sete anos de idade. Apesar de ser parecida com seu pai, no quesito físico, a personalidade lembrava muito a de Aria. Aquela criança era a luz no fim do túnel, mantendo Bucky firme e forte, não o deixando desistir da vida. No fim, tudo valia a pena para ver o sorriso estampado no rosto daquela menina.

— Está com tanta fome que vai matar seu pai do coração? — Bucky brincou, pegando a menina em seus braços e a levantando.

— Você não pode morrer do coração, papai. Você é superforte! — Bex respondeu, com uma risada.

— É, garotinha, mas você também é superforte... — Bucky respondeu, se referindo à descoberta dos poderes da filha.

Começou quando ela era um bebê. Bucky, sendo iniciante em tarefas domésticas, estava tentando preparar uma torta de ameixa e deixou cair uma vasilha. Bex segurou aquela vasilha com tanta maestria que nem parecia que o objeto era quase de seu tamanho.

Após realizar alguns exames na sede dos Vingadores, ele constatou o que já imaginava. Sua filha havia herdado as habilidades especiais que tanto ele, quanto Aria tinham. Superforça, resistência a temperaturas extremas e alta flexibilidade.

— Eu fiz o café hoje, papai. Fiz antes de você acordar. — Bex disse, causando um certo sentimento de pânico no Lobo Branco.

Automaticamente, ele sentou a menina na cama e correu para a cozinha, para ver o famigerado “café da manhã” que sua filha havia preparado. Como já era de se imaginar, Bex havia queimado as torradas, colocado uma quantidade absurda de manteiga nas torradas queimadas, além de derramado suco na mesa e no chão.

— Não fiz ovos com bacon porque você disse que não posso mexer no fogão, papai. — Bex disse, correndo atrás dele. — Mas fiz torradas com manteiga, suas preferidas.

— Que coisa boa, garotinha... — Bucky respondeu, com um ar de “essa garota ainda vai me matar”. Porém, ele não queria decepcioná-la dizendo que seu café da manhã especial havia ficado um desastre. — Mal posso esperar para experimentar tudo isso que você fez.

— Então coma logo antes que esfrie, papai! — Bex respondeu, apontando constantemente para as torradas queimadas com uma bola de manteiga em cima.

Aquilo mais estava parecendo um suicídio. Pois bem, já que estava no inferno, tudo o que ele podia fazer era abraçar o demônio. Estava prestes a provar a fatídica torrada quando ouviu uma buzina do lado de fora de casa.

Salvo pelo gongo! Bucky pensou, se ajeitando e indo até a porta. Ele reconheceu a buzina do carro, bem como o motorista, até mesmo antes de abrir a porta.

Do lado de fora, na entrada do bosque, estava estacionada a caminhonete que era propriedade da sede dos Vingadores. Duas figuras desceram do veículo. Uma era Steve, que Bucky já tinha consciência. Afinal, apenas Steve e Nat mantinham o hábito de visitá-lo após ele deixar a sede.

Porém, a segunda pessoa o pegou de surpresa. Mesmo com um capuz sobre sua cabeça, ele reconheceria aquela garota em qualquer lugar. Era a sua garotinha.

A Bex do futuro estava bem ali, de pé, diante dele. Estava igualzinha a quando ele a viu pela última vez, cinco anos atrás. Ela ergueu uma das mãos, timidamente, o cumprimentando com a voz baixa. Mesmo pasmo, ele não deixou de caminhar determinado até ela e a abraçar como se não houvesse amanhã.

— Achei que nunca mais fosse te ver, garotinha! — Bucky exclamou, segurando a filha pelos ombros.

— Mas como assim, pai? Você me vê todos os dias... — Bex ironizou, mencionando sua versão do presente. — Falando nisso, cadê a mini-eu?

— Lá dentro... tentando me dar uma bomba de Hiroshima para comer... — Bucky respondeu. — Mas, por favor, nenhum de vocês dois digam nada a ela sobre você ser do futuro!

— Tem razão, ela é muito pequena. É melhor nem envolvermos ela em nada. Estamos aqui por você, amigo. — Steve respondeu.

— Precisamos de você, pai... agora que eu consegui voltar, podemos terminar aquela missão. Vamos trazer a mãe de volta... — Bex continuou, em um tom triste.

— Já faz cinco anos... eu sinto falta da Aria todo santo dia, e isso dói. Mas acho que doeria mais se eu tivesse uma falsa esperança de que ela pode voltar... — Bucky respondeu, em tom de recusa.

— Não é uma falsa esperança, pai. Dessa vez, quando eu voltei para a minha época, elaboramos um novo plano para trazer os dizimados de volta. — Bex respondeu, retirando o projeto dos dispositivos, que Morgan havia lhe dado. — Minha melhor amiga me deu isso, para que eu pudesse construir dispositivos iguais ao meu para todo mundo. Já expliquei toda a situação para o tio Steve e para a tia Nat...

— Ela quer voltar ainda mais no tempo para recuperar as Joias do Infinito. Para épocas em que sabemos exatamente onde elas estão. — Steve continuou. — Mas não podemos fazer isso apenas nós três... por isso, viemos até você, amigo.

Bucky começou a olhar para os lados, como se estivesse procurando por alguma ameaça que poderia estar perto.

— É melhor entrarmos, isso me parece ser um assunto longo. E está na hora do café. — Bucky respondeu, convidando os dois a entrarem em sua casa.

*~*

Até que eu teria gostado de crescer aqui... Bex pensou, analisando melhor a casa em que seu pai estava vivendo. Era um lugar calmo, tranquilo, no meio do bosque. E não ficava muito longe da casa onde Tony Stark e sua família estavam vivendo. Bex também teria gostado de ter sido vizinha de Morgan...

Não que tivesse sido ruim crescer na sede dos Vingadores, longe disso. Ela havia sido criada por seu pai e seus padrinhos. Fora que crescer em uma base super tecnológica era incrível para uma criança.

Pois bem, logicamente, a Bex do futuro acabou encontrando com a Bex do presente. Para que não houvesse confusões, ela se apresentou como Bailey, uma nova recruta superpoderosa dos Vingadores, que Steve e Natasha acolheram na sede.

Enquanto comiam, os três discutiam sobre como iriam fazer para que o plano de Bex desse certo.

— Então, eu pensei em fazermos isso em grupos, depois que todos os braceletes ficassem prontos. — Bex disse, mostrando o projeto para Bucky. — Cada grupo iria para uma época diferente, recuperando a joia pertencente àquela época. Por isso, marquei três anos em que temos certeza de onde as joias estão, que são 2012, 2013 e 2014.

2014... aquele ano tinha um significado especial para Bucky. Foi o ano em que Steve o libertou das garras da HIDRA, o tornando um viajante. Um ano depois, ele reencontrou Aria.

— Eu sei que eu não era nascida durante esses anos, por isso vou precisar de uma ajudinha... — Bex continuou. Porém, antes que ela pudesse terminar a explicação, sua versão do presente os interrompeu.

— Papai, posso ir lá na Morgan? — A pequena Bex perguntou, com aquela típica cara de cachorrinho pidão.

— Conhece as regras, você não pode ir sozinha. E o papai está ocupado agora. — Bucky respondeu, para a tristeza da criança. Contudo, o semblante dela mudou quando mirou a adolescente.

— A Bailey pode vir comigo! — Bex disse, entusiasmada. — Ela não precisa ficar aqui ouvindo conversa de adulto, é muito chato.

A Bex do futuro não sabia como responder. Apenas estava lá, pasma, com sua versão mirim querendo fazer amizade com ela mesma.

— Não tem jeito... se depender da Bex, ela passa o resto da vida grudada com a Morgan. — Bucky respondeu, como quem já tinha visto aquela cena milhares de vezes.

É verdade... a mais velha pensou, se lembrando de sua melhor amiga. Se ela não fosse tão nova, poderia estar junto nessa missão.

— “Bailey”, poderia fazer o favor de levar a Bex até a casa da Morgan? — Bucky pediu, usando o pseudônimo para chamar a versão mais velha de sua filha. – Não fica longe, é só seguir a trilha entre as árvores.

— É claro. Eu fico de olho nas duas. — A adolescente respondeu, feliz por ter a oportunidade de ver Morgan outra vez... mesmo que ela estivesse uns dez anos mais nova.

*~*

Tudo bem, caminhar pela floresta com uma criança que, na verdade, é você mesma uns anos mais nova, era um pouco estranho. Principalmente quando essa criança insistia em querer fazer amizade, custe o que custar...

— Morgan é minha melhor amiga. Somos M.A.P.S. — A pequena Bex disse. Sendo ela mesma, a Bex adolescente sabia que aquela sigla significava “Melhores Amigas Para Sempre”. — Você tem uma melhor amiga?

— Eu tenho sim. Ela também se chama Morgan. — A mais velha respondeu, com um semblante distante. — Mas ela está em outro lugar agora...

— Ela está no mesmo lugar que a minha mamãe? — A garotinha perguntou, com pesar. — O papai sempre diz que a mamãe está bem longe, e não sabe se ela vai voltar um dia.

Naquele momento, Bex encarou sua versão menor e sentiu uma vontade imensa de ajoelhar e chorar. Em todos os momentos em que sentiu falta de sua mãe, aquele era provavelmente o mais pesado. Ela estava lidando com si mesma, precisando de um conforto de uma figura materna.

Bucky era um excelente pai, ele fez o possível para criá-la com todo o carinho. Steve e Natasha também eram ótimos padrinhos. Apesar de Nat ser a figura feminina mais presente na vida de Bex, ainda não era a mesma coisa que ter uma mãe.

As duas finalmente chegaram na casa da família Stark, onde encontraram Morgan brincando no quintal. A pequena Bex automaticamente correu em seu encontro. Elas brincavam como se já estivessem juntas o dia todo. Ah, caramba... Morgan e eu éramos umas patetas... Bex pensou, enquanto observava as duas meninas brincarem.

— Bailey, venha brincar com a gente! Precisamos de alguém para ser a vilã! — Ela mal percebeu quando a pequena Bex a chamou.

— E por que eu tenho que ser a vilã? — Bex perguntou, caminhando até as duas meninas.

— Nós somos uma dupla. Eu sou a Chama Invernal, e a Morgan é a Coração de Ferro. — Sua versão mais jovem respondeu. — Somos as líderes dos novos Vingadores, e nossa missão é proteger a Terra das garras malvadas da feiticeira Hydroxi.

— Ela é muito má! Quer trazer o exército Chitauri de volta para a Terra porque os Vingadores arruinaram os planos dela de escravizar a humanidade por lavagem cerebral. — Morgan continuou. Era impressionante o linguajar que essa menina usava sendo tão nova. Bem, ela era uma Stark...

É impressão minha ou essa me parece uma versão romantizada da história dos meus pais? Bex se perguntou, franzindo a testa, olhando para as duas meninas. Pois bem, ela não teve chance de responder se iria ou não participar da brincadeira, pois a figura de Pepper Potts passou pela porta da frente.

— Meninas, venham comer, o lanche está pronto. — Pepper anunciou, se aproximando das duas crianças. Porém, ela estranhou a presença da garota mais velha.

Pepper tinha certeza que já tinha visto aquela garota em algum lugar, e ela não lhe era estranha. Mas de onde ela era? Ela iria descobrir isso, enquanto as meninas corriam para dentro de casa para lanchar.

— Perdão, nós nos conhecemos? — Pepper perguntou, ainda tentando reconhecer a adolescente.

— Não se lembra de mim, tia Pepper? Provavelmente não, já fazem cinco anos e nós só nos vimos poucas vezes... — Bex respondeu. A ficha havia caído para Pepper.

— Ah, meu Deus... você é a Bex Barnes que voltou no tempo para ajudar a recuperar os dizimados! — Pepper exclamou, levando as mãos ao rosto. — Tony, venha aqui!

Assim que ouviu o chamado da esposa, Tony Stark passou pela porta e veio ao seu encontro. E ele ficou tão surpreso quanto ela ao avistar a garota. Ele caminhou três passos para perto de Bex, e a analisou de cima a baixo, ainda sem acreditar.

— Preciso contatar o Rogers... — Foram as únicas palavras que Tony proferiu.

Na verdade, nem foi preciso contatar Steve ou algo do tipo. Bem nesse momento, Tony avistou as figuras de Steve e Bucky, atravessando a trilha da floresta que dava para sua casa. Era hora de uma reunião entre antigos parceiros.

Continua

Notas finais
Mano do céu, Bex e Morgan juntas e shallow now, a minha vontade é transformar isso em uma estampa de camiseta e usar todo santo dia! Putz mano, me dói ver o Bucky tentando superar a Aria (e falhando miseravelmente). O coitado tá até com medo de dar errado de novo e ele sofrer por uma falsa esperança, tadinho :'( Ele tá ouvindo "I'll Never Love Again" da Gaga em loop depois dessa, porque olha... A MINI BEX PREPARANDO O CAFÉ DA MANHÃ KKKKKKKKKKKKKKKK gente, mantenham a cozinha fora do alcance das crianças, sério! Novamente, nem chegamos em Vormir ainda e eu já tô me doendo toda por Romanogers. AI JESUS O QUE EU FAÇO??? MINHA VONTADE É DE MATAR OS CARAS QUE PENSARAM NESSA PARTE PRO FILME! Memorando 1: Pseudônimo da Bex, Bailey, foi inspirado na Miranda Bailey de Grey's Anatomy, UM HINO DE PERSONAGEM MESMO! Memorando 2: Chama Invernal e Coração de Ferro juntas e shallow now na batalha final (até rimou) será que rola?? Vou pedir mimos no gatito curioso de novo porque gosto de interagir com a galera: https://curiouscat.me/VioletQueen Kisses ♥