O Sol e a Fera
7 Capítulo 7
Na aldeia, bem especificamente dentro do bar estava Oikawa se lamentando.
— Imagine Iwai-chan, uma cabana rústica, minha caçar do dia assando no fogo. — falou Oikawa apontando para a lareira. — adoráveis crianças correndo ao redor. — gesticulou ao seu redor. — e meu adorável esposo massageando meus cansados pés. — apoio os pés no banco perto da poltrona. — Mais o que o Chibi-chan falar ¨eu nunca irei me casar com você¨. — falou com raiva na voz.
— Existem outras garotas sem ser garotos querendo ficar com você Lixokawa. — falou apontando para algumas garotas.
— Um grande caçador não tem tempo para essas presas. — falou Oikawa sem interesse.
— Não me conformo em vê-lo, Oikawa; Triste e desanimado; — bem na hora que Oikawa atirou uma faca na parede. — Qualquer um quer você, oh Oikawa; — Iwaizumi tentou o animar um pouco. — Mesmo que mal humorado; Ninguém nessa aldeia é tão respeitado; Não há quem te possa enfrentar; É muito fácil saber o porque; És o rei desses meros mortais. — deu uma moeda para os músicos acompanharem o ritmo da música. — Não há igual a Oikawa; Nem melhor que Oikawa; Nem pescoço mais grosso que o do Oikawa; Nessa aldeia ninguém é tão homem.
— Modelo de perfeição.
— Se há valentes aqui todos somem; Pois você põe todos no chão; — foi em direção do bar para onde estavam alguns rapazes. — Quem faz mais que o Oikawa?; Tem mais gás que o Oikawa?; — cantou junto dos homens porto do bar. — Quem conhece alguém que supere o Oikawa?.
— Um espécime raro e impresionante. — disse Oikawa se gabando.
— É nosso grande Oikawa.
— Valeu a motivação, caro Iwai-chan. — cantou se levantando da poltrona.
— Nada mais que a verdade, é só senso comum. — disse dando um chute bem forte no Oikawa. — Demais?
— Sim. — disse lacrimejando por causa da dor.
— Pra socar é o Iwaizumi; Pra espancar é o Iwaizumi.
— Numa briga ninguém morde mais que o Oikawa.
—Quando caço, eu busco o meu alvo.
— Uhhh.
— Os bichos suplicam perdão.
— Ahhh
— Sempre miro no dorso primeiro; — cantou Oikawa apontando a arma na direção do Iwaizumi — Mas atiro pro trás.
— É legal.
— Tanto faz! — apontou a arma para o teto e atirou.
— Ninguém bate em Oikawa; Nem combate Oikawa.
— Ninguém cospe a distância melhor que o Oikawa. — cantou Iwaizumi tomando distância com um copo na mão.
— Vejam como eu sou bom numa cusparada! — disse cuspindo e acertou dentro do copo.
— Venceu o Oikawa!
— Duas dúzias de ovos comi todo dia; Pois eu sempre quis ser bem fortão; E com cinco dúzias que como hoje em dia; Eu fiquei maior que um carroção. — cantou Oikawa levantando Iwaizumi.
— O poder.
— É Oikawa.
— De entreter.
— É Oikawa.
— Faz o público enlouquecer, é Oikawa; As memórias de caça estão nas paredes. — indicou a parede do bar repleta de cabeças de animais empalhados.
— Nosso troféu; O presente do céu; Aplaudimos de pé, todos sabem quem é; O deus vivo que habita entre nós; Não há nada igual, ele é excepcional.
— Ele é o O — I — K — A — W — A; — soletrou Iwaizumi corretamente. — Eu sei muito bem soletrar nomes Bakawa. — sussurrou para Oikawa que estava chocado.
— Oikawa!!
— Ah Iwai-chan, você é o melhor.
— E eu espero não fazer isso de novo Bakawa. — falou Iwaizumi mal humorado e dando um tapa na nuca de Oikawa.
— Aiii, Iwai-chan. — falou colocando a mão onde recebeu o tapa.
— Ajudar! Ajudar! — grito Bokuto quando entro no bar. — alguém...você..ajudar.
— Ouuu.
— Me ajuda, me ajuda o Hinata, ele o pegou, ele está preso. — falou Bokuto desesperado.
— Ohh, quem o pegou?
— O..monstro. — respondeu Bokuto desesperado. — É.. Uma.. horrenda.. E.. monstruosa.. FERA!! — gritou desesperado por ajuda.
Todos do bar riram de Bokuto.
— O meu filho corre perigo! — gritou Bokuto. — Do que estão rindo!? — perguntou para todos que só continuaram a rir. — não é piada, tem um castelo escondido na floresta, já é inverno lá.
— Inverno agora. — começaram a rir de novo.
— Enlouqueceu Bokuto?
— Escutem bem! — grito Bokuto já começando a perder a paciência. — a fera… é real, entenderam? — falou desesperado. — ajudem um pai.
— Eu ajudarei Bokuto. — falou Oikawa se levantando da poltrona.
— O que? Verdade? — perguntou Bokuto falando baixo.
— Escutem bem, parem de zombar desse homem agora. — falou Oikawa para todos.
— Capitão, obrigado. — falou Bokuto agradecido por conseguir ajuda.
— Não me agradeça Bokuto. — falou Oikawa na frente de Bokuto. — então, mostre onde está a fera.
— Venham. — falou Bokuto saindo do bar.
— Hum. — exclamou Oikawa seguindo o Bokuto.
— Ohh. — Iwaizumi foi logo atrás de Oikawa.
Enquanto isso no castelo da fera. Mais específico dentro da cozinha.
— Papai, papai, chegou um garoto no castelo. — gritou uma xícara.
— Sim, Nishinoya, chegou. — falou o bule de chá para o filho.
— Que chá pode ser que ele gosta? Eva doce? Hortelã? Camomila? Estou tão animado. — falou Nishinoya escorregando pela mesa até chegar ao lado do bule de chá.
— Devagar Nishinoya antes que você se quebre todo. — advertiu o bule de chá.
— Está quente senhor. — falou o fogão antes de colocar água quente no bule.
— Ahh. — falou se relaxando com a água quente.
Em outro lugar, adentrando na sala de jantar está a fera indo em direção a mesa para seu lugar de costume e se sentando, notou que tinha no lugar oposto que seria em frente ao seu lugar mais um prato.
— Grrrrr. — rosnou e derrubou tudo o que tinha na mesa para o chão. — Kuroo! — gritou furioso.
—Oh, não. — falou Daichi desesperado.
— Fica calmo, deixa que eu falo. — sussurro Kuroo tentando acalmar o Daichi.
A fera entrou na cozinha furioso atrás dos responsáveis pela sua raiva.
— Explique-se agora. — falou a fera furiosa.
— Achamos que gostaria de ter compania. — comentou Kuroo.
— Mestre, eu só queria deixar claro que eu não faço parte desse irresponsável plano, para o jantar, trocá-lo de roupa, dá a ele a sit da ala leste. — falou o Daichi contando todo o plano de Kuroo.
— Deram um aposento para ele? — perguntou Kageyama furioso.
— Não , não. — falou o Daichi desesperado. — a ideia foi toda dele. — desse apontando para Kuroo.
— É verdade, mas se esse for o garoto que pode quebrar o feitiço? — comentou Kuroo convicto. — Talvez um jantar possa ser um belo começo. — completou com um sorriso. — boa ideia Daichi. — falou Kuroo batendo na cabeça do Daichi.
— O que? — exclamou Daichi confuso pelo decorrer da conversa.
— É a ideia mais ridícula que já ouvir. — falou indignado. — jantar com o prisioneiro.
— Deveria tentar pelo menos Kageyama, cada dia que passa nós nos tornamos menos humanos. — falou Kuroo com um ar de superioridade mais triste.
— Ele é o filho de um simples ladrão. — falou Tobio indignado. — que tipo de pessoa ele poderia ser? — perguntou para todos.
— Ah não, você não pode julgar as pessoas por quem seus pais são, ou pode? — falou o bule de chá.
— Grrr. — grunhiu Kageyama.
Depois da discussão que ocorreu na cozinha, Kageyama decidiu obedecer e seguir o plano de Kuroo e ir falar com o prisioneiro chegando em frente a porta ele bateu. Toc toc toc.
— Vai jantar comigo. — falou Kageyama sem ser um pouco delicado. — isso é uma ordem.
— Seja gentil Kageyama, o garoto perdeu o pai e a liberdade em um só dia. — falou o bule de chá.
— O pobrezinho deve está lá morrendo de medo, e muito solitária sem ninguém para ajudá-lo, ou alguém que conheça. — falou o Kuroo sendo dramático.
— concordo com o Kuroo, mesmo que ele esteja exagerando um pouco. — falou o bule de chá.
Dentro do quarto Shoyo fez uma corda como os tecidos de roupa que ficaram julgados no quarto, quando finalmente tudo estava pronto para poder ir embora desse castelo, ouviu batidas na porta. Toc toc toc.
— Só um minuto. — gritou Shoyo para quem for na porta.
— Ouviu ele? Vai e se lembre seja bem gentil. — falou Kuroo para Kageyama.
— Amavél. — completou o bule de chá.
— Charmoso. — completou Tsukushima.
— Doce. — completou Daichi por fim.
— E quando ele abrir a porta, de seu melhor sorriso. — falou Kuroo mostrando seu sorriso de sempre. — Vamos lá sorrir. — a fera sorriu tirando exclamações de horror de todos.
— Ohh, meu Dieu. — todos falaram ao mesmo tempo.
— Me acompanharia para o jantar? — perguntou Kageyama.
— Me tomou como prisioneiro e agora diz que quer jantar comigo. — falou Shoyo indignado. — enlouqueceu? — exclamou para Kageyama o deixando furioso.
— Ohh, o rei, ficou nervoso. — falou Tsukishima indo para tras de Kuroo.
— Ai não. — disse o Daichi se escondendo debaixo de uma mesa.
Toc toc toc, bateu com toda sua força na porta do quarto, deixando Shoyo assustado do outro lado.
— Eu ordeno que você venha! — grito Kageyama.
— E eu disse que não! — grito Shoyo de volta.
— Ohh, o que? — exclamou assustada Shimizu depois de acordar com gritos. — mais que horas são? O que está acontecendo? — continuou perguntando.
— Eu jamais iria jantar com você. — falou Shoyo irritado.
— Então fique à vontade e morre de fome. — falou Kageyama conficto. — se ele não jantar comigo, não terá jantar algum! — grito furioso para o Kuroo. — inúteis. — grito quando se retirou da ala leste.
— Eu o proíbo que você fale assim com a gente. — exclamou Daichi pensando que o Kageyama ainda estava lá. — ohh onde ele está? — perguntou quando notou que ele já tinha ido. — que pena eu ia falar na cara dele dessa fez. — disse virando de costas.
— Oh Kageyama? Você voltou? — falou Kuroo para tirar onda com Daichi.
— Ahh!! — Daichi tomou um susto quando Kuroo disse que o Kageyama tinha voltado.
— Hahahahaha. — começou a rir do susto que o Daichi levou.
— Engraçadinho. — comentou Daichi.
— Te enganei..... hahahahaha... — falou Kuroo ainda não parando de rir.
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